Domingo, 20 de Setembro de 2009

O Lugar do PS é na Oposição

A política que o Governo de José Sócrates implementou na Educação é a prova mais do que evidente de que "O LUGAR DO PS É NA OPOSIÇÃO... Aliás, a sua actuação veio demonstrar que O PS NUNCA DE LÁ DEVERIA TER SAÍDO. A destruição do Sistema Educativo traduzido na mais forte machadada que sofreu a Escola Pública nos últimos 30 anos, foi A MARCA MAIS EVIDENTE DO (DES)GOVERNO de José Sócrates... Políticos de vários quadrantes admitem mesmo que, nem o PSD ou outro partido da Direita se atreveria a dar semelhante machadada no Sistema de Ensino.


Com o PS na Oposição... GANHA A DEMOCRACIA ...!

Com o PS na Oposição... GANHAMOS TRANQUILIDADE...!

Com o PS na Oposição...  GANHAMOS TODOS...!

José Sócrates DESTRUIU TUDO O QUE DE BOM no Governo de António Guterres se conquistou para a Educação no nosso país. A incursão Socialista pelo poder, desde 1995 a 2002, António Guterres surgiu a comandar a CRUZADA SOCIALISTA contra a prepotência da MAIORIA SOCIAL-DEMOCRATA (1991-1995). O reconhecimento do papel, competência e valor da função dos professores havia sido uma BATALHA SOCIALISTA que culminou com o fim da dúvida sobre a profissionalidade dos professores. Foi António Guterres que eliminou esta injusta e ineficaz pseudo-prova de competência colocada pelo PSD no Estatuto da Carreira Docente. Hoje, olhando para trás, conclui-se que foi tudo um oportunismo socialista para conquistar o poder que mantém nas suas mãos desde 1995 (com excepção de 2 anos e meio de Barroso e Santana Lopes!). Na verdade, esta era a etapa que serviria na perspectiva do PSD para filtrar "apenas os amigos!" de forma a que apenas alguns (que não significa os mais competentes!) poderiam progredir na carreira. GUTERRES acabou com esta PALHAÇADA do PSD.

Porém (e para mal de muitos professores!) seria também Guterres a abrir as portas a que este ex-Secretário de Estado do Ambiente (aquele "Engenheiro Pescada": o tal que antes de o ser já o era!)  chegasse agora ao lugar que ocupa (por eleição... não por competência!... Essa, ainda está por provar... ou melhor, já todos vimos a prova de falta dela!).


Ao eliminar a prova absurda de acesso ao 8.º Escalão, os socialistas provaram ser um partido que lutava pela igualdade e pela justiça! Porém, os mesmos socialistas (alguns diferentes, obviamente!) permitiram que professores fossem injustamente castigados por terem simplesmente cumprido a lei. De facto, por muito competentes e profissionais que fossem, muitas mulheres ficaram impedidas de chegar à porcaria da categoria a que pertenço: Professor Titular.

Este senhor engenheiro (com minúscula, por motivos óbvios!) permitiu que no seu (DES)Governo estivessem a gerir os destinos da Educação, vários elementos sem competência alguma no campo. Não admira pois que sendo uma profissão predominantemente marcada por profissionais do SEXO FEMININO, foram precisamente as  MULHERES AS MAIS CASTIGADAS pelo SOCIALISTAS de José Sócrates. Por incrível que pareça, a penalização nos critérios de acesso a Professor Titular por faltas dadas legalmente PENALIZOU AS MULHERES que usaram dias de falta por conta do seu período de férias (art.º 102) evitando que, por uma forte subida de febre ou outro motivo (recusa dos hospitais em efectuar internamento de crianças com gripe, por exemplo!) as mulheres cuidavam dos filhos usando os dias a que tinham direito legalmente.

Sim. É verdade! Mais do que isso... É incrível... O MESMO PARTIDO SOCIALISTA, aquele que tinha acabado com a Prova de Acesso ao 8.º Escalão (porque o considerava injusta!) VEM IMPOR AGORA, contra tudo e contra todos, A DIVISÃO DOS PROFESSORES em DUAS PSEUDO-CATEGORIAS.

Sabemos que a máxima mais usada por este governo para se manter no poder é mesmo muito velha: dividir para reinar. Porém, quem sabe de educação, entende que "as escolas precisam essencialmente de paz e cooperação entre profissionais". O povo sabe que para se educar em casa ambos os progenitores têm que remar no mesmo sentido.

 

Um estado de guerra silenciosa permanente, em que a competição entre professores para tentar ser  "melhor  que o outro" a fim  de entrar nos ditos 5% que podem ter a menção de EXCELENTE, não é compatível nem com a cooperação nem com o espírito de equipa tão necessários para se ter sucesso em Educação. Se apenas o que mete golo fosse o herói num jogo de futebol, cada jogador tentaria por si só meter a bola na baliza do adversário e este desporto teria os dias contados... De facto, tal como no futebol, uma escola tem de ser uma equipa. Uma equipa em que todos têm o mesmo objectivo: que os alunos aprendam o máximo e não que um professor seja idolatrado porque foi ele que "fez mais golos" (aquele cujos alunos  conseguiram os melhores resultados!).

Não cremos que os portugueses queiram que os seus filhos estudem numa instituição que vive permanentemente num estado de guerra latente, de combate, de egoísmo em que cada profissional passa a vida a esconder as suas técnicas de ensino/aprendizagem, que nada do que tem de bom quer partilhar com os demais... É que esta avaliação é incompatível com a partilha. Só quem obtém os melhores resultados pode ser bem qualificado. Logo, há que esconder a "receita", a vacina, o medicamento,  para que possa ser o único a chegar ao excelente... Aquele que sabe usar os recursos disponíveis evitará partilhar o que sabe para que mais facilmente possa ser o melhor classificado.

A Categoria de Professor Titular é uma autêntica ficção Socialista! SOMOS TODOS PROFESSORES que desempenhamos a nossa função com seres humanos, todos diferentes mas todos iguais. Iguais nos direitos e nos deveres. Mas diferentes nas atitudes e comportamentos, na vontade e vocação para o estudo...

Só com o reconhecimento do Direito ao Insucesso Escolar foi possível a Cristiano Ronaldo chegar ao lugar que ocupa: para muitos, UM EXCELENTE JOGADOR... e, para alguns, O MELHOR DO MUNDO!

 

Professor Titular é uma categoria FICTICIAMENTE criada pelos mandados de José Sócrates com um único objectivo: combater o deficit. Acabando com a carreira de profissionais que sempre demonstraram estar à altura dos desafios que os sucessivos governantes lhes colocaram... O Governo descobre agora o fracasso das políticas educativas que eles mesmos, sucessiva e teimosamente, impuseram que fossem executadas pelos professores (que tantas vezes alertaram, mas em vão, para a sua incoerência e ineficácia... ). tantas vezes forçados a cumprir e implementar nas escolas (quantas delas em estado degradado e sem os recursos pedagógicos adequados...) políticas contraproducentes a nível pedagógico cujos resultados estão agora à vista... mas nada! Cobardemente, apesar de tantos alertas dados pelos professores, decidem buscar nos mesmos profissionais o bode expiatório para o fracasso total e inequívoco das politicas educativas dos sucessivos governos.
Não tem, pois, o PS de José Sócrates, mais parecido com um SOCIALISMO RECAUCHUTADO, qualquer legitimidade para querer poupar uns milhares de euros aos cofres do Estado, e combater o deficit à custa da Educação dos jovens e, sobretudo, do sacrifício sistemático dos professores, em regra, profissionais extremamente empenhados na Educação e na concretização e aplicação das Políticas Educativas dos Governos, independentemente do partido que os suporta...

 

Professoras: As MULHERES foram as MAIS PENALIZADAS.

A função familiar de cuidar dos filhos sempre foi e continua a ser muito mais frequentemente assumida pelas MULHERES que pelos HOMENS. Deixemo-nos de lado as frases feitas do tipo "politicamente correcto". Na verdade, e se lhes é permitido e possível, a maioria das mães dificilmente abdicará do seu direito a cuidar dos filhos: compreensivelmente porque foi no seu ventre que a criança foi gerada. Assim, são as mães (excluindo a Ministra, provavelmente!) que, em caso de doença dos filhos, reivindicam ficar a cuidar deles. E, claro, foram as professoras (mulheres e mães!) as que (para evitar apresentar atestados de médico que lhes interferem na bolsa e no bolso!) mais frequentemente usaram as suas faltas por conta do período de férias (artº 102) para assistir aos filhos aquando de doenças leves ou de curta duração (gripes, ...). E assim muitas das professoras viram ser-lhes retirados uns quantos pontos (que esta ministra decidiu injustamente atribuir aos professores com menos faltas ainda que legalmente reconhecidas) aquando do concurso  de acesso à dita cuja categoria de Professor Titular ...

 

INCRÍVEL: CASTIGADAS pelos SOCIALISTAS por serem MULHERES...

 

E agora Sócrates pretende aparecer como "defensor das crianças" quando permitiu que a Ministra castigasse severamente a carreira das suas mães...  Primeiro, castiga as mulheres por terem faltado à escola para prestarem cuidados de saúde aos filhos... Agora, vem com um rebuçado incentivar à natalidade prometendo 200 euros! Sim, porque não os dá quando a criança e a família mais precisam: em bebés...! Só quando a criança atingir os 18 anos e nessa altura já ele cá não estará... Ora, ora, senhor Primeiro Ministro. Estamos fartos de promessas... e de demagogia! Quando chegar os 18 anos, os 200 euros nem para um depósito de gasolina devem chegar... percebe!? Ou temos que lhe demonstrar as contas?


GOVERNO SOCIALISTA com MAIORIA ABSOLUTA foi UM AUTÊNTICO DESASTRE...

A começar pelo enceramento da UNIVERSIDADE que lhe facultou a possibilidade de se AUTO-INTITULAR de ENGENHEIRO... até às vicissitudes e anomalias de que JAMAIS o seu DIPLOMA de ENGENHEIRO deixará de estar envolvido, José Sócrates e a sua Ministra da Educação são os únicos responsáveis pelo ambiente  deplorável e de guerra latente em que se encontram as escolas... Este Governo decidiu entrar em confronto sistemático com os professores, como se todos os cidadãos do país percebessem de educação, excluindo obviamente os professores. Quando aos professores lhes é exigido a apresentação de um diploma (verdadeiro!)  de formação Superior na Área da Educação, Sócrates reconheceu o direito a entrar e mandar na escola, a todos os pais bem como  o direito a avaliar os professores, mesmo aos analfabetos!... Claro, de Educação todos percebem imenso, menos os professores.

Sócrates quis implementar um Sistema de Avaliação de professores pelos resultados dos alunos que nem um livro têm em casa, que abandonam a escola para ir cuidar dos rebanhos, como se o trabalho infantil fosse uma calamidade causada pelos professores. Quis avaliar os professores pelas faltas dos alunos cujos pais não controlam as horas de deitar dos filhos, que chegam sistematicamente a bocejar à escola, ou porque o transporte não chegou a tempo à escola...

O PS teve 4 anos e meio para demonstrar o que valia... Cavaco Silva deu a José Sócrates a oportunidade que Jorge Sampaio não deu a SANTANA LOPES. Digam o que queiram, mas o homem não teve oportunidade para fazer nada: em 4 ou 6 meses que se pode fazer de um país, com uma única vantagem: nem tempo teve para dar azo a corrupção! Sócrates GOVERNOU em pleno Estado de Graça garantido pela Cooperação Estratégica defendida e praticada pelo Presidente da República. Mostrou o que valia. NADA. Afrontou tudo e todos. Professores, Juízes, militares, polícias, médicos, população... Até mesmo o P.R. fazendo aprovar o Estatuto dos Açores sem alterar uma única das  normas, posteriormente, consideradas inconstitucionais: 11 normas! Estes senhores não ouvem, não escutam e não respeitam nada nem ninguém! Não se importam de violar sistematicamente a Constituição da República (LEI MÁXIMA no Estado de Direito Democrático!)... Só é pena  que o PR não tenha tido o mesmo procedimento com o ECD. Talvez hoje a Educação estivesse melhor em Portugal. Por incrível que pareça, o ECD aprovado pelo Governo de Sócrates é um autêntico insulto aos governantes de Cavaco Silva e de António Guterres... Sócrates teve uma excelente oportunidade de governar bem o país... Mas usou-a apenas para tomar medidas para dividir os soldados portugueses. Lançou suspeitas sobre a competência de todos para lhes retirar o que chamou de privilégios e mordomias (que para os professores só se for ficar colocados a centenas de quilómetros, desgastar o ordenado com a deslocação e alojamento, destruir os carros próprio, e não públicos como os senhores governantes!) leccionando em escolas onde os alunos tremem de frio por falta de aquecimento no Inverno, em zonas sem restaurantes, sem cantina nem refeitório, obrigados a comer de marmita (que nem os pastores do século XXI...!)... Desde os Juízes aos médicos, desde o encerramento de urgências e maternidades (com os protestos que foram bem conhecidos...!) até à desgraça dos concursos dos professores e destruição do ânimo e entusiasmo de milhares e milhares de profissionais (que se viram ofendidos e insultados na sua profissionalidade e se reformaram antecipadamente), passando pelos enfermeiros, militares, nada se aproveita de 4 anos de legislatura socialista de José Sócrates... Lamentavelmente estamos a caminhar para o fundo, tal como o Titanic.

Este Partido Socialista rendeu-se ao mercantilismo. Tudo se compra e tudo se vende... até mesmo a honra e dignidade, se tal fizer falta! Para José Sócrates, todos somos números, todos somos clientes! Até mesmo os alunos passaram a ser clientes... Ou já se esqueceram que Sócrates obrigou os professores a fazerem de comerciantes vendendo aos paizinhos os ditos cujos computadorzecos baptizados de "Magalhães" (para desprestígio do navegador...!).Foi este mesmo senhor que permitiu a uma Ministra da Educação ou da falta dela (veja-se aqui no youtube) penaliza a carreira dos professores pelas faltas dos alunos (como se os professores pudessem controlar "para onde" os pais mandam ou levam os filhos quando não vão à escola!)... O conceito de professor para este governo nada tem a ver com formar cidadãos responsáveis... As palavras ensino e aprendizagem ficaram vazias de conteúdo... Tal como a uma vendedora compete fazer com que o seu cliente queira voltar no dia seguinte à loja, aos professores compete agora fazer com que as crianças queiram voltar no dia seguinte à escola (mesmo que sem alegria ou vontade alguma!).

 

Uma passagem entre amigos:

- Que se aproveita destes 4 anos de SOCIALISMO?

- Nada.

- Como assim? Nada nada? A sério... Nada, mesmo?

- Bem... nada, nada... não posso afirmar. Até há quem pense que se aproveita muito...

- Como assim? Mas isso é uma contradição. Ainda agora dizias que nada se aproveita...

- Bem, há quem tenha ganho muito com o actual governo

- Mas quem, afinal?

- Foi devido a este governo socialista que os psiquiatras detectaram em alguns grupos duas novas doenças profissionais: a Milutite aguda e a Socratofobia crónica.

 

Compreende-se, pois que, se alguém ficou a ganhar com o SOCIALISMO de José Sócrates foram os psiquiatras... Se já tinham muitos professores na sua lista de "clientes", agora estão a abarrotar...

 

É difícil marcar consultas... A forma mais comum passará brevemente a ser efectuar marcação de consulta usando o Magalhães" e fazer uma ligação directa à "LINHA SAÚDE 24".


No meio de tanta desgraça, vamos sorrindo um pouco... Está na hora deste (DES)Governo fazer as malas e, no dia 27 de Setembro, lá estaremos para ajudar José Sócrates a RENOVAR O SEU MANDATO... mas com "malas aviadas" directamente PARA A OPOSIÇÃO...!!!

publicado por J.Ferreira às 14:31

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5 comentários:
De CoimbraLiberdade a 21 de Setembro de 2009 às 16:22
Acho bem, vocês professores não querem ser avaliados. É pena pois assim engordam o Mario Nogueira que o que quer é ter rendimento churodo.
Ordenado +/- 2000€ + alcavalas 2000€, esposa tambem dirigente: ordenado 2000€ + alcavalas 750€, parabés eu só ganho 750€ e sou avaliado. Viva os chulos dos professores.
De J.Ferreira a 22 de Setembro de 2009 às 10:23
meu caro. lamento que a sua liguagem não seja dirigida a quem de direito. Aqui ninguém insulta ninguém. Deveria retirar o seu comentário. mas como a linguagem que utiliza é, por si só, a prova do "arruaceirismo" próprio de um grupo de portugueses que apoiam este governo e suportam as injustiça praticadas, independentemente das vítimas ganharem 2000 euros... Já agora, por que não critica os 950 euros de APENAS subsídio de residência que o governo de José Sócrates atribuiu a um seu nomeado? Por que não se manifesta contra os salários chorudos (e não merecidos porque foram lá parar sem concurso, mas antes, por nomeação, percebe?). Ora, meu caro, queira saber que este DESGOVERNO tem emntido a todos sobre os salçarios dos professores. Qualquer professor ganha muito menos em Portugal que em Espanha... Somos o país onde os professores estão, comparativamente, mais MAL PAGOS... É que o salário é o total do que auferem. Não há qualquer rendimento sem impostos que seja colocado nas contas dos professores. Em Espanha, têm tanto ou até mais de suplementos de função, de exclusividade ou de deslocação do que de salário, percebe? Assim era como devería ser... E já não se falaria de salários chorudos... Na verdade, qualquer empresa que desloca um funcionário mais de x quilómetros, temd e lhe pagar deslocação e alojamento... Os professores deslcoam-se de Norte a Sul como bem lhe dá na gana ao Governo (que até a graduação profissional desrespeitou, percebe?!) e conforme as necessidades das escolas... Até os homens do alcatrão (e não me digam que não é verdade pois tenho gente que me mostrou a folha de salário!) e que dizem por aí que ganham apenas 750 ou 850 euros por mês, chegam a receber mais de ajudas do que de salário! Ora, eu não os invejo! Mas se é a INVEJA que o faz falar como fala, acalme-se, meu caro! As Universidades ainda estão abertas... E com falta de candidatos a professor... Venha daí. Porém... se é INCAPAZ, se o seu cérebro não lhe dá para mais... de que se queixa? Não é este Governo (cuja filosofia o senhor suporta!) que defende o MÉRITO? Pois aí tem... A julgar pela competência demonstrada nem sei como ganha 750 euros... Creio já ganha demais, sabia? Tenho familiares que seguramente são melhores que o senhor (e com qualificação acadèmica seguramente superior à do comentador!) que bem mereciam o seu salário... Ora, asseguro-lhe que, se fosse meu funcionário, nem 400 euros lhe pagaria. Ainda assim, meu caro, é uma honra receber aqui comentários tão baixos como o seu. Obrigado à mesma.
De coimbra1966 a 23 de Setembro de 2009 às 21:18
Não vou descer ao seu nível. não o critiquei, critiquei sim o Mário Nogueiro, não lhe reconheço autoridade moral para me dar lições porque paço a cita: O meu padrinho foi muitas vezes preso pelo PIDE e teve graves problemas a suv«bir na vida no tempo do fascismo.
Ora eu sei que o Sr. Mário Noueira, disse em vários cafés da cidade de Coimbra, que jamais aceitaria ser avaliado e tudo faria, mesmo mentindo para influenciar os professores estar contra este ou qualquer outro governo para pôr em causa avaliação.
Ora eu tenho avaliação de BOM, atendo os utentes com respeito, consideração e ajudo-os naquilo que me é possivel tentando resolver os seus problemas e estou durante 35 horas dentro do meu local de trabalho. E os professores????. Trabalhei numa escola profissional e aí sim os professores tinham 400 alunos e tinham que estar dentro das instalações durante 35 horas. E na pública????????????.
Defender o Mário Nogueira é defender o Staline do PCP, ora eu reconheço valor no passado do PCP e não no presente.
Se os políticos fizessem aquilo que muitos milhões de portugueses pedem, que é: quem quer ser dirigente sindical, pede licença sem vencimento.
Estou a dizer-le a si, como já disse ao meu amigo José Carlos Martins, cara a cara, que por acaso é o Coordenador do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses.
Não pense que nunca critiquei o PS ou o PSD, até já foi insultado pela MFL, quando defendi a minha escola e os trabalhadores estudantes.
Aceito a sua crítica, agora não me dá lições de credibilidade, honestidade e honaribilidade. Há-de nascer o primeiro comunista que me ensine estas acções, pois 90%, têm telhados de vidro~.
Obrigado pelo seu comentário.
25 de Abril sempre.
De J.Ferreira a 27 de Setembro de 2009 às 16:05
Resposta Parte 1 - Começaria por dizer-lhe que nem com o texto escrito pelo comentador anonimamente identificado como CoimbraLiberdade (aqui colocado no dia 21 de Setembro de 2009 às 16:22) o referido comentador demonstra ter capacidade. Assim, antes de responder ao que quer que seja, da forma como o faz aqui, primeiro deveria ter lido (com olhos de ler!) o que escreveu… De facto, a sua última frase foi “Viva os chulos dos professores.”
Ora, meu caro, sabe o que significa a palavra “chulos”? Respondeu-me “Não vou descer ao seu nível. Não o critiquei,(…)” É que seria bem diferente dizer “Viva os professores chulos.” Sendo grave, não seria tanto pois que apenas teria de identifica os que considera chulos”. Ao dizer “Viva os chulos dos professores.” Está claramente a insultar todos os professores de “chulos”. É preciso ter lata (heim…?) para vir responder-me que me “Não vou descer ao seu nível. Não o critiquei,(…)”. Mas já que desceu muito baixo, gostaria que elevasse a sua linguagem aproximando-a do sentido ético que colocamos nas afirmações quando apenas opinamos, ou apresentamos factos e perspectivas, sem insultar quem quer que seja, sem descer ao nível do “subsolo” como o comentador CoimbraLiberdade.
Quanto à sua afirmação de que o Sr. Mário Nogueira disse "disse em vários cafés da cidade de Coimbra, que jamais aceitaria ser avaliado" não sei e pouco me interessa. Não sou seu advogado. Mas quero dizer-lhe que até compreendo Mário Nogueira caso a afirmação que lhe atribui tivesse sido pronunciada em um contexto específico.
Mas já que o comentador CoimbraLiberdade desceu muito baixo (e ainda por cima, bem à maneira deste governo, vem acusar-nos de ter praticado os actos que só ele cometeu!) nós faremos com que suba o seu nível se for capaz de contestar qualquer das afirmações que uma vez mais fazemos, atacando a competência (e não as pessoas!) de quem nos governa.
Sabe o senhor que critérios estão legislados para a Avaliação dos Professores? Pois se concorda com os critérios de avaliação dos professores está a contradizer a sua história familiar de perseguido pela PIDE. Com esta Avaliação, qualquer professor tem direito a sentir-se perseguido pelas culpas que não tem, tal como os perseguidos da PIDE... Será que o senhor é avaliado por critérios absurdos como os que ESTA incompetente MINISTRA quer impor aos docentes? (Continua)
De J.Ferreira a 27 de Setembro de 2009 às 16:09
Resposta Parte 2 - Vejamos alguns CRITÉRIOS ABSURDOS (a que se nega Mário Nogueira, seguramente!) com que DISCORDAMOS TOTALMENTE, e sobre os que NINGUÉM TEM O DIREITO DE QUERER AVALIAR O PROFESSOR: Estamos cansados de elucidar os portugueses (pais e não só!) que, como esta Ministra, não querem ouvir, ou não têm capacidade de compreender, ou então porque lhes dá jeito: Estamos cansados de apontar alguns dos mais critérios (por que nos querem avaliar!) que escapam à esfera de qualquer professor e que, mais do que tremendamente injustos, são absurdos: 1. RESULTADOS DOS ALUNOS; 2- ABSENTISMO DISCENTE; 3- ABANDONO ESCOLAR.
Vejamos os motivos. LEGITIMAMENTE...
1- RECUSO-ME A SER AVALIADO PELOS RESULTADOS DOS ALUNOS que não estudam... (como um médico não pode ser avaliado pelos resultados da saúde de um paciente que não toma a medicação ou que a toma com vinho...; como um advogado não pode ser avaliado pelos resultados da sentença quando o cliente lhe esconde factos, etc!).
2. RECUSO-ME A SER AVALIADO PELOS RESULTADOS DOS ALUNOS FALTAM porque ficam a dormir, ficam a ver televisão até tarde e não despertam depois ficam a dormir ou vão para as salas de aula bocejar constantemente. Daqueles que em vez de ir para a biblioteca (como a minha filha que no 11º ano 20 valores a média que manteve nos exames nacionais!
E foi numa dessas escolas públicas (ESAS de Braga!). Sabe que para os pais dos colegas da minha filha que não passam de 12 valores, a culpa é dos professores! Agora, explique-me como podem os pais avaliar os professores se a culpa da falta de estudo ou falta de assistência (e com a devida postura de atenção, claro!) às aulas? Pergunto: Considera que um professor por ser, no mesmo local e ao mesmo tempo, considerado ou avaliado como BESTIAL por uns e como BESTA por outros? Não, claro que não… E sei que está de acordo connosco, não é verdade? Pois, para mim, são todos bestiais. A minha filha não é sobredotada: e simplesmente dedicada e responsável, Ok? Por isso tenho legitimidade para considerar, sem dúvida e sem excepção, todos como EXCELENTES PROFESSORES. E sabe quantos podem ter essa menção? ZERO? Ou seja, 5% de 12 não chega para um professor ter essa menção! Em que ficamos? Qual o motivo da Avaliação baseada em critérios externos à actividade do professor? Só um: combater o défice... PONTO FINAL.
3. RECUSO-ME A SER AVALIADO PELO ABANDONO ESCOLAR. Agora que os pais emigram, que os colocam a trabalhar nas fábricas só nos resta uma solução: faltar à escola, comprar uma pistola e fazer de agentes de inspectores do trabalho para conseguir fazer voltar à escola os filhos dos portugueses que esses mesmos portugueses sabem que abandonaram... falharam todos os sistemas para acabar com o trabalho infantil. Ninguém foi responsabilizado (nem estado, nem pais, nem patrões!). Quem haveria de ser culpabilizado e penalizado na carreira? Os médicos? Não! Os professores! Incrível. Eliminem da lei estes critérios absurdos (e outros tantos que nem vale a pena aqui explanar!) e todos os professores estarão dispostos a ser avaliados (como sempre o foram. Não digam que não! Se eu acredito no que me diz ter ouvido nos cafés, tenho provas de que avaliei, entre 1995 e 2000, mais de 600 professores, ok? O problema é que só deve avaliar quem entende da matéria. E esta ministra até pais analfabetos queria colocar a avaliar os professores... Incrível...! A opinião pedagógica dos professores nas escolas conquista-se com habilitações e por concurso! O dos outros cidadãos, simplesmente fazendo filhos?!... Considera isto normal? Aceitaremos ser avaliados por quem do assunto tenha formação, percebe?
Por fim disse: "Há-de nascer o primeiro comunista..." Que pensa? Que sou comunista? Enganou-se! Quero dizer-lhe que "Odeio todos os partidos". E por isso mesmo: são partidos, isto é, diferente de íntegros.
Mas... Meu caro. Por nós, volte SEMPRE... É um prazer esclarecer sábios que nem sabem que absolutamente nada do tema mas que se julgam especialistas em tudo. Como se diz pela Europa (ou até Mundo fora!) os portugueses são aqueles que têm opinião sobre tudo, mesmo que do assunto nada percebam.

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