Quinta-feira, 16 de Junho de 2011

A Idade da Reforma e o Frei Tomás

Conhecem a história do Frei Tomás?

Pois bem... Se sim, leiam até ao fim. E, se não, leiam também até ao fim, ou até compreendam do que se trata. Seguramente que vai valer a pena.

Arrisquem a perder alguns minutos e talvez, com este artigo, possam reconstruir a vossa própria história do Frei Tomás.

Vem isto a propósito de uma notícia sobre uma intervenção de António Barreto .

Ora, que este senhor afirme que "não compreende a preferência dada aos mais jovens" quanto ao mercado de trabalho pois a experiência deeveria também ser valorizada, aidna que não necessariamente na mesma área, estamos de acordo... Mas gostaríamos de ver António Barreto a tomar outras atitudes que fossem apra além do discurso, tal como o fez o advogado António Martins Moreira.

Será que há coerência entre a prática e o discurso? Então não foram os governos socialistas (do seu partido, portanto!) que criaram ou mantiveram imensas regalias às empresas que contratassem jovens...? Confessamos a nossa perplexidade...

Mais, este homem critica a existência de uma “idade da reforma obrigatória” afirmando que os idosos não devem ser “obrigados” a reformar-se. Mas, pergunto:

Afinal, somos nós que não entendemos português ou estes senhores querem fazer dos portugueses parvos...?

Por que lutam os trabalhadores? Pelo direito a trabalhar até à morte...?

Qual é afinal o verdadeiro motivo de protestos na sociedade?

Será que os idosos desta Europa estão indignados por serem “obrigados” a reformar-se ou será que as manifestações se devem ao alargamento da obrigatoriedade de permanecer por muitos mais anos na vida activa e por conseguinte, pelo aumento do tempo obrigatório de trabalho (e dos consequentes descontos) para ter direito a uma reforma?

Confessamo-nos, uma vez mais, perplexos com esta notícia.

Como é possível falar-se dos idosos serem “proibidos” de exercer as suas funções?

Mas há que dar alguma razão a este senhor. Só que contraria a prática dos seus amigos socialistas e não consta que se tenha manifestado, em devido tempo, contra o alargamento da idade para ter direito à reforma, por exemplo, dos professores.

Será que este senhor apareceu a lutar ou manifestar-se contra o governo socialista quando este protelou a reforma dos docentes (prevista para os 55 anos se tivessem descontado durante pelo menos 35 anos!) para os 64 anos? Ora, quando uma significativa maioria dos cidadãos portugueses com 60 anos já não se sentem capazes de suportar a presença de 4 netos (sangue do seu sangue!) e afirmam "os filhos que os eduquem que eles já educaram os seus!" alguém ouviu António Barreto dizer que a medida do governo é absurda? Não. Mas agora até se confessa defensor de que “a idade da reforma possa ser adequada à saúde das pessoas, ao desejo das pessoas, à liberdade de escolha, às possibilidades do empregador e das empresas”. Bom... Pelo menos isso! Parece que os socialistas estão realmente muito melhor na oposição. Quando chegam à oposição, têm ideias brilhantes. Quando estão no governo, é uma desgraça!

O grande problema é que, são todos como o Frei Tomás... O tal que, “prega bem, mas não faz”.

E afirmamos isto porque realmente António Barreto até tem razão... Sem dúvida que este senhor está certo. Com efeito, vivemos num período em que a discussão está centrada na intenção (demoagogicamente justa) de se obrigar todos os cidadãos a reformarem-se cada vez mais tarde, falando-se em 65 ou até 67 anos independentemente de serem empregados de mesa, hospedeira de bordo, professores ou até mineiros, camionistas, etc. etc.

Isto é aplicável a todos os cidadãos ... este é o conceito de igualdade cega socialista que José Sócrates implantou (e que em momento algum Barreto, tabém socialista,  criticou!). Ou seja, ser empregado de balcão ou condutor de um camião ou trabalhador da minias de carvão, para os socialisats exige o mesmo desgaste... (Só futebolista é que é de desgaste rápido, porque eles, os jogadores, esses sim: desgastam rapidamente as finanças dos clubes e têm de ir mamar nos nossos descontos apra a Segurança Social...!). 

 

Enfim. Numa fase em que a Europa pretende dilatar o período de vida activa de todos os cidadãos, protelando apra além dos 65 anos o período de trabalho obrigatório dos cidadãos para terem direito a receber uma pensão, agora que é cada vez mais fácil despedir os empregados ao mesmo tempo que se tornou cada vez mais difícil a um "jovem de 55 anos" vem para os jornais este senhor (reformado e no activo, e, ainda por cima, de barriga bem cheia, seguramente!) falar da necessidade de não se obrigar de se reformar... mas quem é que está hoje, com a fuga para a reforma acentuada que se verifica em todos os ramos, por culpa dos perseguidores socialistas (ai, se eu pudesse receber, nem que fossem apenas 200 euros de reforma... creio que também me reformaria vontade não me faltaria de manda à fava uma camada de incompetentes que afundaram o país!), é que vem este senhor falar de fim da “obrigação de reformar-se”.

Parece impossível. Para o discurso dos políticos demagogos, um cidadão de 55 anos ainda é um jovem... mas em termos de benefícios, já não os tem porque não faz parte do grupo dos jovens, isto é, tem mais de 30 ou 35 anos!) conseguir encontrar um trabalho, (como se tivéssemos de descontar uma vida inteira, o que interessa é garantir por lei que não cheguemos a beneficiar da possibilidade de vir a receber, no mínimo, parte daquilo que descontamos.

Quando os socialistas chegaram ao poder em 2005, entrou na ordem do dia a discussão sobre pretensos privilégios de alguns. Esses tais que, tendo a reforma em idades diferenciadas em função do desgaste profissional, das condições de saúde e de exigência física dos seus trabalhos, também eles, muito diferenciados em função das suas exigências e especificidade…

Quem não se lembra do reconhecimento da profissão de futebolista como de “desgaste rápido” (que, diga-se, até apoiamos, embora por outros motivos já que, quanto a nós, sem dúvida “desgastam rapidamente as finanças dos clubes” que, por isso mesmo estão cheios de dívidas à segurança social!)?

Agora que os socialistas (enquanto governo!) fizeram valer na sociedade a igualdade socialista para a idade da reforma, surgem outros socialistas (é claro, agora na oposição!), a defender o que antes combateram. Não estranhamos pois que Barreto venha defender que “a idade da reforma possa ser adequada à saúde das pessoas, ao desejo das pessoas, à liberdade de escolha, às possibilidades do empregador e das empresas”.  O que estranhamos é o seu silencia sobre esta matéria durante mais de 7 anos em que o seu partido, o partido do seu a amigo (ou talvez não) José Sócrates praticou exactamente o contrário. Quem não se lembra do sinal de trânsito semelhante ao de aproximação de recinto escolar ou local frequentado por crianças, ou de travessia de peões com as inscrições “Perigo, travessia de professores” com dois professores velhinhos, já corcundas e com bengala, atravessando a passadeira?

Será que só nós é que o entendemos? Não. Outros entenderam que era uma aberração, mas, como eram os amigos a governar, optaram pelo silêncio.

Enfim. Não há dúvida de que alargar a idade da reforma está na ordem do dia. Mas, O que mais importaria era discutir se um mineiro deve se (e sobretudo!) se der o exemplo. Por isso, António Barreto (e seus seguidores) deveriam começar por recusar a sua reforma! Afinal, está no activo. Igualmente que o seu camarada de partido, Jorge Sampaio (hoje, reformado a exercer funções como Presidente do Conselho de Administração da Fundação Cidade de Guimarães Capital Europeia da Cultura). E tantos outros dos mais variados partidos que não vale a pena aqui enumerar. Mas, diga-se, este gesto fica-lhe politicamente, muito bem. António Barreto sabe que distrai o povo das verdadeiras consequências do aumento da idade da reforma... E está muito pouco preocupado com o facto de se aumentar a idade do direito dos demais cidadãos a receber uma reforma... Por isso, como Portugal não está ainda suficientemente adormecido (ou distraído) com o Futebol (já que o tempo do circo remonta a Roma!) há que criar estes chavões de polémica para distrair o povo... 

 

Sim, é preciso distrair os portugueses e fazer a gente esquecer que eles, os ex-deputados e ex-ministros, realmente nunca chegaram a ser reformados pelo Parlamento (na letra, pois às reformas chorudas por terem exercido cargos públicos, chamam-lhes subvenção!) mas na prática estão a receber prestações do estado e continuam a poder exercer outras actividades remuneradas, coisa que ao Zé povinho, com apenas 400 euros de reforma (ou menos!) não lhes é permitido! Sim, porque António Barreto, seguramente, recebe uma dessas "reformas" e continua a trabalhar. E, por certo, com tachos e mais tachos pelo facto de ter sido também ele, ministro. Agora, o verdadeiro problema deixou de ser o facto de se obrigar as pessoas a trabalhar mais para terem direito à reforma. Para senhores como este, descansadinhos na vida e com subvenções chorudas, o problema parece ser o facto de terem sido obrigados, pela lei que eles mesmos fizeram, a receber umas reforminhas chorudas... E em estes moralistas falar de que não se deve ser obrigado a reformar-se? Mas foi no tempo dos socialistas que um colega, querendo trabalhar mais anos, foi reformado compulsivamente... E, como não se reformou quando poderia ter feito 5 anos antes, toma lá... Ficou a perder comparativamente aos seus colegas que o fizeram... isto sim, é socialismo recauchutado. Quanto mais anos trabalhas, menos recebes...

 

Toma lá que é socialista!

publicado por J.Ferreira às 14:33

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Domingo, 5 de Junho de 2011

Socialistas Foram Avaliados e Chumbados

Segundo as notícias, afinal o tal Secretário de Estado Valter Lemos acaba na rua... O homem que é o exemplo paradigmárico de como a incompetência chegar ao poder, quis avaliar os professores, a torto e a direito, com critérios absurdos que são um insulto à inteligência e agora, acaba sendo avaliado e colocado "no olho da rua". 

Por isso, milhares de professores vêm hoje feita a justiça por que tanto lutaram sem que os quisessem ouvir. Finalmente, foi feita a justa e merecida avaliação de uma camada de incompetentes que governaram o país e o conduziram ao abismo. Ora, como estes foram “chumbados”, é chegada a hora de parar com a panaceia da avaliação e colocar cada coisa nos seus devidos lugares, reconciliando e reconquistando a paz para as escolas, colocadas em autêntica guerra e competição, que nenhuma vantagem acarreta ao sistema educativo. Cooperação não é compatível com competição. Os clubes de futebol competem uns com os outros mas não dentro do mesmo clube. Quando uma equipa ganha uma medalha, todos os seus jogadores  a recebem, independentemente de terem apenas estado no banco. As escolas são equipas com um objectivo: formar jovens. Logo, colocar em competição cerrada professores contra professores, lutando todos por uma medalha... é destruir a cooperação. Não admira que Portugal tenha caminhado para o abismo. Foi ao que esta filosofia socialista nos conduziu.

 

Estes senhores que dispararam contra os professores, que elegeram a classe docente como um alvo a abater, teve hoje a resposta do povo português...

Depois de tanto terem justamente reclamado do autêntico massacre com um sistema de avaliação tremendamente injusto  (tinha logo de ser feito pela mais incompetente das equipas socialistas que governaram a educação, composto por socialistas recauchutados - ou não fosse o Partido Socialista aquele que mais mutantes concentra, migrantes de extremos como o CDS e o PCP!) as organizações profissionais apenas tiveram como resposta uma assustadora insensibilidade às injustiças que se propagaram nesta perseguição sem precedentes a uma classe profissional.

Nos últimos 6 anos o país (e, obviamente a saúde, a justiça, a economia, a educação) esteve (des)governado pelos socialistas. Arruinaram quanto puderam. Se não arruinaram mais, foi porque a imaginação destes senhores não lhes permitiu ir mais longe. Finalmente foram colocados onde deveriam ter permanecido e hoje não estaríamos à beira do Abismo. José Sócrates (ex-social democrata que abandonou a JSD por motivos de oportunismo!) e a Ministra da Educação da sua primeira maioria absoluta (Maria de Lurdes Rodrigues) bem como a sua sucessora (Isabel Alçada) juntamente com o incompetente Secretário de Estado Valter Lemos (mais um mutante político, ressabiado de outro partido!) não foram capazes de perceber que, quando o destino é o abismo, a única forma de seguir em frente é dar um passo atrás...

E não o fizeram porque são pessoas obstinadas... Claro está que o resultado é o que se sabe: um país destruído, hipotecado, à beira da bancarrota. Agora, aqueles que forem chamados a endireitar o que os socialistas fizeram (arruinar o país) serão avaliados pelo povo. E em breve, quando as contas estiverem a ficar acertadas com os credores, lá teremos de novo os socialistas no poder, colocados por um povo imbecilizado que foi capaz de eleger aqueles que se formou com uma nova oportunidade. Nos últimos tempos estamos a ser governados por gente conclui o seu percurso académico com dificuldade porque os mais competentes, esses, não estão para se sujeitar à palhaçada em que se transformou a política em Portugal.

O maior exemplo disto é termos na educação gente menos classificada, gentes menos qualificada a avaliar os que têm reconhecida mais altas maior classificação e mais elevada habilitação académica.

Percebe-se facilmente porque é que José Sócrates criou as novas Oportunidades. Elas não são mais do que o reconhecimento aos demais cidadãos de uma Nova Oportunidade equivalente à que José Sócrates beneficiou para concluir a sua licenciatura.

O interessante disto é criar o pântano. Quando tanta gente (ou uma grande maioria de portugueses) conseguir diplomas duvidosos, estamos na normalidade. E os verdadeiros irão concorrer em igualdade de circunstâncias pois a habilitação é reconhecida e nada mais se pode fazer.

Nos próximos anos será impossível medir o mal que esta desgovernação fez ao país. Porém, num futuro mais ou menos próximo as consequências serão mais do que visíveis. Seremos governados cada vez mais por pessoas com este tipo de habilitação. É que, jamais ficaremos a saber quem foi formado e como foi formado... Como é que cada um obteve o seu diploma. O nível de habilitação constará no concurso sem saber que conhecimentos têm os que o exigem e como foram aferidos esses mesmos conhecimentos. Irá tudo para o mesmo saco. Uma vergonha... Uma fraude...

Mas a desgraça estende-se à economia e dívida pública. Estes incompetentes socialistas, em apenas 6 anos, contraíram quase tanta dívida como todos os restantes governos multicolores que governaram desde o 25 de Abril de 1974. Incrível... Foi um autêntico desastre em todas as áreas. Mas ele apenas fez o que tinha prometido: tornar o país mais pobre...

E essa destruição foi mais evidente na educação e na saúde, mas foi na primeira que se operou o maior ataque, com insultos à dedicação e à competência dos professores, com insinuação sobre a sua dedicação à causa do ensino, colocando dúvidas sobre a sua competência e instaurando um sistema de avaliação absurdo, injusto, inacreditável numa verdadeira democracia. Para isso basta referir que se um aluno falta, não comparece às aulas porque se balda, os pais nem querem saber, ou simplesmente porque há um patrão que aceita trabalho infantil... a culpa cai em cima do professor porque é culpado do absentismo do aluno, do abandono escolar do aluno... Ora, isto nem na ditadura! Quer dizer, a inspecção do trabalho não faz o que lhe compete: fiscalizar o trabalho de menores (quantas crianças não faltam à escola para ir trabalhar!)  os pais demitem-se ou são cúmplices desta realidade ou até são eles mesmos que a provocam (quantas não faltam à escola para irem ajudar os pais, seja no monte, no campo ou na feira), e a culpa acaba por cair, neste absurdo modelo de avaliação, em cima do professor…! Onde é que isto já se viu? Só numa ditadura.

Ora, estes políticos vermelhos (recauchutados em cor-de-rosa!) comportam-se como autênticos "genocidas" do reconhecimento social merecido pelos professores, primeiros preocupados com a aprendizagem e êxito escolar dos alunos, quantas vezes sem condições mínimas de dignidade para as crianças aprender e sem recursos para os professores ensinarem. Basta visitar a Escola EB2,3 André Soares, em Braga, para constatar que esta realidade é nua e crua e que nenhuma televisão se preocupou nunca em mostrar ao povo. Não há dinheiro para melhorar os equipamentos e recursos de aprendizagem, nem para melhorar as instalações em que os filhos dos portugueses aprendem… Mas dinheiro para pagar a milhares de avaliadores… isso já há! E dinheiro para comprar milhares e milhares dos famigerados “magalhães” (ainda que muitos deles ficassem sem funcionar em pouco tempo, ou muitos dos alunos os fossem vender na feira para comprar pão e leite… ou até cerveja e vinho!) , lá isso, há… Os resultados estão à vista… Claro. E, como os resultados ficam aquém do valor do investimento efectuado em educação (dizem eles, pois na verdade não foi em Educação… Ou será que alguém se lembra de alguma manifestação ou luta dos pais para que fossem dados computadores aos filhos? Antes pelo contrário, reclamação de material, cantina, livros… isso sim! É quem nem os pais, nem os alunos, nem os professores reclamaram computadores… Incrivelmente, os políticos decidiram que faziam falta…

E julgam os políticos (ou querem convencer-nos quando eles mesmos sabem que não é verdade!) que os “magalhães” foram uma medida essencial para a melhoria dos resultados obtidos na educação… Acreditam? É anedótico… Estes governantes tentaram fazer a sociedade civil acreditar que “qualquer melhoria dos resultados escolares é fruto das medias do governo… Em contrapartida “qualquer diminuição dos resultados é culpa dos professores” e por isso há que os avaliar ! Não acham isto no mínimo, estranho?

É por estas e por outras que sempre dissemos que os pais poderiam estar tranquilos porque por muito dano que façam ao sistema educativo, outros virão depois e, mais cedo ou mais tarde, tudo será mudado de novo. É que, sempre dissemos aos pais, “Os ministros passam… Os professores ficam!” Com os ministros nenhum cidadão pode contar pois estão lá para servir-se do estado para organizar as suas vidinhas… Em contrapartida, a vida dos professores é na escola…Não se está na escola de passagem… É toda uma vida… É toda uma carreira em prol do futuro que são as nossas crianças e jovens… Se aos políticos pagamos nós as suas reformas (que começam a receber em poucos anos de poder!) as nossas reformas dependerão dos jovens que formarmos… Até por isso, teremos de cuidar do futuro das gerações. Os políticas, na verdade, estão-se nas tintas para os filhos dos portugueses: não passam de números nas estatísticas do êxito ou do fracasso. Mas, para os professores, crianças e jovens têm nome… As crianças e jovens  com quem vivemos grande parte da nossa vida na escola têm rosto, nomes e apelidos…Aí está a grande diferença. Pode parecer pequena mas é abissal!

É por tudo isto que a notícia deste dia das eleições é uma excelente notícia. É que os candidatos a deputados (ex-Secretários de Estado) José Magalhães (Porto) e Valter Lemos (Castelo Branco) ficaram de fora... Venham lá estes senhores agora atacar os professores!

 

publicado por J.Ferreira às 21:00

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