Quinta-feira, 8 de Maio de 2008

Quer Emprego em Portugal? Compre Produto Nacional!

Com este texto irónico descubra de forma simples como, inconscientemente, cada um de nós ajuda todos os dias a destruir mais um emprego em Portugal.

 

O José é um português que está desempregado. A ideia de que tem de arranjar um emprego quanto antes é coisa que não lhe sai da cabeça. Por isso, todas as manhãs, após uma boa noite de sono, graças a uma almofada de algodão (Made in Egipt), acorda ao som de um despertador (Made in Japan).  Depois de um banho com sabonete (Fabriqué en France),  usa a sua máquina eléctrica (Made in China) para se barbear e e enquanto o café (producido en Colômbia) estava a fazer na cafeteira eléctrica (Made in Republic Chech), aproveita para vestir-se:  uma camisa (Made in Sri Lanka), umas calças de ganga (Made in Singapure), um casaco de pele (Made in Turkey), um calçado desportivo (Made in Indonésia) e um relógio de pulso (Made in Swiss).
Coloca umas torradas de trigo (
produced in Canada) na sua torradeira (Made in Germany) e, enquanto toma o café numa chávena (fabricado en España), pega na máquina de calcular (Made in Australia) para ver quanto é que pode gastar nesse dia. Enquanto ouvia as notícias pela rádio (Made in India), acendeu o seu computador (Made in Thailand), abriu um buscador de internet (Made in USA) para consultar o seu correio electrónico para ver as previsões meteorológicas. Saiu bebendo um sumo de laranja (produced in Israel) e entrou no seu belo carro (Made in England) e lá partiu à procura de Emprego.
Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (Made in Finland) e, após comer uma pizza (Made in Italy), o José
decidiu regressar a casa. Como já estava na hora de acabar a escola, foi buscar o seu filho que jogava na PSP (Made in Sweden) e a filha que se divertia com as amigas mostrando fotos no seu MP4 (Made in Sweden) e Calçou as suas sandálias (Fabricado no Brasil), sentou-se num sofá (Made in Denmark), serviu-se de um copo de vinho (produced in Chile), acendeu a TV (Made in South Korea) e pôs-se a pensar como seria o próximo episódio de "Desesperadamente Procurando Emprego !...":

 

"Por que não encontro um emprego em Portugal ?"

 

"Será que tenho de emigrar...?"

 

Pois pois... Se quiser encontrar a resposta para a sua pergunta. quando for de novo às compras, atente mais nos códigos de barras ... Depois... Depois, encontrará resposta à sua pergunta e nem precisará perguntar-me "Como ?".  Verificando o código de barras os artigos cujo número começa por 5 60 são, seguramente, artigos com uma forte componente nacional no seu processo de produção. 

     

 

De facto, somos todos um pouco avessos aos produtos nacionais. Sempre consideramos que "o que é bom é o produto estrangeiro é que é bem." Se é verdade que há produtos estrangeiros de excelente qualidade, não é menos verdade que, muitas vezes, compramos um produto de marca estrangeira qu é produzido ali ao lado da nossa casa, por portugueses, com tecnologia portuguesa. Produtos esses que viajam ao estrangeiro para serem etiquetados e regressam a Portugal para serem vendidos por preços exorbitantes quando comparados com equivalentes de marca portuguesa.

Assim, excluindo a maioria dos políticos e governantes, ramo em que seria interessante que fosse implementada a "Lei Bosman" (que foi criada para o Futebol...!) para podermos "importar" políticos e governantes bem mais competentes do que os que por aqui em passado a ver se encontramos gente mais competente para gerir melhor os dinheiros públicos e assim melhorar a qualidade de vida de todos os portugueses, temos como certo que "O que é Nacional... é Bom" !

Por isso, temos todos de repetir para todos os produtos uma máxima usada na publicidade por uma marca de bolachas : "O Que é Nacional é Bom!!!"

 

Portugal vive uma crise económica que há muito se esperava. A falta de capacidade e o descalabro das políticas económicas governamentais, seja na área da educação seja da saúde, levadas a cabo pelos sucessivos governos desde o 25 de Abril, demonstraram a incapacidade dos nossos políticos melhorarem a vida dos portugueses. Por isso, é chegada a hora de cada um de nós, cada um dos portugueses, dar um contributo significativo para o desenvolvimento do nosso país, contribuindo para criar emprego em Portugal. Se os cidadãos nada fizerem, com as políticas dos (des)governos Portugal continuará a caminhar paulatinamente para o abismo.

Se os cidadãos portugueses querem criar ou defender o seu emprego em Portugal, a única forma é alterar a sua preconceitos de que o que é estrangeiro é melhor. Antes, devemos desenvolver a consciência de que é o seu comportamento ou mentalidade de consumidores e, à semelhança dos "nuestros hermanos", passar a acreditar que os produtos importados não têm elhor qualidade que os feitos em casa. Aliás, quem não gosta de comer em restaurantes onde se classifica a comida como sendo "comida caseira"? Afinal, "o que é caseiro é bom", O QUE É NACIONAL (casa de todos os portugueses) naturalmente É BOM. Ou alguém divida que muitos dos produtos ditos "estrangeiros" são feitos lá pelos portugueses (ou "cá", nas nossas fábricas, e enviados para "lá" para receberem as etiquetas!). Temos de colocar em andamento a nossa máquina económica nacional.

Por isso apelamos aqui ao sentido de orgulho nacional dos portugueses, fazendo-os pensar sobre as suas escolhas na hora de comprar produtos equivalentes a outros fabricados no estrangeiro. Essa é a forma mais eficaz de combater o desemprego e de criar mais postos de trabalho. Se não quer sair de portugal (emigrar), compre produto nacional. E isso só se consegue se conseguirmos aumentar a procura dos produtos de fabrico nacional. Como? Consumindo produto português... Se queremos criar emprego em Portugal, compremos produtos fabricados em Portugal. E não é uma questão de nacionalismo: é orgulho naquilo que produzimos, um orgulho da qualidade do nosso trabalho, do resultado da nossa produção. Sabemos que o preços determinam em muito a escolha dos consumidores... Por isso, se Portugal quer melhorar a situação económica, não basta produzir uma mudança de mentalidade. Temos de agir numa  tripla dimensão:

Os empresários têm que ser menos ambiciosos e contentar-se com uma margem de lucro aceitável (e não só em tempos de crise). É fundamental que sejam menos gananciosos e se deixem do objectivo louco de querer ver, ano após ano,  os lucros subirem sempre desenfreadamente e face ao que conseguiram no ano anterior. Só assim os produtos podem chegar aos consumidores a um preço competitivo com os oriundos de outros países.

Os governantestêm de se convencer de que, com uma margem de imposto mais baixa e preços mais competitivos, a economia portuguesa pode atrair estrangeiros que venham e comprem e não apenas que venham para passear. Esta é a realidade actual, quando inquirimos os turistas oriundos da vizinha Espanha. Vêm mas não deixam cá os euros: partem de mãos a abanar. Ora. é fundamental  reduzir os impostos para os valores praticados por outros países (a vizinha Espanha  tem o máximo de IVA  a 16% !!!!)  para que os preços possam também ser mais competitivos.

Os portugueses têm que mudar de mentalidade e passar a olhar para os produtos nacionais como produtos de qualidade.  Se queremos criar emprego em Portugal, compremos o máximo de produtos fabricados em Portugal. Aliás, temos uma mão-de-obra que, não sendo valorizada em Portugal, é forçada a emigrar. E, quando a trabalhar no estrangeiro, são os mesmos portugueses (agora emigrantes) os que fabricam muitos dos produtos que acabamos por consumir em Portugal. Aqui não servem para os empresários.  NO estrangeiro são reconhecidos...

 

OS PORTUGUESES SÃO BONS TABALHADORES.

O problema de Portugal não está, segura e indiscutivelmente, nos trabalhadores. Temos, isso sim, governantes e empresários incompetentes.

As políticas dos sucessivos governos têm levado a que cada vez mais jovens qualificados se vejam obrigados a emigrar... na verdade, pagamos a sua formação e depois somos obrigados a ver que nos deixam e emigram para países da Europa (e não só!) porque aqui não são valorizados. Entes são ignorados, abandonados, insultados... E partem acabando por ajudar a crescer outros países. que sabem muito bem como aproveitar as suas capacidades.

Ficamos com os melhores trabalhadores e estamos sempre atrás dos que recebem os nossos "piores" (??!) trabalhadores: aqueles que aqui, em Portugal, dificilmente conseguem um emprego...  Sim, outros países os recebem e ali produzem mais do que em Portugal os tais melhores, os que são admitidos nas empresas... Não se percebe... Como puderam os outros países europeus, com a mão-de-obra que os empresários portugueses rejeitam (ou pagam muito mal!) fazer crescer a sua economia?... No estrangeiro valorizam os nossos emigrantes. Os mesmos que em Portugal têm dificuldade em encontrar um posto de trabalho ou o seu esforço não é devidamente valorizado são bem recebidos no estrangeiro. De facto, a maioria dos emigrantes portugueses, rejeitados pelos nossos empresários e maltratados pelos nossos governantes, vêem o seu valor reconhecido pelos empresários estrangeiros. Perante esta indiscutível realidade, será que os empresários portugueses e os nossos governantes ainda não se deram conta de que a culpa da economia portuguesa estar na miséria em que se encontra se deve exclusivamente à forma como os empresários gerem as empresas e, sem dúvida, às políticas implementadas pelos sucessivos governos e não aos trabalhadores portugueses? Os primeiros (empresários) pagam mal aos trabalhadores (compare-se o salário mínimo de Portugal e Espanha e os respectivos custos de vida!) mas compram altas viaturas, topo de gama (somos dos maiores importadores da marca Ferrari!). Os segundos (governos) esbanjam o dinheiro público de forma assustadora (basta ver a compra de submarinos em tempo de vacas magras e sem um objectivo bélico que o justifique, a subsituição de uma frota de carros de altas marcas sejam BMW, Volvo ou outros... , a construção de estádios de futebol  que superam quatro ou cinco vezes o orçamentado... ) sobrecarregando os contribuintes com impostos e mais impostos. É incrível como se tem de pagar imposto autárquico absurdamente elevado sobre a única casa  que se tem (e que nos suga tod o Subsídio de Férias e ainda o Subsídio de Natal, apesar do "direito à habitação" ser uma garantia prevista na constituição).

 

Mas alguém ainda tem dúvidas? Pois já é tempo de despertar...

 

Frequentemente, quando vamos às compras, tentamos ir à procura do produto mais barato, mas o que agora é barato, pode vir a curto prazo, a tornar-se muito caro para todos nós. Desde a mais pequena especiaria ao peixe que comemos, o nosso mercado está inundado por produtos fabricados no estrangeiro. O incrível como é que países com mão de obra mais cara conseguem vender os seus produtos a um preço mais baixo...

Um exemplo: enquanto em Espanha, por 4 iogurtes Actívia da Danone pagamos 1,99 €, em Portugal, os hipermercados marcam os mesmíssimos iogurtes a 2,44€.   Agora, multipliquem isto por 4 filhos (um iogurte pela manhã e outro à merenda na escola!) e vejam no final do mês qual a diferença de custo de vida para uma família em Portugal (146,40 €) e em Espanha (119,40 €). Agora pergunta-se: Como é possível que os iogurtes sejam mais baratos em Espanha se os trabalhadores em Espanha ganham muito mais do que Portugal?  A resposta só pode ter uma de duas possibilidades: ou os produtores e comerciantes colocam uma margem de lucro desmesurada, ou os impostos criados pelos governos são muito mais elevados. Bem... Na verdade não creio que seja nem uma nem outra causa, mas as duas. Somos, legalmente, roubados por empresários ambiciosos e gananciosos e pelo Governo.

Que fazer? Claro. Compreende-se perfeitamente que, vivem perto da fronteira, muitos portugueses façam as contas à vida e preferem comprar em Espanha uma grande parte dos produtos que necessitam. O problema é que o mesmo se passa com a cerveja, o leite, a gasolina, a roupa, e outros mais...  É que ir só por iogurtes... não valeria a pena! E assim se vai arrasando com a Economia...   São os EUROS a voar para Espanha e que o governo ainda não se deu conta de que contribuem para, a pouco e pouco, arruinar ainda mais a economia portuguesa. Antes eram os Espanhóis que vinham a Portugal. Agora são os Portugueses que compram o mais que podem em Espanha ajudando a sua economia... Os espanhóis que nos visitam pasmam-se ao verificarem os salários dos portugueses e o custo de vida que temos em Portugal... E perguntam-se: Como podem viver os portugueses com salários tão baixos e a vida tão cara? É que os portugueses ganham muito menos e pagam tudo muito mais caro. E temos um GOVERNO CEGO que deixa fugir os euros de Portugal para a vizinha Espanha, arruinando cada vez mais os cofres das finanças portuguesas em benefício da fazenda espanhola.

Na verdade, temos cada vez mais governos que mentem também cada vez mais aos cidadãos. Sócrates mentiu (ou permitiu que se mentisse aos portugueses relativamente ao falso aumento do petróleo. E, graças a essa mentira, aumentaram o preço a milhares de produtos.

Porém, todos sabemos o quanto o petróleo tem baixado (desceu de mais de 140 dólares para cerca de 50 nos últimas semanas, isto é baixou mais de um terço! ) e estando a um preço mais baixo do que no ano  2000, a gasolina e o gasóleo nã o baixaram, tal como havíamos previsto e alertado. Os interesses instalados habituaram-se aos lucros astronómicos e não querem perder uma margem de lucro choruda que lhes  garante apresentar ganhos no final do ano que lhes garantem sacar mensalmente os "salários de Rei" !

 

Deveria ter baixado na mesma proporção com que subiu... Mas nada...  Por que motivo? Porque os alarmistas dos jornalistas agora nem falam da baixa do petróleo... Por isso, o preço lá continua muito acima do que estava em 2005. E assim se permite encher cada vez mais os bolsos a quem dirige as companhias petrolíferas... Sobre isto, já há mais de um ano e meio que tínhamos escrito um texto -  "Subida do Preço do Petróleo é Uma Mentira!"  -  onde explicamos claramente que nos estavam a querer enganar... Enquanto a comunicação social vendia a FALSA ideia de que o petróleo tinha subido para justificar o aumento da gasolina, afinal, para os países europeus (com o euro como moeda!) o preço do Barril de Petróleo tinha descido!Com efeito, em 2000 o dólar valia 1,2 euros e “o barril de petróleo” custava 60 dólares, quer dizer, 72 euros. O gasóleo custava 65 cêntimos do euro (0,65 €).
Em Março de 2008 , um dólar vale 0,65 euros “o barril de petróleo” custava 104 dólares, quer dizer, 67,60 euros. Incrível.  O Barril tinha baixado de 72 euros para 68 euros... Sim... tinha baixado em euros (que é a nossa moeda) e como tal, com os mesmos euros, trocávamos por dólares e acabávamos comprando mais petróleo com menos euros... COMO PUDERAM SUBIR O PREÇO da gasolina e do gasóleo? A resposta é simples: teremos de agradecer a um certo tipo de jornalistas incompetentes e alarmistas (como muitas vezes assistimos no programa "Prós e Contras"), aos especuladores oportunistas que com a sua análise "absurda e enviesada" acabam por justificar socialmente subidas inaceitáveis dos preços de produtos conexos com o petróleo (quando, na realidade, o petróleo estava a ficar mais barato para os europeus: o dólar é que se estava a desvalorizar...) e
aos governos que por interesses (vá-se lá saber de quem..:!) permitiram que esta mentira. continuasse a ser difundida.. A verdade é que o dólar estava a desvalorizar-se de dia para dia. Mas isso é um problema dos americanos... Quando desvalorizava o escudo, pagavam os portugueses... Agora desvaloriza o dólar e pagam os europeus? Que paguem os americanos... Foi a sua moeda que se desvalorizou... Por que motivos temos de ser nós a pagar a crise americana?

Agora, preparem-se. Em pouco tempo, a América voltará a ser uma potência porque os europeus nem se importam de destruir a sua economia para lhes dar esse prémio...  É incompreensível. Viola todas as leis da economia... Como é possível que, ainda hoje, estando o barril de petróleo mais barato do que em 2000 (para nós, europeus) se continue a pagar a gasolina e o gasóleo muito mais caros que em 2000?...
Vejam que, em Maio de 2009, o barril de petróleo custa 58 dólares. Chegou mesmo a atingir cerca de 140 dólares... mas em euros, NUNCA SUBIU... Os europeus compraram o petróleo em dólares mas levavam os mesmos euros para trazerem mais petróleo... A quem querem enganar' O dólar é que tinha caído para valores que nunca tinha atingido... Porque n
ão baixam o preço do gasóleo e da gasolina em igual proporcionalidade ao que subiu? Simples: andam a roubar-nos... literalmente! 

 

Que podemos fazer, enquanto cidadãos para inverter a tendência da nossa economia se o governo está sem rumo? Quase nada... Apenas algumas coisas de pequeno porte mas que podem fazer a diferença quando toca a criar ou destruir emprego em Portugal.

 

Quando compramos produtos importados, estamos a contribuir para um maior crescimento das exportações dos fabricantes estrangeiros e, sem dúvida, por vezes, a fazer diminuir os postos de trabalho no nosso país. Quando não compramos produtos nacionais e compramos artigos estrangeiros, os nossos fabricantes são obrigados a subir o preço dos seus produtos para compensar as quebras de produção. Ora se os produtos concorrentes já eram mais baratos na origem, isto faz com que os nossos fiquem ainda mais caros. E sendo mais caros, ninguém os compra. Toda esta situação leva posteriormente ao encerramento de muitas empresas e consequentemente ao crescimento do desemprego.

Produtos portugueses? E Como é que eu sei quais eles são?
É simples, bastante simples. Antes de mais, existem dois aspectos a distinguir: existem marcas portuguesas e produtos portugueses.

Marcas portuguesas, como o nome indica, são marcas de carácter nacional, com origem e produção no nosso país (exemplos: Sumol, Compal, Mimosa, Primavera Software). Mas também são produtos fabricados em Portugal por marcas multinacionais que são produtos feitos com mão de obra nacional, que contribuem para o nossa economia e para o emprego no nosso país. Assim, na hora de escolher, como é que devo agir? Que atitude devo adoptar?
Bem, na hora de escolher, é bastante fácil tomar uma atitude que beneficie a nossa economia. O segredo está em ter atenção ao 
código de barras. Mas pode também  confirmar na embalagem a origem do produto.  Quase todos os produtos portugueses começam por 560 no código de barras. Assim, se começa por 560........ é um produto que contribui para melhorar a economia nacional.

Posteriormente poderá ter em conta se a marca é nacional ou não e, claro, a qualidade e preço do produto.

 

       


 

Atenção: existem algumas empresas portuguesas (produtos portugueses) que possuem códigos de barras proprietários, o que significa que são produtos portugueses que não têm o código 560, no entanto os códigos proprietários "costumam" ter um formato diferente (não têm 13 dígitos), existe também o caso dos produtos de peso e quantidade variável, por isso informe-se sempre antes comprar.

 

Para uma total garantia de que seja um produto nacional verifique sempre na embalagem ou na informação do produto, o local de fabrico ou de origem.


Que esperamos para defender a economia Portuguesa? Que os Ministros decidam cobrar menos impostos sobre os nossos produtos do que a Espanha. Hoje, tal como as notícias o revelam, a maioria dos espanhóis vem a Portugal de passeio e... nada leva. Por que será? Claro. Tudo aqui é mais caro... E ganhamos muito menos...! Por culpa de quem? A resposta parece óbvia:

Culpa de quem nos governa ou melhor, nos tem (des) governado.

publicado por J.Ferreira às 14:21

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