Sexta-feira, 19 de Setembro de 2014

Fundações vs Poços Sem Fundo

As Fundações são autênticos "poços sem fundo" para os impostos dos contribuintes... Nem mesmo as "extintas" deixam de con tinuar a afundar o país... financeiramente. De acordo com a notícia do jornal  online "Notícias ao Minuto", A Fundação Magalhães foi extinta em 2011 mas continua a gastar. 

Ainda que a sua extinção tenha sido anunciada há três anos, a fundação Magalhães continua em atividade e, desde então, foram celebrados 18 contratos no valor de quase meio milhão de euros, segundo o i.

Decorria o mês de setembro de 2011 quando o Governo anunciou a extinção da Fundação para as Comunicações Móveis (FCM).
No entanto, três anos passados, a fundação Magalhães, como é conhecida, continua em atividade. De acordo com o jornal i, desde essa data foram celebrados 18 contratos no valor global de 402,2 mil euros (mais IVA).

 

Mas o problema de Portugal não reside apenas nas fundações... Antes, da falta de seriedade dos portugueses (nos que estão, alguns políticos incluídos, supostamente!) aquando da apresentação das suas Declarações de Rendimentos. Ficamos as saber que o actual Primeiro-Ministro está sob a mira da justiça tributária. De acordo com o jornal  online "Notícias ao Minuto" "Ilegalidades colocam Passos 'na mira' do DCIAP". 

 

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, estará a ser investigado pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) por ilegalidade devido a rendimentos auferidos entre 1995 e 1998, período em que era deputado em exclusividade, e que não foram declarados, noticia hoje a revista Sábado.

Pedro Passos Coelho estará a ser investigado pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) na sequência de uma denúncia que, de acordo com a revista Sábado desta quinta-feira, terá chegado “este ano” à Procuradoria-Geral da República.

A mesma publicação afirma que o primeiro-ministro terá recebido pagamentos do grupo Tecnoforma no valor de mais de 150 mil euros entre 1995 e 1998, quando era deputado em regime de exclusividade.

Passos Coelho terá recebido pagamentos mensais no valor de cinco mil euros que não declarou às Finanças, durante esse período, e quando era deputado em exclusividade, ou seja, encontrava-se proibido de acumular outros rendimentos no Estado e associações públicas ou privadas.

À data dos alegados factos, Passos Coelho presidia o Centro Português para a Cooperação, uma organização não-governamental, que foi criada pela Tecnoforma para auferir financiamentos comunitários destinados a projetos de formação e cooperação.

A revista Sábado revela que tentou obter uma reação junto do gabinete do primeiro-ministro e da Tecnoforma mas sem sucesso

 

publicado por J.Ferreira às 00:09

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Quinta-feira, 21 de Agosto de 2014

Portugal necessita de uma PERESTROIKA

Afinal, quando teremos políticos competentes em Portugal? Será que não há personalidades nos partidos que sejam capazes de colocar o interesse nacional (a custo zero... salário zero... só pelo reconhecimento social!) acima de todos os interesses sejam partidários, clubísticos, ou familiares??? Será que estamos condenados a ter personalidades na política que, quando chegam ao poder, apenas se dedicam a tratar das suas vidas (encher os seus bolsos, os das familiares, dos amigos, dos compinchas, dos compadres e outros que tantos...?)??? Estaremos condenados a uma nova forma de escravatura: trabalhar e ganhar apenas para comer... (e comer mal!!!)??

 

Por onde andam os que tanto falam de ser necessário mais e mais competência??? Para onde foram os que querem avaliar tudo e todos mas que recusam ser avaliados pelos resultados das suas políticas??? Em breve, estarão de volta... os mesmos... os que conduziram Portugal para o beco sem saída a que chegamos!!!! Seguramente!! A dança das cadeiras na política é um autêntico circulo vicioso. Os políticos de todos os partidos sabem que, em política, é tudo uma questão de tempo: bastará esperar uns anos, peregrinar uns aninhos nas cadeiras ou na bancada da oposição e... depois, mesmo sem nada mudar de efectivo nas suas intenções políticas, bastará "esperar sentadinhos" pois sabem que, mais cedo ou mais tarde, acabará por efectivar-se a máxima popular: "detrás de mim virá quem de mim bom fará". De facto, cremos que a memória do povo é muito curta... e quando a dor resultante do esvaziamento da carteira se instala... qualquer "fazedor de promessas" aparece como salvador, como aquele que, com mais ocas e falsas promessas, cria nocvas ilusoes ao povo. Eles sabem que é com mentiras que se acalma a dor, a raiva e a indignação dom povo. Assim fizeram os anteriores e os actuais seguiram-lhes o exemplo.

 

Porém, no dia seguinte ao das eleições, nada de bom o povo poderá esperar. Logo virão com o discurso de que "o país está pior do que se esperava... pior do que o governo anterior dizia estar... que havia contas falsas... escondidas... buracos...!!! Sim... Isso porque faz falta encontrar forma de convencer o povo a apertar o cinto pois só assim conseguirão os milhões que necessitam para encher o bolso daqueles que os rodeiam.

É uma catástrofe...! São umas centenas de novos políticos, amigos, compadres que faz falta nomear... Outros tantos que entrarão na dança das cadeiras... independentemente da competência.

E o país continuará a afundar-se, enquanto todos "os políticos continuarão a tocar violino" com muito maior tranquilidade do que os violinistas do Titanic (porque estes nem salva-vidas tinham. Mas aqueles (os políticos) seguramente estarão mais que a salvos com fortunas colossais colocadas em nome de não se sabe quem, no estrangeiro ou em paraísos fiscais (offshores)!!!

Por isso, com ou sem eleições à porta... os portugueses nada de bom poderão esperar... E não é ser pessimista: é ser realista. Conhecem algum que tenha conseguido ficar arruinado economicamente por ter entrado na política? Pois é! A política não arruína ninguém: todos deixam a política com os bolsos recheados! Por isso, todos os que andam por esses meandros, nunca deram provas de nada em nenhuma empresa... nunca governaram nenhuma empresa que prosperasse economicamente na sociedade portuguesa e além fronteiras. Mas... sempre se consideram os "donos do saber fazer da economia". Como o dono do Titanic que deu ordem para acelerar com a ambição de surpreender os americanos... Triste destino. Se deixassem o capitão levar o gigantesco navio de cruzeiro... certamente ainda hoje o teríamos a navegar. Mas, como quem tem o poder, o dinheiro (por muito estúpido que seja!!!)) é quem decide... o destino do barco... foi o que todos sabemos!

Assim, não se augura nada de melhor, venha quem vier. Com o país a caminho do abismo... ou se dá uma volta de 180 graus ou... o fim já se sabe qual será.

Por onde começar? Simples... Já o propusemos outrora... antes da Tempestade Perfeita  (o orgulho da legislatura de José Sócrates!!) ter atingido Portugal. Teremos de começar pelos lugares mais altos da nação... Outra é questionar, seriamente, se devemos continuar com a República ou devemos reinstalar a Monarquia (como fizeram os espanhóis!). Hoje, é melhor estar desempregado em Espanha que estar empregado em Portugal... É urgente acabar com as mordomias de muita gente que chegou à política sem nada e sai milionária!!

 

Ainda será possível. Com algumas medidas que atraiam quem sabe pelo gozo de saber fazer e ser reconhecido socialmente. Para tal,  os salários dos políticos têm de ser definidos em função do acréscimo ou decréscimo do PIB. Só assim se preocuparão com o povo. Se, fruto das suas políticas, e das medidas económico-financeiras tomadas, o PIB crescer ... os políticos podem até ganhar milhões que o povo não os condenará. Agora, o que assistimos na década de 90 foi ao aumento do salário dos deputados para mais do dobro sem que o crescimento do PIB o justificasse. Não admira que a política tenha atraído uma camada de "chicos-espertos" que viram na carreira partidária uma forma de subir na vida ainda que, com as suas medidas, Portugal tivesse sido conduzido para o abismo!

 

A politica é um "fartar de mordomias". Por isso atrai tanta gente. Veja-se a diferença entre os actuais e os primeiros republicanos. Sejam Ministros ou Presidentes da República, actualmente, todos se fartam de mordomias e benesses (sejam remuneratórias, subsidiarias, subvencionais, ou outras que tais...). Noutros tempos o PR pagava arrendamento da casa pública que habitava !  Basta consultar a Wikipedia para constatar que, "Em 1912, já depois da proclamação da república, o Palácio de Belém foi designado residência oficial do Presidente da República. Os presidentes da I República tinham porém que pagar renda ao Estado para residirem no Palácio (para não serem acusados de gozarem de privilégios atribuídos ao anterior regime)".

 

O problema é que neste sistema democrático (de alternância no poder entre dois partidos, sozinhos ou em coligação com outros partidos). Assim, nem precisam de mudar nada, nem nas pessoas nem nas políticas: quando o povo fica farto de uns, acaba por voltar a colocar no poder os anteriores. Mesmo que sejam na essência os mesmos que tinham sido "expulsos" do poder. Não haverá alternativa a este sistema??? Que é feito dos competentes? Emigraram??? Fugiram do país? Foram contratados por "clubes" estrangeiros porque lhes pagam melhor??? Ou andam por aí a tratar das suas vidinhas enquanto o país se afunda??? Querem ser reis num país miserável? Não seria melhor ser apenas cidadão num país de prosperidade? Só ficamos com os incompetentes?

 

Portugal continua o seu rumo irreversível "A Caminho do Abismo". Parabéns aos nossos (des)governantes. Passam a vida a falar de "excelência" no profissionalismo dos diversos sectores de actividade e o que vemos é que os políticos, à parte os recortes sistemáticos, nada de original sabem fazer. Mas, quando toca a recortar nos salários dos funcionários... já parecem gostar de trabalhar! Se fosse para aumentar salários... adiariam para a próxima sessão parlamentar... ou para o ano das eleições!!! Seguramente! Agora, como é para cortar nos salários dos trabalhadores... até se preparam para a interromper as férias parlamentares!!!! Oh... como trabalham estes senhores para prejudicar os trabalhadores! Enquanto os nossos governantes decidem interromper as férias parlamentares  para poderem "ajustar a legislação" aprovada (que foi recentemente parcialmente chumbada pelo Tribunal Constitucinal) a fim de poderem aplicar novos cortes já em setembro, continuam a permitir que a dívida portuguesa continue a subir! Segundo o Banco de Portugal, "A dívida pública portuguesa subiu para os 134% do Produto Interno Bruto (PIB) no final do primeiro semestre, acima dos 132,4% registados no final dos primeiros três meses de 2014. De acordo com dados do boletim estatístico divulgado hoje pelo Banco de Portugal (BdP), a dívida pública na ótica de Maastricht (a que conta para Bruxelas) alcançou os 223.270 milhões de euros em junho deste ano."
 

Por este andar, vamos bem... Parabéns ao (des)governo!!! Em breve, teremos de ser resgatados do fundo do abismo! Cremos que Portugal já não vai lá com nenhuma TROIKA... Antes, Portugal necessita de uma PERESTROIKA. 

Estamos inseridos na Comunidade Europeia. Somos membros de pleno direito... Muitas "Directivas Comunitárias" têm sido aprovadas no Parlamento Europeu que têm implicação directa nas políticas dos diferentes países que a compõem... Ora, se somos membros da comunidade, se vivemos numa realidade comum (a União Europeia) e foram criadas directivas que implicaram mudanças na forma como se entende a cidadania na Europa, para quando uma directiva que ponha fim à exclusividade dos nacionais para se candidatarem ao (des)governo da nação??? É urgente que se permita que outros membros da comunidade europeia (cidadãos europeus de pleno direito) se possam candidatar a governar qualquer país da União Europeia.

Espantam-se? Pois bem: não há motivo para tal. Hoje, temos algarvios a governar cidades do centro, lisboetas a governar cidades algarvias, nortenhos a governar cidades do centro e/ou sul... Pois bem... Venha lá uma "Lei Bosman" para os políticos...  Se queremos o melhor para Portugal, devemos exigir melhor qualidade nos nossos governantes. E se Cristiano Ronaldo compete com outros a nível da Europa, por que não criar competição saudável entre os políticos (acabando com a exclusividade e a dança das cadeiras entre os mesmos senhores de sempre!!) permitindo aos cidadãos da Europa um maior leque de escolha. Merecemos melhor... E isso só se consegue se tivermos (como os clubes de futebol!) um maior leque de opções de escolha!

 

Com efeito, se os políticos portugueses são incapazes de mudar o rumo que deram ao nosso país, e continuam a conduzi-lo para o abismo (para fora do abismo a que o levaram!!!) que venham políticos do estrangeiro (como os jogadores para os clubes da União Europeia!!!) a ver se temos quem governe melhor o nosso Portugal!

 

 

publicado por J.Ferreira às 18:15

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Quinta-feira, 13 de Março de 2014

Uma Viagem à Corruptolândia

 

O nosso país já não tem grande remédio. Porque todos nos acobardamos, um dia estaremos debaixo de uma nova ditadura, se é que já não estamos: a ditadura dos mercados.

Depois de muitos cidadãos terem passado fome pela mão de políticos que impunham a sua vontade pela força, chegamos ao tempo em que a vontade de uns é imposta pela lei que fazem mudar de acordo com as suas conveniências. Eles, os senhores do capital (para alguns, os capitalistas, no sentido de adeptos do ganhar dinheiro, sem regras que não sejam o deixar o mercado livre funcionar, como se ele detivesse um mecanismo humano de auto-regulação justo, equitativo e eficaz.

 

Na verdade, o mercado apenas serve para justificar a nova forma de escravatura em que a maior parte das famílias vive hoje. Muitas das famílias de hoje não são escravas, não são "servos da gleba" mas acompanham o local de trabalho que o patrão lhes ordena, desenraizando-os das famílias, separando outras tantas... Transformados em autênticos "servos do mercado" são forçados a aceitar condições de trabalho indignas e inimagináveis para um homem do século XX que tentara prever como seria a vida e as relações de trabalho no século XXI.

Aos olhos dos actuais actores políticos, o homem deve competir desenfreadamente, extraindo o máximo do seu suor, o máximo do proveito da sua força de trabalho em nome de uma excelência de desempenho que é necessária para competir, conquistando "mercados" a todo e qualquer custo, esquecendo-se que do outro lado têm a mesma pressão e que a produtividade em excesso apenas serve para reduzir os custos por unidade que por sua vez não chega a ser consumida e como tal, apenas contribui para um gasto de tempo e de energia para produzir "lixo"

 

O ser humano busca o poder... e o conforto! Porém, a sociedade moderna viu no mercado livre mundial a oportunidade de competir para a melhoria da qualidade de vida de alguns: os ricos. Vivemos numa sociedade europeia do "vale tudo" e a qualquer preço, atentando contra todos os valores que o humanismo quis implantar na sociedade europeia, como a justiça, a solidariedade, a partilha, o respeito pela vida humana e a luta pela dignidade do homem e da mulher. Porém, a prática política e económica levada a cabo na última década veio alterar radicalmente a filosofia da vida humana, e demonstrou que agora já nada disso importa. A prova disso vem no atentado contra o rendimento dos trabalhadores e, em consequência, de milhares de famílias que, de um momento para o outro, sem nunca terem vivido para além das suas possibilidades, viram os seus salários reduzirem-se para aquém do valor que antes recebiam, forçando-os a cair em falta e a viver sem possibilidade de honrar os compromissos legitimamente assumidos de uma forma responsável e equilibrada, no pressuposto de que, nem Salazar tinha baixado NUCNA os salários e de que Sá Carneiro criou o Subsídio de férias para dar aos trabalhadores o direito a usufruir do descanso duplamente garantido quer pela Constituição da República quer pela Declaração Universal dos Direitos do Homem subscrita por Portugal.

Assim, a proposta de redução salarial associada aos cortes do subsídio de Férias e ao "roubo" de um mês de trabalho (apenas 20 dias laborais são pagos todos os meses pelas entidades patronais, sendo que, os dias em excesso eram acumulados e entregues ao trabalhador no mês que precedia o Natal. Se o trabalhador receber o salário “por semana” (como os ingleses!), em um ano, esse trabalhador receberá 52 semanas. Como apenas recebe por mês é considerado como tendo 4 semanas (embora haja casos em que tem mais 3 dias de trabalho, outros apenas 1 mas muitos têm mais dois dias que essas 4 semanas), o patrão fica com uma dívida que vai acumulando até chegar ao período do Natal, altura em que é chamado a acertar as contas com o trabalhador.

Ora, a receber apenas 4 semanas por mês, em 12 meses, um trabalhador apenas recebe 48 semanas! Ora, já que o ano tem 52 semanas, quando vai o trabalhador cobrar o correspondente às  restantes 4 semanas que trabalhou? No subsídio de Natal. O Subsídio de Natal nasce, pois, da necessidade de acertar as contas e entregar ao trabalhador os dias de trabalho que a entidade vai ficando em dívida ao longo do ano e acumulando no seus cofres (não os deveria investir nem gastar… são salários em dívida!) aproveitando o legislador para obrigar as entidades patronais a acertarem as contas no caso do trabalhador ter faltado ao longo do ano!

 

Em suma, a designação errada de Subsídio de Natal é extremamente infeliz (aliás, ainda me lembro de ouvir falar de "13º mês!") já que não se trata de qualquer subsídio (no sentido de apoio recebido sem nada ter feito para o recebe).

Se fosse um subsídio quando é que o valor dos dias de trabalho prestado e que, em cada mês, ultrapassam os 20 dias correspondentes às 4 semanas (4 x 5 dias ) de trabalho/mês e que não são pagas em nenhuma outra forma? O único mês que sistematicamente corresponde a um mês de trabalho, isto é, que o salário corresponde ao tempo trabalhado é o mês de fevereiro (de anos comuns!). Assim, a entidade patronal vai acumulando dias e dias sem pagar aos trabalhadores e, ao fim do ano (basta somarem os dias úteis com um calendário diante dos olhos para verem que há meses com 21, outros com 22, outros com 23 dias de trabalho e que o somatório dos dias que passam dos 2o por mês (como os ingleses!) perfaz mais um mês de salário a receber pelo trabalhador: é o que constitui o (erradamente) chamado subsídio de Natal.

 

Portugal precisava de uma limpeza... com desinfectante potente...! Uma voz que fosse audível de Norte a Sul. Como o Brasil tem...

Quando teremos uma mulher como esta?

 

 

publicado por J.Ferreira às 17:51

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Quinta-feira, 20 de Junho de 2013

Ranking dos governantes da Europa

Palavras de Paulo Morais: "A política é uma Mega-Central de negócios..."

Que tipo de governantes temos à frente do país ?



 

Vejam aos 9 minutos... Afinal, todos os contratos se podem rasgar!!!

Sim... Todos, incluindo a Constituição da república, menos os que foram feitos com os privados !


Estamos convictos de que, se fizessem um Ranking dos governantes do Planeta, Portugal estaria em primeiro ou segundo (caso a Grécia ficasse na cauda!)

 

Portugal tem três das 100 melhores “jovens” universidades do mundo

 

A Universidade de Aveiro é a instituição portuguesa mais bem posicionada no tabela da revista britânica Times Higher Education.


"As universidades de Aveiro, Minho e Nova de Lisboa estão entre as 100 melhores instituições de ensino superior com menos de 50 anos. Um dos mais respeitados rankings internacionais, publicado ao início da noite desta quarta-feira, coloca pela primeira vez três representantes nacionais entre a elite da investigação e ensino a nível mundial.

 

Das três, a Universidade de Aveiro é a melhor representante nacional neste top 100, surgindo na 66ª posição, a mesma que ocupava há um ano. Uma das novidades no ranking da revista britânica Times Higher Education (THE) é a inclusão da Universidade do Minho, que entra directamente para a posição 85. A Universidade Nova de Lisboa é a terceira representantes nacional, em 92º Esta instituição foi uma das afectadas pela entrada de novas instituições na lista e desce do 85º posto ocupado há um ano.
 
O top 100 Under 50 elenca as melhores universidades do mundo nascidas depois de 1963. A lista é elaborada pela THE, que é autora de vários rankings do ensino superior, incluindo o THE World University Ranking, um dos mais respeitados internacionalmente. Portugal é um dos seis países que não surgem no top 200 do World University Rankings, mas que tem representantes no lista das 100 Under 50. Os outros são Espanha, Itália, Grécia, Irão e Arábia Saudita. 
 
Este ranking baseia-se numa lista de 13 indicadores que também são usados na lista principal da THE, mas emprega uma metodologia “recalibrada” para captar melhor as características de instituições jovens. Em lugar de avaliar a história e tradição académica, o ranking das universidades com menos de 50 anos tenta dar uma “visão prospectiva do ensino superior”, sustenta o responsável da Times.
 
Com três universidades incluídas, Portugal é o décimo país com melhores resultados entre os 28 que constam na lista. A maioria das instituições representadas é do Reino Unido, com 18 universidades, seguindo-se a Austrália (13) e os Estados Unidos (8). Todavia, os lugares cimeiros da tabela da Times Higher Education não incluem nenhum representante de nenhum destes países. A lista continua a ter as mesmas duas instituições nos primeiros lugares, sendo liderada pela Pohang University of Science and Technology, da Coreia do Sul, seguida da École Polytechnique Fédérale of Lausanne, da Suíça. No terceiro posto está outra universidade coreana, a Korea Advanced Institute of Science and Technology , que era a quinta classificada há um ano."
publicado por J.Ferreira às 14:59

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Quarta-feira, 29 de Agosto de 2012

56 MEDIDA CONTRA A CRISE

 

Não... Não há falha. É mesmo no singular. Não são 56 medidas contra a crise...É mesmo como diz no título: "56 Medida Contra a Crise". Isto porque o 56 é um Número fundamental no combate à crise actual. Ele pode ser parte da solução constituindo-se numa medida contra a crise.

Por que apresentamos estes códigos de barras? Simples. Porque temos de começar a tomar atenção aos códigos de barras dos produtos que compramos.

Há já uns anos que publicamos um post sobre esta questão: Quer Emprego em Portugal? Compre Produto Nacional!... É um artigo uma pouco mais longo mas que cremos ser um contributo importante para despertar as consciências para a necessidade de sermos um pouco mais orgulhosos do nosso valor, da nossa capacidade para produzir artigos de qualidade.

Hoje voltamos. E voltamos para renovar, aqui, o nosso apelo aos portugueses para que sejam mais "bairristas" na hora de decidir o "que consumir", na hora de decidir o "que comprar", de forma a que cada um seja capaz de dar o seu contributo (ainda que pareça "uma gota no Oceano", um Oceano é feito de muitas gotas. E, sem qualquer uma das gotas que o compõem, nenhum Ocenano seria o mesmo. O oceano de que falamos aqui não tem água mas está a meter água por todo o lado: a economia portuguesa.

 

Como se pode dar um contributo? Traga a sua gota. Perguntam como conseguir enviar a sua gota? Simples.

basta atentar no número que de seguida repetidamente apresentamos: ( 56 ). Cada português deve memorizar o 56 como se fosse o prefixo de um telemóvel. Pelos motivos que as seguir apresentamos...

 

  56 --> Não imaginam a mudança económica que seria para Portugal se os portugueses consumissem principalmente artigos portugueses, feitos pelas pessoas que trabalham no nosso país, em vez de se consumir produtos de importação (estrangeiros feitos a baixo custo por falta de condições de trabalho e de direitos laborais nesses países!) ajudando a arruinar o nosso país e as nossas famílias.


  56 --> O Fundo Monetário Internacional prevê que Portugal estará em recessão, ou seja, que vai diminuir a nossa riqueza nacional, em suma, seremos masis pobres!

Que fazer então? Simples…

 

  56 --> Podemos fazer muito enquanto cidadãos consumidores.

 

  56 --> Consumir produtos portugueses. É a melhor maneira de manter as pequenas e médias empresas em nosso país, que é o que suporta mais de 80% do emprego.

  56 --> Verifique a etiqueta: O código de barras de “feito em Portugal” é, basicamente, escrito com os números 5 6 (logo no início!).

  56 --> Os milhões gerados por esta decisão será em toda a produção e também gerar impostos e salários que permanecem aqui.

  56 --> Algo tão simples (como olhar para os rótulos ao comprar, comprar um carro fabricado em Portugal ou não ir para o estrangeiro durante os próximos dois anos) pode contribuir para manter o seu emprego, garantindo os seus salário e o futuro dos seus filhos, da sua família, dos seus amigos... enfim, dos portugueses!

 

Sejamos conscientes de que a nossa economia depende tammbém, de nós, do nosso coportamente enquanto consumidores responsáveis.

 

Assim, na nossa escolha entre produtos equivalentes — passando a publicidade, veja-se o caso da cerveja: Carlsberg, Heineken, Super Bock, Cristal, Sagres, ... — uma escolha consciente e produtiva para o nosso país seria que todos optássemos por pedir uma das marcas portuguesas!

 

Uma Saudação "à Portugesa" para Todos os Portugueses, invocando José hermano Saraiva: Um Bem-Haja pelo contributo apra ajudar o país a sair da crise.

 

publicado por J.Ferreira às 15:37

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Quarta-feira, 15 de Agosto de 2012

Economia Portuguesa a Caminho da Sepultura

Enquanto os verdadeiros problemas, os problemas de fundo do nosso país continuam por resolver, os políticos portugueses continuam entretidos com reformas da Língua, com a adopção do (des)acordo ortográfico (que, para além de ineficaz e absaurdo, apenas ajudará o país a afundar-se ainda mais logo que as editoras brasileiras onde o nível de vida é mais baixo decidirem asfixiar as editoras portuguesas!) ou com a reforma educativa, centrada na revisão (mais uma!) curricular ou na avaliação dos professores, em vez de buscarem verdadeiras soluções para a crise capazes de colocar o país no rumo certo. Os jovens estão cada vez mais convencidos de que a solução para as suas vidas passa pela emigração. E já não apenas daqueles que não têm formação qualificada mas de milhares de jovens (cerca de 70%) que frequentam as universidades. Assim, ainda que sejamos bombardeados com teses contrárias, para muitos portugueses o abismo está mesmo ali ao virar da esquina. Se não vejamos:

Na análise de Nicolau Santos continuamos, de facto, a caminhar para o abismo. Ora, a medir o valor do trajecto percorrido pelos resultados conseguidos com as medidas impostas pela Troika, com a ajuda do qual assistimos ao aumento do número de ricos cada vez mais ricos (a quem o Estado teme tocar nos ganhos!) em simultâneo com o incremento do número de pobres cada vez mais pobres (a quem a classe média destruída pelo Estado com uma sobrecarga de impostos e uma impensável retirada de direitos numa democracia que se preze, já não é capaz de ajudar) estamos de facto a caminho da destruição da economia portuguesa.

Não há dúvida de que, para os nossos governantes, os verdadeiros problemas dos portugueses não interessam por isso no lugar de trabalharem para encontrar verdadeiras soluções, passam o tempo a discutir "contas de mercearia"...

O que parece incrível é que com a realidade a que assistimos nos últimos anos, em que se atingiram essencialmente os cidadãos da classe média que servem o Estado e que nenhuma culpa têm no rumo das políticas dos nossos (des)governantes, retirando-lhes direitos com medidas que se vieram a provar serem inconstitucionais as ditas "grandes fortunas" muitas delas conseguidas com base em negócios ruinosos para o Estado sem que estes sofressem os devidos e merecidos cortes (apenas uma ou outra numa operação de maquilhagem para contentar o povo!) continuam sem que se lhes toque realmente, ainda tenhamos que ouvir, em declarações à Lusa, um antigo Bastonário da Ordem dos Advogados de Portugal, José Miguel Júdice, a dizer que que o primeiro-ministro português, Passos Coelho, está a seguir o rumo correto para tirar o país da situação em que se encontra, afirmando que "Não há muita alternativa àquilo que ele está a fazer. Ele está a fazer o melhor que é capaz, há coisas que estão correr bem e há outras que estão a correr mal, como tudo na vida, mas a linha de rumo só pode ser esta". E acrescentou que Portugal precisa de recuperar a sua credibilidade externa, para repor a qualidade de vida de que já gozou no passado, pois, se o país falhar nesse propósito, será mau para todos. A pergunta é se Portugal será capaz de sair desta crise de credibilidade tomando medidas inconstitucionais e destruindo o aparelho produtivo deixando os causadores desta crise intactos e a enriquecerem dia após dia, gozando com os pobres dos trabalhadores a quem sucessivamente se lhes vai retirando direitos até os condenar à pobreza.

E os dados estão aí já que as notícias informam que "os condutores estão cada vez menos a cumprir a inspeção periódica obrigatória dos seus veículos. E não será certamente porque não queiram ter os vaículos inspeccionados. Mais correcto será pensar que estas faltas radicam na tentativa de evitar mais um gasto de dinheiro que lhes faz falta para o pão ou a educação dos filhos. E, claro, confiando na sorte que possam ter de circular na estrada escapando à multa. Porque, a não ser por este motivo, então o povo está mesmo a ficar louco! Ou será que os cidadãos gostam de pagar multas pois o resultado da falta de inspecção nos veículos é a tendência última para o "aumento das contraordenações".

 

Enfim. Digam o que digam, opinem o que opinem, publiquem os dados que publiquem, a verdade é que continuamos a rumar para a pobreza.  E as provas estão aí, para confirmar o que afirmamos. Segundo o Exame Expresso (ver texto abaixo) Portugal  teve a maior queda do Produto Interno Bruto (PIB) verificada nos últimos três anos.

E acrescenta que, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística, se trata de uma quebra de 3,3%, isto é, com as políticas de destruição de emprego e das empresas (de que o Estado é apenas sócio quando estas apresentam lucros, já que nunca participa nos prejuízos!) Portugal ficou com o pior PIB desde 2009.

 

E acrescenta que, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística, se trata de uma quebra de 3,3%, isto é, com as políticas de destruição de emprego e das empresas (de que o Estado é apenas sócio quando estas apresentam lucros, já que nunca participa nos prejuízos!) Portugal ficou com o pior PIB desde 2009.

De facto, o verdadeiro "contributo mais negativo" veio, segundo o INE da diminuição da "procura interna". Ou seja, se não há dinheiro, apertamos o cinto... Logo, não compramos, não consumimos, não podemos escoar os produtos e as empresas não os vendem. Consequência: têm de despedir funcionários, aumenta o desemprego e os gastos da segurança social... etc. etc. Em suma: caminhamos par ao abismo.

Primeiro que se volte a colocar a máquina produtiva em andamento, oh! pobres dos nossos jovens, pobres dos nossos adultos, pobres dos nossos anciãos estejam eles no activo ou reformados! Com efeito, depois do que Passos Coelho deu como solução aos professores em cuja formação o Estado gastou rios de dinheiro (“Há mais países no mundo onde podem ensinar português, como o Brasil...”), não será difícil de imaginar o que Pedro Passos Coelho terá para lhes dizer: emigrem! É o que já fizeram milhares de portugueses e o caminho a seguir por outros tantos.

E é o que se encontram a fazer milhares de cidadãos a quem os contribuintes ajudaram a formar para outros países beneficiarem do seu trabalho a custo zero. Nem os clubes permitem tanta estupidez. temos um estado sem regulação, governado por incompetentes que se sentam nas cadeiras do poder e que vão mudando, ciclo após ciclo político, mas que nada fazem programado a longo prazo. É tudo conjuntural. É assim que, se o que pretendem é diminuir a taxa de desemprego, alarga-se a escolaridade obrigatória... Assim, milhares adiam a sua entrada no mercado de trabalho. Mas o problema persiste: apenas adiado. Nem os clubes de futebol estão tão mal geridos. Perguntem ao Pinto da Costa se os jogadores formados no seu clube são aconselhados a emigrar! Muito menos, a "custo zero" (como fez o governo com os professores que ajudou a formar!). Não. Nem pensar. São "vendidos" e bem pagos, quantas das vezes a preço de ouro.

Assim se compreende que, só para a Suíça, emigrem mais de 1000 cidadãos todos os meses. Com efeito, segundo o DN, "no ano passado, eram 224.171 os portugueses que viviam na suíça, de acordo com o Departamento Federal de Estatística helvético. Em 2006 havia 174 mil e o crescimento tem sido constante". E que agradecimento dá o governo aos emigrantes que aumentam as suas remessas, ajudando Portugal a livrar-se do beco sem saída a que conduziram os incompetentes dos nossos (des)governantes? Nada. Apenas lhes cortam a possibilidade de aprender o idioma materno, recortando nos professores de Língua e Cultura Portuguesa, fazendo-os regressar intempestivamente, incumprindo ou denunciando unilateralmente os contratos que tinha, quer com professores dos quadros quer com contratados.

As comunidades de emigrantes portugueses aumentam e as com eles, as remessas também aumentaram cerca de 17,7 milhões. Mais de mil portugueses emigram para a Suíça todos os meses. Só os alemães os superam. Por quanto tempo é que ninguém sabe... Esquecidos, ignorados ou maltratados, será que um dia terão vontade de voltar?

Por que perguntamos isto? Claro. A resposta de um governo (que deveria conhecer o aumento das remessas dos emigrantes) deveria serr aumentar-lhes o apoio no estrangeiro. mas não. Apenas conhece o verbo "recortar". E recorta nos consulados e recorta no número de professores a leccionar nas comunidades. Como se não bastasse o governo o governo insiste em manter a injustiça dos cortes nos rendimentos mensais dos professores portugueses na Suiça, num total de 36% do seu salário. Isto porque desde 2007 até ao presente, os professores portugueses que servem as comunidades de emigrantes na suiça já perderam 26% do salário devido à desvalorização do Euro face ao Franco Suíço somando-se agora os 10% de corte geral para a função pública.

O ataque aos que emigram é constante, quer na redução de serviços consulares quer na diminuição dos apoios à aprendizagem da Língua de Camões.

Afinal... quem emigra e por que emigra? Claro. Emigram todos aqueles cidadãos (jovens e menos jovens) a  quem o contribuinte ajudou a formar e que o Estado não soube acautelar o seu futuro. Explicação: falta de planificação, de regras, de competência política, cujas consequências nunca serão dirimidas no banco dos réus. Todos acabam por "dar o cavanço" sem que lhes sejam pedidas quaisquer responsabilidades. E, como se não bastasse, ainda perseguem outros cidadãos como se fossem eles os responsáveis pelos trilhos seguidos quando apenas se limitaram a cumprir ordens, contra sua vontade, reiteradamente expressa nas resistências democráticas que normalmente empreendem contra as medidas absurdas dos governos e na defesa do que pensam ser "o caminho certo" para levar o barco a bom porto. Mas enquanto os políticos continuarem a ser desresponsabilizados, independentemente de terem assumido o cargos conhecendo as suas incompetências, os "comandantes" continuarão a ser os que mais ordenam... e, aos contribuintes, não lhes resta outra alternativa senão a de "obedecer" e cumprir as ordens trilhando escrupulosamente os caminhos que superiormente lhes indicam. Enfim. Esta democracia está "enferma". O pior é que parece haver algo em que todos acabam por estar de acordo: esteja quem estivesse no poder, nunca faria melhor. Acabo por me questionar "se assim é... "por que motivo vamos a eleições?". Mas a verdade é que muitos assim pensam e já nem querem perder tempo em ir votar. E comentam: "para quê"? E para logo concluir: não há nada a fazer"!

 

 

"A quebra de 3,3 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) de Portugal no segundo trimestre de 2012 deve-se sobretudo a um "contributo mais negativo da procura interna", explica o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Na estimativa rápida das contas nacionais hoje divulgada pelo INE lê-se que o PIB caiu 3,3 por cento relativamente ao mesmo período do ano anterior - a redução mais forte desde 2009. A taxa de variação em cadeia (ou seja, relativamente ao trimestre anterior) registou uma quebra de 1,2 por cento.

O INE explica este aumento pelo "comportamento da procura interna", que "registou um contributo mais negativo" que no trimestre anterior.
Tratando-se de uma estimativa rápida, o INE não apresenta dados detalhados sobre os componentes do PIB. No entanto, os técnicos estatísticos dão "particular destaque" à redução do investimento.

O INE destaca igualmente "o contributo positivo da procura externa líquida", ou seja, do comércio internacional. Neste caso, o principal fator é uma redução "mais intensa" das importações, porque as exportações, embora continuando a crescer,
"desaceleraram".

Para além da estimativa do PIB para o segundo trimestre, o INE também procedeu a uma revisão em baixa do crescimento económico para os dois trimestres anteriores.

Tanto no final de 2011 como no início de 2012 o PIB diminuiu mais uma décima de ponto percentual do que o anteriormente previsto. Esta revisão afetou também a taxa de crescimento do PIB para o total de 2011; em vez de encolher 1,6 por cento, o PIB reduziu-se 1,7 por cento no ano passado, estima o INE.

O Governo e a 'troika' preveem que, para o conjunto de 2012, a economia portuguesa caia três por cento."

 

publicado por J.Ferreira às 12:09

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Quinta-feira, 31 de Maio de 2012

Devagar Devagarinho Não é Caminho

Caríssimos leitores.

Raramente nos colocamos a dissertar sobre assuntos de ordem económica. De facto, não tendo formação aprofundada nesta área, temos consciência de que, quando se fala de economianão é necessário ser-se licenciado para entender se o caminhho que trilhamos conduz ao equilíbrio financeiro das nossas contas ou ao abismo. Quantos portugueses são sistematicamente chamados a gerir o seu (parco!) Orçamento Familiar sem que tenham qualquer formação na área da economia? E, na sua grande mairoria, estes "mini-gestores" facilmente percebem até onde podem ir, percebem se o caminho das finanças familiares está a conduzir a família para a desgraça (com um endividamento que os impedirá ter condições para "chegar ao fim do mês") ou para a prosperidade (levando a fazer crescer o bolo dos dinheiros aforrados em tempos de vacas gordas para gastar no tempo de vacas magras). O equilíbrio orçamental das famílias é fundamental. Sem ele, qualquer país afunda-se. Tal como dizia uma professora universitária, a economia de um país depende da economia das famílias. Logo, um Estado que conduz as famílias à miséria, é um Estado condenado ao Abismo. 

De facto, com as famílias a verem os seus endimentos baixarem substancialmente (fruto do desemprego ou da redução salarial) vir colocar agora as SCUT's a pagar, apenas ajuda a afundar ainda mais as famílias. Ao penalizar a circulação de pessoas e de bens, lá se vai a fluidez comercial tão necessária à recuperação económica.

Se analisarmos as estruturas rodoviárias, depressa concluiremos que, excluindo as auto-estradas e as SCUT's, Portugal tem uma rede viária atrofiadora para qualquer actividade económica: não há alternativa às mega-estruturas  rodoviárias! As estradas nacionais são terceiro-mundistas. Assim, ou as empresas faziam repercutir o custo de transporte dos produtos (combustível a preços proibitivos, portagens caríssimas,... ) nos preços dos produtos, ou rebaixzam os salários ou então que se preparem para acumular prejuízos (incomportáveis para a sanidade das suas contas!) começando a trilhar o camiho mais rápido para a falência. A actividade económica tem um jugo pesadíssimo que se traduz nos custos de mobilidade de pessoas e mercadorias incomportável para uma sociedade moderna em que a competitividade é a arma principal. Estamos num país em que, para se deslocar 20 kms se necessita de uma hora. Alguns exemplos para ilustrar:

No percurso entre Braga e Guimarães (cerca de 20 kms), cumprindo as regras de trânsito (limites de velocidade, linhas contínuas...), é quase impossível fazer-se uma ultrapassagem (linhas contínuas). As paragens situam-se na via pública. As filas são intermináveis... E em hora de ponta... já nem se fala!

No percurso entre Braga e Vila verde (apenas 11 kms!), pela estrada nacional, é quase impossível fazer-se em menos de 30 minutos! Algumas das paragens dos TUB (todas na via pública e com agente único que tem de cobrar bilhetes!) são intervaladas, por vezes,  com menos de 200 metros (como se andar um pouco a pé fosse quase um crime, já que no meu tempo de estudante, percorria quase 1 km para apanhar uma autocarro!).

Enfim. Muitos outros poderiam ser aqui colocados... Desafio-vos a que o façam, redigindo um comentário...!

 

Pergunta-se: Para quando uma lei de TOLERÂNCIA ZERO" às paragens na via pública? Será que ninguém do Governo (Ministério dos Transportes), das Câmaras Municipais ou das Juntas de Freguesia é capaz de levar uma medida destas adiante?. Já pensaram o quanto permitiraia fluir o trânsito nas estradas nacionais!?

 

 

Com esta filosofia instalada, e com uma rede de transporte púbico ineficaz, quer nos horários quer no tempo dos percursos!) somos obrigados a usar viatura própria. Porém, muitas vezes o desespero se apodera dos automobilistas que, colocados detrás de um camião em marcha lenta ou de um autocarro que arranca e pára (sempre com linha contínua entre paragens!). Os riscos de acidente aumentam. É o arranca e pára consecutivo. Nenhum comerciante pode sobreviver...

 

De facto, se todos os cidadãos (ainda que fosse apenas durante uma semana) passassem a utilizar as estradas nacionais ( e exclusivamente as nacionais!) o país parava. Espanha pensava em colocar a pagar as "autovias" mas... eles sabem que tral medida apenas serviria apra prejudicar ainda mais a economia, dificultando as deslocações quer de quer apra outras comunidades da Europa. Assim, uma tal medida, em vez de ajudar a desenvolver, incrementar e fluir a actividade económica iria seguramente atrofiar todo o processo produtivo. Aliás, é geral a sensação de revolta face à introdução de portagens por todo o lado e ao sistema absurdo de pagamento (o tal aparelho que é necessário ter nos carros ou então é um emaranhado de problemas e perda de tempo para poder pagar!)  traduzindo-se no desinteresse generalizado em viajar a Portugal por parte das gentes das comunidades fronteiriças de Espanha que, quer de fim-de-semana quer durante a semana frequentemente viajavam a Portugal, incrementando a entrada de divisas no nosso país). O que estamos a fazer com estas portagens é um remendo às parcerias incrívelmente ruinosas que os (des)governantes fizeram com os privados. Foram os socialistas populistas (como António Guterres) que andaram a enganar o povo prometendo-lhes um paraíso cor de rosa, criando as SCUT's (coo se o dinheiro nascesse e caísse das nuvens!). Estas parecerias foram um esbanjar de dinheiros públicos que só poderiam conduzir ao descalabro económico. A fúria de engordar as empressas privadas que fizeram um "negócio da china" com o Estado Socialista, está à vista. Os portugueses que paguem a factura. Enfim... "É "bem feito" para os Zé-Pacóvio's pois foram eles que elegeram tais (des)governantes e não os demais cidadãos europeus!

 

As políticas levadas a cabo pelos políticos que nos (des)governaram na última década permitia-nos facilmente prognosticar que seríamos como o Titanic e que o nosso destino seria uma fatalidade. Eles prometeram... alertaram para o que iriam fazer mas poucos quiseram perceber o que os governantes tinham bem registado no seu subconsciente. O país estava em festa... O povo, "embriagado" com discursos de bem-falantes, ignorou os avisos. E, iniciada a tarefa de afundar o país, não tendo conseguido alcançar os seus objectivos, usou todos os meios para qu4e fosse reconduzido (ainda que apenas por alguns anos!) para "concluir o seu trabalho": afundar o navio.

De facto, em 2009 José Sócrates tinha-se equivocado. Sim. O seu (des)governo não tinha (ainda) sido "A Tempestade Perfeita". Nesta o comandante do barco afronta uma tempestade (como um tsunami!!). E, decidido a rumar ao Cabo Flemish" um dos intervenientes ironicamente sugere "Why not Portugal!"... Assim, quando em 2009 conclui a sua primeira legislatura, ainda não tinha atingido os seus objectivo: afundar o país. Por isso, voltou. Durante os dois anos de legislatura que se seguiram, Portugal deu um passo de gigante para o abismo! O trabalhinho estava feito. Chegara a hora de "passar-se ao... estrangeiro" (compreenda-se, pois não queremos ser grosseiros!). E foi "estudar" para Paris. Para a Surbonne, para aprender filosofia ou talvez para aprender a “surbonnar” melhor (qualquer semelhança com "subornar" é pura coincidência!). E aqui chegamos. Com a mudança de governo, alguns de nós esperavam um rumo inverso face ao destino anunciado: abismo. Mas não. As famílias continuaram a ser "sovadas"... Entram-nos (legalmente, sempre, é claro!) no bolso a toda a hora. Lembram-se da taxa da televisão que era paga na energia eléctrica... lembram-se!? Pois bem. Os míseros 400$00 (actualmente 2 euros) foram substituídos por centenas de euros pagos na actual factura de energia... Custos independentemente do operador (porque correspondem a compromissos que os socialistas fizeram com empresas e cujos custos imputou ao orçamento das famílias! Isto sim... é socialismo. E com uma demagogia populista se consegue o voto de uma maioria popular que, independentemente de contribuir para o orçamento ou não, tem direito a voto e os coloca onde querem: no governo. Com esta taxas inventadas por Sócrates e seus (des)governantes, o dinheiro para essas empresas deixou de sair das arcas do Estado, e como tal, os socialistas não tiveram de passar pelo enxovalhamento público se aumentassem ainda mais os impostos (como o IVA que tanto criticaram a Barroso por o ter passado de 19% para 21% em 2003 mas que em 2005, imediatamente depois de chegar ao poder o aumentaram para 23%). E já nem queremos falar do assalto ou desfalque para as arcas públicas dos "negócios da china" efectuados pelos privados naquilo a que chamaram "Parceria Público-Privadas".

Já quase nada resta ao Estado. E quando em Espanha se defende cada vez mais um banco público como a forma de segurar a economia, em Portugal fala-se de privatizar a Caixa Geral de Depósitos (é claro, primeiro a menos de 50%... Depois, mais um ou 2% para tapar um buraco e lá se vai o Banca Pública portuguesa a preço de saldo para a mão dos privados, conscientes de que só estarão para e receber altos salários e benefícios em tempos de vacas gordas para se porem na alheta (como em Espanha) com altas indemnizações quando chegarem as falências bancárias obrigando os cidadãos a suportarem com impostos a injecção de dinheiros públicos na banca privada... É incrível esta Europa. O nosso país poderia caminhar com passos de tartaruga (devagar, devagarinho!) rumo a uma desejada recuperação. Porém, com as medidas atrofiadoras dos orçamentos das famílias (um autêntico "assalto legal" à bolsa dos cidadãos!) em que se transformou a fuga dos governantes, Portugal continuará a sua marcha lenta a caminho do abismo. Prova disso é o que por Espanha chamam de "prima de riesgo" (valor do excedente a pagar pelos juros dos empréstimos comparativamente com o que é conseguido pela Alemanha nos mesmos mercados financeiros internacionais!). Se analisarmos os dados publicados hoje, constatamos que continuamos a Bom Caminho... O abismo (a que chegou a Grécia) está mesmo ao fim da linha... Ou seja, ali mesmo ao virar da esquina!

publicado por J.Ferreira às 08:18

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Quinta-feira, 10 de Maio de 2012

Um País à Beira do Abismo

Vejam ao minuto 9:20 o que se afirma. E isto não pode ser falso. É uma reportagem baseada em documentos...

A energia aumentou 500% ...? Com os Socialistas no Governo?

Buracos e mais buracos criados pelos socialistas... Não posso crer! Barragens... Auto-estradas, SCUT's (Sem Custos para o Utilizador???... Como? SCUT's... uma sigla tão falsa como a da tolerância Zero (quando na verdade é INTOLERÂNCIA TOTAL: passas 1 km do limite, e Zás! Pagas e não bufas!) tudo é para afundar os portugueses... escravizar os cidadãos de hoje e hipotecou os nossos filhos e netos... Não é pensável...

Será que o Zé-Pacóvio vai ter BOA MEMÓRIA destes incompetentes demagógicos cada vez que, nos próximos tempos, for chamado a votar?

 

 

Portugal nada se aproveita... E não é só a Educação...

 

Tudo tem explicação. Os argumentos parecem sempre válidos... Mas, valem o que valem, quando pronunciados por políticos...

Enfim. Quando a decisão é tomada por políticos incompetentes... que poderemos esperar? Chagam ao lugar por eleição... nunca na sequência de provas dades de competência nas matérias para que são eleitos ou nomeados!

 

José Sócrates toma a decisão de construir barragens contra a posição oficial do Partido Socialista defendida pouco tempo antes (claro, quando estava na oposição!).

Nesta "República da Mentira" o que temos afinal? Democracia ou Partidocracia? Enquanto tivermos políticos a decidir destinos do país... estamos fritos.

 

Pergunta retórica de Sócrates:

Que significa construir uma barragem no nosso país!  Ora, Portugal não produz electricidade a partir de petróleo!

Então, porque é que Sócrates (o engenheiro) usou a mentira (repetidamente) para enganar o povo... mas isso0pouco importa. Sócrates (e o seu governo) mentiu sobre a competência e profissionalidade dos professores. Mandou avaliar (de forma incrivelmente injusta!) os professores... Fechou escolas...  urgências...  maternidades... hospitais...  E, com um simples gesto de engenheiro (assinatura) Sócrates criou o Plano Nacional de Barragens, permitiu que fossem assinada a construção de 8 barragens...?

Lá foi a Educação... Lá foi a Saúde... Lá se vai o ambiente...

 

Ao privado, só interessa o que dá lucro... Por isso, duas barragens não interessaram a nenhuma empresa (veja-se logo após o minuto 7:00)...!

 

Claro. Se não são de lucro fácil, só com parcerias público-privadas é que os privados aceitam "mamar" na teta da nação (leia-se no bolso do Zé-Pacóvio!

 

 

José Sócrates recuperou o projecto (novas barragens serão parcerias e o governo 623.000.000 €.

Concessões entre 65 e 75 anos! Sócrates hipotecou o futuro... Quando faremos o mesmo que a Islândia...?

 

Enquanto o país vai a saque pelos políticos, nós, os Zés-Pacóvios continuaremos a ver o Estado a assaltar-nos (legalmente, e como tal, sem poder colocá-lo no banco dos réus) todos os dias os nossos bolsos.

E pagamos... pagamos... pagamos.

Mas, calam. Não fiquem com complexo de perseguição... Pagamos nós, mas não só nós nem exclusivamente por nós! na realidade, pagamos por nós e pelos bois (não os boys!), e pelas vacas, e pelos porcos... (que também têm no curral ou na pocilga, um contador de energia!)

 

Mas... tudo bem. O povo é sereno!

publicado por J.Ferreira às 16:21

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Domingo, 29 de Abril de 2012

A Caminho do Fundo

Por que motivo Portugal está no ponto em que está?

 

Vejam o filme do documentário "Donos de Portugal".

 

Donos de Portugal é um documentário de Jorge Costa sobre cem anos de poder económico. O filme retrata a proteção do Estado às famílias que dominaram a economia do país, as suas estratégias de conservação de poder e acumulação de riqueza. Mello, Champalimaud, Espírito Santo – as fortunas cruzam-se pelo casamento e integram-se na finança. Ameaçado pelo fim da ditadura, o seu poder reconstitui-se sob a democracia, a partir das privatizações e da promiscuidade com o poder político. Novos grupos económicos – Amorim, Sonae, Jerónimo Martins - afirmam-se sobre a mesma base.

No momento em que a crise desvenda todos os limites do modelo de desenvolvimento económico português, este filme apresenta os protagonistas e as grandes opções que nos trouxeram até aqui. Produzido para a RTP 2 no âmbito do Instituto de História Contemporânea, o filme tem montagem de Edgar Feldman e locução de Fernando Alves.

A estreia televisiva teve lugar na RTP2 a 25 de Abril de 2012. Desde esse momento, o documentário está disponível na íntegra em www.donosdeportugal.net.

Donos de Portugal é baseado no livro homónimo de Jorge Costa, Cecília Honório, Luís Fazenda, Francisco Louçã e Fernando Rosas, publicado em 2010 pelas edições Afrontamento e com mais de 12 mil exemplares vendidos.

 

 

 

Mas outras contribuições foram essenciais para que a TROIKA tivesse de socorrer e salv ar Portugal...

Políticos incompetentes estão sempre por detrás do afundamento do país...!

Se não, leiam isto que corre pela internet...

 

 

 

Muito importante ler até ao fim porque há questões que não sabemos e devemos tomar conhecimento delas. Afinal vivemos no país que temos! Como tal, é nosso dever saber por que razão Portugal está neste estado vergonhoso! (quem já sabe, ótimo, informe quem acha que não está informado disto).

 

Sobre a notícia das dificuldades da Segurança Social e que levou o Governo a suspender as Reformas antecipadas:

A Segurança Social nasceu da Fusão (Nacionalização) de praticamente todas as Caixas de Previdência existentes, feita pelos Governos Comunistas e Socialistas, depois do 25 de Abril de 1974. As Contribuições que entravam nessas Caixas eram das Empresas Privadas (23,75%) e dos seus Empregados (11%).

O Estado nunca lá pôs 1 centavo. Nacionalizando aquilo que aos Privados pertencia, o Estado apropriou-se do que não era seu. Com o muito, mas muito dinheiro que lá existia, o Estado passou a ser "mãos largas"!

-Começou por atribuir Pensões a todos os Não Contributivos (Domésticas, Agrícolas e Pescadores).

-Ao longo do tempo foi distribuindo Subsídios para tudo e para todos. Como se tal não bastasse, o 1º Governo de Guterres (1995/99) criou ainda outro subsídio (Rendimento Mínimo Garantido), em 1997, hoje chamado RSI.

E tudo isto, apenas e só, à custa dos Fundos existentes nas ex-Caixas de Previdência dos Privados.

Os Governos não criaram Rubricas específicas nos Orçamentos de Estado, para contemplar estas necessidades. Optaram isso sim, pelo "assalto" àqueles Fundos. Cabe aqui recordar que os Governos do Prof. Salazar, também a esses Fundos várias vezes recorreram. Só que de outra forma: pedia emprestado e sempre pagou!

Em 1996/97 o 1º Governo Guterres nomeou uma Comissão, com vários especialistas, entre os quais os Prof's Correia de Campos e Boaventura de Sousa Santos, que em 1998, publicam o "Livro Branco da Segurança Social".

Uma das conclusões, que para este efeito importa salientar, diz respeito ao Montante que o Estado já devia à Segurança Social, ex-Caixas de Previdência, dos Privados, pelos "saques" que foi fazendo desde 1975.

Pois, esse montante apurado até 31 de Dezembro de 1996 era já de 7.300 Milhões de Contos, na moeda de hoje, cerca de 36.500 Milhões €. De 1996 até hoje, os Governos continuaram a "sacar" e a dar benesses, a quem nunca para lá tinha contribuído, e tudo à custa dos Privados.

Faltará criar agora outra Comissão para elaborar o "Livro NEGRO da Segurança Social", para, de entre outras rubricas, se apurar também o montante actualizado, depois dos "saques" que continuaram de 1997 até hoje.

Mais, desde 2005 o próprio Estado admite Funcionários que descontam 11% para a Segurança Social e não para a CGA e ADSE. Então e o Estado desconta, como qualquer Empresa Privada 23,75% para a SS? Claro que não!...

Outra questão se pode colocar ainda. Se desde 2005, os Funcionários que o Estado admite, descontam para a Segurança Social, como e até quando irá sobreviver a CGA e a ADSE?

Há poucos meses, um conhecido Economista, estimou que tal valor, incluindo juros nunca pagos pelo Estado, rondaria os 70.000 Milhões €!... Ou seja, pouco menos, do que o Empréstimo da Troika!...

Ainda há dias falando com um Advogado amigo, em Lisboa, ele me dizia que isto vai parar ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem. Há já um grupo de Juristas a movimentar-se nesse sentido.

A síntese que fiz, é para que os mais Jovens, que estão já a ser os mais penalizados com o desemprego, fiquem a saber o que se fez e faz também dos seus descontos e o quanto irão ser também prejudicados, quando chegar a altura de se reformarem!...

Para finalizar e quem pretender fazer um estudo mais técnico e completo, poderá recorrer ao Google e ao INE.

 

 

publicado por J.Ferreira às 16:32

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Quinta-feira, 8 de Março de 2012

País Pobre com Governantes Ricos

 

Voltei... Depois de um período de pausa para dar tempo a quem precisa de tempo, estamos de volta...

E não trazemos boas notícias... Antes pelo contrário...

É pois com indignação que voltamos a escrever sobre Portugal... Sim. Sobre este os problemas que este país tem de enfrentar pela incompetência de quem nos governa.

Continuamos mais ou menos na mesma... Mudam-se os consortes mas mantêm-se as sortes.

Este é um problema que deveria fazer reflectir muitos dos portugueses. Aliás, cremos que deveria preocupar a todos e não apenas aos professores.

Quem responde pelas atrocidades financeiras que afundaram o país?

 

Vejamos o excerto da notícia (extraída do Correio da Manhã)

 

Sabemos que a escola era já um edifício de valor. Mas que a renovação chegue a custar um valor 447% superior ao estimado inicialmente (sim... viu bem! E pode conferir na notícia de que não temos motivo para duvidar!) é que é inadmissível.

Nenhum cidadão pode dar-se ao luxo de projectar uma obra em casa que passe para além do previsto.

E se passa, pagará do seu bolso.

No entanto, que se faça esta aberração com os dinheiros públicos, é inadmissível. É incompetência... É um crime que hipoteca o futuro dos portugueses que acabam de nascer... E a isso ninguém tem direito!

Infelizmente, neste nosso tipo de estado, vale tudo. Pode-se mentir ao povo para conseguir chegar ao poleiro... e depois arruinar o país fazendo o contrário do que se propunha na campanha eleitoral... Nada lhes acontece. Continuam no seu lugar. Porém, se qualquer cidadão ou empresa se compromete com algo, tem de o cumprir ou então vai responder pelos actos praticados. Infelizmente, nesta democracia, depois de se ter sido eleito, vale tudo. Ora, para nós, este não é um estado de direito. Antes, é um estado libertino" onde os governantes fazem o que lhes dá na gana, sem que sejam chamados a responder pela situação a que conduzem o país. Por isso, ao estado em que vivemos posso chamar-lhe partidocracia, ou  libertinocracia, mas democracia é que não.

 

Se fosse uma democracia, aqueles que conduziram o destino do barco (país) ao abismo seriam responsabilizados. Ora, mesmo que sejam um bando de incompetentes, nunca serão julgados para se averiguar da sua negligência ou cumplicidade na situação ruinosa a que conduziram o país. Sem uma verdadeira justiça que trate por igual, responsabilizando por igual todos os cidadãos (incluindo os políticos tal como os administradores das empresas) continuaremos a ter incompetentes a querer assumir os destinos do barco... Enchem os seus bolsos (e dos seus amigos, e dos amigos dos seus amigos, e... ) e nada lhes acontece. Ainda se ficam a rir... E vão passar o resto dos seus dias para um qualquer paraíso (seja em África ou na Europa, em Cabo Verde ou em Paris) sem que nada se lhes aconteça...

 

Caríssimos!

Não se esqueçam que, foram senhores do mesmo calibre dos governantes que tivemos (e que nos deixaram às portas do abismo) que arruinaram a Grécia... E o povo que aguente...

 

Perante a notícia que acima colocamos parte, será que ainda restam dúvidas sobre quem foram os responsáveis do lamentável estado a que chegamos? Alguém terá ainda dúvidas sobre os motivos pelos quais somos um país falido...? Um país à deriva, sem rumo, sem Norte?

 

Enfim... Apenas mais um desabafo:

Ah se Sócrates (o filósofo) despertasse... Morreria de ataque cardíaco.

 

 

Segue transcrição do texto da notícia

 

Educação: Associação de Directores contra gastos excessivos
“Há escolas que são autênticos palácios”

"Há escolas remodeladas pela Parque Escolar que são autênticos palácios e nem sequer se enquadram no meio envolvente, parece que foram feitas no Qatar ou no Kuwait". Quem o diz é Adalmiro Fonseca, presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas, que não poupa críticas aos gastos excessivos do programa de modernização de escolas secundárias lançado em 2007 pelo governo de José Sócrates.

O ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, revelou anteontem no Parlamento dados de uma auditoria das Finanças à Parque Escolar, que apontam para um aumento dos gastos em 447 por cento face ao estimado inicialmente pela empresa. O uso de materiais caros, como mármores, a instalação de sistemas de ar condicionado demasiado onerosos e até a compra de candeeiros desenhados por Siza Vieira são alguns exemplos de despesas consideradas inadequadas.

"Utilizaram os materiais mais caros e modernos, num verdadeiro atentado à situação do País. Um alto representante do anterior Governo dizia-me que, com o dinheiro que veio para o Norte, remodelava todas as escolas da região", sublinha Adalmiro Fonseca, questionando: "Por que motivo as obras foram entregues sem o Tribunal de Contas ser ouvido? Os arquitectos não ganharão mais quanto maior for o volume da obra?".

O também director da Escola Secundária de Oliveira do Douro (V. N. Gaia) garante que "nas escolas remodeladas deitou-se fora muita coisa que servia". "Tenho aproveitado para a minha escola muitos estores, cadeiras e mesas que vamos lá buscar", diz. O Ministério da Educação e Ciência continua sem disponibilizar a auditoria das Finanças a que o ministro aludiu.


publicado por J.Ferreira às 16:59

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