Quarta-feira, 9 de Novembro de 2011

Falso Jornalismo ou A Apologia da Falácia

Do Socialismo Fracassado ao Jornalismo Falacioso

 

A recente notícia do  Correio da Manhã  (ver aqui ou mais em baixo!) é mais uma prova da incompetência dos que fazem um jornalismo que consideramos vergonhoso para um Estado de Direito Democrático. Este tipo de análise inquinada e fraudulenta dos dados é própria de um péssimo e vergonhoso jornalismo que não olha a meios para atingir fins.

É pois um jornalismo que se encontra, não ao serviço da informação e da verdade, mas antes ao serviço do poder. Para além disso, este tipo de jornalismo é um atentado à inteligência dos portugueses. Por que será que se calam os jornalistas com os verdadeiros atentados contra a fazenda pública como é o caso desta notícia : "Carris: administração recebeu viaturas topo de gama em ano de buraco financeiro de 776,6 milhões"  (ver aqui!)?

Ora, meus caros, por que se calam estes senhores com os verdadeiros números que afundam as finanças mas, pelo contrário, apresentam falsos  valores dos custos dos docentes destacados nos sindicatos (que ali se encontram por direito e no cumprimento da lei !)?

Por que motivo não se investiga e insiste nos graves problemas que levaram o país a afundar-se?

Sem dúvida. Estamos perante de um jornalismo que não passa de mais uma estratégia utilizada, repetida e periodicamente por um certo tipo de jornalistas sem escrúpulos que mais não visa senão ajudar os governos a justificar o linchamento social de uma classe de profissionais que sempre pautou a sua conduta pelo cumprimento das deliberações tomadas pelos seus superiores (leia-se, Ministros, Secretários de Estado, Directores-Gerais, etc... ) e que diariamente pauta a sua conduta de forma irrepreensível no exercício da sua profissão, com um indiscutível empenho na melhoria da educação dos nossos jovens.

 

Caros colegas.

É chegada a hora da verdade. Fomos assaltados legalmente. Nada podemos fazer enquanto estivermos presos a este tipo de ataques. Temos de agir... Já basta de ser espezinhados. Os últimos anos de soci8alismos serivram apra nos colocar a todos abaixo do nível do solo.

Lutemos, pois, contra este tipo de gente, contra este tipo de ataques de quem tem as rédeas da (des)governação e escapa aos ataques destes incompetentes titulares de uma carteira jornalista que nunca são avaliados, mesmo quando cometem autênticos crimes contra a inteligência.

Portugal está empestado de pretensos cidadãos que, em nome do direito à informação, atacam indevida e indignamente os professores como se de criminosos se tratasse. O jornalismo em Portugal sofre de uma enfermidade estranha que os impede de ver a verdade...

Estes jornalistas que se vêm juntando a Miguel de Sousa Tavares, nada mais fazem do que atacar os professores como se a crise do país não tivesse culpados e fossem os professores os bodes expiatórios de tudo isto. Os políticos desgovernam e nós é que teremos de suportar isto? Mas Vejamos. Esta falácia (assim lhe chama uma filha minha que ingressou em Física na Universidade do Porto, com 20 valores a todas as disciplinas e que frequentou uma excelente escola pública ainda que as quotas assim a não permitam considerar!) pode ser desmontada facilmente. Na verdade, o erário público apenas fica prejudicado no valor que tem de pagar aos professores que os substituem.

E se isto que afirmo é falso, que tenha a coragem este pseudo-jornalista de indemnizar o Estado na diferença entre o que dizem custar os sindicatos e as verbas que o Estado vai realmente deixar de gastar se os professores destacados regressarem às suas escolas.

Falácias, meus caros. Falácias que se baseiam em premissas falsas para atingir o objectivo que é primordial para este tipo de jornalismo que cxada vez menos deve merecer o crédito da população: arruinar a imagem dos professores.

Isto, meus caros, porque se os destacados regressarem às suas escolas, o Estado apenas poderá poupar o valor dos vencimentos dos professores contratados que os substituem (irrisórios situados no 1º escalão!). Será esse o valor em despesa que deixará de ser gasto pelo estado. Por isso... Falácias, meus amigos! Falácias que mais não pretendem senão justificar mais um corte nos direitos dos trabalhadores.

Mas... Qual será a solução?

Pois bem. Há que desarmar este tipo de gente que não tem de facto, mais que fazer senão inventar notícias onde incluem falsidades como se de verdades indiscutíveis se tratasse! Vamos. Tenham coragem de assumir a diferença da economia que o Estado fará entre esses 9.000.000 de euros e o verdadeiro valor que custam os professores que os substituem (cerca de 2.700.000 euros: ou seja, uma diferença superior a 6.000.000 de euros. Parem de mentir! Basta! Vejamos quanto custar afinal e na realidade, o númerod e destacados nos sindicatos.

O salário ilíquido de um professor contratado ( que está directa ou indirectamente a substituir um dos professores destacados nos sindicatos) é de € 1373,13. Isto, multiplicado por 212,5 (número de professores destacados incluindo os que apenas têm descarga parcial de horário) seguido de uma multiplicação por 12 (número de meses que está previsto pagar-se no próximo ano) dá a quantia de € 3.501.915. Menos de metade dos referidos 9.000.000 de euros...! Ou seja, menos de metade do valor divulgado pelo Correio da Manhã.

Ainda que se contabilizassem 14 meses, seria um gasto de € 4.085.061,75. Ora, deixem de mentir... Afinal, com os créditos sindicais legalmente estabelecidos, o custo é baixíssimo por trabalhador...

Logo, muito menos de metade do que aparece referido nas contas dos jornalistas incompetentes do Correio da Manhã. E, se pensarmos que grande parte deste valor volta para os cofres do Estado (em forma de impostos e segurança social que são deduzidos a estes valores brutos!), afinal… a montanha pariu um rato. Mas nada nos livrará da imagem social que ficou com esta notícia espalhada, de boca em boca, nas ruas e nas esplanadas dos cafés… Essa é que é essa!

Ora, feitas as contas aos mais de 140.000 professores, este é um gasto por trabalhador de cerca de 2 € por mês... Para um papel tão importante que têm os sindicatos no desenvolvimento de uma sociedade democrática, o custo é mesmo baixíssimo!

 

Perante isto, meus caros, só há uma solução:

Que todos paguemos uma quota adequada para que os professores que nos servem nos sindicatos possam ser pagos por essas estruturas. E assim, libertamo-nos das amararas que os levam a assinar muitas vezes acordos que nos são prejudiciais.

Obriguemos os que pagamos a defender-nos e preparemos uma verdadeira guerra contra estes incompetentes que afundam o país e nos querem sempre e sistematicamente culpar pelo fracasso das suas medidas!

Libertos desta amarra, verdadeiramente independentes, ataquemos o governo com uma VERDADEIRA greve de 2 ou 3 meses. E calemos a boca (ou o teclado!) aos jornalistas "inqualificáveis" e "incompetentes" que estiveram calados durante mais de 13 anos de (des)governação socialista permitindo que alguns se tenham ficado com as fortunas que desfalcaram o erário público, que tenham feito PPP's e outras engenharias danosas sem que respondam perante a justiça com, o próprio património.

Colegas! Vamos à luta!

É chegada a hora da verdade, de soltar amarras ao poder... do grito do Ipiranga. Como?

Tenhamos coragem de decidir se queremos continuar a ser autênticas marionetas nas mãos dos governos e destes incompetentes que têm acesso aos media usando falácias para enganar o povo e justificar os sucessivos ataques à nossa honra e profissionalismo. Como fazer isso?

É simples. Como disse, façamos dos nossos sindicatos verdadeiramente independentes.

Afinal, meus caros, só com o subsídio de natal e de férias que nos roubaram, poderíamos financiar muitos dos nossos sindicalistas. E coloquemos os que estão no meio da carreira a lutar verdadeiramente por todos nós. Libertemos as algemas que prendem os sindicatos ao governo. Não precisamos de destacados. Somos em número suficiente para financiar quem nos queira de facto defender, sem amararas ao poder. Bastará 10 euros por mês, entre os 150.000 professores, para o sindicato ter um orçamento de 1.500.000 euros mensais! Ora, com este dinheiro, podemos pagar facilmente aos nossos colegas que nos defendem nos sindicatos, independentemente do escalão em que se encontrem. Tenhamos coragem ou calemo-nos para sempre e aceitemos as regras e imposições dos governos

Será que temos coragem de dizer BASTA ?? Será que temos coragem de enfrentar quem tão mal nos tratas? Será que queremos continuar a ser sistematicamente massacrados?

Lutemos por um sindicalismo verdadeiramente independente! E já!

Aos Jornalistas apenas tenho a dizer: aprendam a fazer contas... O gasto do erário público tem de assumir pela existência de destacados nos sindicatos é simplesmente o dinheiro que tem de pagar aos docentes que os substituem. E, em última instância, no caso de regressarem aos seus postos de trabalho, ficarão de fora os contratados, forta de qualquer careeira e como tal com salários muito mais baixos do que o falsamente divulgado como sendo custo de cada professor destacado no sindicato.

Estando os professores que substituem os destacados num escalão de início de carreira, apenas recebem Situados no início  (no início de carreira) que substituem os professores. Basta de propaganda e ataques aos professores. Deixem-nos em paz! Busquem a verdade e não inventem falsas notícias! Em suma... Vão trabalhar a sério e deixem-se de insultar a inteligência dos portugueses.

A prova da mentira e da falácia deste artigo pseudo-jornalístico está nele contida. Vejamos. Diz que “Em 2005, havia 1327 professores destacados que custavam mais de 20 milhões de euros.” Como é que apenas “212,5 dispensas” em 2011 podem custar 9 milhões? Que contas são estas? Sabendo que os salários estiveram congelados e que não houve progressão na carreira, como podem dizer que gastam 9,2 milhões com os destacados? Então reduzem de 1327 destacados para 212 (menos de 1/5 !) e apenas poupam ½ do gasto que faziam com os destacados?

Mais… Que contas fazem? Algo aqui não bate certo… Mas percebe-se o motivo: massacrar os professores acusando-os de contribuirem para desfalcar os contribuintes quando na verdade tal não sucede.

É com contas feitas desta maneira, que facilmente se percebe porque é que chegamos a ter contratos de parcerias público-privadas que arruinaram o país!

Como podem estes senhores serem dignos de chamar-se jornalistas se nem contas de mercearia sabem fazer?

Enfim… Uma vergonha de Jornalismo!

 

publicado por J.Ferreira às 08:31

link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Domingo, 20 de Março de 2011

Comentadores e Jornalistas - O Poder da Mentira

Se atentarmos nos despacho 8043/2010 de 7 de Maio facilmente se constata que nele se encontra estipulado que “os professores classificadores dos exames nacionais têm direito à importância ilíquida de 5 euros pela classificação de cada prova”. Ora, tendo em conta o que está legislado, não é necessário ser especialista na matéria para nos darmos conta de que Miguel de Sousa Tavares tem uma fixação ou trauma que o levam a opinar e escrever barbaridades contra os professores. O que MST escreveu no Expresso é, no mínimo, motivo de elevar a indignação dos profissionais de educação e ao mesmo tempo, uma vergonha para os jornalistas que se dignam de ser profissionais. No entanto, e apesar da indignação que sentimos, somos forçados a compreender (bem distinto de perdoar!) estas e outras barbaridades que têm saído das canetas com que este senhor escreve ou da sua boca quando fala atropelando o mais elementar sentido comum...

Perguntamo-nos: Que motivos estarão subjacentes à atitude persecutória de um advogado — que não exerce a profissão para a qual foi formado, quizas, por insegurança, falta de domínio das matérias em que se formou, incompetência, ou outros motivos que nos fazem pensar na forma como José Sócrates (tantas vezes por ele defendido atacando os professores!) obteve o diploma de engenheiro...! — sentir-se ou arrogar-se no direito de atacar outros cidadãos que merecem respeito e dignidade, de uma forma tão ingénua, leviana e muitas vezes falsa, com que este senhor ataca os professores? Todo o professor que se preze da sua condição de profissional muito mal pago, quando comparado com o que o senhor ganha por uns minutos de barbaridades expressa na televisão ou nos jornais.

Em suma, a crónica de MST é o paradigmático de como se tenta transformar uma mentira numa verdade. Pois, meu caro MST: Por muito que a mentira seja repetido, nunca o senhor nem nenhum outro cidadão de verdadeiro prestígio conseguirá que se transforme em verdade. Verdade é verdade e os factos falam por si. Logo: Miguel de Sousa Tavares MENTIU. E, tal como sempre defendemos que "errar é humano" de igual forma afirmamos que persistir no erro é desumano. Logo, este senhor é desumano. E aqui deixamos o nosso primeiro "ponto final".

O grande problema é que esta mentira não é ingénua. Ela tem uma intenção calra de afundamento de toda uam classe profissional. Outrora havia racismo de cor de pele. Esta situação vem confirmar as novas formas de racismos e instituem pela comunicação social. Ora, cremos que o direito à informação está em campo antagónico com o direito ao insulto; O direito à informação contrasta com o direito ao uso da mentira sobretudo quando tal, em vez de construir a paz, busca fazer germinar ou elevar o ódio de um povo face a um determinado grupo, seja ele étnico religioso ou profissional. A mensagem deste senhor (se é que é digno de uma referência destas!) para com os professores é tal que trata toda a classe como se fossem as "ovelhas negras" de um rebanho na busca de "bodes expiatórios" para as incompetências demonstradas por aqueles que está sempre (ou quase!) a defender: os socialistas! 

Cada vez mais é premente denunciar esta nova forma de racismo. Temos a obrigação de denunciar estes tipo de racistas grupais que usam a mentira para, se o pudessem fazer (tal como Hitler tentou fazer com os judeus!) não um grupo étnico mas um grupo profissional. Ou melhor, uma mentira titánica, com um único objectivo: continuar a massacrar os professores, sem olhar a meios nem a fins! Uma vergonha. Cale-se. Remeta-se ao silêncio ou dedique-se a escrever romances. Aí, poderá escrever as mentiras que quiser debaixo de personagens travestidos. Mas no jornalismo exige-se seriedade factual e intelectual (que é o que lhe falta desde há muito tempo!).

E pergunta-se: Como é possível que um jornal, uma revista ou uma qualquer televisão em qualquer país do mundo possa dar voz a quem mente assim? Miguel Sousa Tavares é um Mentiroso Sem Tino que perdeu o sentido do equilíbrio, do razoável, do aceitável... que desconhece os limites da sua intervenção pensando que está acima da lei, de tudo e de todos.

Só por ignorância ou (quem o saberá!??) má-fé pura e dura  algum senhor como este Sousa Tavares decidiria atacar (e de forma recorrente!) os professores, mentindo sistemática, reiterada e intencionalmente sobre tudo quanto se relaciona com estes profissionais: tempo de trabalho, salário, férias, ...

Sorte de Sophia de Mello Breyner por já não ter que ouvir as barbaridades de seu filho ou, seguramente, passaria alta vergonha ao ver a que nível baixou o seu filho!

Quando lemos no Expresso numa das suas insultuosas crónicas a que já nos foi habituando “Você sabia que os professores recebiam 25 euros por cada exame corrigido? Eu não, vejam lá a minha ingenuidade: estava convencido de que isso fazia parte das tarefas normais de um professor, as quais ele desempenharia com o brio de quem quer saber o resultado do seu trabalho ao longo de um ano.”

Ora, não só é mentira que os professores corrijam os exames dos seus alunos (aliás, como se sabe, os exames chegam aos professores totalmente anónimos!). Logo, os exames que cada professor corrige dificilmente seriam de algum dos seus alunos. E, por regra, são de escolas onde nem exerce onde os têm de recolher e voltar a entregar (por vezes, a centenas de quilómetros da residência!), custos que absorvem a maior fatia do valor (ridículo, nem duvidem!) que lhes pagam pelo trabalho que realizam e pela responsabilidade que é ter a seu cargo os exames de dezenas ou centenas de alunos. Assim, ao classificarem os exames, os professores não ficam a saber o resultado do seu trabalho: antes, vão permitir saber o resultado do trabalho dos alunos (ou será que é ao professor que compete estudar?). E isto assim é há décadas! No máximo das hipóteses (dada a filosofia moderna de que é o professor que tem de ser avaliado ainda que o aluno decida “ir ver a bola” ou “bailar na discoteca” em vez de estudar!) MST poderia ter escrito que os professores vão saber o resultado do estudo dos alunos e do trabalho dos professores!

Não menos  grave é dar a ideia (uma vez mais e recorrentemente mentindo como se estivéssemos perante um Mentiroso Compulsivo!) afirma que os professores recebem uma remuneração por prova  de 25 euros! Ora, bastava ser minimamente inteligente ou competente para pesquisar na internet e ver que o nº 1 do Despacho 8043/2010 sobre os exames ede 2009/2010 (já revogado!) diz o seguinte: “Os professores que asseguram a classificação das provas de exames nacionais do ensino secundário referentes ao ano lectivo de 2009-2010 têm direito à importância ilíquida de €5 pela classificação de cada prova.

E não me venham com a história de que se enganaram. Bem poderia se estivéssemos em 2002, em 2003 ou 2004 em que o escudo ainda era moeda de referência para muita gente. Hoje...? Qual quê. Esta é a prova de que MST é de facto um perseguidor nato dos professores. Ponto final. O impulso de MST no sentido de insultar e maltratar os professores é tal que imediatamente transformou os 5 euros em 5 contos. Mas percebe-se. Habituado (sem dúvida!) a receber um valor excepcionalmente alto por minuto pela “treta fiada” ou “verborreia discursiva” que emite nos canais de televisão, seguramente deve ter achado que 5 euros seria um pagamento inaceitável. Mas é verdade. Apenas 5 euros. E compreende-se. Hoje, já nem mesmo uma simples empregada de limpeza aceita trabalhar por tão pouco! Logo passou de 5 euros (mil escudos) para 25 euros (cinco mil escudos ou 5 contos!). De facto, euros e contos, para este "senhor" é tudo o mesmo! Por isso, escreveu a asneira astronómica que o “Expresso” (jornal ao serviço vá-se lá saber de que interesses!) publicou sem qualquer drama, demonstrando que a investigação do seu conteúdo não lhe interessa para nada. Nem no semanário de referência do regime.

Nunca classificamos exames. Mas os que classificam deveriam sentir-se insultados. É uma vergonha. No mínimo, o Director do Jornal Semanário Expresso deveria, para além de exigir ao senhor MST que se retrate, que faça público um pedido de desculpas  do Jornal a todos os professores. Barbaridades como esta não podem ficar nos arquivos do Jornalismo sob pena de, caso este senhor (incompetente!) continue a ter a credibilidade que os meios de comunicação social lhe atribuem apesar da sua tremenda incompetência possa dia a História da Investigação usar esta MENTIRA como um verdade indiscutível.

A incompetência do bem remunerado MST vê-se na sua capacidade de análise quando na primeira metade da década de noventa defendia a filosofia do utilizador-pagador no que respeita às propinas defendendo que “os estudantes deveriam pagar propinas pois um dia iriam ganhar imenso por serem licenciados”.

O cidadão comum exige que os “opinion makers” sejam competentes para poder dar-lhes crédito. Assim, exige-se que verifiquem os factos de que opinam. Ora, esse é o mínimo que se pode exigir. Basta de mentira. Basta de entulho. Estamos fartos de comentadores e meia-tigela! 

 

publicado por J.Ferreira às 10:30

link do post | comentar | favorito
|  O que é?
Segunda-feira, 4 de Janeiro de 2010

Mário Crespo Prova Que Ainda Há Jornalistas.

Ao mesmo tempo que Mário Crespo chama os bois pelo nome, e tenta colocar  o dedo na ferida entrevistando personalidades como Medina Carreira, cujo valor e experiência são inquestionáveis, outros jornalistas não passam de meras marionetas do poder. Estão ao serviço do governo ou da implementação de certas medidas governamentais. A título ou a troco de quê? Quem sabe? Será que o escândalo que se descobriu da segregação feita pelo Governo no que respeita à atribuição ou escolha dos media para a Publicidade Governamental trem algo a ver com isto? Não sabemos. Mas que é estranho, lá isso é!...

 _____________

 

Passamos a explicar / justificar, pois, os motivos desta nossa dúvida e indignação.

 

Quando tanto se fala na necessidade de avaliar os professores, de restringir a qualificação de "Excelente", parece-nos uma aberração constatar que a edição on-line do Jornal "O Público" seja gerida de uma forma tão antidemocrática. Deveriam ter vergonha! Das duas uma: ou são os informáticos que gerem a página dos comentários de O Público On-line, que são uns incompetentes, ou são os jornalistas que estão a fazer o frete à Ministra da Educação. Qual das respostas será, não sabemos. Mas não vemos uma terceira, a não ser que algum hacker tenha atacado os comentários de "O Público"...!

 

Com efeito, basta analisar o conteúdo dos comentários que se mantêm na página on-line para perceber a tendência política e a filosofia dos dirigentes. É incrível como, os comentários esclarecedores da opinião pública (efectuados por leitores que tentam explicar o que está em causa!) repondo a verdade sobre o montanha de mentiras que prolieram sistematicamente nos comentários da notícia, são todos, selectivamente eliminados. Porém, os que se baseiam na mentira (quando não mesmo na calúnia!) continuam publicados. Assistimos, pois, à sistemática e selectiva eliminação dos comentários favoráveis à posição dos professores, que continuam a ser vítimas dos ataques sistemáticos. Como conseguem permanecer on-line?

Assim, o Público coloca-se ao lado dos comentadores, que lançam um massacre sem precedentes (um autêntico "grupocídio") de que está a ser alvo o grupo profissional dos professores, ao permitir que apenas os que nos atacam permaneçam publicados. Os restantes, eliminam-nos! É uma vergonha Nacional.

 

Afinal, a comunicação social que deveria ser isenta está ao serviço do governo. E não se importam de repetir uma mentira 3 ou 4 vezes. É incrível como um vasto conunto de comentários esclarecewdores dos motivos que levam os professores para a luta, foram estratégica e sistematicamenre eliminados, ao mesmo tempo que se mantêm, mesmo que repetidos, os comentários que são favoráveis à posição do Ministério.

Será que já não há jornalismo sério?

Estaremos a precisar de um novo "25 de Abril"?

Será que se está a instalar uma Ditadura Silenciosa?

publicado por J.Ferreira às 10:32

link do post | comentar | favorito
|  O que é?

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Maio 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.posts recentes

. Falso Jornalismo ou A Apo...

. Comentadores e Jornalista...

. Mário Crespo Prova Que Ai...

.arquivos

. Maio 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Fevereiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

.tags

. todas as tags

.links

blogs SAPO

.subscrever feeds