Quinta-feira, 27 de Fevereiro de 2014

Ver a Cor da Liberdade

O texto que apresentamso aqui surge na net como sendo da autoria de Júlio Isidro. Apresenta uma visão perturbadora da consciência de todos quantos vivemos neste país e nos calamos perante "a ditadura dos mercados".  É uma refexão crítica que aqui é apresentada sobre a situação a que alguns conduziram Portugal. Partilhamos da análise e crítica aos "senhores" que governam e governaram não sá a sociedade actual mas os mercados mundiais e que nela está mais ou menos explícita. Aqui o deixamos para que o leitor também possa fazer os seus comentários.

 

 

"Não, não estou velho!!!!!!  Não sou é suficientemente novo  para  já saber tudo!

 

Passaram 40 anos de um sonho chamado Abril.

 

E lembro-me do texto de Jorge de Sena…. Não quero morrer sem ver a cor da liberdade.

Passaram quatro décadas e de súbito os portugueses ficam a saber, em espanto, que são responsáveis de uma crise e que a têm que pagar…. civilizadamente,  ordenadamente, no respeito  das regras da democracia, com manifestações próprias das democracias e greves a que têm direito, mas demonstrando sempre o seu elevado espírito cívico, no sofrer e ….calar.

 

Sou dos que acreditam na invenção desta crise.

 

Um “directório” algures  decidiu que as classes médias estavam a viver acima da média. E de repente verificou-se que todos os países estão a dever dinheiro uns aos outros…. a dívida soberana entrou no nosso vocabulário e invadiu o dia a dia.

 

Serviu para despedir, cortar salários, regalias/direitos do chamado Estado Social e o valor do trabalho foi diminuído, embora um nosso ministro tenha dito decerto por lapso, que “o trabalho liberta”, frase escrita no portão de entrada de Auschwitz.

 

Parece que  alguém anda à procura de uma solução que se espera não seja final.

 

Os homens nascem com direito à felicidade e não apenas à estrita e restrita sobrevivência.

 

Foi perante o espanto dos portugueses que os velhos ficaram com muito menos do seu contrato com o Estado que se comprometia devolver o investimento de uma vida de trabalho. Mas, daqui a 20 anos isto resolve-se.

 

Agora, os velhos atónitos, repartem o dinheiro  entre os medicamentos e a comida.

 

E ainda tem que dar para ajudar os filhos e netos num exercício de gestão impossível.

 

A Igreja e tantas instituições de solidariedade fazem diariamente o miagre da multiplicação dos pães.

 

Morrem mais velhos em solidão, dão por eles pelo cheiro, os passes sociais impedem-nos de  sair de casa,  suicidam-se mais pessoas, mata-se mais dentro de casa, maridos, mulheres e filhos mancham-se  de sangue , 5% dos sem abrigo têm cursos superiores, consta que há cursos superiores  de geração espontânea, mas 81.000  licenciados estão desempregados.

 

Milhares de alunos saem das universidades porque não têm como pagar as propinas, enquanto que muitos desistem de estudar para procurar trabalho.

 

Há 200.000 novos emigrantes, e o filme “Gaiola Dourada”  faz um milhão de espectadores.

 

Há terras do interior, sem centro de saúde, sem correios e sem finanças, e os festivais de verão estão cheios com bilhetes de centenas de euros.

 

Há carros topo de gama para sortear e auto-estradas desertas. Na televisão a gente vê gente a fazer sexo explícito e explicitamente a revelar histórias de vida que exaltam a boçalidade.

 

Há 50.000 trabalhadores rurais que abandonaram os campos, mas  há as grandes vitórias da venda de dívida pública a taxas muito mais altas do que outros países intervencionados.

 

Há romances de ajustes de contas entre políticos e ex-políticos, mas tudo vai acabar em bem...estar para ambas as partes.

 

Aumentam as mortes por problemas respiratórios consequência de carências alimentares e higiénicas, há enfermeiros a partir entre lágrimas para Inglaterra e Alemanha para ganharem muito mais do que 3 euros à hora, há o romance do senhor Hollande e o enredo do senhor Obama que tudo tem feito para que o SNS americano seja mesmo para todos os americanos. Também ele tem um sonho…

 

Há a privatização de empresas portuguesas altamente lucrativas e outras que virão a ser lucrativas. Se são e podem vir a ser, porque é que se vendem?

 

E há a saída à irlandesa quando eu preferia uma…à francesa.

 

Há muita gente a opinar, alguns escondidos com o rabo de fora.

 

E aprendemos neologismos como “inconseguimento” e “irrevogável” que quer dizer exactamente o contrário do que está escrito no dicionário.

 

Mas há os penalties escalpelizados na TV em câmara lenta, muito lenta e muito discutidos, e muita conversa, muita conversa e nós, distraídos.

 

E agora, já quase todos sabemos que existiu um pintor chamado Miró, nem que seja por via bancária. Surrealista…

 

Mas há os meninos que têm que ir à escola nas férias para ter pequeno- almoço e almoço.

 

E as mães que vão ao banco…. alimentar contra a fome , envergonhadamente , matar a fome dos seus meninos.

 

É por estes meninos com a esperança de dias melhores prometidos para daqui a 20 anos, pelos velhos sem mais 20 anos de esperança de vida e pelos quarentões com a desconfiança de que não mudarão de vida, que eu não quero morrer sem ver a cor de uma nova liberdade."

 

publicado por J.Ferreira às 20:06

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Segunda-feira, 17 de Fevereiro de 2014

Os Salários dos Eurodeputados

Admirem-se pois os portugueses por que motivo tantos desejam candidatar-se a um lugar destes...

Miguel Portas denuncia  o "Mau Exemplo2. 

 

Para chegar a Eurodeputado não é necessário NADA.... Nem mesmo falar idiomas... !

Estes são os excelentes lugares conseguidos fruto da eleição que se avizinha.

Por isso, tantos e tantos desejam chegar lá... Se pagassem "uma côdea" não apareciam tantos candidatos.

 

Com uma Europa cada vez menos solidária... é o salve-se quem puder! Por isso, as eleições para o Parlamento Europeu pouco ou nada interessam aos trabalhadores. Seja qual for o resultado, quase nada mudará na vida dos portugueses.

Aliás, eles são tantos que nem tempo têm para intervir ao longo de meses! Marcam "corpo presente" (quando marcam!) aqui e ali e ganham como reis.

Na verdade, o salário de um deputado europeu — cargo pago "a peso de ouro" para pouco mais de 30 minutos (se é que os tem) de tempo de antena ao longo de todo o ano — é um salário de rei... um atentado ao cidadão pagador de impostos. Não admira que sejam muitos mais os candidatos que os lugares... 

Como dizia Zeca Afonso, eles comem tudo! E, tal como os abutres, ainda que a carne esteja a cheirar mal, a apodrecer... não deixam de aparecer. quando há carne a apodrecer...! nem é necessário 

 

 

A revista "Visão" publica o que ganham... e os candidatos que se perfilam...!

 

Transcrevemos aqui o essencvial. Afinal, "por que" e "quanto" recebem os eurodeputados?

  • Subsídio mensal: o vencimento bruto de um eurodeputado são €7 956,87; após imposto comunitário e contribuição para seguro, desce para €6 200,72, sobre os quais os Estados-membros podem aplicar impostos nacionais;
  • Subsídio "de estadia": são €304 para cobrir despesas (de alojamento e despesas conexas) por cada dia que os deputados compareçam em reuniões oficiais, desde que assinem um registo de presença. Pela comparência em reuniões fora da UE, recebem €152 (mais reembolso das despesas de alojamento).
  • Despesas de viagem: os deputados têm direito ao reembolso do custo das viagens para participar nas reuniões plenárias (em Bruxelas ou Estrasburgo) ou outras, decorrentes do exercício do cargo, mediante apresentação dos recibos ou a €0,50 por km (a que acrescem outras despesas de viagem), se a viagem for efetuada em automóvel privado.
  • Subsídios para despesas gerais: são €4 299 mensais, para "cobrir despesas no Estado-membro de eleição", como, por exemplo, os custos de gestão de um gabinete, telefone,  correio ou material informático;
  • Despesas com pessoal: os deputados podem escolher o seu staff e, para tal, têm disponível um máximo de €21 209 mensais, pagos diretamente aos colaboradores. Um quarto deste orçamento (no máximo) pode ser usado para pagar serviços, como a realização de estudos técnicos.
  • Escola Europeia: os filhos dos deputados têm acesso à Escola Europeia, que podem frequentar gratuitamente, com total equivalência ao sistema de ensino português.
  • Pensão: os antigos deputados têm direito a uma pensão de aposentação, ao atingirem 63 anos. A pensão ascende a 3,5% do subsídio por cada ano de mandato, até ao limite máximo de 70% do vencimento.

In : http://visao.sapo.pt/quanto-recebe-um-deputado-europeu=f769645?utm_content=2014-02-16&utm_campaign=newsletter&utm_source=newsletter&utm_medium=mail

 

 

publicado por J.Ferreira às 13:28

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Sexta-feira, 14 de Fevereiro de 2014

Violência Social / Violência Escolar

O Terror na Escola - Menino de 6 anos agride professora e companheiros

Na verdade, a sociedade deveria questionar-se se de facto há violência escolar ou violência social.

Será que a escola provoca violência ou importa a violência da sociedade?

Talvez se verifiquem ambas as situações. Porém, a violência (seja de filho sobre pais ou de pais sobre filhos) existe muito antes ainda de as crianças entrarem na escola. Fala-se de violência escolar como se a escola produzisse violência. Nada mais falso. A escola nao é quem produz violência. Por muito que se queira fazer como a avestruz (meter a cabeça na areia e ignorar a realidade), a violência entre humanos verifica-se onde se encontram os seres humanos, sejam eles de palmo e meio ou de um século de idade.

Ora, se se verificam actos de violência na escola, há que perguntar-se a que se deve essa violência. Será que se, em vez de as crianças, adolescentes ou jovens, se deslocarem diariamente para um Estabelecimento de Ensino (escola) para aí aprenderem os conteúdos curriculares, a "instrução" académica dos futuros cidadãos se verificasse no espaço de um Estádio de Futebol, ou numa Sala de Espectáculos, num Estúdio de Televisão ou num Estúdio de Cinema,  a violência desapareceria? 

A resposta é óbvia. Nem vale a pena desperdiçar uma única letra para a deixar aqui plasmada. Por isso, cresmo que é já tempo de os nossos polítivos e responsáveis pela "Educação" das futuras gerações deixarem de falar de violência escolar. É um qualificativo que está muito mal atribuído. O que existe, isso sim, é violência infantil, violência juvenil, violência adulta e até violência senior!

Na verdade, o homem, por muito que se queira que seja tolerante, compreensivo, amigo, solidário... não deixa de ser um animal que, de uma ou de outra maneira, luta pela sua sobrevivência.

Porém, quando o que deseja se lhe apresenta de difícil acesso e o ainda não tem "inculcadas", "aceites" ou "assumidas" compreensivamente as regras sociais) é natural que utilize todas as estratégias (próprias dos animais) para conseguir o que querem.

Desta forma, é natural que no espaço escolar se produza também violência. Porém, essa violência não é uma violência escolar pois não é originada pelo currículo, ou seja, pela função acometida à escola: a de ensinar.

E não nos venham com a história de que é na escola que se educam os meninos! A função de educar seria uma tarefa babilónica se fosse deixada à escola. A educação é uma tarefa de todos pois para educar uma criança "é necessária toda a tribo". E, quando há violência na escola, nunca se viu aparecerem os elementos que constituem a tribo para assumirem as suas responsabilidades.

À escola não podem ser acometidas funções para as quais não tem, nem meios nem recursos, nem poder.

A maioria do tempo das nossas crianças, dos nossos adolescentes ou jovens é passado fora da escola. Os modelos de "educação" (ou da falta dela) estão sobremaneira presentes no dia-a-dia social: fora da escola, obviamente, seja em estádios de futebol, nas novelas ou na rua. Quando a escola entra em acção, o que a sociedade exige não é que os professores eduquem mas que consigam resultados académicos. Por isso, todo o tempo é necessário (e às vezes pouco!) para dedicar à instrução. Deixemo-nos de ilusões. Por isso, haveria que distinguir bem estas duas realidades: educação e instrução. E esta última é o que a sociedade quer ver efectiva, em última instância. E é esta que é avaliada para valorizar uma ou outra escola. Injustamente, pois o ponto de partida, os seres humanos e os recursos das famílias diferem muito de uma para outra zona geográfica. 

E esta diferenciação deveria começar logo pelo próprio nome do Ministério que tutela os estabelecimentos de ensino, mudando de Ministério da Educação para Ministério da Instrução. Seria politicamente correcto, por isso... continua-se a exigir das escolas o que lhes é impossível efectivar: a educação dos jovens. Na verdade, 22 ou 25 horas de educação competem semanalmente com muitas mais horas de deseducação (e até brejeirices) a que as crianças assistem, seja na rua, no futebol ou na televisão.

A violência acontece no dia a dia por falta de espaços adequados à convivência. E com o amento de alunos nos mesmos espaços físicos devido ao reagrupamento selvagem das escolas, outra coisa não seria de esperar senão o aumento da violência. Quando dois seres animais competem pelo mesmo espaço físico e esse espaço (recreio) é cada vez menor, não se pode esperar outra coisas senão a criação de grupos de defesa ou conquista de espaços. Estudos sobre o Bulling apontam a diminuição do espaço de lazer destinado aos alunos como uma das causas importantes para o aumento da agressividade. Assim, a política dos últimos ministros de Educação tem conduzido Portugal a um incontornável aumento da violência no espaço e escolar (o que é diferente da violência escolar). Sabemos que a diminuição do espaço de mobilidade (como aliás se passa em todos os âmbitos da sociedade) é uma das causas da agressividade entre os seres animais, sejam humanos ou não.

É evidente que uma sociedade violenta ou violentada produz casos de violência todos os dias. E ninguém se dá conta da quantidade de violência que se verifica hoje dentro das casas dos portugueses.

Hoje, muitas famílias (sem se darem conta disso!) têm em suas casas pequenos ditadores... Pequenos seres humanos que se sentem no direito de exigir aos pais tudo o que os vizinhos têm ou mostram na rua, tudo o que os colegas têm ou exibem na escola, desde "playstations" a "nintendos", de telemóveis de última geração a "tablets" ou "ipads".

Tudo o que vêem na televisão... sentem-se no direito de exigir aos seus pais... E há aqueles que, só para não terem de aturar os seus filhos, os enchem de "Sim" a tudo! Incapazes de dizer "Não" transforma as crianças em autênticas miniaturas de ditador... Que futuro terão estes pais? Que será destes filhos quando na sociedade, já crescidinhos, começarem a ouvir "Não"?

Esta sociedade transforma-se cada vez mais na realidade de que fala Javier Urra e que vem plasmada no livro "El Pequeño Dictador"... Uma obra que vale a pena ler...! Para paizinhos, sobretudo!

 

 

publicado por J.Ferreira às 14:51

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Domingo, 9 de Fevereiro de 2014

Quem vive, afinal, "acima das possibilidades"?

Dizem que os portugueses viveram acima das possibilidades???

Quem vive, afinal, acima das possibilidades do seu povo? Resposta? Veja o vídeo de Rosa Veloso em 32 segundos. E está tudo dito! Melhor resposta?

Depois... investiguem sobre os salários dos que chefiam o governo dos 2 países: Portugal e Espanha. E retirem as vossas conclusões.

OS POLÍTICOS PORTUGUESES SUGAM O POVO PORTUGUÊS! SIM... Esses são dos poucos que viveram (e ainda vivem) acima das possibilidades deste país... Esses, sim, vivem na arrogância e ainda se atrevem a acusar os portugueses de terem vivido acima das suas possibilidades. Os mesmos que há anos pagavam parte dos juros que correspondiam ao crédito concedido a jovens, incentivando-os a comprar casa, permitindo aos "magnatas do cimento", ligados ou vinculados, de uma forma mais ou menos explícita, a quem permitia autênticas aberraçoes urbanisticas que levaram a um aumento especulativo nos preços dos apartamentos, casas, vivendas... Sao esses mesmos jovens que hoje se vêem na contingência de nao terem capacidade de pagarem o crédito à habitação que os governos (através dos bancos privados ou úblicos subsidiados pelo Estado) lhes incentivaram a adquirir, simplesmente para ganharem votos.

Foram esses mesmos que, demonstrando a sua arrogância, encheram os próprios bolsos ou os de outros levando o país ao estado em que o Estado Português chegou. Esses mesmos, sim, o exemplo paradigmático do gasto público descontrolado (veja-se o desperdício com estádios de futebol que hoje têm despesas insuportáveis para o erário público. Depois... Depois, ainda vêm falar de que os portugueses viveram acima das suas possibilidades?

Isto é, e muito bem, um exemplo da ARROGÂNCIA dos POLÍTICOS.

Os políticos portugueses, vergonhosamente, para alá de incompetentes, são ARROGANTES.  SIM. ARROGANTES. Ainda se crêem com legitimidade para acusar os portugueses de terem vivido acima das suas possibilidades e castigam os que não o fizeram por culpa do esbanjamento feito pelos seus pares, do mesmo ou de outro partido que tiveram ao leme os destinos do país. Vejam o texto que segue e que viaja pela web, com o chavão "ARROGÂNCIA DITATORIAL ".  Aqui fica... 

 

ARROGÂNCIA DITATORIAL é comparar a Reforma de um Deputado com a de uma Viúva.

ARROGÂNCIA DITATORIAL é um Cidadão ter que descontar 35 anos para receber Reforma e aos Deputados bastarem somente 3 ou 6 anos conforme o caso e que aos membros do Governo para cobrar a Pensão Máxima só precisam do Juramento de Posse.
 

ARROGÂNCIA DITATORIAL é que os Deputados sejam os únicos Trabalhadores (???) deste País que estão Isentos de 1/3 do seu salário em IRS.
 

ARROGÂNCIA DITATORIAL é pôr na Administração milhares de Assessores (leia-se Amigalhaços) com Salários que desejariam os Técnicos Mais Qualificados.
 

ARROGÂNCIA DITATORIAL é a enorme quantidade de Dinheiro destinado a apoiar os Partidos, aprovados pelos mesmos Políticos que vivem deles.

ARROGÂNCIA DITATORIAL é que a um Político não se exija a mínima prova de Capacidade para exercer o Cargo (e não falamos em Intelectual ou Cultural).
 

ARROGÂNCIA DITATORIAL é o custo que representa para os Contribuintes a sua Comida, Carros Oficiais, Motoristas, Viagens ( sempre em 1ª  Classe), Cartões de Crédito. 
 

ARROGÂNCIA DITATORIAL é que Suas Exas., tenham quase 5 meses de Férias ao Ano (48 dias no Natal, uns 17 na Semana Santa mesmo que muitos se declarem não religiosos, e uns 82 dias no Verão).
 

ARROGÂNCIA DITATORIAL é Suas Exas.,quando cessam um Cargo, manterem 80% do Salário durante 18 meses.
 

ARROGÂNCIA DITATORIAL é que ex-Ministros, ex-Secretários de Estado e Altos Cargos da Política quando cessam são os únicos Cidadãos deste País que podem legalmente acumular 2 Salários do Erário Público.
 

ARROGÂNCIA DITATORIAL é que se utilizem os Meios de Comunicação Social para transmitir à Sociedade que os Funcionários só representam encargos para os Bolsos dos Contribuintes.
 

ARROGÂNCIA DITATORIAL é ter Residência em Madrid e Cobrar Ajudas de Custo pela deslocação à Capital porque dizem viver em outra Cidade.

 

 

publicado por J.Ferreira às 11:11

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