Segunda-feira, 28 de Março de 2011

António Barreto Arrasa os Socialistas

António Barreto  fala como sociólogo e não como histórico Socialista.
Comentando a estratégia de José Sócrates para abandonar o poder e fugir às responsabilidades que deveria assumir, juntamente com o PS, pela desgraça a que conduziram o país.

Vale a pena observar (ouvir e escutar!) o que diz António Barreto (centrem a atenção logo após os 4:00 minutos).

 

"Os socialistas gostam muito de bater nos fracos... nos frágeis: é fácil... é rápido."

"E gostam muito de ajudar os amigos: os amigos do partido ou os amigos de certos grupos, de certas empresas.

"São muito ávidos dessa ajuda, muito ávidos de bater nos fracos.

Lembremo-nos que os socialistas dominam a cena política nacional desde 1995.
Agora, que levaram o país a este estado, a quem atribuem as culpas?
Bom. Já que Salazar está enterrado,  Cavaco Silva... É incrível..
Vivemos num país dominado por incompetentes e irresponsáveis, hipócratas e mentirosos.

 

Mais adiante diz António Barreto:

"O PS já prestou grandes serviços ao país. ENORMES serviços ao país mas... ESTE PS não está a prestar serviços ao país." "E Não respeita a democracia que é uma coisa... confrangedora!..." "A política chegou em Portugal a um estado de indecência..." "A maneira como o Primeiro-Ministro e o líder parlamentar socialista e o ministro da presidência... se anunciaram firmes para a lide parece que estão a entrar numa praça de touros..."  Isto não é uma praça de touros! Isto é um país. É um povo que está a sofrer uma situação social muito difícil e não se compadece com este marialvismo destes pequenos políticos.

 

Sobre a influência do Discurso do Presidente da república no desencadear dos acontecimentos, após os 7:20 minutos... conclui António Barreto:

"Eu já elogiei o discurso sob a forma (...) Repito: O Presidente da República não tinha margem de manobra. (...) O Presidente da República tinha razão no discurso que fez. Estava era fora da possibilidade da acção. (...)"

Atribuindo alguma influência marginal ao discurso do Presidente da República, aos 8:00 António barreto diz:

"O essencial foi o gesto deliberado do Primeiro Ministro. Aquele é um gesto deliberado, pensado... porque, se não fosse deliberado nem pensado, é totalmente inconsciente e então este homem merece repouso. Mas eu não penso isso. Eu penso que foi um gesto deliberado, para provocar a ira do PSD, a ira dos outros partidos e a cólera do Presidente da República para os encostar todos à parede (...) o que também não interessava ao Primeiro-Ministro: ele queria tentar ir a eleições."

 

 

Ouçam só isto logo após os 15 segundos desta segunda parte da entrevista:

"Creio aliás qeu das poucas boas notícias notícias do dia de hoje é termo-nos visto livres dele (pelo menos para já...!)!"

 

António Barreto afirma que Sócrates decidiu-se pela única saída que tinha.

"O Primeiro-Ministro estava e está em perda sistemática há muito tempo. Ele sabia que não conseguia os dois anos até às próximas legislativas. Ele sabia que não tinha força, que não tinha competência... que não tinha inteligência... que não estava à altura, que não tinha margem de manobra... que tinha enganado muito e muito... e toda a gente... Que tinha enganado a União Europeia, que tinha problemas com as contas e com as estatísticas do arco da velha... que não conseguia endireitar o défice, que não conseguia endireitar o endividamento... Ele sabia que tinha de recorrer à União Europeia ou ao Fundo Monetário... Por isso eles inventaram há dois meses aquele fantástico slogan que era "Defender Portugal". 

 

Logo que passamos 1:00 de conversa nesta segunda parte da entrevista, podemos ouvir:

"Portugal precisa de se defender é de Sócrates... Não é do mundo nem é da Europa... Precisa de defender-se é de José Sócrates.

 

 

Mais palavras? Para quê???

 

 

publicado por J.Ferreira às 10:58

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