Terça-feira, 20 de Janeiro de 2009

A Caminho de Uma Luta Sem Tréguas

Num país verdadeiramente domocrático, nunca os responsáveis máximos pela pasta da Educação permitiriam que um qualquer cidadão pudesse chegar aos meios de comunicação social e insultar os professores...

Como professora (se é que realmente algum dia mereceria ter este título!) a Ministra deveria agir face aos insultos permanentes de que são alvo os professores... Deixou de haver respeito pelos professores. Até o mais analfabeto dos cidadãos se arroga, hoje, do direito de maltratar, espezinhar, denegrir a imagem dos professores. Não vivemos nos Estados Uniddos (que tantos dizem não ser uma veradeira democracia!) caso contrário muitos destes "cidadãozecos" (e parafraseando um dos termos proferidos pelo Secretário de Estado da Educação relativamente aos professores!) pagariam "bem caras" as palavras que proferem quer em termos insultuosos quer em insinuações, implícitas ou explícitas, que fazem nos meios de comunicação social (audovisuais ou escritas), sobre os professores. Estamos fartos deste estado de coisas... Chegamos a um ponto de saturação tral que não é possível continuar sem uma luta que nos permita recuperar a dignidade a que temos direito!

Mais... Se eu fosse um forte advogado neste país que mais parece uma "Portugalândia", ainda que não chegasse a ser indemnizado (como Paulo Pedroso!) pelas calúnia e injúrias contra as professoras (ou, pelo menos uma condenação pública, ainda que tivesse de recorrer às instâncias de Justiça da Comunidade Internacional), para que se saiba que Portugal é um país (des)governado em que a justiça apenas está pronta e célere apra defender a honra e dignidade de alguns!As professoras são mulheres portuguesas que dedicam a sua vida aos filhos dos portugueses e como tal merecem respeito e têm direito a ser tratadas com a mesma dignidade com que devem ser tratadas todas mulheresm, incluindo as prostitutas! Porém, não é aceitável que, querendo denegrir o trabalho desenvolvido pelos professores e professoras, se publiquem na imprensa autênticas calúnias sobre as professoras. É INACEITÁVEL QUE AS PROFESSORAS PORTUGUESAS TENHAM DE VER TEXTOS PUBLICADOS QUE AS REDUZEM À CATEGORIA DE PROSTITUTAS"...

 

 

Pois...  É  TEMPO DE DIZER ... BASTA!

 

Temos de demonstrar o quanto fazemos falta para uma sociedade mais justa, mais segura. Cada vez que esta ministra fecha uma escola, a sociedade tem de estar preparada para abrir uma prisao.., Os "paizinhos" (como um tal de Sr. Albino) já notaram a falta que lhes fazemos... E só fizemos greve por um dia de cada vez... os pais nunca precisam de faltar ao trabalho porque até carregados de febre mandam os seus filhos para a escola... Depois, há que "aguentar" (mimando e paliando as dores destas crianças) porque nas escolas nem um médico existe!... Os professores que tratem de "desenrascar-se!"... As vidas dos filhos dos portugueses estão em segurança pela dedicação dos professores! Mas custa-lhes a rteconehcer quanto nós lutamos pelos seus filhos! Os professores funcionam socialmente como pais de substituiçao... Porém, BASTA... basta de falta de reconhecimento social... Esta Ministra é a responsável pelo comportamento dos pais. As suas atitudes face aos professores sempre foram de desprezo e desvalorização do seu trabalho. Eram como que um apelo aos apis para que maltratem os professores para assim justificar as suas políticas injustas...

PELO DIREITO À DIGNIDADE E AO RESPEITO...

GREVE POR TEMPO INDETERMINADO... JÁ!

 

QUE EU, enquanto pai, SINTA A FALTA QUE FAZEM OS PROFESSORES PARA O FUTURO E A SEGURANÇA DOS MEUS FILHOS.

 

 

 

Vamos OBRIGAR AQUELES PAIS que se apresentaram como insultuosos nas páginas de notícias como "incultos e insurectos" A APRENDEREM O VALOR DO RESPEITO para com aqueles que se dedicam a preparar o futuro dos seus filhos!...

 

Quando o Destino é o Abismo... a melhor forma de seguir apra diante... é dar um passo atrás...

Em Defesa da

Dignidade da Função Docente, obriguemos a MINISTRA a DAR UM PASSO ATRÁS !

 

GREVE INDEFINIDA

É O ÚNICO CAMINHO !

 

 

20.01.2009 - 08h27 Leonete Botelho
O Parlamento volta a debater sexta-feira o processo de avaliação de professores, pela mão do CDS, e o Governo não escamoteia a importância do resultado dessa votação, por enquanto uma incógnita. "Trata-se de uma questão crítica", assume o ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, sublinhando que "dessa reforma depende a agenda reformista do Governo". Uma ameaça de demissão? "Não elaboro sobre cenários, nem tenho nenhuma razão para duvidar que o Parlamento volte a chumbar [este projecto, contraditório com o rumo da maioria]."

"Os professores avaliadores que tenham a partir de hoje de observar aulas de colegas no âmbito do processo de avaliação de desempenho podem recusar-se a fazê-lo, alegando que se encontram em greve.

Para esse efeito, a Plataforma Sindical de Professores entregou a 12 de Janeiro no Ministério da Educação (ME) um pré-aviso de greve relativo ao período entre hoje e 20 de Fevereiro.

Segundo o regime simplificado da avaliação de desempenho, a componente científico-pedagógica, que assenta sobretudo na observação de aulas, deixa de ser obrigatória, excepto para os professores que queiram aceder às classificações de "Muito Bom" e "Excelente". Nestes casos, os docentes têm de requerer que pelo menos duas aulas leccionadas por si sejam observadas por um avaliador, que não pode recusar-se a fazê-lo.

Mesmo que não concordem com o modelo de avaliação, os avaliadores estão obrigados a esta tarefa, excepto se, no momento da sua concretização, se encontrarem em greve, segundo os sindicatos.

"Por cautela, e porque mais vale prevenir do que remediar, pusemos o pré-aviso para que os professores com funções de avaliadoras possam fazer, se assim entenderem, greve às aulas assistidas", explicou o porta-voz da Plataforma Sindical.

No entanto, Mário Nogueira reconhece que "a esmagadora maioria das escolas, senão todas", ainda não se encontra na observação de aulas, mas sim numa fase anterior, na qual os professores deveriam estar a entregar os objectivos individuais.

"Poderá haver alguma escola que, mais apressada, já tenha marcado a observação de aulas, pelo que, assim, evitamos surpresas", acrescentou o também secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof).

Se o processo de avaliação de desempenho não for entretanto suspenso, os sindicatos vão "alargar o pré-aviso de greve para lá de 20 de Fevereiro".

Sobre esta iniciativa, o secretário de Estado Adjunto e da Educação, Jorge Pedreira, afirmou que a mesma é "puro boicote" à avaliação e manifestou as suas dúvidas quanto à sua legalidade.

Na resposta, os sindicatos afirmaram que se o governante tivesse a certeza que o procedimento era ilegal era isso que tinha dito." In: O Público

 

publicado por J.Ferreira às 13:44

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1 comentário:
De Sport TV a 25 de Novembro de 2010 às 00:52
Estou a ver na televisao informacao sobre a greve geral de 24 de Novembro- os trabalhadores lutam pelos direitos conquistados com tanto sacrifício ao longo de várias gerações, pela manutenção dos salários, pela dignidade das condições de trabalho e de vida em geral.

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