Segunda-feira, 4 de Janeiro de 2010

Mário Crespo Prova Que Ainda Há Jornalistas.

Ao mesmo tempo que Mário Crespo chama os bois pelo nome, e tenta colocar  o dedo na ferida entrevistando personalidades como Medina Carreira, cujo valor e experiência são inquestionáveis, outros jornalistas não passam de meras marionetas do poder. Estão ao serviço do governo ou da implementação de certas medidas governamentais. A título ou a troco de quê? Quem sabe? Será que o escândalo que se descobriu da segregação feita pelo Governo no que respeita à atribuição ou escolha dos media para a Publicidade Governamental trem algo a ver com isto? Não sabemos. Mas que é estranho, lá isso é!...

 _____________

 

Passamos a explicar / justificar, pois, os motivos desta nossa dúvida e indignação.

 

Quando tanto se fala na necessidade de avaliar os professores, de restringir a qualificação de "Excelente", parece-nos uma aberração constatar que a edição on-line do Jornal "O Público" seja gerida de uma forma tão antidemocrática. Deveriam ter vergonha! Das duas uma: ou são os informáticos que gerem a página dos comentários de O Público On-line, que são uns incompetentes, ou são os jornalistas que estão a fazer o frete à Ministra da Educação. Qual das respostas será, não sabemos. Mas não vemos uma terceira, a não ser que algum hacker tenha atacado os comentários de "O Público"...!

 

Com efeito, basta analisar o conteúdo dos comentários que se mantêm na página on-line para perceber a tendência política e a filosofia dos dirigentes. É incrível como, os comentários esclarecedores da opinião pública (efectuados por leitores que tentam explicar o que está em causa!) repondo a verdade sobre o montanha de mentiras que prolieram sistematicamente nos comentários da notícia, são todos, selectivamente eliminados. Porém, os que se baseiam na mentira (quando não mesmo na calúnia!) continuam publicados. Assistimos, pois, à sistemática e selectiva eliminação dos comentários favoráveis à posição dos professores, que continuam a ser vítimas dos ataques sistemáticos. Como conseguem permanecer on-line?

Assim, o Público coloca-se ao lado dos comentadores, que lançam um massacre sem precedentes (um autêntico "grupocídio") de que está a ser alvo o grupo profissional dos professores, ao permitir que apenas os que nos atacam permaneçam publicados. Os restantes, eliminam-nos! É uma vergonha Nacional.

 

Afinal, a comunicação social que deveria ser isenta está ao serviço do governo. E não se importam de repetir uma mentira 3 ou 4 vezes. É incrível como um vasto conunto de comentários esclarecewdores dos motivos que levam os professores para a luta, foram estratégica e sistematicamenre eliminados, ao mesmo tempo que se mantêm, mesmo que repetidos, os comentários que são favoráveis à posição do Ministério.

Será que já não há jornalismo sério?

Estaremos a precisar de um novo "25 de Abril"?

Será que se está a instalar uma Ditadura Silenciosa?

publicado por J.Ferreira às 10:32

link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Terça-feira, 15 de Abril de 2008

Professores Sentem-se Traídos por Sócrates... E os Sindicatos?

"Coragem", "Medo" ou "Cobardia"?

 

A ex-Secretária de Estado da Educação do PS, Ana Benavente, diz que os sindicatos cederam a uma chantagem do Ministério da Educação, nas negociações sobre a avaliação dos professores.


Em declarações à Renascença, Ana Benavente sustenta que é chantagem dizer aos professores contratados que no próximo ano não serão colocados, caso não sejam avaliados.

A antiga Secretária de Estado da Educação socialista admite que os sindicatos se assustaram porque “a senhora ministra, quando as escolas diziam que não tinham condições para fazer a avaliação este ano, dizia que os professores contratados não teriam emprego este ano. (...) Estar a ameaçar jovens professores com o desemprego para o ano é chantagem. E isso aconteceu nos dias anteriores a estas reuniões que depois vieram a dar no tal acordo”.

Ana Benavente conclui que “o modo de fazer do governo foi desastrado”.

Ao longo do dia, e por todo o país, os professores analisam o acordo a que chegaram o Ministério da Educação e a plataforma de sindicatos, sobre a avaliação de professores.

Da concordância dos docentes depende a assinatura do acordo já na próxima quinta-feira no Ministério da Educação.

 

A antiga secretária de Estado da Educação socialista, Ana Benavente, diz que os sindicatos cederam a uma chantagem do Governo sobre a avaliação dos professores.

Em declarações ao Rádio Clube Português, Ana Benavente afirmou que “quando escolas afirmam que não têm condições para fazer a avaliação este ano”, dizer aos professores contratados que “no próximo ano não serão colocados”, é “ameaçar com o desemprego”. “Isto é uma forma de chantagem”, sublinhou.

Ana Benavente, diz também que lhe dói mais por esta chantagem ter sido feita por um Governo do PS e que aparentemente ela surtiu efeito. “Acho que os sindicatos se assustaram”, afirma.

Considera que os sindicatos não ganharam o braço-de-ferro com o Governo e que não honraram os cem mil professores de todo o país que se manifestaram em Lisboa, porque “a avaliação a que chegaram é a que existe”.

“Moeda de troca”
A ex-governante lembrou que o Ministério da Educação disse há tempos que ia abrir um novo concurso para os não titulares no topo da carreira, para corrigir algumas injustiças flagrantes. E disse, evocando o seu conhecimento de como as coisas funcionam, que não sabe se terá havido alguma negociação e que daqui a algum tempo se veja alguma moeda de troca.

Ana Benavente esteve no Governo quando António Guterres era primeiro-ministro e tem sido crítica da governação de Sócrates e do que diz ser a actual reverência actual do PS.

Hoje é um dia de avaliação pelos professores, do acordo alcançado entre sindicatos e governo, no último fim-de-semana. São muitas as vozes que não aceitam o acordo, e a Fenprof já admite não assinar o entendimento com o governo, se não for essa a vontade da maioria.

 

Ana Benavente é Socialista! Ela sabe do que fala...

E se afirma “a avaliação a que chegaram é a que existe”, temos que estar atentos ao que nos pode esperar no futuro, quando Sócrates for reeleito em 2009 como Primeiro-Ministro!... Que se preparem os Professores... Têm muito que amargurar pela frente... José Sócrates e a Ministra Maria de Lurdes Rodrigues já tremem pelos 100.000 professores. não o demonstram, mas já tremem... E pensam mesmo que pode ser o fim do seu reinado. Dividir para reinar é a máxima de ordem desta Ministra. Ela quer dividir os professores, e para tal, basta-lhe que um Sindicato assine a negociação... Depois... Zás. A machadada está dada. Ponto final.

Se gostamos de "levar porrada", pois bem... Paremos a luta: assinemos qualquer coisa! E teremos a satisfação de os ter reeleitos em 2009.

 

Preferimos a coragem de um "Não, Senhor Ministro"" categórico à cobardia de um "Sim... Senhor Ministro!"Se assinamos qualquer coisa, daremos razão a Sócrates que nos quer avaliar, a torto e a direito, não importa com que métodos, técnicas ou instrumentos de medida. Para Sócrates, desde que tal permita baixar o défice... vale tudo! E depois, isso sim, não passaremos de uns incompetentes, de mais uns "lorpas" que, entalados por uns governantes "pseudo-Socialistas", nos deixamos baixar os braços...

 

Enfim... Se mais do que nunca os professores estão agora UNIDOS E EM LUTA POR UMA CAUSA JUSTA, cabe aos Sindicatos dar voz à indignação dos professores e exigir de volta a DIGNIDADE da função docente que este Governo tem destruído com o ECD mais absurdo que jamais um cidadão europeu poderia imaginar.

Assinar qualquer coisa sob pressão será entendido como o quê pelos professores:

  

Quando uma ex-governante Socialista (Ana Benavente) diz o que se acaba de ler e um Ex-Ministro Socialista (António Barreto) ... faz um retrato de Sócrates Ditador... que é retratado por outros cidadãos preocupados nesta blogosfera... 

Quando uma equipa ministerial não perde uma única oportunidade de "meter a pata na poça",

Quando uma Ministra não se cansa de produzir e repetir "insultos" à competência e dedicação dos professores...

Será que algum cidadão (não apenas os professores) que se considere dotado de bom senso é capaz de ver nesta Ministra alguma competência para seguir conduzindo o Ministério da Educação deste país?

 

Como podem os Sindicatos subscrever um documento de entendimento que não tenha na sua base a garantia de que seriam eliminadas, de uma vez por todas, as TREMENDAS INJUSTIÇAS plasmadas na legislação da autoria exclusiva desta equipa do Ministério da Educação?

 

 

publicado por J.Ferreira às 16:58

link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Quinta-feira, 17 de Janeiro de 2008

"SS" ou "O Sindroma de Sócrates"

“SS: Sindroma de Sócrates”

Caríssimos leitores. Caríssimas leitoras.

Há dias foi publicado um artigo escrito por um professor universitário cuja frontalidade admiramos pois muito nos admira que, num Portugal democrático (?!!!) as competências das Universidades e dos seus professores (e são dezenas os que participam na avalição dos alunos ao longo dos cursos de formação de professores) tenham sido alvo de um ataque (indirectamente, é certo, mas que o foram, ah isso é que foram!) na legislação que foi publicada pelo Ministério da Educação relativamente à avaliação das competências dos professores recém-formados pelas universidades (criando uma barreira ou filtro no ingresso na carreira de professores que as universidades aprovaram e licenciaram como tal!)

O que mais estranha é que nunca tenha saído qualquer comentário nem qualquer crítica por parte, por exemplo, do Conselho de Reitores...

 

Poucos como Santana Castilho se aterevm a pôr o dedo na ferida... Poucos como Santana Castilho adoptam uma posição dignificante para a classe... Quase me atrevería a dizer: Santana Castilho a Ministro... Já!

Trata-se de alguém que, como diz o ditado ”“Não tem papas na língua!” ou como dizem as gentes atentas e alerta do povo “Não anda com paninhos quentes” (quiçá, como tantos outros, à procura ou espera de tacho!)...

Nós apenas fizemos os destaques e, alguns nossos comentários entrelaçados no texto pelo que os destacamos com cor.

Este texto de Santana Castilho deve ser lido “de fio a pavio”!

O título (Por que muda a gestão das escolas?   Porque sim! ) é, por si só, bem sugestivo do perigo em que nos encontramos enquanto democracia...

 

Por que muda a gestão das escolas?   Porque sim!

Santana Castilho - Professor do ensino superior

Público - 08.01.2008

O único critério, o critério oculto, é domar o que resta, depois de vexar os professores com um estatuto indigno.

 

"O que Sócrates disse no último debate parlamentar de 2007 não me surpreendeu. azia sentido esse fechar de ciclo de genuflexão dos professores. Para analisar o diploma agora posto à discussão pública, vou socorrer-me de dois excertos do discurso com que Sócrates fez o anúncio ao país. "Chegou agora o momento de avançar com a alteração da lei de autonomia, gestão e administração escolar." Mas Sócrates não explicou porquê. Para suprir a lacuna fui ler o novo diploma, compará-lo com o anterior, e tirei estas conclusões:

1. Os dois diplomas apregoam autonomia mas castram toda e qualquer livre iniciativa das escolas. Nada muda. Apenas se refina o cinismo, na medida em que muito do anteriormente facultativo (o pouco que não estava regulamentado) passa agora a obrigatório. Não há uma só coisa que seja importante na vida da escola que o órgão de gestão possa, autonomamente, decidir. Um e outro são uma ode ao centralismo asfixiante.

2. O novo diploma diminui o peso dos professores da escola nos órgãos de gestão dessa escola. Esclareço a aparente redundância trazida pela insistência no vocábulo "escola" na construção deste parágrafo. É que o novo diploma torna possível que um professor de qualquer escola, mesmo que seja privada, concorra a director de qualquer outra, pública, mediante "um projecto de intervenção na escola". Que estranho conceito de escola daqui emana! Como pode alguém que não viveu numa escola, que não se envolveu com os colegas e com os alunos dessa escola, que não sofreu os seus problemas nem respirou o seu clima, conceber "um projecto de intervenção na escola"? Não é de intervenção que eles falam. É de subjugação! É a filosofia ASAE transposta para as escolas. Não faltarão os comissários, os "boys" e os "laranjas" deste "centralão" imenso em que a oligarquia partidária transformou o país, a apresentar projectos de intervenção "eficazes", puros, esterilizadores de maus hábitos e más memórias. E este é o único critério, o critério oculto que Sócrates não explicitou: domar o que resta, depois de vexar os professores com um estatuto indigno, de os funcionalizar com uma avaliação de desempenho própria de amanuenses, de os empobrecer com cotas e congelamentos, de os dividir em castas de vergonha. Tinha razão o homem: "Chegou agora o momento de avançar com a alteração da lei de autonomia, gestão e administração escolar." "A nossa visão para a gestão das escolas assenta em três objectivos principais. O primeiro é abrir a escola, reforçando a participação das famílias e comunidades na sua direcção estratégica. O segundo objectivo é favorecer a constituição de lideranças fortes nas escolas. O terceiro é reforçar a autonomia das escolas", disse Sócrates na Assembleia da República.

Mas que está por baixo do celofane? A "abertura" é uma falácia. O Conselho Geral, com a participação da comunidade, já existe, com outro nome. Chama-se Assembleia. Porém, os casos em que esta participação teve relevância são raros. E quem está nas escolas sabe que não minto. Ora não é por mudar o nome que mudam os resultados. A participação da comunidade não se decreta. Promove-se."

 

Afinal, por que é que Sócrates publicou uma lei anti-tabaco que permite que sejam multados os proprietários de cafés e restaurantes e outros espaços públicos onde estejam clientes a fumar (quantos deles pais e mães dos nossos alunos que nas costas dos proprietários puxam do cigarro enquanto aqueles servem outros clientes!) Cremos ter chegado a hora de ter a coragem de publicar também uma lei que sancione com multas equivalentes os pais que faltam às reuniões na escola frequentada pelos seus filhos… Mas coragem para isso? Oh! Oh! É o tens…

 

"Se as pessoas acreditarem que podem mudar algo, começam a interessar-se. Mas o despotismo insaciável que este Governo trouxe às escolas não favorece qualquer tipo de participação. Para que as pessoas possam participar, há décadas que Maslow deu o tom: têm que ter necessidades básicas resolvidas. Aqui, as necessidades básicas são não terem fome, terem tempo e terem uma cultura mínima.

Ora, senhor primeiro-ministro, o senhor que empobreceu os portugueses (tem dois milhões de pobres e outros dois milhões de assistidos), que tem meio milhão no desemprego, está à espera que acorram à sua "abertura"? Sabe quem vai acorrer? Os ricos que o senhor tem inchado? Não! Esses estão-se borrifando para a Escola Pública. São os oportunistas e os caciques, para quem a sua "abertura" é de facto uma nova oportunidade.

O senhor, que tem promovido uma política de escola-asilo, porque as pessoas não têm tempo para estar com os filhos, acredita que as famílias portuguesas, as mais miseráveis da Europa, têm disponibilidade para a sua abertura? Não! Conte com os pais interessados de uma classe média que o senhor tem vindo a destruir e são, por isso, cada vez em menor número, e com os autarcas empenhados a quem o senhor dá cada vez menos dinheiro. De novo, repito, terá os arrivistas. Julga que é com os diplomas de aviário das novas oportunidades que dá competência à comunidade para participar na gestão das escolas? Não! Os que conseguiram isso começaram há um século a investir no conhecimento da comunidade e escolheram outros métodos. Porque, ao contrário do senhor, sabem que gerir uma escola é diferente de gerir um negócio ou uma rede de influências partidárias.

A sua visão de escola ficou para mim caracterizada quando o ouvi dizer que tinha escolhido a veneranda Universidade Independente por uma razão geográfica e me foi dada a ler a sua prova de Inglês Técnico, prestada por fax. O que politicamente invocou a propósito deste diploma, que agora nos impõe, está muito longe de limpar essa péssima imagem que me deixou. A mim e a muitos portugueses, pese embora serem poucos os que têm a oportunidade ou a independência para o dizer em público. Disse impõe, e disse bem. Porque a discussão pública é outra farsa. O senhor quer que alguém acredite nisto? Depois de ver o conceito que o seu governo tem do que é negociar e os processos que a sua ministra da Educação tem usado para lidar com os professores? Em plenas férias escolares (mais uma vez) lança a discussão de um diploma deste cariz e dá para tal um mês? Acha isso sério? Se o senhor estivesse de facto interessado em discutir, era o primeiro a promover e a dinamizar esse debate, através do Ministério da Educação. Mas o que o senhor tem feito tem sido cercear todas as hipóteses de participação dos professores em qualquer coisa que valha a pena: retirando-lhe todas as vias anteriormente instituídas e afogando-os em papéis ridículos e inúteis.

Dizem, ou disse o senhor, vá lá a gente saber, que cursou um MBA. Não lhe ensinaram lá que as mudanças organizacionais sérias estabelecem com clareza as razões para mudar? Cuidam de expor aos implicados essas razões e dar-lhes a oportunidade para as questionar? Devem assentar numa avaliação criteriosa do que existia e se quer substituir? Quando podem originar convulsões antecipáveis, devem ser precedidas de ensaios e simulações prudentes? Já reparou que terá que constituir mais de 10 mil assembleias a 20 elementos cada? Que tal como a lei está, são escassos os que podem ser adjuntos do director? Que fecha a porta a que novos professores participem nas tarefas de gestão? Que exclui, paradoxalmente, um considerável número de professores titulares? Que, goste dela ou não, existe uma Lei de Bases que torna o que propõe inconstitucional e como tal já foi chumbado pelo Tribunal Constitucional?
Lideranças fortes? Deixe-me rir enquanto não proíbe o riso. O senhor que só quer uma liderança forte, a sua, que até o seu partido secou e silenciou, quer lideranças fortes na escolas? É falso o que digo? Prove-o! Surpreenda uma vez e permita que professores independentes discutam publicamente o deserto em que está a transformar a Escola Pública e para que este diploma é o elo que faltava. "

 

Salazar (o ditador!) SAIU do PODER porque... um dia, caiu da Cadeira! Outros “ditadores” cairão, seguramente, com o voto do povo...

publicado por J.Ferreira às 13:18

link do post | comentar | favorito
|  O que é?

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Maio 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.posts recentes

. Mário Crespo Prova Que Ai...

. Professores Sentem-se Tra...

. "SS" ou "O Sindroma de Só...

.arquivos

. Maio 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Fevereiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

.tags

. todas as tags

.links

blogs SAPO

.subscrever feeds