Domingo, 8 de Março de 2009

Prémio "Borracha de Ouro" para Ministério da Educação

No final da notícia de "O Público", diz-se  que Margarida Moreira (Directora Regional de Educação do Norte), apenas respondeu: "Não me pronuncio sobre essas coisas. Acho ridículo."

 

Se fosse criada a "Borracha de Ouro" para os erros ortográficos, cremos que a Directora Regional de Educação do Norte seria uma indiscutível candidata.  Talvez esse prémio lhe permitisse abandonar a DREN e, desta forma, que fossem apagados de vez os seus erros de ortografia e sintaxe...  Mais... A atribuição do prémio proporcionar-lhe-ia a oportunidade de usar o seu valor para voltar à escola e aprender a escrever...

De facto, desde que esta senhora chegou à DREN, os erros ortográficos e/ou de sintaxe tornaram-se "o pão nosso de cada dia" nos documentos oficiais emanados por este organismo. É uma pena, ou melhor, é lamentável que, um Governo que tanto pretende valorizar a excelência, tenha na sua equipa pessoas que a escrever envergonham o mais simples dos cidadãos. Se entre o comum dos cidadãos estes erros seriam desculpáveis, num organismo do Ministério da Educação, eles são inadmissíveis. Apenas continuam no poder porque foram nomeados por um Primeiro Ministro de um Governo que em nada é melhor do que os seus súbditos mais directos. Estas aberrantes falhas na escrita podem até ser desvalorizadas pelos governantes, tal como aconteceu com os erros contidos nos jogos do "Magalhães" que foram divulgados como "educativos", são a prova mais que evidente da INCOMPETÊNCIA DOS (IR)RESPONSÁVEIS MÁXIMOS DO MINISTÉRIO DA (DES)EDUCAÇÃO! Lembremos que no parlamento, José Sócrates afirmou: «O Magalhães, propriamente dito, é um computador. Mas é mais do que isso. É um projecto educativo». Ora, se é um "projecto educativo" está em decadência pois foi o mesmo governo que já mandou desinstalar software do dito Magalhães, destruindo assim parte desse projecto educativo!... De facto, a prova da incompetência está no "Magalhanês" no Computador "genuinamente português" (Mentira!), mero acto de  propaganda do Secretário Geral do Partido Socialista, mais conhecido por Engenheiro José Sócrates!

 

Desde que a Ministra da Educação criou os critérios para o “Concurso para Professor Titular” deixou cair a capa que lhe escondia a incompetência.  Como diz a máxima, melhor "ficar quieta" e deixares dúvidas sobre a tua competência do que "fazer algo" que demonstre que és mesmo incompetente, mais lhe valia à Senhora Ministra da Educação ter ficar quieta do que promover a destruição do Sistema Educativo. Com a sua primeira medida que pensava ser o grande "Eureka" dos  Socialistas, afinal não passou da "descoberta da pólvora" educativa" tendo incendiado o clima de paz que havia nas escolas... E a Ministra demonstrou aos alunos e professores (a sociedade parece ainda não ter despertado para os problemas que estão a ser criados por esta Ministra da Educação!) que é A MINISTRA MAIS INCOMPETENTE DESDE O 25 DE Abril.  DE 1974.  Aliás, tal como na economia, voltamos a 1974... Crescimento que, e numa espécie de reedição de "Em Busca de Nemo", José Sócrates andará numa azáfama de engenharia em busco um nexo de causalidade entre a escola e o Estado da Economia Nacional para culpar os professores!)

De facto, os critérios que criou para “Concurso para Professor Titular” são a prova mais que evidente de que é UMA EQUIPA MINISTERIAL INCOMPETENTE. Com esta FARSA DE CONCURSO, com esta PALHAÇADA DE CONCURSO, a "LURDINHAS" demonstrou bem como se consegue obter um lugar de excelência em educação (CHEGOU A MINISTRA!). Que o GOVERNO se venha desculpar dizendo que a responsabilidade foi da Empresa. De facto, a empresa do MAGALHÃES não fez mais do que COPIAR os critérios que o GOVERNO colocou na lei para admitir professores para o Ensino Português no Estrangeiro: ter nascido em Portugal (ainda que aos 2 meses tivesse ido para França e nada saiba de Português). Só assim se explica que um PROGRAMA tão VERGONHOSO possa ter sido instalado num COMPUTADOR que MENTIROSAMENTE O PRIMEIRO-MINISTRO ANUNCIOU como GENUINAMENTE PORTUGUÊS quando já existia há muito tempo. Tinha outros nomes, claro. E internacionalmente, quando foi anunciado por Sócrates como Genuinamente Português, já ía na segunda geração... Mas isso não é uma mentira... É aquilo a que, no idioma política(mente) correcto, se criou o hábito de chamar de (in)verdade e a que Sócrates e seus governantes foram habituando os portugueses depois da prometida e não cumprida baixa de impostos... (The second generation Classmate was unveiled on 3 April 2008 at Intel's Developer Forum). Estamos a ver que o Português está cheio de erros e não é motivo de preocupação para os governantes! Aliás, até convém manter as pessoas ignorantes. Já Salazar assim pautava a sua política: povo ignorante mais fácil de enganar, manipular, governar... quase se diria, "roubar".  É A VERGONHA DAS VERGONHAS. DEMITAM-SE!

MAIS... Tenho Software Multimédia, elaborado apresentado em 1994 no âmbito de uma Licenciatura em TECNOLOGIAS DE ENSINO da UNIVERSIDADE DO MINHO. O mesmo foi posteriormente (1996) PREMIADO pela IBM, no âmbito do Concurso "Mostra o Teu Talento e Ganha!". Nunca o Ministério quis saber dele para nada... Mas já muitos alunos beneficiaram dele. Os meus filhos aprenderam a ler antes de irem para a escola sem ajuda de nenhum de nós, pais. O meu BENJAMIM já lê desde os TRÊS ANOS E MEIO... Chegou agora ao primeiro ciclo e lê bem mais rápido e expressivamente do que a maioria dos Alunos do 4.º ano... QUE FALTOU...? QUE FALHOU? Ter chegado a Professor Titular? Sim! Cheguei a TITULAR porque, felizmente (!?) o funeral do meu avô decorreu em ano anterior ao que a Ministra da Educação decidiu como início da contabilização de pontos para chegar a Titular. O CONCURSO DA VERGONHA… UMA PALHAÇADA!... Sou TITULAR porque, entre 1999 e 2006…

1) Não fui submetido a nenhuma intervenção cirúrgica.

2) Não fui internado nem tive de lutar contra o cancro (como Manuela Estanqueiro).

3) Já tinha terminado o meu destacamento a pedido do Ministério da Educação (decorreu de 1994 e 1998 a maioria do tempo com Governos Socialistas!)

 

Assim... apenas posso dizer, com toda a certeza que, EU SOU TITULAR... Sim... Sou Titular... Não por ser competente...  De facto, para além dos factos acima referidos, CHEGUEI a TITULAR SIMPLESMENTE PORQUE... SOU HOMEM !  E, como tal, não fui eu que desenvolvi a gravidez dos meus filhos... Nem tive de me submeter a um internamento para parto... nem fui eu que tive de faltar à escola para amamentar os meus filhos.... Por isso... AVALIEI PROFESSORES NO PASSADO... MAS HOJE, SOU TITULAR... NÃO POR SER COMPETENTE... MAS PORQUE TIVE A FELICIDADE DE SER SAUDÁVEL nos últimos 8 anos... Não tem quqlauqer lógica. Não faz qualquer sentido. AFIRMO, POIS, TENHO VERGONHA DE SER TITULAR...

 

ESTE GOVERNO que se preocupa demagogicamente com a representatividade feminina nas listas de deputados , deveria ter vergonha! Com efeito, castigou as mulheres (professoras) no seu direito à progressão na carreira por terem tido a coragem de assumir o mais nobre do "ser mulher": ser mãe..!

 

Os espartanos valorizavam as mulheres. E diziam elas : "somos as únicas capazes de pôr homens no mundo".  Mas esta ministra deve ter algum trauma e, talvez por isso, odeia as mulheres... Sinceramente... Não se percebe! Sabendo que a maioria dos docentes são mulheres professoras, a Ministra, uma mulher  castigou as professoras por terem demonstrado ser "mulheres", isto é, as únicas que colocam homens no mundo! Nem mesmo no fundamentalismo islâmico seria aceitável tal tratamento.

 

Castigadas por desempenharem a função humana que mais deveria ser enaltecida e protegida: e que é exclusiva das mulheres: SER MÃE. Que no dia do VOTO as mulheres s lembrem do castigo que o governo Socialista e esta Ministra da Educação lhes impôs... E que todos aqueles que têm o mínimo de respeito e admiração pelo papel daquela que foi a mulher que os colocou no mundo (sejam hoje filhos, maridos, pais, netos ou avós, etc...), castiguem severamente nas próximas eleições, e nas seguintes e nas que se seguirem... o partido que permitiu semelhante aberração aprovando leis discriminatórias. E que os incompetentes  dos (des)governantes (pseudo)socialistas que vieram dos quatro cantos do oportunismo partidário (Sócrates passou-se para os socialistas como forma de retaliação por ter perdido as eleições para a direcção da Juventude Social Democrata!) regressem ao lugar do qual, para bem de Portugal e dos portugueses, nunca deveriam ter saído: A Oposição. É lá o seu lugar. Nenhuma das vergonhosas e absurdas medidas destes socialistas teriam sido possíveis e muito menos impostas pelo PSD caso tivéssemos o PS na OPOSIÇÃO...

 

Não temos partido... Para nós todos  os partidos existem para se "servirem do povo" e "não para "servir o povo". Mas uma constatação poderemos afirmar com clarividência: Uma sociedade que se quer humanista e personalista tem que ter presente que o lugar do PS é a OPOSIÇÃO.  Vejam acima o discurso de Sócrates na Assembleia quando presidia à bancada do PS na Oposição... José Sócrates na AR - 14/10/2004. Depois, comparem-no com a sua prática governativa.

Desde o que se passou em Paredes de Coura até ao que se passou com a entrada de agentes policiais nos sindicatos... Incrível... Criticam o controlo da Comunicação Social mas agem ainda pior.

 

Uma mulher é capaz de tudo (até, dizem, de levantar o Mundo!) se em causa estiver um filho. Pois as mulheres que no período abrangido pelo concurso tiveram a (in)felicidade de engravidar... foram penalizadas pelos Socialistas. Foram estes mesmos socialistas (ou pseudo-socialistas que tanto falam em paridade e que criaram quotas para as listas de candidatos ao parlamento) que, sem escrúpulos nem pudor, impediram milhares de mulheres professoras de se candidatarem a Titulares em igualdade e paridade com os professores homens. Assim José Sócrates e a sua Pérola (a Lurdinhas, Ministra da Educação!) destruíram  a carreira de milhares de mulheres professoras... De facto, com os critérios de excelência (absurdos!) criados por esta Ministra e a que José Sócrates não só deu cobertura como apoiou abertamente (e pagará, seguramente por isso!), só os homens foram beneficiados ...

Perguntamos, pois:

Onde andam as deputadas SOCIALISTAS feministas que permitiram e permitem, com o seu voto, que se continue e se perpetue esta indigna divisão da classe em categorias, tão penalizador para aquelas que foram ou são mães?

Foi demasiado conhecida pela comunicação social, a intervenção de mulheres (por exemplo, da Associação para a Defesa dos Animais) aquando da morte dos touros em Barrancos… Por isso perguntamos: Onde está a "Associação para a Defesa dos Direitos da Mulher" ou a "Associação para a Igualdade entre os Géneros/Sexos"?

As mulheres que estiveram internadas para "dar à luz” as crianças que nos garantirão o futuro enquanto povo, enquanto sociedade e nação que foram fortemente penalizadas por uma mulher(zinha!) que um dia lhe saíu na rifa desempehar o cargo de Ministra (por nomeação e não por competência nem capacidade demonstrada!). Não nos resta, pois, alternativa senão concluir que vivemos num Estado Socialista mais prepotente que o da extinta União Soviética. Tudo o que nos dizem não passe de demagogia, mentira... de discursos demagógicos e falaciosos que em nada contribuem para solucionar os problemas reais do país. Antes os agravam cada vez mais...

 

Mas há mais... e muito mais! Quando algo de mal se passa em questão de saúde, a mãe que amamenta é que acompanha a criança seja ao Centro de Saúde ou ao Hospital, ou mesmo, se for necessário ficar em casa para cuidar do bebé… Como pode uma Ministra castigar tão severamente as mulheres? Terá algum trauma por ser Mulher?

Eu não faltei. Eu pude aceitar ser nomeado para cargos pois tinha disponibilidade para os exercer… Claro. Não fui eu que fiquei “grávido” (sou homem, claro! Quem engravidou foi a mãe do meu filho…!). Logo… Ainda que fosse um incompetente no desempenho de cargos para que fui “nomeado” (eleito sem ter sido candidato porque assim determina a lei!) esta Ministra atribuiu-me pontos por cada ano em que estive nesse cargo. Ainda que o tivesse desempenhado super-incompetentemente (como ela desempenha o cargo de Ministra).

Conclusão… muitos de nós foram promovidos à categoria de "Professor Titular" não por sermos mais competentes mas porque, com critérios absurdos, conseguimos mais pontos que os nossos pares nos últimos 8 anos! Sim, porque quem desempenhou função dutrante toda uma vida mas que nos últimos anos estava como simples professor (tal como a anterior Directora regional de Educação do Norte, nomeada pelos mesmos socisliats que agora nos governam!) já não tem quaisquer pontos... Assim, cheguei a "Professor Titular" só porque tive a oportunidade de exercer cargos (ainda que os tenha exercido com a máxima das incompetências, tal como alguns dos presidentes dos bancos que caminham para a falência)!

 

E porque não há substância que justifique a criação de duas categorias porque os professores são simplesmente professores ao longo de toda a carreira e quando exercem outros cargos de maior responsabilidade ao nível administrativo e pedagógico, devem ser remunerados por essa função, lutaremos para que acabe esta divisão artificial, fictícia. É uma vergonha que ficará indexada ao partido socialista. Aquele que se diz defender a igualdade é o que mais promove a discriminação.

 

É a Ministra e o Governo quem diz que se pretende valorizar a colaboração mas é este governo que mais incentiva o mérito individual e pessoal em desfavor do mérito colectivo e o trabalho de equipa; dizem querer promover a cooperação mas criam um sistema de avaliação que promove a competção (com o conseguente egoísmo e individualismo). Ainda que se tivesse de aceitar uma dupla categoria, o acesso não foi construído com base num princípio mínimo de equidade e justiça que permitisse o acesso aos mais habilitados para a função que, uma Ministra desconhecedora da realidade das escolas, dizia ser necessário desempenhar para melhorar a qualidade das nossas escolas.Enfim. Um absurdo que o tempo se encarregará de fazer vir ao de cima...

Defendemos, por isso, o regresso à carreira única! Somos todos profissionais. Somos todos professores. Nenhuns são "mais iguais" do que os outros... Em nenhuma profissão se pode afirmar que há dois funcionários iguais. Não podem pretender que sejamos 100% iguais mas somos todos igualmente competentes e temos certificação académica para o desempenho da função, tal como os médicos que acabam os cursos com médias diferentes, como os condutores que aprovam na carta de consução com diferentres performances. Basta de buscar d¡ivisão onde reinava a união, a cooperação e a partilha de informação bem como de estratégias de superação de dificulddes com vista ao desenvolvimento de projectos nas comunidades escolares capazes de conduzir ao máximo êxito, no respeito óbvio pelas capacidades de cada aluno. De uma coisa podem os leitores estar seguros: ninguém mais do que nós (professores que passamos a vida com os jovens futuro promissor deste país em que queremos viver cada vez melhor e com maior qualidade de vida!) se pode arrogar do direito de estar mais interesado na melhoria da Educação dos nossos filhos.

É na escola que vivemos e passamos a maioria do nosso tempo de vida. Se formos nela infelizes, é essa a infelicidade que vamos passar para os vossos filhos! Se nela estivermos  contrariados e revoltados, é essa revolta que vai ficar reflectida na alma dos nossos filhos... Nas sociedades mais avançadas modernas e promissoras, os  professores são considerados como pedras basilares, como pilares, como peças fundamentais do desenvolvimento social e crescimento económico e do bem-estar. Por isso, são acarinhados, respeitados e valorizados pelos governos desses países e pela população. A perseguição e ataque cerrado aos professores de Portugal, empreendido pelo governo de José Sóctates, é algo de inédito e sem paralelo a nível europeu que dará muito maus resultados a curto e médio prazo. Pagaremos muito cara a factura da destruição do sistema educativo e da fractura que este governo infligiu aos professores e à carreira docente. Tal facto, apenas confirma e atesta o retrocesso que o país está a sofrer, devido a políticos incompetentes que chegaram ao poder marcados por "traumas" que os levam a perseguir aqueles que mais os ajudaram a chegar onde chegaram, facultando-lhes os instrumentos básicos de acesso à cultura.

Enfim... Se é certo e inquestionável que, por critérios absurdos, muitas PROFESSORAS foram impedidas de chegar a TITULAR (porque não tiveram a oportunidade de demonstrar que eram tão incompetentes como a Ministra) enquanto não voltar a ser simplesmente professor, gritarei aos quatro ventos: "Tenho Vergonha de Ser Titular". Percebem, caros leitores, a injustiça do Concurso a Professor Titular? Sim… ?  Por isso, no lugar de ser uma categoria nobre, ela é uma categoria que deve envergonhar os professores. Há, pois, há que lutar para que tudo isto seja anulado...Ó Tempo, volta para Trás... Voltemos atrás… antes que seja tarde!

publicado por J.Ferreira às 13:48

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