Quinta-feira, 27 de Setembro de 2012

Grécia Versus Islândia

Eles comem tudo. Vejam o vídeo que segue.  E facilmente poderão concluir:
Ou fazemos como a Islândia ou... Estamos fritos.
 
 
Afinal, qual será a principal diferença entre a Grécia e a Islândia? Talvez o segundo vídeo deste post nos possa ajudar a descobrir depois de ouvirmos o que nos diz Rodney Shakespeare, analista político:
"O povo grego é um povo bravo. (...) Tudo o que de facto precisa é renovar a sua política. Essa nova política deve começar pelo controlo dos bancos. (...) Os bancos criam dinheiro do nada (...) ". (Cf: video cerca dos 2:22 min.)

E conclui Rodney: "Mas para fazer isso a Grécia tem de sair do Euro e fazer o seu próprio destino da mesma forma que o está a fazer a Islândia, e com muito êxito.

 

Será uma vingança da Alemanha? Afinal, quais os países que estão a ser vítimas desta crise financeira? Simles: todos aqueles que se livraram da 2ª Guerra Mundial.

 

Voltemos à pergunta: Qual a diferença entre Grécia e Islândia? Não a sabemos. Mas que a mais antiga democracia do mundo, o berço da palavra democracia se tornou numa políticocracia, bancocracia ou mediocracia, disso não temos qualquer dúvida.

Fala-se de tudo na comunicação social. De Grécia, de Espanha, da Líbia, da Síria... mas não se fala de Islândia! Porquê? A resposta será simples para quem observar este vídeo. Está visto: não interessa falar de democracia!

 

Por que será que estas notícias não são vistas na nossa comunicação social?

Por que que esta realidade será a ser ignorada pelos media...?

Porquê? Será pelos interesses envolvidos? Mas... e os irlandeses? não têm interesses?

Portugal só sairá do abismo se tiver a coragem de enfrentar o touro pelos cornos...

E, para tal, o primeiro é saber quem é o touro.

Se decide enfrentar-se ao cavaleiro ou ao forcado, mais cedo que tarde, levará com os cornos do touro pelas costas!

Se queremos evitar voltar a ter de lutar com o touro, teremos de aprender com os irlandeses...

Enquanto isso, aproxima-se o descalabro financeiro de um país. E, tal como os gregos, em Portugal ninguém será capaz de o fazer parar!

publicado por J.Ferreira às 07:51

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Domingo, 28 de Novembro de 2010

Cultura da Responsabilidade - Escola versus Sociedade

A sociedade actual tem vindo a formar uma geração de jovens que pensa que tudo lhes tem de ser proporcionado. É uma geração que não tem no seu vocabulário palavras como "deveres", "obrigações", "trabalho",  "empenho" etc., apenas conhecendo a palavra "direitos".

Por outro lado, as famílias (cada vez mais absorvidas e ocupadas com o seu trabalho e carreira profissional, demitiram-se do seu papel fundamental e crucial como primeira fonte de educação. Assim, remetem para a escola o papel de substituta das suas funções sem que para a mesma transitem nenhum dos poderes de que os pais não querem abrir mão. Assim, as regras com que a escola tem de viver são ambíguas (diferente de ambivalentes) pois têm de ser coerentes com uma diversidade de pressupostos educativos próprios de cada agregado familiar para corresponderem ao democrático chavão de que "a definição do processo de educação dos filhos pertence exclusivamente aos pais".

Para os governos que transformaram as funções da escola numa autêntica aberração, são os pais que têm o direito a decidir se os filhos devem ou não estudar, se devem ou não ter "trabalhos de casa" para conseguir bons resultados ou se, pelo contrário, o melhor é deixar que o Estado castigue o professor porque os filhos dos portugueses, com o consentimento, incentivo ou anuência dos pais, decidem ir ver a bola, assistir ao espectáculo dos U2, ao "Rock In Rio" ou outro evento em vez de ficarem a estudar e a preparar-se para conseguir bons resultados escolares.

Conseguir uma escola heterogénea nas suas funções, formas e normas de educar, é incompatível com uma educação coerente e consequente. Não nos admiremos pois, que da escola saiam cada vez mais cidadãos menos preparados para assumir responsabilidades na sociedade. Muito menos, jovens responsáveis para assumir o seu papel enquanto trabalhadores de uma qualquer empresa senão com a voz sempre pronta a disparar "eu tenho direitos" sem nunca se lembrarem do reverso da medalha, isto é, "eu tenho deveres". É claro que a escola actual não forma o cidadão para ser responsável. Na escola nada lhe acontece, seja ou não um aluno responsável ou um autêntico irresponsável quanto aos seus deveres de estudante ou de respeito pelos seus pares, pelo mobiliário escolar pago com o dinheiro de todos os contribuintes. Depois estranhamos que neste país, quem passe por uma qualquer rua de uma qualquer cidade, não se depare com a degradação dos espaços públicos. Ninguém, é responsabilizado: nem alunos nem as famílias pela destruição que possam causar na escola. Desde cedo se habituam à irresponsabilidade. E este hábito não se adquire de um dia par ao outro. A maior dificuldade da escola actual é ser politicamente correcta para agradar a todos os pais. Sim, porque estes passaram a ter opinião pedagógica e avaliativa sobre os professores. Não duvidem que, quando os cidadãos (sejam trabalhadores, traficantes de droga ou criminosos de sangue) tiverem opinião e decisão sobre os polícias que os multam ou que os prenderam, a sociedade está totalmente condenada ao caos.

 

Foi um passo tremendamente errado colocar pessoas que nada entendem de educação a decidir sobre aspectos da educação dos nossos jovens. E muito maior ainda a participar na avaliação daqueles que, por incapacidade dos pais, são forçados a dar aos alunos o que em casa não têm: regras de comportamento, de respeito pelos pares e pelo bem público e comum. Ser simpático com a diversidade de formas de educar dos mais variados agregados familiares é agora uma das preocupações dos professores, muito mais do que educar para a cidadania. É que é incompatível ser simpático com alguns pais e fazer a apologia e prática da responsabilidade individual.

 

Esta postura do politicamente correcto levou a que as famílias pudessem colocar-se em pontas de pés sobre a escola, ditando regras e formas de agir dos seus intervenientes que, sob a cultura do medo (medo do escândalo, medo de ser penalizados na carreira, medo de criar factos que levem ao aparecimento das escolas na comunicação social) são forçados a deixar que sejam as famílias a decidir sobre a forma como deve ser desenvolvida a educação das suas crianças. Assim, se não querem trabalhos de casa... pois o professor não  pode mandar trabalhos para casa. A criança e as famílias são quem manda... E assim, para além dos ritmos de aprendizagem que são perdidos, são os hábitos de trabalho que ficam por criar desde pequenos. E como lá diz o ditado "de pequenino se torce o pepino!" as crianças passam a jovens e chegam à idade adulta com a garantia de que têm a quem culpar pelo seu fracasso: obviamente (e como apoio dos governos!) os professores.

São as normas legislativas que, em suma, são pouco consentâneas com a criação e desenvolvimento de uma cultura da responsabilidade.

Lembraremos de seguida, o discurso de Bill Gates, o fundador da Microsoft, sobre exactamente o fundamental da educação: a responsabilidade.

 

Eis os conselhos que Bill Gates deu numa conferência que proferiu há pouco tempo numa escola secundária.

São 11 regras simples e claras que os alunos não aprendem na escola porque a sociedade actual não permite aos professores que contrariem o que os meninos trazem como ensinamentos de casa com receio de lhes provocar uns traumas.

Bill Gates começou por dizer que a "política educativa de ‘vida fácil’ para as crianças" tem criado uma

geração que não sabe o que é a realidade, e que esta atitude tem feito com que as pessoas falhem na vida, depois de saírem da escola.

 

Muito conciso (todos esperavam que ele fosse fazer um discurso de uma hora ou mais), falou menos de 5 minutos. O suficiente para, no final do seu discurso, todos o aplaudissem durante mais de 10 minutos! Bill Gates agradeceu o aplauso e, saindo discretamente, deixou o local partindo no seu helicóptero particular.

 

Regra Nº 1

A vida não é fácil. Acostuma-te a isso.

 

Regra Nº 2

O mundo não se preocupa com a tua auto-estima.

O mundo espera que faças alguma coisa útil por ele, ANTES de te sentires bem contigo próprio.

 

Regra Nº 3

Não ganharás € 6.000 por mês, mal saias da escola não serás vice-presidente de uma empresa, com carro e telefone ao teu dispor, sem antes teres conseguido comprar os teus próprios carro e telefone.

 

Regra Nº 4

Se achas que o teu professor é exigente e rude, espera até teres um Chefe. Este, não terá pena de ti !...

 

Regra Nº 5

Vender jornais velhos ou trabalhar durante as férias, não te diminui socialmente.

Os teus avós, têm outra palavra para isso: chamam-lhe oportunidades...

 

Regra Nº 6

Se fracassares, não é por culpa dos teus pais. Por isso, não lamentes os teus erros, mas sim aprende com eles.

 

Regra Nº 7

Antes de nasceres, os teus pais não eram tão críticos como o são hoje. Só ficaram assim por terem de pagar as tuas contas, lavar as tuas roupas e ainda por cima, ouvir-te dizer que são “ridículos". Por isso, antes de “salvares o planeta” para a próxima geração, ao quereres corrigir os erros da geração dos teus pais, tenta é limpar o teu próprio quarto!...

 

Regra Nº 8

A tua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Nalgumas escolas, já nem repetes o ano e dão-te todas as oportunidades que forem precisas para acertares. Bom, isto não se parece em NADA com a vida real...  Nela, se pisares o risco, estás despedido. RUA !!! Por isso, faz tudo como deve ser logo à primeira.

 

Regra Nº 9

A vida não se divide em semestres. Não terás sempre os verões livres e é pouco provável que os outros empregados te ajudem a  fazer as tuas tarefas no fim de cada período.

 

Regra Nº 10

A televisão NÃO É a vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar de ir ao bar ou à discoteca à noite para levantar-se cedo e irem trabalhar.

 

Regra Nº 11

Sê simpático com aqueles a quem chamas de “Betinhos” ou “Copinhos de Leite”. Há uma grande probabilidade um dia vires a trabalhar para um deles...

 

E com estas 11 regras, Bill Gates conseguiu o aplauso dos que o escutavam, significa que até os jovens percebem que deve ser exigida uma  maior responsabilização dos alunos e das suas famílias para que os objectivos que sao cometidos à escola possam ser de facto, alcançados. E que, o fracasso dessas metas seja repartido entre todos e não apenas assacados aos professores que, num contexcto cada vez mais adverso , têm que agradar a gregos e a troianos. Os jovens não são quem pretende o facilitismo. A sociedade do "coitadinho" e do "politicamente correcto" em busca do voto de mais uns milhares de famílias de portugueses é que levou à criação desta cultura de irresponsabilidade.

 

Enfim... Como esta realidade parece não agradar nem a alunos nem a professores. Há pois que ter a coragem de dar um passo qualitativo na educação dos jovens no sentido da assumpção das responsabilidades de cada um nos processos nela envolvidos (de que os governantes teimam em não querer dar o exemplo!).

Esta crise veio colocar a nu as debilidades do sistema e demonstrou que a cultura do facilitismo acaba por voltar-se contra aqueles que pensavam ser os beneficiados com o laxismo. Há, pois, que caminhar para uma verdadeira autonomia das escolas. Há que partilhar e assumir cada um o seu papel. A escola, de ensinar. Os alunos de aprender. As famílias de contribuir apra que o processo seja conduzido de forma coerente com a co-responsabilização de ambos os intervenientes, assumindo cada um dos intervenientes (escola, alunos, auxiliares e professores) a sua quota parte de responsabilidade, tal como num qualquer outro contexto social (como um acidente de viação, por exemplo).

Só assim é possível formar cidadãos respnsáveis capazes de assumir um papel activo e consciente das consequências do seu desempenho na sociedade. Há que deixar que cada um desempenhe o seu papel.

A responsabilidade da educação dos jovens com vista à formação de cidadãos responsáveis deve voltar a ser entregue unicamente a profissionais de educação  e seus coadjuvantes (professores, psicólogos, psicopedagogos, e outros especialistas com formação adequada ao contexto) devolvendo à escola a função de contexto ecológico capaz de preparar cidadãos para uma participação activa e responsável numa sociedade democrática.

publicado por J.Ferreira às 22:46

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Segunda-feira, 30 de Março de 2009

Língua Portuguesa Condenada à Morte pelo Caciquismo Socialista

 


Estamos a ser governados por um grupo dos mais incompetentes socialistas (sem currículo devidamente certificado e adequado à função que desempenham) que se poderia encontrar. Querem exigir dos outros cidadãos a excelência e a competência, andam a certificar as pessoas com diplomas "forjados na internet" em nome das NOVAS OPORTUNIDADES, mas, entre quem nos governa, há quem tenha  o diploma passado a um domingo. Já é tempo das pessoas serem responsabilizadas pelo que fazem...

Chocados com tanta aberração socialista, ao verem até que ponto o caciquismo socialista se está a instalar, dois Conselheiros das Comunidades Portuguesas dos Estados Unidos divulgaram esta carta aberta que, depois de lhe realçar algumas partes, aqui a publicamos na íntegra.

 

"CARTA ABERTA

Por: José Morais e Manuel Carrelo

(Conselheiros das Comunidades Portuguesas dos Estados Unido)

 

Eu, José Morais e Manuel Carrelo na qualidade de Conselheiros das Comunidades Portuguesas dos Estados Unidos, viemos, por este meio, denunciar o desrespeito e a falta de consideração subjacentes às soluções encontradas pelo Governo Socialista para o ensino da Língua e Cultura Portuguesas nos EUA. Depois de grande polémica, gerada em torno da nomeação de dois coordenadores e de um consultor para os EUA, o Governo, ao contrário do que anunciou publicamente, no sentido de que nomearia com base num concurso público, acabou por usar o critério da confiança política. É assim que aos EUA chegam duas novas coordenadoras (Ana Isabel Sousa, colocada na costa oeste desde Setembro de 2007 e Fernanda Costa, a trabalhar na costa Leste desde finais de 2008) e um novo consultor, recentemente nomeado pelo Governo Português, que irá trabalhar no Massachusetts Department of Education, de nome João Caixinha. Como conselheiros, ainda não fomos contactados por nenhum destes elementos, o que nos leva a colocar ao governo português as seguintes questões:

- Qual é a política de língua que o Governo tem para os EUA?

- Qual o vencimento mensal destes três elementos nomeados pelo Governo Português?

- Qual a verba que as coordenações da costa leste e oeste irão receber anualmente?

- Por que motivo o Governo Português nomeou duas coordenadoras com licenciaturas em Inglês-Alemão, ou seja, sem qualquer formação em ensino de Língua Portuguesa no país ou no estrangeiro, quando dezenas de pessoas com formação muitíssimo superior (com mestrados, doutoramentos e pós-doutoramentos em língua portuguesa) manifestaram o seu interesse ao Ministério da Educação em desempenhar este cargo?

- Por que motivo foram escolhidos três elementos sem qualquer trabalho relevante feito na área do Português ao nível de Congressos, investigação, publicações ou docência?

- Por que motivo foi nomeada uma Coordenadora para a Costa Leste, Fernanda Costa, e um Consultor para o Massachusetts Department of Education, João Caixinha, que não conhecem os EUA, o seu sistema de ensino, as comunidades e as escolas portuguesas e norte-americanas?

- Por que motivo veio como Consultor para Massachusetts um senhor que se propõe implementar os standards do Estado em língua portuguesa sem conhecer os standards? Sabe o Governo Português que existe uma Doutora, Carolina Baptista, por acaso parente chegada do Senhor Presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, com uma tese de doutoramento em standards da língua portuguesa no Estado de Massachusetts? Afinal, não é preciso ir buscar um ignorante na matéria para vir para os EUA, como facilmente se comprova.

- Por que motivo as coordenadoras se esforçam em passar a mensagem que estão a criar novas coordenações, quando toda a gente sabe que outros coordenadores já existiram nos EUA e com trabalho digno de registo e que deveria ser respeitado?

- Por que motivo as coordenadoras estão a fazer o levantamento do ensino nos EUA sem darem crédito ao trabalho que a ex-Conselheira fez, pela primeira vez na história do ensino do Português nos EUA, junto das escolas da rede particular e das escolas norte-americanas, e que divulgou nos órgãos de comunicação social deste país e de Portugal em 2004 e 2005?

- Por que motivo o governo português nomeou dois elementos com o mesmo sobrenome para virem desempenhar funções nos EUA? Segundo informação que nos chegou da África do Sul, a Coordenadora para a costa leste é Fernanda Caixinha Costa (sobrenomes de casamentos pelo que apuramos) e o consultor é João Caixinha. Quem nos explica o grau de parentesco entre ambos?

- A serem familiares, como explica o governo este compadrio doentio, tratando-se, ainda por cima, de pessoas com formação irrelevante para a área em que trabalham nos EUA? Basta fazer uma breve pesquisa na internet para percebermos que estes elementos não têm nada a registar, não são especialistas em coisa alguma. A única credencial que têm é serem protegidos do Governo Português. Leva-nos isto a pensar que o destino de ambos será igual ao dos seus antecessores: mudando o Governo em Portugal, serão exonerados, de imediato. E bem merece este governo esta atitude porque não respeitou nem as comunidades nem os compromissos assumidos publicamente sobre a nomeação por concurso público dos coordenadores e consultor para os EUA. Acabou nomeando, com base na confiança política, e o resultado é este.

Temos um trio desqualificado, que nada nos honra, em comparação com as altas credenciais dos Conselheiros para o ensino das outras línguas europeias. É pena que os governos portugueses repitam constantemente os mesmos erros e que gastem desnecessariamente o dinheiro do erário público, quando esse mesmo dinheiro deveria ser utilizado para ajudar a incrementar o ensino da língua portuguesa nas nossas comunidades. Parece-me que existem centenas de pessoas em Portugal e nas comunidades com um perfil muito mais adequado e dignificante para levar avante o trabalho destas coordenadoras e consultor e, quem sabe, por muito menos dinheiro. Material Didáctico e formação dos nossos professores fazem realmente mais falta do que sustentar estas senhoras e senhor, amigos de Secretários de Estado, nos EUA.

As comunidades têm motivos para se envergonhar da decisão do actual governo, depois de vários anos de espera para ver o assunto do ensino resolvido. Tempo foi o que não faltou para agir em total respeito pelos princípios democráticos.  Obrigado.

Manassas, Virgínia,  Fevereiro de 2009

José João Morais – Manuel Carrelo  

Conselheiros das Comunidades"

 

Deixamos ao leitor a palavra... Que cada um veja até que ponto temos caciques no poder ou governantes competentes... Porém, se alguém ocupa altos cargos ainda que  tenha um diploma passado ao domingo, qualquer cidadão ou analfabeto pode ser coordenador da Língua Portuguesa pelas comunidades lusas espalhadas pelo Mundo... Aliás, se o computador que o Governo obrigou os professores a "vender" aos pais por esse Portugal tem como idioma o "Magalhanês"... qualquer incompetente (desde que seja socialista, claro!) pode perfeitamente coordenar o ensino Português pois, dificilmente fará pior... Assim vamos... Comentários para quê...?

publicado por J.Ferreira às 10:45

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Domingo, 4 de Janeiro de 2009

Curriculum Vitae vs Cunha Valente

Qual a diferença entre António Guterres e José Sócrates?

Para podermos ter uma ideia, comparemos a teoria dos concursos públicos para qualquer lugar na Função Pública defendidos pelos Socialistas de António Guterres com a prática dos (pseudo) concursos de hoje praticado pelos Socialistas de José Sócrates no Governo.

Currículum Vitaue versus Cunha Valente? Veja-se, pois, as formas de concurso para admissão na Função Pública em 2 exemplos:

EXEMPLO 1

Diário da República nº 255 de 6 de Novembro 2008:

No Aviso nº 11 466/2008 (2ª Série), declara-se aberto concurso no I.P.J. para um cargo de "ASSESSOR", cujo vencimento ronda os 3500 Euros (700 contos).

Método de selecção:

Na alínea 7:… " Método de selecção a utilizar é o concurso de prova pública que consiste na … Apreciação e discussão do currículo profissional do candidato."

EXEMPLO 2

No Aviso simples da pág. 26922, a Câmara Municipal de Lisboa lança concurso externo de ingresso para COVEIRO, cujo vencimento anda à roda de 450EUR (90 contos) mensais. "…

Método de selecção:

Prova de conhecimentos globais de natureza teórica e escrita com a duração de 90 minutos. A prova consiste no seguinte:

1. - Direitos e Deveres da Função Pública e Deontologia Profissional;

2. - Regime de Férias, Faltas e Licenças;

3. - Estatuto Disciplinar dos Funcionários Públicos.

Depois vem a prova de conhecimentos técnicos: Inumações, cremações, exumações, trasladações, ossários, jazigos, columbários ou cendrários. Por fim, o homem tem que perceber de transporte e remoção de restos mortais. Os cemitérios fornecem documentação para estudo. Para rematar, se o candidato tiver:

- A escolaridade obrigatória somará + 16 valores;

- O 11º ano de escolaridade somará + 18 valores;

- O 12º ano de escolaridade somará + 20 valores.

No final ainda haverá um exame médico para aferimento das capacidades físicas e psíquicas do candidato. Toda esta parafernália para um cidadão se candidatar a um trabalho duro que apenas lhe permitirá auferir um vencimento de 450 €/mês...!

Na linha da excelência tantas vezes exigida a todos por este Governo, creio que lhes falta ainda realizar uma prova de velocidade na abertutra de covas!... Assim, seria admitido aqueles que abrisse a cova com maior rapidez...!  Enfim. Enquanto ao ASSESSOR, que vai auferir 3,500€/mês, apenas precisará de se apresentar a uma entrevista para discutir (sabe-se lá em que termos ou com quem...!) sendo avaliado dependendo a sua admissão do seu CV (Curriculum Vitae ou Cunha Valente?) ao COVEIRO é exigida uma parnafernália de provas para receber 450 €/mês!

 

Vale a pena dizer mais alguma coisa?

Desta forma, este socialismo de plástico (de que José Sócrates é o principal promotor) cavará a cada dia, e cada vez mais funda, a sua própria sepultura.

publicado por J.Ferreira às 20:49

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Sexta-feira, 13 de Junho de 2008

E Vivam Os Irlandeses! Uma Europa de Burocratas

 

Foi em 1973 que o primeiro-ministro irlandês assinou o tratado de adesão à Comunidade Económica Europeia. Um ano antes, 82 por cento dos irlandeses tinham votado a favor.


Uma pergunta se torna imediatamente óbvia:

Que terá acontecido à Europa...?

De facto... Nesta Europa que se queria fazer crer que (re)Nasce em Lisboa, e depois do que recentemente tem acontecido sem que a Europa seja capaz de colocar um travão às grandes empresas (o poder das petrolíferas ataca... os grandes dominam... cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres, os cidadãos europeus já não acreditam nos políticos, estão cansados de ser sacrificados (sobretudo depois da introdução da nova moeda) tornaram-se mais desconfiados... No entanto, só alguns têm a possibilidade de se manifestar como é o caso da Irlanda, um dos poucos países desta Europa que ainda prezam a democracia e não temem seguir o veredicto da consulta popular... Só governantes com cariz ditatorial (como os que temos em Portugal) é que têm medo da consulta popular... Apelam a ela quando lhes dá jeito mas temem-na quando querem amordaçar o povo...
Por isso, o NÃO dos Irlandeses é UMA LUFADA DE AR FRESCO para os portugueses, a quem Sócrates não quis dar voz, ratificando no parlamento, à socapa, este NOVO TRATADO.
Os Portugueses deveriam estar agradecidos aos Irlandeses… Eles SIM… Mais do que o pseudo-socialista Sócrates e seus Amigos do Governo e deputados do Parlamento, os irlandeses obrigam a Europa a reflectir… A falta de democracia em Portugal, foi bem demonstrada quando José Sócrates decide não fazer um Referendo sobre o Tratado Europeu de Lisboa mas, poucos anos antes (claro, por falta de coragem política para legislar e fazer aprovar no parlamento o que depois acabou por ter de fazer pois, dizia-se, era uma promessa eleitoral!...), considera necessária a consulta popular e gasta uns largos milhões aos cofres do Estado (que somos todos nós, os que pagam os seus impostos!) para referendar uma possível alteração à Lei da Interrupção Voluntária da Gravidez (veja Aqui os nossos posts sobre o tema...)

 

E decide fazer aprovar o Tratado de Lisboa no Parlamento, sem a consulta popular passando um atestado de menoridade ao povo, ou de iliteracia porque para ele, esta matéria não está acessível à maioria da população... (A continuar assim este caminhos tortuosos por que está a passar a nossa democracia, um dia ainda teremos referendos só para doutores e engenheiros... ).


Sócrates, de facto, ao ter medo da consulta popular veio demonstrar que este NOVO o Projecto da EUROPA é um PROJECTO que se baseia na DITADURA de uns quantos ELEITOS que não cumprem as suas promessas… O Governo de Sócrates, como tantos outros que o seguiram, foi um dos primeiros a contribuir para se construísse uma EUROPA DA MENTIRA em quem o povo Europeu já não sente confiança. E se mais "Não" foram evitados foi porque referendaram nos Parlamentos sem escutar a população dos mais diversos países... 

Este é o tipo de dirigentes  de que temos de nos livrar… Estes novos democratas (ou antes pseudo-democratas?!)  são oo mesmos que permitem que o povo europeu continue a sofrer com base na maior mentira do século: o aumento do petróleo (com a consequente legitimação do aumento dos combustíveis petrolíferos). Veja com seus próprios olhos e, não se deixe enganar por políticos incompetentes que nem a humildade de António Guterres têm (lembram-se, certamente, do cálculo do valor do PIB quando acabou respondendo aos jornalistas: "façam vocês as contas"!). Que não restem dúvidas: esta é a Europa que permite que os governos continuem a mentir aos cidadãos. Todos os governos sabem muito bem que o dólar é que está a desvalorizar... que hoje compram mais petróleo com menos euros pelo que A SUBIDA DO PREÇO DO PETRÓLEO É UMA MENTIRA.. Veja  Aqui ... ""

E já agora permitam-me que dê aqui um sonante "Viva a Irlanda", um ainda mais forte, "Vivam os Políticos Democratas Irlandeses", um estrondoso "Viva o Povo Irlandês" e... sobretudo que expresse aqui o "Muito Obrigado" de, pelo menos, um cidadão Português.

Tenho dito...    E tu? Que opinas?

 

publicado por J.Ferreira às 17:40

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