Quinta-feira, 27 de Junho de 2013

Morte de Uma Lei À Medida ou Por Medida

A notícia do dia:

Crato acaba com licenciaturas como a de Relvas!

E que se passará com a licenciatura deste ex-ministro?

A novela vai ainda ter muitos episódios!


Um dia, sabe-se lá, ainda pode aparecer por aí algum atrevido que faça uma curta (ou até uma longa metragem) intitulada "Sócrates Versus Relvas"... A diferença de duas personalidades que marcaram a política nos últimos 10 anos.  Vejam aqui 1!

 

 

Voltemos ao nascimento da lei que permitiu a Relvas obter a sua licenciatura "legalmente" (???!).

Na verdade, ainda que esta não tenha sido feita "à medida" ou "por medida"... não há dúvida de que é uma lei do tipo pronto-a-vestir... Sim. Pronto a vestir porque, seguramente, deve ter servido a muito boa gente! Por isso, nunca se saberá por que foi criada ou com que verdadeiros objectivos nasceu! Mas uma coisa é certa: há gente a quem ela serviu como um "traje de rei"...!

 

Enfim... O importante para a credibilidde do ensino superior (futuro, caro está!) é que, depois de ter encerrado a Universidade Independente, se pudesse atacar o mal pela raiz...

É de apluadir o facto de, depois de tanta celeuma, finalmente, a lei estar morta!


No entanto, algumas perguntas ficam sem resposta:

Porque será que se fazem leis deste tipo ?

Por que terá sido criada esta possibilidade de expandir as "Novas Oportunidades" aos Cursos Superiores?

Será que alguém acredita que esta legislação se destinava a um cidadão abstracto? Que não tinha destinatários concretos?

Já repararam no ano em que a Lei foi aprovada?


Será que o Governo de Sócrates ignorava os potencais beneficiários deste tipo de acreditação?


Por último, um aplauso pa Crato.. O único que nos merece em todo o seu mandato:

É preciso coragem... senhor ministro, diga-se!

 


 

Vejam a novidade da medida do Governo...

Mas, será que alguém agora estará atingido? Será que algum daqueles a quem a lei se destinava vai ser atingido?

 

Os que beneficiaram do pseudo-reconhecimento de competências... que lhes vai suceder? Alguém se atreve a retirar-lhes o diploma?

Incrível... Como as "Novas Oportunidades" atingem uns quantos... para seu benefício! Uma vergonha Nacional...!

 

 

A notícia da morte da lei absurda chegou, finalmente (ver orginal Aqui 2 e Aqui 3)

 

Interessante... Mas será ineficaz pois, seguramente, os pretensos destinatários e/ou beneficiários já terão a vidinha arranjada!

Que esperam, heim!!??

 

 

Notícia 1


Ministério Público pede anulação da licenciatura de Relvas

O Ministério Público pediu a declaração de nulidade do ato de atribuição de licenciatura a Miguel Relvas, na ação administrativa especial intentada contra a Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, informou a Procuradoria-Geral da República.

«O Ministério Público no Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa intentou acção administrativa especial na qual peticiona, para além do mais, a declaração de nulidade do acto de atribuição de licenciatura a Miguel Relvas», lê-se numa nota da PGR.

A nota adianta que a acção foi proposta contra a Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, tendo como contra-interessado Miguel Relvas e teve por base um relatório da Inspeção-Geral de Educação e Ciência.

Fonte do Tribunal Administrativo de Lisboa disse que a ação do MP deu entrada na quarta-feira e que já foi distribuída à Unidade Orgânica 3.

Miguel Relvas não é réu nesta ação administrativa, mas figura como contra-interessado, podendo ser envolvido em função da relação com os factos aludidos na queixa, de acordo com o código administrativo.

A Universidade Lusófona ainda não foi notificada do processo, disse à agência Lusa fonte da instituição de ensino.

A mesma fonte lamentou ter conhecimento deste procedimento através da comunicação social e reiterou a convicção de que a instituição «agiu com total transparência e regularidade».

«Por isso, aguarda serenamente o desfecho deste processo», acrescentou a fonte.

A decisão do MP em remeter para o tribunal surgiu na sequência do relatório da Inspeção-geral da Educação e Ciência (IGEC) relativo ao «caso Lusófona», no qual era proposta a declaração de nulidade da licenciatura do ministro Miguel Relvas.

O antigo ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares anunciou a demissão do cargo a 4 de abril, alegando «falta de condições anímicas» para continuar a exercer as funções.

Na mesma altura, o Ministério da Educação e Ciência (MEC) decidiu enviar para o Ministério Público o relatório da Inspeção-Geral de Educação e Ciência (IGEC), que envolve a licenciatura de Miguel Relvas, para que fosse este a decidir sobre a «invalidade de um ato de avaliação de um aluno».

No relatório entregue ao ministro da Educação, Nuno Crato, a IGEC defendia existir «prova documental de que uma classificação de um aluno não resultou, como devia, da realização de exame de escrito».

 

 

Notícia 2:

"Governo acaba com créditos ilimitados por experiência profissional nas licenciaturas"

"Novo regime aprovado em Conselho de Ministros põe fim a situações como a do ex-ministro Miguel Relvas."

"Os créditos atribuídos pela experiência profissional e outras actividades exercidas pelos estudantes do ensino superior vão passar a estar limitados. O Governo aprovou nesta quinta-feira, em Conselho de Ministros, uma alteração ao regime jurídico dos graus académicos que cria regras mais apertadas para a obtenção de equivalências, pelo que deixa de haver possibilidade de acontecerem casos como o da licenciatura do ex-ministro Miguel Relvas.

Com o novo regime, o número de créditos atribuídos por equivalência nunca poderá ser superior a um terço da totalidade dos créditos totais de cada um dos cursos.

“Há uma clarificação no sentido de uma limitação”, esclareceu o ministro da Presidência, Luís Marques Guedes, na conferência de imprensa que se seguiu à reunião do Conselho de Ministros desta quinta-feira. A alteração não é feita “para resolver casos concretos”, visando sim “disciplinar” a situação, referiu o governante.

Até ao momento, a legislação deixava em aberto a possibilidade de atribuição de créditos, dando total liberdade às universidades para atribuírem equivalências sem que houvesse um limite máximo. Foi isso que permitiu que, em casos como o de Miguel Relvas, grande parte do curso tivesse sido substituído por créditos concedidos tendo por base a experiência profissional e outras actividades exercidas pelo aluno.

Com o novo quadro aprovado pelo Governo, as instituições de ensino superior mantêm autonomia para a avaliação dos currículos dos estudantes, mas dentro de regras mais apertadas."



Notícia 3:


"O Conselho de Ministros aprovou, esta quinta-feira, uma alteração ao regime jurídico dos graus académicos e diplomas do ensino superior que limita o número de créditos que podem ser atribuídos por via do reconhecimento a experiência profissional dos alunos.

As novas regras impõem como limite máximo a este tipo de equivalências um terço do total dos créditos necessários para completar o curso.

 

«Nesta proposta hoje aprovada em Conselho de Ministros, há uma clarificação desse aspecto no sentido de uma limitação dos créditos que não poderão ser superiores a um terço da totalidade dos créditos relativos a cada um dos cursos em si», explicou o ministro Marques Guedes no final da reunião.

 

Segundo o comunicado do Conselho de Ministros, «a clarificação destas normas vai permitir regras mais claras para a acreditação de cursos».

 

Recorde-se que desde o final da inspecção que detectou irregularidades na acreditação de cursos na Universidade Lusófona que o ministro da Educação e Ciência Nuno Crato tinha prometido impôr limites ao número de créditos que poderiam ser dados em reconhecimento da experiência profissional.

 

Esta semana soube-se que o Ministério Público junto do Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa decidiu levar a Universidade Lusófona a julgamento para apurar da legalidade da licenciatura do ex-ministro Miguel Relvas, na sequência da análise feita às conclusões da auditoria feita pela Inspecção-Geral de Educação e Ciência àquela instituição de ensino superior.

 

Na acção administrativa especial que intentou o Ministério Público pede mesmo «a declaração de nulidade do acto de atribuição de licenciatura a Miguel Relvas», como explicou, esta quarta-feira, a Procuradoria-Geral da República em nota enviada às redacções."


publicado por J.Ferreira às 18:03

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TROKAR AS VOLTAS À TROIKA

Caríssimo Passos Coelho. Caríssima TROIKA...

 

Basta de impor receitas que consideram MILAGROSAS e que AFINAL... apenas AFUNDAM ainda MAIS o país.

As recitas milagrosas apenas servem para que nos endividemos cada vez mais

Se querem que sgamos as vossas receitas... arrisquem o vosso dinheironho...

Está na hora de TROKAR AS VOLTAS À TROIKA.

Portugal está farto de quem segue as medidas impostas pela TROIKA.

Sim... Uma TROIKA irresponsável que afunda os países (veja-se como a Espanha continua a "boiar" sem afundar-se enquanto a Grécia, ajudada pela TROIKA se vai afundando cada vez mais... E Portugal segue o caminho da Grécia. Precisamos de TROIKAR as VOLTAS À TROIKA.

Se as medidas impostas pela TROIKA fossem as correctas, a TROIKA teria de assumir a perda do dinheiro que investe pois se tomando as medidas impostas (e outras ainda mais gravosas para os portugueses), Portugal continua a afundar-se, era o momento de nos dirigirmos à  TROIKA e dizer-lhes, com frontalidade:

 

"Meus senhores.

As vossas medidas são uma catástrofe, uma desgraça, que estão apenas a contribuir para que Portugal se afunde cada vez mais! Para que possamos continuar a seguir as vossas receitas, os meus caríssimos senhores (ou caríssimos "manda-chuva") terão de assumir as consequências dos vossos ditames. Assim, se as medidas propostas têm o efeito inverso ou preverso, tenham a coragem de assumir a perda do dinheiro que injectam para levar essas medidas a cabo."

 

Ou será que temos de aceitar tudo que vem de quem  (como se passou com a Grécia!) já demonstrou uma total incompetência para ajudar quem quer que seja a sair do meio da tormenta. Com a ajuda das medidas da Troika, qualquer país que se encontre sem rumo, sem bússola, apenas encontra uma saída: o caminho do abismo! Na verdade, estes senhores apenas sabem impor medidas que conduzem à destruição da economia das famílias. E nenhum país pode ser prosperar com a economia das suas famílias destruída, com famílas extremamente endividadas, com jovens e velhos sem emprego, sem trabalho, sem recursos...  forçados a mendigar o pão que comem junto de seus vizinhos, vivendo da caridade dos seus amigos, ou, para os que conseguem um emprego, obrigados a aceitar ordenados de miséria e ondenados pelos governantes "a trabalhar até à morte".

Será que a IDEIA de EUROPA se baeia agora em "novas formas de escravatura"?

 

Com a chegada da Troika, a alternativa da juventude é, cada vez mais, emigrar. Com a entrada da Troika, a maioria dos jovens portugueses, formados e pagos pelas economias de Portugal,  estão a abandonar o país, ajudando economias europeias que em nada contribuiram para a sua formação. Será esta iniciativa (levar-nos a recuar em direitos mais de 30 anos) uma estratégia de a Europa beneficiar dos jovens formados nas universidades portuguesas, reavendo assim o dinheiro investido em POrtugal com o envio efectuado através de fundos estruturais?  Dá para pensar... Dá para pensar... !!!

 

Para que veio a Troika para Portugal? Vieram para Portugal para nos dar esta ajuda?

Ora, meus caros, para nos afundar, já nos bastavam os políticos e desgovernantes que cá temos! Não necessitávamos de ter mais uns mercenários a levar-nos uns milhões de Euros de cada vez que cá vêm fazer uma pseudoavaliaçao (nao passam de mais ordens para fazer mais recortes aos direitos dos cidadãos!). Assim, as medidas da TROIKA só servem para afundar ainda mais o país.

Aidna por cima, emprestam-nos o dinheiro a juros usurários, fazendo-nos crer que vieram para ajudar-nos a arrumar a nossa casa... Mentira. A Troika não vem cá para nos fazer nenhum favor. Apenas e só, vem para garantir a cobrança do dinheiro que nos empresta e com uma taxa de juro exorbitante. É esta a solidariedade dda Europa? Não admira que muitos prefiram já ser, cada vez mais, africanos! Esta taxa de juro em nada é própria de uma instituição (Europa) solidária!

Por que motivo não emprestam diretamente aos Estados? Por que motivo o Banco Central Europeu (BCE) empresta aos bancos dinheiro a uma taxa muito inferior a 2% e não empresta diretamente aos Estados? Simlpes. Porque, assim, os bancos emprestam aos Estados a 6,5% e com isso, os bancos descobrem "uma mama do tamanho do planeta"!

 

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publicado por J.Ferreira às 17:49

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Quinta-feira, 20 de Junho de 2013

Por Humor À Profissão

A economia do país afunda-se... Porque há muita gente interessada.

E essa muita gente tem pouquíssima diversidade familiar. Os banqueiros dominam a fonte e a raís de todo o problema.

Por isso, Zeca Afonso, em "Os vampiros", cantava "Eles comem tudo! Eles comem tudo!" 


Sem dúvida que este jornalista tem colocado, já desde Sócrates, o dedo na ferida da política financeira à moda portuguesa.

Mas nadas e faz... Desde as PPP's até à banca, ele aponta caminhos... Mas que acabam  nomeados como Secretários de Estado... têm de ser incompetentes... Só assim podem ser mais facilmente manipuláveis. Alguém tem outro motivo?


Depois... Depois a culpa do mal estar económico em Portugal é, imagine-se, dos professores! Claro!! Claro! Que emigrem... Há muitos países que necessitam de aprender a falar português...! Motivos? Perguntem aos chineses...!!!


Enfim... Há tempos quiseram uns tantos políticos rotular a geração de então como "Geração Rasca". Nós dissemos, sim, que algo parecido seria mais verdadeiro: Mais do que uma "GERAÇÃO RASCA", estava a ser criada uma "GERAÇÃO ENRASCADA! Hoje, acabamos por descobrir que todas as políticas dos que insultaram os jovens (estudantes no início da década de 90) como a Geração rasca, afinal, transformaram Portugal numa "NAÇÃÀ RASCA "!

Pior, depois de tantos anos, quando a chamada "Geração Rasca" cresceu, descobrimos que, afinal, também já não podemos cantar "somos um povo que cerra fileiras" porque apenas somos um povo "que parte à conquista do pão e da paz!", obviamente, noutras paragens (emigrantes!) "... Os políticos fizeram de Portugal um país onde se vive num estado de guerra latente, silenciosa. um país em que o importante é colocar uns grupos profissionais contra os outros enquanto os mesmos políticos de sempre (e outros mais recentes mas todos incompetentes sabem que basta dividir para continuar a reinar) continuam a afundar o país e a beneficiar os poderosos.


Chamaram-lhes, aos jovens de outrora, "Geração Rasca"! Mas a verdade é que foram os políticos (dos mesmos partidos de sempre) que, por irresponsabilidade, em pouco mais de meia dúzia de anos, contribuiram para que Portugal fosse habitado por "UM POVO À RASCA>"... 


Estamos perdidos... 


Mas, para não só falar de desgraça... desafio-vos a ler as palavras de Ricardo Araújo Pereira. Este homem faz humor com tudo. E sobretudo, com a profissão docente! 

Rep(ub)licamos, pois, o seu texto... Obviamente, para ser lido, com o necessário sentido de humor!

 

Neste momento, é óbvio para todos que a culpa do estado a que chegou o ensino é (sem querer apontar dedos) dos professores. Só pode ser deles, aliás. Os alunos estão lá a contragosto, por isso não contam. O ministério muda quase todos os anos, por isso conta ainda menos. Os únicos que se mantêm tempo suficiente no sistema são os professores. Pelo menos os que vão conseguindo escapar com vida.

É evidente que a culpa é deles. E, ao contrário do que costuma acontecer nesta coluna, esta não é uma acusação gratuita. Há razões objectivas para que os culpados sejam os professores.
Reparem: quando falamos de professores, estamos a falar de pessoas que escolheram uma profissão em que ganham mal, não sabem onde vão ser colocados no ano seguinte e todos os dias arriscam levar um banano de um aluno ou de qualquer um dos seus familiares.

O que é que esta gente pode ensinar às nossas crianças? Se eles possuíssem algum tipo de sabedoria, tê-la-iam usado em proveito próprio. É sensato entregar a educação dos nossos filhos a pessoas com esta capacidade de discernimento? Parece-me claro que não.


Ricardo Araújo Pereira


Texto extraído de aqui

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publicado por J.Ferreira às 15:08

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Ranking dos governantes da Europa

Palavras de Paulo Morais: "A política é uma Mega-Central de negócios..."

Que tipo de governantes temos à frente do país ?



 

Vejam aos 9 minutos... Afinal, todos os contratos se podem rasgar!!!

Sim... Todos, incluindo a Constituição da república, menos os que foram feitos com os privados !


Estamos convictos de que, se fizessem um Ranking dos governantes do Planeta, Portugal estaria em primeiro ou segundo (caso a Grécia ficasse na cauda!)

 

Portugal tem três das 100 melhores “jovens” universidades do mundo

 

A Universidade de Aveiro é a instituição portuguesa mais bem posicionada no tabela da revista britânica Times Higher Education.


"As universidades de Aveiro, Minho e Nova de Lisboa estão entre as 100 melhores instituições de ensino superior com menos de 50 anos. Um dos mais respeitados rankings internacionais, publicado ao início da noite desta quarta-feira, coloca pela primeira vez três representantes nacionais entre a elite da investigação e ensino a nível mundial.

 

Das três, a Universidade de Aveiro é a melhor representante nacional neste top 100, surgindo na 66ª posição, a mesma que ocupava há um ano. Uma das novidades no ranking da revista britânica Times Higher Education (THE) é a inclusão da Universidade do Minho, que entra directamente para a posição 85. A Universidade Nova de Lisboa é a terceira representantes nacional, em 92º Esta instituição foi uma das afectadas pela entrada de novas instituições na lista e desce do 85º posto ocupado há um ano.
 
O top 100 Under 50 elenca as melhores universidades do mundo nascidas depois de 1963. A lista é elaborada pela THE, que é autora de vários rankings do ensino superior, incluindo o THE World University Ranking, um dos mais respeitados internacionalmente. Portugal é um dos seis países que não surgem no top 200 do World University Rankings, mas que tem representantes no lista das 100 Under 50. Os outros são Espanha, Itália, Grécia, Irão e Arábia Saudita. 
 
Este ranking baseia-se numa lista de 13 indicadores que também são usados na lista principal da THE, mas emprega uma metodologia “recalibrada” para captar melhor as características de instituições jovens. Em lugar de avaliar a história e tradição académica, o ranking das universidades com menos de 50 anos tenta dar uma “visão prospectiva do ensino superior”, sustenta o responsável da Times.
 
Com três universidades incluídas, Portugal é o décimo país com melhores resultados entre os 28 que constam na lista. A maioria das instituições representadas é do Reino Unido, com 18 universidades, seguindo-se a Austrália (13) e os Estados Unidos (8). Todavia, os lugares cimeiros da tabela da Times Higher Education não incluem nenhum representante de nenhum destes países. A lista continua a ter as mesmas duas instituições nos primeiros lugares, sendo liderada pela Pohang University of Science and Technology, da Coreia do Sul, seguida da École Polytechnique Fédérale of Lausanne, da Suíça. No terceiro posto está outra universidade coreana, a Korea Advanced Institute of Science and Technology , que era a quinta classificada há um ano."
publicado por J.Ferreira às 14:59

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Quarta-feira, 19 de Junho de 2013

Alunos solidários com protesto dos professores

Os protestos dos alunos manifestam também a sua comporeensão e apoio à greve dos professores. O Público,  apresenta uma notícia sobre o sucedido em Braga.

 

Eram três dezenas de alunos. Na escadaria frontal à marcante fachada do antigo Liceu Sá de Miranda, em Braga, entoavam o hino nacional, enquanto um par de polícias os encaminhava em direcção à saída. Estes eram alguns dos estudantes que não puderam realizar o exame nacional de Português naquela escola, devido à greve dos professores, e entenderam que o facto de haver colegas a realizar a prova foi “injusto”. Por isso, decidiram boicotar o exame.

“Batiam nas portas dos cacifos e cantavam”, conta Daniel Campbell, um dos alunos que puderam realizar os exames. Os seus colegas permaneceram nos corredores da escola quando perceberam que não iam realizar a prova, e os esforços dos professores não conseguiram demovê-los dos protestos. Foi preciso chamar a PSP a intervir, para que a situação fosse normalizada. Os agentes conseguiram facilmente convencer os estudantes a sair do estabelecimento de ensino, mas o protesto continuou à porta da escola.

Para cá dos portões da Secundária Sá de Miranda, dezenas de alunos cantaram Grândola, Vila Morena e A Portuguesa e entoaram palavras de ordem como “Alunos unidos, jamais serão vencidos”. A presidente da associação de estudantes, Sara Ferreira, dava voz ao protesto. “Esperemos que os exames não sejam considerados. Se houve alunos que os puderam fazer e outros não, têm que ser anulados”, reclamava, apelando à “equidade”.

A notícia do protesto na Sá de Miranda chegou rapidamente às outras escolas de Braga, para onde alastrou a contestação dos alunos. Na escola de Maximinos, todos os estudantes realizaram a prova, porque havia professores suficientes para vigiar as seis salas de aula onde foram feitos os exames. Mas os docentes foram recebidos com “assobios e apupos” pelos jovens, conta fonte da direcção.

Na escola Carlos Amarante, os professores conseguiram impedir que os estudantes invadissem as instalações escolares, mas estes acabaram por dirigir-se à vizinha escola D. Maria II, entrando no recinto escolar. A PSP também foi chamada a este estabelecimento de ensino e mais uma vez encaminhou os jovens para a saída sem problemas.

A situação esteve mais tensa na escola Alberto Sampaio, onde alguns estudantes conseguiram mesmo entrar num dos blocos em que decorriam as provas, obrigando os responsáveis da escola a fechar as portas do outro edifício em que estavam a ser feitos exames. A chegada da PSP também acalmou os ânimos e os alunos foram encaminhados para o exterior, onde esperaram pelos colegas e receberam os professores que não fizeram greve com um misto de aplausos e assobios.

Até então, a situação tinha estado calma nesta escola. Ouviu-se o relógio dar 9h00 e os alunos da Secundária Alberto Sampaio começaram a entrar no recinto. Os professores que com eles aguardavam para cá dos portões do estabelecimento de ensino permaneceram do lado de fora. Eram cerca de 50 dos mais de 200 docentes que aderiram à greve numa das maiores escolas de Braga.

“Esta é a única forma que temos para lutarmos pelos alunos e pelas famílias”, sintetiza Paulo Marques. Envergando uma t-shirt preta em que anunciava estar “de luto pela Educação”, este professor mostrava-se “preocupado com a qualidade do ensino” após a aplicação das reformas recentemente anunciadas pelo Ministério da Educação e Ciência.

Minutos depois das 9h30, os primeiros alunos que não puderam fazer o exame começaram a sair. Francisco Albuquerque “já estava a contar” ser um dos atingidos pela greve. À hora marcada, este aluno dirigiu-se à sua sala, mas nem chegou a sentar-se: “Vi logo que não havia professor”. Como ele, centenas de outros estudantes da escola Alberto Sampaio foram afectados pela greve. Naquele estabelecimento de ensino, apenas seis das 26 salas previstas estiveram a funcionar.

Francisco diz “compreender” as razões dos professores, ainda que se sinta “prejudicado” pela decisão de fazer greve nesta segunda-feira. “Já tinham feito greve às reuniões de avaliação”, comenta, sugerindo que o protesto talvez pudesse ter ficado por essa acção.

A sua colega de turma Beatriz Simões teve sorte diferente e foi uma das estudantes da maior escola de Braga a realizar a prova de Português. Agora encara a possibilidade de esta ser anulada, em resultado da greve. A brincar, diz que só terá uma opinião sobre essa hipótese “quando souber a nota” da prova. Mas acaba por reconhecer que essa talvez seja a melhor solução para resolver o problema, ainda que espere “poder ficar com a melhor nota das duas”.

Fugindo à norma em dias de exame, a matéria que saiu na prova era o que menos interessava nas conversas no final da mesma. Alberto Caeiro e Ricardo Reis “surpreenderam” Beatriz, mas o exame, diz, “não era muito complicado”.


Palavras para quê?

publicado por J.Ferreira às 17:52

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Segunda-feira, 17 de Junho de 2013

Quem tem medo dos professores?

Enquanto o país caminha para o abismo... há quem prefira atacar os professores. Se tivéssemos um povo culto, os portugueses conseguiriam entender melhor o que está em causa no nosso país e quem são, de facto, os culpados do estado a que chegamos. Por certo, não foi culpa dos professores...! A única culpa que poderão ter, é a de não terem "chumbado" um conjunto de senhores (políticos) que ao fim de uns anos, com discursos baseados na propaganda e na mentira, conseguiram chegar ao poder e destruir o país...!

Mas, ainda que os professores alertem para o caos a que nos conduzem os políticos eleitos pelo povo, afinal o que recebem é bofetadas da população... Basta ver o que se escreve na imprensa portuguesa (e no mundo da internet). A pointo de nos questionarmos:

Haverá jornais e jornalistas, comentadores e colunistas ao serviço dos interesses dos partidos ?

Vejam o que Paulo Morais denuncia neste vídeo. Vale a pena ouvir, e mais do que isso, escutar... reflectir !!

 

Nota prévia:
    Texto adaptado de um email recebido, cuja autora vem referida como sendo "Helena Almeida".
    Aqui fica o nosso apreço pelo texto e compreensão pelo desabafo com timbre de revolta mais do que justificada.
    Para não ferir algumas sensibilidades, a palavra ofensiva foi codificada.
 

"Quem tem medo dos professores?" 

 

Pelos vistos...

Quando a classe se une;

Quando a inércia se sacode;

Quando a doentia tendência que os professores têm para cumprirem tudo, aceitarem tudo sem um queixume se transforma na revolta de quem já não aguenta mais;

Quando os professores tomam consciência do poder que detêm e o exercem, o país treme.

... TODOS TREMEM !

Tremem os políticos ao verem escapar-se-lhes debaixo das garras dominadoras a classe que (justificadamente, diga-se..) acreditavam mais submissa, a mais sensível à chantagem emocional. Os direitos dos jovens, pois claro!

Tremem os pais ao verem ameaçados basicamente, os seus organizadinhos planos de férias, pois que outra coisa?

 

Hipócritas, uns e outros.

Não os comovem as crianças com fome, a única refeição diária retirada das escolas, a ASAE que há anos se pôs a medir batatas e encerrou ou inviabilizou as boas cantinas escolares, agora reféns da normalizada  fast food de empresas duvidosas.

Não os comovem as escolas fechadas, as crianças deslocadas, as escolas-fábrica em que cada aluno não é sequer um número, o interior do país desertificado, as longas viagens de e para casa, o tempo com a família, inexistente.

Não os comovem os livros deitados fora, que deixaram de servir porque sim: o novo programa de matemática para quê se o outro dava mostras de funcionar, o (des)acordo ortográfico para benefício de quem...

Não os comovem os professores massacrados que lhes aturam os filhos todo o dia: «Já não sei o que fazer dele/dela..., em casa é a mesma coisa... ».

Não os comovem os alunos que querem aprender e não podem, a indisciplina na sala de aula e os professores esgotados, deprimidos, muitas vezes doentes, os professores que desabam a chorar no meio da aula, a tensão, as pulsações que disparam e como é que se pode ensinar assim?

Não os comovem os professores hostilizados publicamente por ministras, escritores, comentadores, opinadores − e já lá vão anos de enxovalhamento!

Não os comovem as políticas aberrantes do ministério da Educação, as constantes alterações aos curricula, aos programas, as disciplinas de uma hora semanal a fingir que existem e os professores que se adaptam aos caprichos todos, formações atrás de formações, obrigatórias todas, pagas do próprio bolso, algumas.

Não os comovem as condições de trabalho e de saúde de quem lhes zela pelos filhos, as horas insanas passadas na escola, as tarefas sem sentido e as outras, o tempo e a disposição que depois faltam para tudo o resto que fazem em casa, preparar aulas, orientar trabalhos, corrigir testes, as noites que não dormem e amanhã aguenta-te que não são papéis que tens à frente, mas sim pessoas!

Não os comovem vidas inteiras de andar 'com a casa às costas', 10, 20, 30 anos contratados (dantes chamavam-se 'provisórios'), de Trás-Os-Montes ao Algarve e é se queres ter emprego, SEMPRE assim foi até conseguirem um lugar no quadro de efectivos numa escola − e agora aos 40, 50, à beira de vínculo nenhum! − as regras que mudam, a reforma que se alonga, a carreira de há muito congelada, os sucessivos cortes no salário, os impostos uns atrás dos outros... E depois... Depois, no dia a dia com os jovens a quem temos o dever de preparar e encorajar para enfrentar o futuro, ainda estranham se não somos capazes de pôr uma cara alegre...

Sim... Os professores têm em cima dos ombros já não só a  responsabilidade de ensinar, formar, educar os nossos jovens, para no futuro dirigirem o país! temos de os preparar para servir um qualquer país (dificilmente a sua pátria pois, por este andar, emigrar será o único futuro  que podemos prometer aso nossos jovens, muito mais depois de terem sido os próprios ministros a apontar-lhes o caminho da emigração como solução para as saus vidas.

 

 

Por isso, direi: já não vos aturo! Aos comentadores apenas respondo: "VÃO TODOS À FAVA!" com as vossas preocupações da treta, a vossa chantagem e as vossas ameaças, os vossos apelos aviltantes. E não, não peço desculpa pela linguagem, que outra não há que dê a medida da raiva.

 

Quem é que os políticos e as associações de pais pensam que são?

Quem foi que destruiu tudo o que de bom se tinha conseguido neste país julgam-se defensores da escola pública? 

Aqueles que promovem o regresso à miséria, ao cinzentismo, à ignorância? Que se estão borrifando para os alunos e as famílias, a qualidade do ensino nas nossas escolas públicas? Que tiram ao estado para darem aos privados? Que acabam com apoios onde eles eram vitais, aos alunos mais pobres, aos alunos com deficiências? Que despedem psicólogos e professores do ensino especial? Que, em exames, recusaram tempo extra aos alunos que a ele tinham direito? Que não fazem nada para promover a educação, os vossos podres serviços públicos reféns do vosso oportunismo, da vossa falta de valores, do vosso cinismo?

Aqueles que atacam os professores mas lhes confiam os seus filhos? Que não os educam em casa, mas esperam que eles o façam na escola? Os mesmos que agora defendem a “mobilidade especial” quando antes defendiam a estabilidade,

Os mesmos que se queixavam de que as crianças mudavam de professores todos os anos e agora aceitam o que se está a fazer?

Será que não percebem que um professor maltratado é um profissional menos disponível para os alunos que tem à frente?

Será que não percebem que a luta dos professores é a luta pelos vossos filhos, pela qualidade da sua educação, pelas oportunidades do seu futuro?

 

Aos opinadores “de bancada”, que continuam a achar que os professores trabalham pouco e ganham muito, por que se queixam agora desta greve (três meses de férias, é?!), quando nunca antes se queixaram das condições miseráveis em que vocês próprios sempre viveram?

Por que não se queixam dos dinheiros mal gastos destes políticos?

Por que não se queixam de um serviço público de televisão que vos embrutece e vos torna prisioneiros de quem vos engana todos os dias, vos impede de terem pensamento próprio?

Por que não se queixam da razia deste governo sobre os  funcionários públicos, dos serviços que vão funcionar muito pior, das horas de espera que vão aumentar, nos hospitais, nos centros de saúde, nos correios e nas repartições todas, a “má-cara” de quem, maltratado, vos vai atender com pouca paciência e muito cansaço?

 

A todos os portugueses que ainda não sabem o que é uma greve (ou que egoísticamente a não compreendem!), quero dizer-vos:

Nunca vos vi defenderem os professores do vosso país. Vi-vos aplaudirem uma ministra que “perdendo os professores” arrogantemente dizia que tinha "conquistado os pais”. Vi-vos a colocarem-se contra os professores tendo ao lado os vossos filhos que não souberam nem se preocuparam em educar. Vi-vos irem às escolas apenas para insultarem ou ameaçarem os que nela todos os dias “dão o litro” para que os vossos filhos sejam melhores pessoas que os seus pais, que tenham no futuro melhores condições de vida que os pais não puderam (ou não quiseram!) ter.

 

 

Os professores não estão de férias, como muitos de vós, que tudo julgam saber, gostam de apregoar.

Os Professores estão em greve. Finalmente!

Os Professores levaram anos a aguentar pauladas. Anos e anos a serem, eles, prejudicados.

Agora fazem greve, dizem BASTA!

 

E todos os portugueses deveriam revoltar-se. Não contra quem os defende, quem os que outrora como hoje prepara os jovens apra enfrentarem o futuro 8cada vez mais negro que cinzento!) Sim. Contra aqueles que afundaram e os que ohoje continuam afundando o país...

Ou será que a educação que a escola pública vos proporcionou só vos garantiu sentido crítico contra os professores?

Dignem-se de usar o cérebro e o pensamento autónomo!

Tenham DIGNIDADE!

publicado por J.Ferreira às 13:35

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