Quarta-feira, 17 de Setembro de 2014

Ministra da Educação ou da Prevaricação

 

Os motivos da condenação incluem, segundo o jornal Público "Os 265 mil euros que mandou pagar entre 2005 e 2007 ao advogado João Pedroso eram para que este compilasse toda a legislação portuguesa da área da educação. Mas o trabalho não foi levado até ao fim, e o advogado acabou mesmo por ter de devolver parte do dinheiro - mas só depois de o caso ter vindo a público e se ter tornado um escândalo.  Um manual feito para as escolas no âmbito deste contrato veio a revelar-se “uma pequena obra bastante incompleta, sem originalidade nem interesse prático e contendo informações incorrectas, insusceptíveis de serem assumidas pelo Ministério da Educação”, concluiu o tribunal. Acresce que já ali existiam colectâneas de legislação feitas pelos serviços."

 

São muitos jornais a falar do assunto: Aqui... Aqui... Aqui... Aqui... Aqui... e muitos mais.

 

É triste que os vergonhosos políticos estejam sempre a repetir frases vãs... Dizem sempre  que acreditam na justiça dos tribunais... mas só quando a sentença lhes é favorável...  Já era de esperar... Diz a Ministra: "Foi a minha primeira experiência com a justiça..." (para nós, a primeira condenação, claro!). Mas, já era de esperar esta reacção... Estranho seria que a ministra (condenada) viesse dizer que estava de acordo com a sentença... NUNCA NENHUM CONDENADO O FAZ!  Por isso, como outros prevaricadores, contesta o veredicto dos juízes! Claro... ! Já seria de esperar.

Esta é uma (ex)Ministra da Educação, que diz orgulhar-se do seu desempenho enquanto tal quando sem qualquer crime cometido, condenou milhares de professores ao desterro! Sim. Condenou ao desterro milhares de professores (os melhores, segundo ela, porque os promoveu a titulares!!!) com a divisão da carreira e a criação da absurda (e já, felizmente, revogada!!) categoria de Professor Titular.

Ora, a mesma senhora (diferentemente dos professores que foram por ela condenados sem qualquer julgamento) esteve submetida ao julgamento dos tribunais. E, chamados a pronunciar-se sobre o seu comportamento, condenaram a ex-ministra a mais de 3 anos de cadeia!!!...

E diz-se vítima de injustiça?? Pois bem, minha senhora. Ora, apesar de NUNCA terem praticado nenhum crimepor ordens desta senhora que, enquanto ministra, promoveu a estúpida divisão da careira docente, milhares de professores (como eu!) foram condenados ao desterro por terem sido colocados por esta senhora na categoria de "Professor Titular"... Sim!!!

Apesar de ter sido sempre um dos melhores alunos durante a minha carreira de estudante (e, em todos os cursos que frequentei...!!), fui PREMIADO por esta senhora COM UM CASTIGO!!!

Esta senhora deveria ter VERGONHA do mandato que desempenhou como Ministra... Já diz o povo, A JUSTIÇA TARDA mas NÃO FALTA!

Lá diz o povo que, quem com ferros mata, com ferros morre! Creio que a hora da verdade pode ter chegado! Por muitos belos discursos encantadores, nem a todas as serpentes se encantam com as suas palavras.

 

Ainda há quem diga que esta senhora foi Ministra da Educação??? Com que Educação se educa um país quando a ministra é condenada pela prática que levou a cabo no seu ministério?

 

Foi noticiado pelo Jornal i... E, nós simplesmente, republicamos... SIm, para que os portugueses tenham mais uma oportunidade de reflectir sobre os motivos por que a Educação não pode estar bem em Portugal.

"A ex-ministra lamenta que em Portugal seja possível "usar o sistema de justiça para perseguir pessoas apenas porque exerceram cargos políticos" e promete "continuar a lutar" pela sua "absoluta absolvição"

A ex-ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues considerou hoje que foi condenada pelo crime de prevaricação de titular de cargo público "sem qualquer prova direta", qualificando a sentença de "injusta" e de "enorme gravidade".

Maria de Lurdes Rodrigues foi condenada pelas Varas Criminais de Lisboa a três anos e seis meses de prisão, com pena suspensa e pagamento de 30 mil euros ao Estado, por ter, segundo o coletivo de juízes, beneficiado João Pedroso, irmão do antigo ministro socialista Paulo Pedroso, solicitando-lhe um trabalho de compilação de legislação do Ministério, sem lançar concurso público.

Em posição sobre a sentença, enviada por escrito à Lusa, Maria de Lurdes Rodrigues alega que o trabalho em causa "era necessário" e que as testemunhas ouvidas, incluindo quatro ex-ministros da Educação (dois do governo PS e dois de governo do PSD/CDS) confirmaram a "necessidade e importância" do trabalho encomendado a João Pedroso.

"As decisões por mim tomadas foram legais", diz a ex-ministra, aludindo a um relatório do Tribunal de Contas e a pareceres jurídicos, acrescentando que "não conhecia João Pedroso" e "não tinha com ele relações de amizade profissionais ou outras".

Em seu entender, no julgamento "não houve uma única testemunha nem existe um único documento que indique ter agido com consciência de não cumprir a lei" e considerou que neste caso "houve uma instrumentalização da justiça no âmbito de conflitos político-partidários".

"A argumentação usada pelo Ministério Público na acusação, bem como pelo tribunal durante o julgamento, revelam a existência de preconceitos sobre os políticos, em particular sobre os políticos que exerceram ou exercem cargos governativos".

A ex-ministra lamenta que em Portugal seja possível "usar o sistema de justiça para perseguir pessoas apenas porque exerceram cargos políticos" e promete "continuar a lutar" pela sua "absoluta absolvição".

Também João Pedro e João da Silva Batista, secretário-geral do Ministério da Educação (ME) à data dos factos, foram condenados a três anos e seis meses de prisão, com pena suspensa, pelo mesmo crime. Maria José Morgado, que foi chefe de gabinete da Maria de Lurdes Rodrigues, foi absolvida por "in dubio pro reo" (em caso de dúvida decide-se a favor do réu).

Na leitura do acórdão a juiza Helena Suzano considerou que a adjudicação directa violou as regras da transparência, da livre concorrência do mercado e da defesa do interesse público.

O tribunal considerou que mesmo tratando-se de "serviços de carácter intelectual" deveria ter havido "consulta ao mercado", o que não sucedeu, não tendo a antiga ministra procurado a "solução menos onerosa".

O coletivo de juízes deu ainda como provado que os arguidos "tinham ligação político-partidária ao PS", não querendo com isso dizer que "fossem do PS", mas que tinham "a confiança" dos dirigentes políticos.

Relativamente à adjudicação direta do contrato, um deles no valor de 220 mil euros (mais IVA), o tribunal insistiu que era "exigível" a ida ao mercado e que "o levantamento da legislação em vigor" no ME "não consubstanciava uma tarefa altamente especializada" como a defesa alegou.

A juíza Helena Suzano citou o depoimento de uma testemunha no sentido de que foi "no gabinete da (ex-)ministra que se preparou o projeto do trabalho" adjudicado a João Pedroso e concluiu que os arguidos tiveram "consciência do dolo e da ilicitude" dos factos.

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela agência Lusa"

 

A TVI também falou do caso...

 

A ex-ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues foi, esta segunda-feira, condenada a três anos e seis meses de prisão com pena suspensa, por prevaricação de titular de cargo político.
Maria de Lurdes Rodrigues hoje na TVI24
«Foi cometida uma grande injustiça. Tenho a consciência tranquila», afirmou a ex-governante, à saída do tribunal, garantindo que vai recorrer da sentença porque ficou «muito mal impressionada» com a justiça. Maria de Lurdes Rodrigues argumentou que foi condenada «sem qualquer prova direta» e entende que a sentença é de uma «enorme gravidade».
João Pedroso, irmão do antigo ministro socialista Paulo Pedroso, e João da Silva Batista, secretário-geral do Ministério da Educação à data dos factos, foram também condenados a três anos e seis meses de prisão, igualmente com pena suspensa.
A arguida Maria José Morgado, que foi chefe de gabinete da ex-ministra, foi absolvida.
Os arguidos condenados vão ter ainda de pagar indemnizações ao Estado: Maria de Lurdes Rodrigues e João Batista terão de desembolsar 30 mil euros cada um e João Pedroso 40 mil euros.
Em causa neste processo estava a contratação de João Pedroso, por ajuste direto, para exercer tarefas de consultoria jurídica, a partir de 30 de janeiro de 2007, mediante o pagamento de 220 mil euros (sem IVA), a serem pagos em duas prestações. O trabalho não chegou a ser concluído, mas o advogado devolveu parte das verbas.
À Lusa, tomando uma posição sobre a sentença por escrito, Maria de Lurdes Rodrigues alega que o trabalho em causa «era necessário» e que as testemunhas ouvidas, incluindo quatro ex-ministros da Educação (dois do governo PS e dois de governo do PSD/CDS) confirmaram a «necessidade e importância» do trabalho encomendado a João Pedroso.
«As decisões por mim tomadas foram legais», defende, referindo-se a um relatório do Tribunal de Contas e a pareceres jurídicos. «Não conhecia João Pedroso» e «não tinha com ele relações de amizade profissionais ou outras», alega.
A ex-ministra considera que «não houve uma única testemunha nem existe um único documento que indique ter agido com consciência de não cumprir a lei». Mais: neste caso «houve uma instrumentalização da justiça no âmbito de conflitos político-partidários», atira.
«A argumentação usada pelo Ministério Público na acusação, bem como pelo tribunal durante o julgamento, revelam a existência de preconceitos sobre os políticos, em particular sobre os políticos que exerceram ou exercem cargos governativos».
Maria de Lurdes Rodrigues lamenta que em Portugal seja possível «usar o sistema de justiça para perseguir pessoas apenas porque exerceram cargos políticos» e promete «continuar a lutar» pela sua «absoluta absolvição».

 

E agora...? Bom... Creio que devemos esperar pela chegada (volta) do Partido Socialista ao poder e já veremos como acabará esta coisa toda...!! Se calhar, quem vai pagar o bacalhau é o povo e nem o vai saborear... Afinal, o povo português já há anos que aperta o cinto e está cada vez mais habituado a "águas de bacalhau"!!!

 

publicado por J.Ferreira às 00:49

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Sexta-feira, 21 de Março de 2014

Quem Vive Acima das Possibildiades do País?

O QUE AQUI SE COLOCA ESTÁ DISSEMINADO PELA REDE. POR QUE MOTIVO NINGUÉM FALA DISTO?

 

Caso tenham dúvidas é só consultarem a Resolução da Assembleia da República n.º 138/2012 (D.R., 1.ª Série, n.º 222, de 16/11/2012) relativamente ao Orçamento da Assembleia da República para 2013 e a Resolução da Assembleia da República n.º 152/2013 (D.R., 1.ª Série, n.º 226, de 21/11/2013, relativo ao Orçamento da Assembleia da República para 2014.

 

Ninguém na Assembleia da República, da direita à extrema esquerda, contestou. É ou não possível haver unanimidade? É sim, senhor: foram eles os beneficiários! A notícia é verdadeira e vem no Diário da República. Em situações limites, há unanimidade. Ai não?!

 

O orçamento para o funcionamento da Assembleia da República foi já aprovado em 25 de Outubro passado, fomos ver e notámos logo, contudo já sem surpresa, que as despesas e os vencimentos previstos com os deputados e demais pessoal aumentam para 2014.

 

Mais uma vez, como é já conhecido e sabido, a Assembleia da República dá o mau exemplo do despesismo público e, pelos vistos, não tem emenda.

 

Em relação ao ano em curso de 2013, o Orçamento para o funcionamento da Assembleia da República para 2014 prevê um aumento global de 4,99% nos vencimentos dos deputados, passando estes de 9.803.084 ? para 10.293.000,00 ?.

 

Mais estranho ainda é a verba relativa aos subsídios de férias de natal que, relativamente ao orçamento para o ano de 2013, beneficia de um aumento de 91,8%, passando, portanto, de 1.017.270,00 ? no orçamento relativo a 2013 para 1.951.376,00 ? no orçamento para 2014 (são 934.106,00 ? a mais em relação ao ano anterior!).

 

Este brutal aumento não tem mesmo qualquer explicação racional, ainda assim fomos consultar a respetiva legislação para ver a sua fórmula de cálculo e não vimos nenhuma alteração legal desde o ano de 2004, pelo que não conseguimos mesmo saber as causa e explicação para tanto..

 

Basta ir ao respetivo documento do orçamento da Assembleia da República para 2014 e, no capítulo das despesas, tomar atenção à rubrica 01.01.14, está lá para se ver.

 

Já as despesas totais com remunerações certas e permanentes com a totalidade do pessoal, ou seja, os deputados, assistentes, secretárias e demais assessores, ao serviço da Assembléia da República aumentam 5,4%, somando o total ? 44.484.054.

 

Os partidos políticos também vão receber em 2014 a título de subvenção política e para campanhas eleitorais o montante de ? 18.261.459.

 

Os grupos parlamentares ainda recebem uma subvenção própria de 880.081,00 ?, sendo a subvenção só para despesas de telefone e telemóveis a quantia de 200.945,00 ?.

 

É ver e espantar!

 

 

 

publicado por J.Ferreira às 15:30

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Segunda-feira, 27 de Maio de 2013

Justiça Portuguesa Sem Olhos Vendados

   
Durante muitos anos, a justiça era simbolizada por uma mulher com olhos vendados segurando uma balança na mão... Porém, com a chegada da democracia, até o símbolo mudou. A justiça passou a aparecer com os olhos bem abertos...
Isto significa que, até há alguns anos, a justiça ainda tinha a pretensão de ser cega, se não na prática (já que quem tinha bons advogados, sempre se safava melhor... chegando-se ao ponto de cometendo o mesmo crime ou reclamando o mesmo direito, uns cidadãos conseguiam obter uma sentença favorável, e outros não!), pelo menos na teoria a justiça tentava ser cega, equitativa, igualitária...
Num Estado de Direito Democrático, a justiça tinha a obrigação (inclusivé, moral!) de ser isenta, alheia à pressão ou influência do estrato social de origem das famílias, em suma, não distinguia os ricos dos pobres. Porém, a prática que se tem assistido da aplicação da justiça, tal parece-nos cada vez mais inexequível dados os buracos deixados por governantes que, dessa forma (deliberadamente?) se tornam "cumplices" dos criminosos.
Nos últimas décadas, Portugal viu chegar dinheiro a rodos da Europa a troca de cedências económicas quanto aos direitos que Portugal possuía, seja na agricultura, seja na pesca ou na indústria. Aos poucos, o dinheiro foi passando do Estado para as mãos de uma minoria cuja fortuna subia a saltos de gigante e sem fundamento explicável por trabalho ou ganhos de produtividade.
Ao contrário, o povo ficava cada vez mais pobre. Até houve quem (corajosa ou cobardemente) cometesse uma atrocidade (acto falhado) verbalizando uma promessa, se não corajosa (leia-se "abstrôncia"!), no mínimo, foi original: fazer de Portugal um país mais pobre...
Enfim... hoje estamos como estamos porque temos o Portugal que merecemos. Os nossos (des)governantes foram eleitos pelos portugueses! Não pelos finlandeses...! E, mesmo assim, afundando o país, o povo voltou a dar-lhes o direito a (des)governar o país nas legislativas de 2009. 
Perante isto, que podemos esperar? Obviamente, que a justiça comece a actuar e que sejam responsabilizados todos os que contribuiram apra afundar o país! Sim... Porque, até ao momento, ninguém foi nem está a ser responsabilizado pela crise... E a culpa da desgraça não pode ser atribuída aos pobres... Muito menso, voltar a morrer solteira uma vez mais! E não serve buscar bodes expiatórios como se está a fazer acutalmente entre os funcionários públicos que (de livre vontade ou porque não tinham alternativa!) sempre pagaram  os seus impostos com a retenção na fontre pelo próprio estado equ é o seu patrão.  Na América (que tantoas criticam!) isto já estaria resolvido...!
Como limpar a sociedade? Suimples. Obrigar quem se enriqueceu sem explicação plausível na declaração de rendimentos, a devolver tudo o que fez subir a sua fortuna desde o tempo em que ainda não tinham ocupadoc argos ministeriais.
Os políticos portugueses (que afundaram o país!) que expliquem na justiça, como é que, com os salários insuficientes que tinham (assim os consideram para explicar os aumentos que decretaram para si próprios em mais de 40%)  conseguiram duplicar (triplicar ou até quadruplicar!) as fortunas durante os poucos anos que estiveram a exercer os tais cargos públicos (de nomeação política) que eram tão mal remunerados.
É pena que a JUSTIÇA não faça "Justiça" à palavra JUSTIÇA.
Durante muitos anos, a justiça era simbolizada por uma mulher com olhos vendados segurando uma balança na mão... Porém, com a chegada da democracia, até o símbolo mudou. A justiça passou a aparecer com os olhos bem abertos...
Isto significa que, até há alguns anos, a justiça ainda tinha a pretensão de ser cega, se não na prática (já que quem tinha bons advogados, sempre se safava melhor... chegando-se ao ponto de cometendo o mesmo crime ou reclamando o mesmo direito, uns cidadãos conseguiam obter uma sentença favorável, e outros não!), pelo menos na teoria a justiça tentava ser cega, equitativa, igualitária...
Num Estado de Direito Democrático, a justiça tinha a obrigação (inclusivé, moral!) de ser isenta, alheia à pressão ou influência do estrato social de origem das famílias, em suma, não distinguia os ricos dos pobres. porém, a prática que se tem assistido da aplicação da justiça, tal parece-nos cada vez mais inexequível dados os buracos deixados  por governantes que, dessa forma (deliberadamente?) se tornam "cumplices" dos criminosos.
Nos últimas décadas, Portugal viu chegar dinheiro a rodos da Europa a troca de cedências económicas quanto aos direitos que Portugal possuía, seja na agricultura, seja na pesaca ou na indústria. Aos poucos, o dinheiro foi passando do Estado para as mãos de uma minoria cuja fortuna subia a saltos de gigante e sem fundamento explicável por trabalho ou ganhos de produtividade.
Ao contrário, o povo ficava cada vez mais pobre. Até houve quem (corajosa ou cobardemente) cometesse uma atrocidade (acto falhado) verbalizando uma promessa, se não corajosa (leia-se "abstrôncia"!), no mínimo, foi original: fazer de Portugal um país mais pobre ...
Enfim... hoje estamos como estamos porque temos o Portugal que merecemos. Os nossos (des)governantes foram eleitos pelos portugueses... não pelos finlandeses...! E, mesmo assim, voltaram a ganhar... 
Que podemos esperar hoje? Que a justiça comece a actuar. Até ao momento ninguém foi nem está a ser responsabilizado pela crise... Na América (que tantos criticam!) isto já estaria resolvido...! Em Portugal temos o que merecemos: uma justiça que nunca chega!  Veja-se o que a VISÃO publicou (orginal aqui!).
1 - Estado compra dívida

Em março de 2012, a sociedade veículo Parvalorem, que depende do Ministério das Finanças e gere os "ativos tóxicos" do BPN, aceitou adquirir os terrenos de Oeiras, 44 hectares, ao fundo Homeland, extinguindo, assim, uma dívida deste fundo ao BPN, no valor de 53 milhões de euros. O fundo, constituído a 13 de setembro de 2007, por Pedro Lima, filho de Duarte Lima, e Vítor Raposo, conseguiu um crédito do BPN até 60 milhões de euros para adquirir 35 terrenos com potencialidade de urbanização, após alterações de uso dos solos.

2 - Burla?

Duarte Lima baseia a sua defesa no valor atribuído pela Parvalorem: se os terrenos da polémica foram suficientes para extinguir a dívida resultante do financiamento (do BPN ao Fundo Homeland), então, não existe burla, porque nenhuma das instituições saiu "prejudicada", lê-se, no documento jurídico assinado pelos advogados de Duarte Lima. "O BPN não foi burlado nem enganado, porque estava por dentro de todos os detalhes da operação imobiliária, analisou-a, validou-a autonomamente pelos seus especialistas da entidade gestora dos fundos imobiliários, confirmou a validade dos seus pressupostos junto de entidades externas e quis, ele próprio, ser parte no projeto de investimento, com 15% de participação." 

3 - O filho

Apesar de ser acionista do fundo Homeland, Pedro Lima, o filho de Duarte Lima, não teve nenhum papel de relevo nesta intrincada operação imobiliária, garante o documento: "Ele nunca soube nem da totalidade dos factos nem dos pormenores dos negócios do seu pai, como é o caso da relação com o BPN e o Homeland ou da relação com a Montenegro Chaves [a casa de câmbios referenciada no processo Monte Branco, a partir da qual eram enviadas quantias para a Suíça, matéria investigada no caso Monte Branco]. E só agiu em tais assuntos estritamente sob instruções casuísticas do seu pai, em atos isolados." Pedro Lima, recorde-se, era titular de 42,5% das ações do fundo Homeland, a mesma percentagem que detinha Vítor Raposo. O BPN tinha 15 por cento. 

4 - O BPN

Além de participar no fundo e de conhecer toda a operação imobiliária, o BPN dá, ainda, outro argumento à defesa de Duarte Lima. Nenhum dos seus quatro presidentes - Oliveira Costa, Abdool Vakil, Miguel Cadilhe e Francisco Bandeira - apresentou queixa contra o ex-deputado. "É estranho que o 'pretenso burlado', o BPN, nunca se tenha sentido burlado", resume fonte da defesa. O mesmo se passa, garante-se no documento da defesa, em relação ao sócio Vítor Raposo: "Domingos Duarte Lima e Vítor Raposo têm vários negócios e contas recíprocas (...). O Ministério Público viu uma ou duas árvores da floresta e concluiu muito errónea e precipitadamente no sentido da existência de três crimes públicos, que efetivamente nunca ocorreram."

5- Obras de arte e ações

"Domingos Duarte Lima investiu em arte com dinheiro próprio", garante a defesa. Quanto às ações da Sociedade Lusa de Negócios (SLN), compradas e vendidas pelo acusado (ao seu sócio Vítor Raposo), a crise financeira de 2008 e a nacionalização do banco explicam o rombo. "Depois e decorrido mais de um ano e meio sobre essa venda, o BPN entrou em colapso financeiro, foi nacionalizado, e a crise da dívida soberana portuguesa levou a grandes perdas nas ações do setor bancário. Tudo isso era imprevisível para Domingos Duarte Lima que, aliás, sofreu prejuízo superior ao de Vítor Raposo nas ações SLN. A SLN, que mudou de designação e hoje se chama Galilei, ficou, no entanto, ainda com um vasto património e tem um valor muito significativo. Que se saiba, Vítor Raposo ainda conserva as ações sob o seu domínio." 

6 - Testemunhas

O julgamento, que começa na próxima terça-feira, 28, conta com 64 testemunhas de defesa arroladas por Domingos Duarte Lima e pelo seu filho Pedro: Rui Veloso e os sociais-democratas Rui Gomes da Silva e Correia de Jesus, os quatro ex-presidentes do BPN (Oliveira Costa, Miguel Cadilhe, Abdool Vakil e Francisco Bandeira), o advogado Germano Marques da Silva e o ex-gestor de conta suíço Michel Canals, que é um dos principais arguidos no processo Monte Branco cujas investigações se cruzam com algumas das matérias deste caso Duarte Lima/BPN. Foi através da Montenegro Chaves, empresa de câmbios, que Duarte Lima entregou a Francisco Canas diversos cheques para serem depositados em contas no banco suíço UBS.



publicado por J.Ferreira às 12:38

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Quarta-feira, 6 de Março de 2013

Vítimas da Incompetência

Professora vítima da incompetência de quem, com as suas leis, implementa, promove, incentiva ou permite o laxismo e irresponsabilidade dos jovens.

Sim... Para certas coisas (quando convém aos governos) consideram os jovens como entes dotados da capacidade de assumir as suas responsabilidades ainda que para as mesmas não tenham a mínima formação (como é o caso de representantes em órgãos de gestão das escolas ou de avaliação do processo educativo (incluindo dos seus intervenientes) desempenhando o seu papel com uma total e assustadora ausência de competência. Com efeito, contrariamente a um professor que só consegue que lhe dá o lugar como docente da escola após ter passado vários anos estudando e prestando provas de competência científica e pedagógica (até obter a licenciatura), o direito do aluno a ter um  "representante" (tão falaciosamente apregoado como necessário e democrático à sustentação desta sociedade cada vez mais podre...) é conquistado por eleição e como tal, não tem qualquer exigência no que respeita a conhecimentos e competências da  mais diversa natureza (científicos, pedagógicos ou didácticos...) tendo, infelizmente, conduzido à inversão do papel do professor: de avaliador de alunos passou a avaliado pelos alunos. 

 

Vem este texto a propósito de uma denuncia que recebemos via email. Não tendo a possibilidade de verificar a sua veracidade, apenas a publicamos como texto para levar a uma necessária reflexão:

Que geração de irresponsáveis estaremos a formar?

Estaremos a formar uma estirpe social com um conjunto de valores (os da irresponsabilidade!!!) correspondente aos que demonstraram alguns dos nmossos políticos que obtiveram formação superior?

Será que a máxima popular "água mole em pedra dura tanto bate até que fura" vai passar a ser a norma que condizirá à obtenção de êxito escolar o que é bem diferente de êxito educacional (sucesso educativo) já que de sucesso no sentido de êxito... é o que parece não haver...

Cada vez estamos a formar mais irresponsáveis, à semelhança dos políticos que nos vão tocando na rifa (mentindo sempre na campanha eleitoral e nunca sendo responsabilizados com perdad ded mandato por essas mesmas mentiras...!).

 

Cremos que o país está a padecer de uma postura mais responsável  e ética dos governantes, dando o exemplo de responsabilidade que seria de esperar e que os cidadão têm o direito pois para elegem representantes para cumprirem com o programa que apresentam na campanha eleitoral.


Num mundo da informação, não vale a nenhum deputado de nenhum partido nem a nenhum candidato à governação do país, argumentar com "não sabíamos como o país estava!". Tretas... !!!

Que fazem os deputados no Parlamento? Discutem o sexo dos anjos...? O casamento homossexual? E... para quê? Para deixarem que as crianças, que nenhuma culpa têm de ter quem têm no governo, sucumbam à fome ?

Triste país.... 


 

Por fim, aqui vos deixo o desabafo que chegou por email. Nele não estão identificados os intervenientes pelo que, mesmo que tal seja uma ficcção, vale a pena ler para que estejamos mais alerta...

 

 

Bom dia

Após contacto telefónico para denunciar uma agressão numa escola,  foi-me solicitado que vos contatasse por este meio. Assim, e enquanto  professora e cidadã passo a relatar o acidente/agressão de que fui  vítima. Sou professora numa escola, em Setúbal e, na passada segunda  feira, dia 25 de fevereiro, um aluno de uma turma de 9º ano retirou,  sem o menor ruído e sem que quase ninguém se apercebesse, de  propósito, a porta da sala de aula dos encaixes, pelo que a mesma  ficou encostada à parede, dando a noção de que estava aberta  normalmente.

Quando me dirigi para a porta com o intuito de a fechar (convém  salientar que é uma porta pesadíssima), a mesma caiu-me sobre o lado  direito do corpo. Se não fosse um aluno estar junto a mim e tivesse  sustentado a sua queda total, teria, certamente, ocorrido uma  tragédia. Chamei funcionários e um elemento da Direção da escola para  testemunharem a ocorrência e foram necessárias quatro pessoas para  voltar a colocar a porta nos encaixes. Como no momento, e com o susto,  nada parecia ter-me magoado, continuei a dar aulas até às 18:30h.

Já no carro, durante o trajeto de Setúbal para Almada, comecei a  sentir tonturas, dores no lado direito do corpo; um formigueiro e  dores na cabeça, vista, ouvido e pescoço, pelo que me dirigi às  urgências do Hospital Garcia de Orta, na área da minha residência.

Permaneci durante seis horas nas urgências, onde me foram realizados  exames, nomeadamente uma TAC e diversos RX que diagnosticaram um  traumatismo craneano sem lesões internas graves e hematomas na cabeça.

O resto do corpo apenas está dorido e com nódoas negras (face, braço e  anca). Contudo, e sem "pieguices" (como diria o nosso Passos), eu  poderia ter morrido, se a queda da porta não tivesse sido apaziguada.

E se caísse em cima de um aluno e o matasse? A responsabilidade;  negligência; leviandade; processo disciplinar e, quiça, despedimento  por justa causa seriam imputados a quem? Ao professor. Todos lavariam  as mãos qual Pilates... Quem me indeminiza pelos danos de saúde de que  padeço há três anos por ter ido parar a esta escola por um engano,  omissão, incompetência...? O que irá acontecer a estes alunos que já  cometeram inúmeras infrações graves e continuam nas escolas como se  nada fosse? Sim, é que o IFP que, supostamente, "acolhia" estes alunos  não os aguentam e estão a enviá-los para as escolas novamente...

Surreal; irónico; subversivo.... não acham??

  Gostaria que o meu caso fosse divulgado, não por ser mais um, mas por  ter podido ser mais um, isto é, daqueles que são omissos por medo de  represálias de vária ordem e/ou proveniência. Para além disso, segundo  o MEC, os alunos, agora, após o Novo Estatuto do Aluno, têm, na  teoria, punições graves. Contudo, na prática, e se forem menores,  cometem delitos que põem em risco a integridade física e moral dos  seus pares, assobiando impunemente, como se nada se passasse, uma vez  que não têm a mínima consciência da consequência dos atos que cometem,  mas sabem, porém, que nada lhes acontece de efetivo. Nem os pais nem  os alunos são responsabilizados pelos danos humanos e materiais que  despoletam e as escolas e respetivas direções veem-se de mãos atadas,  perante leis algo perversas. Como é que um Diretor pode penalizar um  aluno como ele merece e de acordo com o delito que comete, sabendo  que, muitas das vezes, a família sobrervive "à conta" do rendimento de  inserção se o menino não prevaricar? O que pode fazer um professor  perante um caso "banal" destes? O que pode fazer a Direção de uma  escola? O que pode fazer o MEC? O que pode fazer a sociedade? O que  (se) pode fazer (de) Portugal? Come-se e cala-se com medo? Enterra-se  a cabeça na areia e assobia-se para o lado, enquanto não for connosco  e é com o colega? Espera-se que morra alguém a quem se tecerá  hipócritas elogios na hora da partida? Por que motivo oiço todos os  professores a queixarem-se no fundo das suas olheiras, diariamente, de  tudo e todos, que se arrastam literalmente por não aguentarem mais a  exaustão, a (o)pressão e o medinho, mas no momento de dar a cara, de  falar, de confrontar, de estender a mão a um colega, se encolhem,  efiando a cabeça no seu umbigo cobarde e individualista, como quem  pensa "não é nada comigo; o melhor é não me misturar...". Até, um dia,  lhe tocar a si ou aos seus. A desunião e o medo não fazem a força. A  cobardia não deverá ser o nosso lema. O país e a sua soberania  dependem de um ensino e de uma educação, onde se estejae seja tratado  com dignidade para que o brio e a motivação por dar/fazer mais e  melhor venham ao de cima. É o lema de muitas empresas, até já em  Portugal, note-se com estranheza...

  Este é mais um desabafo de uma professora maltratada, que faz 80  quilómetros para ir trabalhar, gastando cerca de 250 euros/mês em  gasóleo e portagens, sem quaisquer ajudas de custo, como tantos que  tanto se queixam e, no entanto, as auferem; a quem retiraram cerca de  200 euros para acertos, no mês de fevereiro; que está congelada (a  todos os níveis) há cerca de 8 anos; que vê contratados a serem  colocados como efetivos, passando à frente dos seus 20 anos de  serviço, porque o MEC decidiu oferecer mais um presente envenenado a  600 contratados, atirando areia para os olhos de todos, e passando, ou  melhor, tentando passar, um atestado de debilidade mental aos  professores e cidadãos portugueses, subestimado a sua inteligência. E  os professores de quadro que estão há anos longe de casa e das suas  famílias, gastando o que já não têm: saúde; esperança e dinheiro??

Resta a frustração e ir trabalhar com dores; malas com rodinhas; com  depressões ou cancros. Também, quantos mais morrerem melhor, certo??

  Não vou cantar a Grândola Vila Morena, porque não estou em condições  físicas para o fazer, mas conto com a divulgação deste texto ou caso  (como melhor entenderem fazer), visto serem uma entidade respeitadora  da liberdade de expressão dos portugueses e que, indubitavelmente,  lhes servem um excelemnte serviço público.

publicado por J.Ferreira às 12:42

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Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2013

Os perigos da União Europeia

É assustadora a forma como a crise atinge uma cada vez maior fatia de cidadãos. Mas o futuro não ficará apenas por um cada vez maior "aperto do cinto". Depois de passar fome, por que amarguras  terão de passar os portugueses? 

Nota: Para ver as legendas, escolha o ícone que aparece na barra de navegação do vídeo semelhante a um "envelope"

 

É Urgente uma sublevação popular contra os poderosos que apenas querem fazer negócio e explorar os que passam a vida a lutar pelo "pão de cada dia".

Eles são muito pior do que abutres! E já não se contentam com "comer tudo".

Eles querem "beber tudo"...! Matar o povo à sede...!

 

Até quando poderá o Zé Pacóvio manter-se calmo e sereno com tamanhas e tão subreptícias atrocidades aos diereitos humanos?

 

Pergunta final:

Até que ponto os seres humanos terão direito a viver na Terra?

 

publicado por J.Ferreira às 11:09

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Sexta-feira, 14 de Dezembro de 2012

Novas Formas de Escravatura

 

O país está a saque... E os professores que aguentem com todas as descargas!

Porém, ainda que (como bem diz o povo) "enquanto o pau vai e volta, folgam as costas...", meus caros leitores, os professores já não suportam mais esta perseguição sistemática... Estão fartos de levar porrada! Temos as costelas todas quebradas... Já não há mais por onde bater...

Por isso, há que obrigar os que saquearam o país a devolver o que levram ilegitimamente.

Basta, senhores (des)governantes de fazer dos professores o bode expiatório de todos os males que foram causados pela incompetência dos políticos.

Foram os (des)governantes que enterraram Portugal... Não queiram agora fazer dos professores o bode expiatório.

Para trabalhar com alunos nos dias de hoje faz falta imensas horas de preparação e programação de actividades. Acrescem as reuniões frequentemente são agendadas para discutir o sexo dos anjos... Os professores são trabalhadores: não são missionários. Os professores têm família. Os seus filhos também têm direito a ter o mínimo  de atenção dos seus progenitores (hoje não é possível dar-lhes mais!).

Que querem os políticos? Levar os professores ao suicídio social?

 

Parem de massacrar os professores... Não suportamos mais tanta injustiça, tanta pancada...

Busquem os culpados e obriguem-nos a devolver o que levaram...

Não interessa processos judiciais que dão todos em "águas de bacalhau". E, de nada serve também meter estes "senhores" (para não lhes chamar outra coisa!) na prisão.

Exijamos a devolução do que levaram indevidamente... Exijamos a anulação de todas as parcerias defraudadoras que servem para os ex-políticos manterem ordenados chorudos em empresas que eles criaram para garantirem a criação, manutenção e/ou ampliação das suas fortunas à custa do povo trabalhador. Por muito menos crucificaram Cristo!

Desde 2006, com a chegada de Maria de Lurdes Rodrigues não pararam de dar paulada aos professores. Estamos cansados de levar paulada. Basta...!

Foi o trabalho dos incompetentes (com ordenados de "profissão de desgaste rápido" porque gastam rapidamente as economias que o povo faz com enormes sacrifícios!!!) que conduziram a política económica nacional e nomearam administradores de empresas públicas, criaram parcerias público-privadas que proliferaram (sobretudo nos governos de Sócrates!) que levou ao (des)governo total do país. Sócrates tinha prometido e conseguiu cumprir: fazer da sua legislatura a Tempestade Perfeita. E Conseguiu!

E agora? Que fazem os que lhe seguiram? Qual o remédio que têm para sacar o país da crise? Dar paulada nos professores? Afinal, aqueles que nenhuma culpa têm (porque nada fizeram para afundar o país!) são os que vão pagar a crise? Como? Então, a solução é dar paulada nos professores?

 

Senhores governantes! Os professores não são os culpados da crise. Muito menos os seus alunos! Não foram eles que criaram a empresa "Parque Escolar" que esbanjou dinheiros em meia dúzia de escolas que ficaram lusuosamente apetrechadas enquanto outras mantêm os seus equipamentos num nível terceiro-mundista! Não foram nem os alunos nem os professores que fizeram nenhuma das parcerias (como a das auto-estradas e SCUT's ) que afundam dia a dia e cada vez mais o nosso país!

Se os senhores políticos (deputados e governantes) tivessem feito bem o seu trabalho como o exigem aos professores (e estes, limitando-se a cumprir ordens e programas e como tal obedecendo a ordens que ora os mandam para a esquerda ora para a direita, ora que sigam um curriculo na vertical ora na diagonal!) e governado bem a "coisa pública" defendendo acima de tudo o interesse nacional (como os professores defendem os alunos!) estaríamos seguramente numa situação bem mais confortável economicamente.

 

Se em vez de esbanjarem os dinheiros públicos, estes políticos (maníacos do luxo que mudam de carros oficiais porque não são eles que os pagam enquanto os professores se têm de deslocar às suas custas (seja em transporte público ou em viatura própria, assumindo todos os gastos de combustível, manutenção, reparação, seguros... etc, para servir os alunos) se preocupassem por gerir efectivamente os dinheiros públicos como se fossem os seus bens, não teríamos chegado ao descalabro económico a que chegamos.

Dizem que com as suas medidas colocam sempre "o interesse comum" ou "o interesse nacional" acima dos interesses partidários. Mentira.

Se tivessem feito uma boa gestão dos dinheiros públicos, não tínhamos chegado ao ponto a que chegamos... No entanto (há que o relembrar!) houve algo que Sócrates prometeu  (sem estar em campanha eleitoral) e cumpriu-a.

 

Assim, os políticos não colocaram os interesses dos partidos à frente dos interesses nacionais. O que colocaram à frente dos interesses nacionais foram os interesses pessoais (e das suas famílias e famílias políticas). Assim se explica que os partidos continuem pobres e a necessitar de explorar ainda mais o povo.

Basta ver a quantia que consta do Orçamento de Estado para a campanha das autárquicas... Só partidos pobres e miseráveis necessitam destas ajudas do Estado.

 

Aos professores apelo: deixem-se de lutar contra os Sindicatos! Deixem-se de criticar os sindicalistas... Não foram os professores que afundaram o país. E, mesmo que existam elementos destacados pagos pelo erário público, o que se gasta comparado com a campanha eleitoral, é irrisório! Aliás, os sindicatos desempenham uma função que seria necessária assegurar pelo Estado (como a informação aos professores que teria de ser prestada pelos serviços da Administração Educativa e também ao nível da Formação Contínua!) e como tal, tão nobre quanto a dos elementos dos partidos que são pagos com o erário público.

A campanha a que assistimos contra os sindicatos tem cheiro a conspiração. Atacar para desvalorizar e extinguir... No entanto, meus caros, os sindicatos têm uma função social na defesa dos seus trabalhadores. E os partidos não. Os dinheiros gastos na maioria dos partidos servem apenas para defender os poderosos. Essa é que é a verdade, nua e crua. E compreende-se: são os poderosos que lhes poderão garantir trabalho e ganhar a vida (com ordenados chorudos!) quando  deixarem o Parlamento (ou os cargos políticos para que foram nomeados).

 

Aos professores deixamos a seguinte mensagem para reflexão:

Os partidos absorvem do Orçamento do Estado milhões de euros para serem gastos em campanhas eleitorais inúteis para o povo. O que pode mudar no parlamento é a origem dos deputados. De resto, eles serão sempre em número mais que suficiente (sejam de que quadrante forem!) para usurpar ao povo o seu contributo em impostos... E as eleições repetem-se ciclicamente...! Pagaremos sempre para estes senhores gastarem em cartazes... Afinal, por quanto fica (em média) um deputado eleito aos contribuintes portugueses?

Ora bem... Se dividirmos dinheiro que sai do Orçamento de Estado pelo número de deputados que acresce a cada partido como resultado do acto eleitoral descobrimos que estamos a esbanjar periodicamente milhoes de euros pois muitos partidos apenas aumentam um ou 2 deputados e outros até os perdem... E pagamos para que estes senhores nos enganem com promessas que sabem que depois não podem cumprir.

Enfim... Pagamos para ser enganados. Os partidos, para desenvolverem as suas campanhas eleitorais e apelarem ao voto (seja em cartazes ou noutras formas de campanha, incluindo as viagens, dietas, etc...!) usam dinheiros públicos que retiram (legalmente, por leis que eles fizeram e aprovaram!) dos cofres do Estado (que diz não ter dinheiro para aguentar uma educação de qualidade de nos corta o subsídio de férias e sobretudo, o de Natal que efectivamente constitui um mês de salário confiscado pois este pretenso subsídio corresponde aos dias não pagos nos meses que têm mais de 20 dias úteis, isto é, 4 semanas de trabalho, consideradas de segunda a sexta-feira) fica por um valor descomunal...! Bom... como dizia Guterres, "façam vocês as contas"!

 

E o pior (que nem interessa falar!) é que os partidos gastam milhoes em campanha eleitoral para aumentarem (ou até reduzirem!) ciclicamente o número de deputados. Mas o cômputo  gloal de deputados na Assembleia mantêm-se. Ou seja: fica tudo na mesma. Com a disciplina partidária, não há liberdade de voto de nada nos serve mudar pois seguiremos pagando para que nmos cobrem cada vez mais impostos...

 

Aos políticos não se nos apraz nenhuma outra mensagem senão esta:

Sejam bons gestores da "coisa pública". Assumam os erros das vossas medidas... E se não se sentem capazes de governar, por favor, tenham vergonha e demitam-se... e deixem que o façam profissionais (como em Itália!). Basta de afundar o país e de buscar bodes expiatórios (como os professores) para crucificar pelos vossos erros... Estamos fartos...

publicado por J.Ferreira às 13:25

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Quarta-feira, 27 de Junho de 2012

E tudo graças ao novo emigrante: Sócrates!

O Diário Económico intitula a notícia: "Emigrantes não enviavam tanto dinheiro para Portugal desde 2002".

Na verdade, a crise a que nos conduziram os políticos (des)governantes tremendamente incompetentes que o povo português colocou à frente dos destinos do país está a obrigar a emigrar cada vez mais portugueses. Segundo a notícia, "o aumento da emigração já se faz sentir desde há três ou quatro anos, período em que estima terem saído 80 mil a 100 mil portugueses por ano do País".

Porém, a explicação que é apresentada neste jornal contrasta com o afirmado pelo Secretário de Estado Cesário. Este explicou de forma ridícula este aumento do dinheiro que entrou no nosso país e que é aqui referido como remessas dos emigrantes.

Com efeito, afirmou que os emigrantes portugueses continuam a acreditar no país. Ora, meus caros, se os emigrantes continuam a acreditar no país não é porque tenhamos um Secretário de Estado das Comunidades que pugne por isso. De facto, as suas medidas acabam por penalizar os emigrantes que afinal não tão ingratos com a pátria como este senhor é com os seus emigrantes. Este foi o que lhes retirou os professores que lhes leccionavam a língua portuguesa. Este foi o que lhes quer impor o pagamento de 120 euros para que os filhos possam ter um professor de Língua e Cultura Portuguesa.

Este governante deveria pensar nos rios de dinheiro (que se gastam ou se gastaram com nomeados) para organizar e implementar os cursos de LCP. Quanto dinheiro não voltará a ter de se gastar para que se possa protocular de novo os cursos nas escolas desses países, diríamos que passamos o tempo a fazer como os trabalhos nas ruas de Portugal: vêm os canalizadores dos esgotos e abrem e fecham buracos, no dia seguinte vêm os da energia, voltam a abrir e a fechar, depois vêm os da tv por cabo, e fazem o mesmo... e passamos o tempo a gastar dinheiro para esburacar as ruas e as obras nunca estão acabadas!

O senhor SE das comunidades, José Cesário, sabe muito bem que o que afirmou pouco ou nada corresponde à verdade. Entre os emigrantes, o descrédito sobre os governentes (políticos) portugueses é total. Diria mesmo igual ou superior ao da Grécia. Porém, os emigrantes não têm alternativa.

Poderemos ser mais credíveis que há dois, três ou até quatro anos atrás! Mas estamos longe de sentir confiança em políticos que já por cá andaram e que mais não fazem que retirar os direitos constitucionais aos emigrantes. A máxima "quanto mais me bates mais eu gosto de ti" pertence ao passado.

O problema dos novos emigrantes é que tiveram de buscar a vida noutras paragens. Mas, parte da família continua em Portugal.

Tal como a notícia bem refere, o número de emigrantes aumentou exponencialmente. O que termos é um maior número de portugueses que, por culpa de alguns políticos (incompetentes que levaram as finanças à ruína!) deste triste país (onde a justiça tem os olhos bem abertos para saber a quem condena!), se viram forçados a procurar trabalho no estrangeiro. Isto porque os novos cidadãos portugueses (que foram forçados a emigrar) têm compromissos em Portugal . Isso sim, poderá ser um motivo por que Portugal recebe mais dinheiro vindo dos nossos emigrantes! E não porque confiam em Portugal. Muitos dos portugueses que emigraram estão hipotecas "até ao pescoço". Não conseguem vender nem casa nem nada do que compraram... Que fazer? Deixar que a (in)justiça lhes tire o suor dos anos que pagaram a sua hipoteca ou emigrar? Na verdade, aos emigrantes não lhes resta outra alternativa senão enviar dinheiro para Portugal se não querem ficar sem nada... Sem a casa que têm hipotecada, sem os bens, sem os familiares que sem esse dinheiro estariam já a morrer de fome...

Por isso, meus caros. Aos cidadãos portugueses da segunda década do século XXI não lhes resta outra alternativa senão seguir o destino dos cidadãos da década de 60 e 70 do século passado. Voltamos ao mesmo. Depois... Só de pensar que estes políticos de meia-tigela foram dos mais críticos com os governos de Salazar... dá nojo! Salazar morreu pobre! Os actuais políticos saltam dos governos para a vida pública ou para empresas que beneficiaram e vêm ou ficam podres de ricos em pouco tempo! E não lhes acontece mesmo nada...

Duvidam? Mas alguém é capaz de explicar por anda o primeiro-ministro que afundou o país com a sua desgovernação (com as PPP, por exemplo), fruto da sabedoria adquirida no curso de engenharia (ou já se esqueceram que, ele como tantos outros desgovernantes, também era engenheiro?) ou com o desnorte das suas ideias megalómanas (construir um TGV com as finanças à beira da bancarrota) e persecutórias (com a cruzada contra os professores, por exemplo)? Ah! Claro... Emigrou também... Ele também deve ser o emigrante que envia dinheiro para Portugal! E vive literalmente "à grande e à francesa" na capital da luz: Paris? Como é possível isto numa democracia? Quem responsabiliza a sua equipa (des)governativa? Um cidadão deixa de pagar 30 euros e já paga jurtos de mora, hipotecam-lhe os bens... Estes senhores, usam uma caneta, defraudam o país e ficamos a ver navios?

 

 

 

publicado por J.Ferreira às 14:14

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Domingo, 16 de Outubro de 2011

Temos Direito a Exigir Justiça

O povo português tem direito a pedir que seja feita justiça.

Que se julgue, imediata e prioritariamente, os criminosos que foram pagos a peso de ouro para assinar contratos que arruinaram o Estado.

O povo não quer nem tem que pagar, a ruina da economia e do Estado que é da responsabildiade de apenas alguns...

Um julgamento rápido, célere, é o mínimo que se pode exigir...

 

É claro que o país chegou a um ponto que exige medidas drásticas...

Agora, depois de 120 dias apenas, já todos podem ver que as palavras de quem "está de fora" acabam por ser traídas e desditas logo que se chega ao poder e se constata que estamos metidos já no abismo...

 

A prova de que vale a pena mentir na campanha é que o povo só vota em quem mente...
Quem diz (ou tenta dizer) a verdade (como foi o caso de Manuela Ferreira Leite em 2009!) simplesmente não chega ao governo!

Passos coelho disse:

"Nós temos uma noção de como as coisas estão..."

Se vier a ser necessário algum ajustamento fiscal (...) seria canalizada para os impostos sobre o consumo e nãop sobre o rendimento das pessoas...
Afinal, como podem dizer que não incide sobre o trabalho se o 13º mês corresponde ao pagamento dos dias úteis de trabalho acumuladas ao longo do ano? Sim... Na verdade, todos os meses apenas nos são pagos 20 dias de trabalho, isto é, 4 semanas. Ora, há meses com 23 dias úteis e apenas nos pagam 4 semanas (20 dias de trabalho, isto é, 4 X 5 dias!). Antes de se receber o salário mensal, os trabalhadores recebiam por semana ou quinzena e como tal, recebiam todos os dias que trabalhavam... havia, obviamente, meses com 4 semanas, com 4 semanas e meia e até com 5 semanas de trabalho. E recebiam todos os dias que trabalhavam... Hoje, apenas recebemos 20 dias por mês e o 13º mês era o pagamento dos dias extra que ficavam sem cobrar ao longo do ano!
Como é possível "roubar" dias de efectivo trabalho?
Que aumentem o IVA para o valor que queiram e todos c¡pagam... pagará quem mais consome... Mas sobre o trabalho? De todos? Incrível! É ridículo!

publicado por J.Ferreira às 23:29

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Segunda-feira, 8 de Novembro de 2010

Urgente Responsabilizar Civil e Criminalmente.

Miguel Cadilhe resolveu falar... O título da notícia do Diário Económico (que citamos e comentamos de seguida) diz tudo para quem quiser "ler nas entrelinhas":  A supervisão não viu ou esforçou-se por não ver”.

 

Enfim... Finalmente as palavras que esperávamos há muito. Houve incompetência que era muito bem paga por parte de quem tinha o dever de vigiar pelas instituições financeiras e, não o tendo feito, obteve como prémio uma nomeação para o BCE (Banco Central Europeu)... Estas palavras de Cadilhe têm, quanto a nós, um destinatário claro. Só não as vê quem não quer... ou é cego. A justiça deveria intervir...

Os responsáveis, como refere Passos Coelho, têm de ser chamados à justiça. O povo inocente é que não pode continuar a pagar as falhas e erros graves de gestão, seja de políticos seja de nomeados politicamente. Parece que o dinheiro com que o estado financia os partidos serve precisamente para que os incompetentes possam usar estratégias bem sofisticadas para enganar o povo que financia as campanhas com os seus impostos:

 

A crise (do BPN) acabaria por pregar uma primeira partida a Miguel Cadilhe, culminando com a nacionalização do banco. Cadilhe “deixa duras críticas ao Banco de Portugal” (era então Governador o Socialista Vítor Constâncio) “e ao Governo” (chefiado pelo também socialista, José Sócrates) “e faz o seu balanço do que foi feito com o BPN.”

Refere que “auditorias externas independentes que identificaram imparidades, evidenciaram operações danosas e ruinosas, algumas delas talvez dolosas, e denunciaram uma extensa mancha de irregularidades e ilicitudes.”

Imagine-se a que ponto chegou o Banco. Mas... Onde está a origem do afundamento do BPN.

Algumas palavras parecem esclarecedoras: Diz Cadilhe: “apresentei ao BP um pedido de financiamento a prazo longo e juro zero. Chamei-lhe «missão impossível», era mais para marcar posição e lembrar ao BP certas responsabilidades. Entendia e entendo que a supervisão tinha grave co-responsabilidade na deplorável situação do banco. Durante anos a supervisão não viu, ou fez um grande esforço para não ver.”

E vejam para que foi nacionalizado, suportado com os nossos impostos... Quem foi o responsável pela falência do BPN que se encontrava a tentar executar uma operação de salvamento a que Cadilhe atribui simbolicamente o nome de “Missão Impossível”. Vejam bem para que serviu o dinheiro dos contribuintes: “Grandes depositantes do Estado retiravam depósitos.”

 

Já se percebe para quem serviram os financiamentos do BP e da CGD: “A liquidez do banco era gerida dia a dia. O BP cedia liquidez gota a gota e com manifesta má vontade. A Caixa emprestava mas queria garantir-se com bons activos”. Depois, foi nacionalizado em 2 de Novembro de 2008. Sim... Ainda deveria haver quem precisasse de sacar os seus milhões... José Sócrates e o seu (des)governo decide nacionalizar. E diz Cadilhe que “Veio a nacionalização e então foi o alarme social, foi o diabo, piorou tudo, foi uma nova onda de fuga de depositantes.” Quem é afinal, responsável pela falência do Banco?" A concluir afirma-se que "o BPN era um banco relativamente muito pequeno, perante quem a supervisão (da responsabilidade do BP, chefiado pelo socialista Victor Constâncio) fechou os olhos anos a fio".

 

Conclusão... Os políticos, e seus nomeados, tomam a decisão que mais convém... Mesmo sendo incompetentes, nada lhes acontece... Enchem os bolsos com salários chorudos e o povo agora, que pague a crise!

publicado por J.Ferreira às 22:13

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