Sábado, 18 de Novembro de 2017

Falsidades no Bloco Central da TSF

tsf_avalia_professores.JPG

Intervenientes no programa da TSF (Bloco Central) continuam a usar a estratégia de Hitler: A MENTIRA REPETIDA como arma de destruição pois acreditavam e agiam como se repetindo a mentira até á saciedade, a mesma se viesse a transformar em VERDADE. A mentira repetida era a arma usada pelo Ministro da Propaganda NAZI, do ditador Hitler...

É triste que, passados mais de meio século, ainda tenhamos, em Portugal, gente ressabiada que crê (e, por isso, usa) a mentira como arma ... procurando atingir os fins a que se propõe (tal como Hitler) sem olhar a meios!
 
Vejam aos 07.57 horas, parece preocupado com a injustiça comparativa relativamente a outros profissionais que bem poderiam concorrer para a carreira dos professores. Depois, não se incomoda nada com que a avaliação gere injustiças dentro da mesma carreira. Este “caramelo palrador” é professor do ensino superior. E… como tal, arroga-se do direito de dizer barbaridades sobre os professores do básico e do secundário… Onde está a avaliação dos professores do superior???
Após os 9:30, este palrador diz que “são apenas 40% de catedráticos??? No superior? Ena… Que queriam que os que iniciam a carreira começassem logo como catedráticos???
Logo a seguir aos 10:50, este palrador (nem sei se dizer este SACANA) diz que “E portanto… pegando, p’ra... p’ra discorrer bem… nós temos estes dois sectores da função pública, (digamos assim, em função das avaliações) onde temos… os professores dos ensinos básico e secundário, dos magistrados, as forças de segurança pública e o exército… que não têm praticamente avaliação “onde a progressão é feita apenas pelo decurso do tempo.” Está em curso mais uma tentativa de usar a demagogia propagandística de Hitler o qual tinha um conselheiro que tinha como máxima que “uma mentira repetida se transforma em verdade”! Pois pode repetir que, sem que haja nazismo, não haverá lugar a essa crença!
E eu chamo-lhe, MENTIROSO, com todas as letras!… MENTIROSO! INCULTO. ANALFABETO. Leia a legislação e vá às escolas ver, professores que fazem formação como não fazem (requisito para progredir) Isto é enganar propositadamente os portugueses, uma vez mais e de novo (como fez Maria de Lurdes Rodrigues há 10 anos atrás) com o fim único de achincalhar os professores.
Por fim, tentando fazer valer a máxima de Hitler, logo a seguir aos 24:00 minutos como aparece de novo um "papagaio" a dizer que "os professores não querem mesmo ser avaliados!"
A mentira de que não queremos ser avaliados não vai instalar-se. E só mete nojo e enterra quem a continua a produzir! SEMPRE FOMOS AVALIADOS... E EU AVALIEI PROFESSORES QUE FICARAM PELO CAMINHO NA PROGRESSÃO… Por falta de formação. Tal como todos os alunos são avaliados. Mas, também como os pais e os próprios alunos) não concordamos com modelos de avaliação (nem para nós, nem para os alunos) que sejam INJUSTOS...! E isso é o que estes senhores poucos e importam. O que importa é que se seja avaliado., mesmo que seja feita uma má avaliação e se leve a maioria á desmotivação. CONCLUSÃO: parecem preocupados com a aprendizagem dos alunos mas,... na verdade, só se preocupam com os salários dos professores e com a avaliação dos filhos, caso o professor não seja justo. Querem igualdade, justiça na avaliação dos filhos mas não se importam que os professores sejam injustiçados.
Mas não fica contente este “comentadeiro TSF” que volta a pronunciar uma camada de aberrações falando de “reposição de direitos, que segundo a lei são direitos que, na minha opinião, não deveriam ser porque eu não concebo que actividades, qualquer actividade que seja, não seja avaliada… não concebo! Não concebo eu nem concebem a maior parte das pessoas”. Até aqui, todos de acordo… e os professores também concordam!!. O problema é que o “jornalista acrescenta:
Aos 11:20 o moderador intervém... “Já agora, avaliada e bem avaliada!... não é como já se criou no passado… alguns sistemas de avaliação que… eram anedóticos!”.
Ora é aqui que começam os disparates do “comentadeiro” que começa a vacilar: “Pois… a questão… isso… É verdade! Há… há… há outra questão que é… por exemplo quando se nota isto: na função pública há, de facto, uma parte importante, muito importante, dessa função pública que não é avaliada… cuja progressão é só do tempo, que logo uma coisa que choca terrivelmente com a questão da actividade privada.. onde as pessoas, mal ou bem (provavelmente, muitas vezes, mal…Se calhar a maioria das…) mas são avaliadas em função do seu desempenho!!!
COMO?? Bem ou mal? Então, o que lhe interessa é avaliar, nem que seja injusta? Mas, os professores não alinham com injustiças. Têm essa função social também!!
 
Aos 12:06 diz o comentadeiro: “Agora, concretamente em relação aos professores, há uma coisa que me choca… que me perturba… (finalmente, percebei… o “comentadeiro” está perturbado … ou não, esteve… porque afinal diz “já não me perturba”… mas ainda o choca!) é que nunca houve… nunca houve uma proposta de avaliação dos professores que os professores considerassem minimamente apreciável… E já existiram muitas!”.
Mais uma MENTIRA: Os professores estiveram entre 1996 e 2007 em paz e de acordo com o modelo criado pelos social-democratas e alterado pelos socialistas … sem protestar contra o modelo!).
E continua, aos 12:30 diz que “tenho que o reconhecer, já o disse em muitos sítios, disse-o aqui, a pessoa que melhor está preparada e que eu melhor me revejo em termos do que seja uma politica educativa é a da Maria de Lurdes Rodrigues (…).
 
Está tudo dito. Desmascarou-se. Deixou cair a máscara de pretenso comentador isento. Incrível!!! Maria de Lurdes Rodrigues ser uma ministra com a melhor “política educativa”? Uma senhora que só fechou escolas e destruiu a carreira docente? Não, meu caro. Esta é ministra das finanças e da destruição do sistema educativo, e das torneiras de 500 euros, dos candeeiros em escolas a custarem 2000 euros quando outras nem persianas têm para tapar o sol que bate na cabeça dos alunos!!)
Qualquer avaliação, desde que eu me conheço, qualquer avaliação, os professores não lhes agrada.”
E se parassem de dar voz a quem MENTE? Este senhor não pode ter nascido depois de 2006!!!
Que CONCLUSÃO se poderá retirar de um programa: ESTÁ CHUMBADO!
De facto, estamos perante uma superMENTE… com uma MENTE que MENTE… deliberadaMENTE… !
É uma falsidade atrás de outra. O “comentadeiro TSF” só diz aberrações. Algumas provas da falsidade deliberada das posições assumidas por este "comentadeiro" que é ouvido em todo o país... como se de verdades inquestionáveis se tratasse. O que não entendo é porque, falando de educação, não estão presentes especialistas da área e representantes dos visados. Ou melhor, até entendo... (Oh, se entendo...!): porque não interessa para os "opinion makers" que lhes sejam desmascaradas as suas falsidades. Aqui ficam algumas provas da falsidade: desde o início da década de 1990 que o sistema de avaliação constante da legislação obriga os professores a frequentarem, em média, a 25 horas de formação por ano, progredindo apenas se obtiverem certificado de aprovação nas matérias definidas pelos planos dos Centros de Formação, de acordo com as orientações dadas pela entidade patronal: governo! E, eu fui formador. E houve professores que não receberam os ditos "créditos" e outros que tiveram de se esforçar bem para os conseguir! isto porque, sem a aprovação nessa formação não havia e não há, ainda hoje, progressão! mais, se antes era formação gratuita mas sempre em horário não letivo, muitas vezes ao sábado, prejudicando família como nem o provado faz, obrigados. Para além disto, existem também as aulas assistidas e o documento de reflexão crítica do trabalho desenvolvido e do serviço cumprido, com peso (tal como no caso da autoavaliação dos alunos) na avaliação final.
Por isso, progressão automática, apenas com o tempo.... só nas alfaiatarias. porque, até os alfaiates, com o passar do tempo, melhoram o seu profissionalismo. Só os professores, que ensinam a aprender a aprender, não são capazes de aprender e, por isso, precisam de ser avaliados!
 
publicado por J.Ferreira às 16:51

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Domingo, 27 de Julho de 2014

As Provas da Inutilidade (do Ministro, claro!)

 

Se o exame dos professores é uma inutilidade... o exame dos alunos do 4º ano é também inútil. Pobres crianças, do tamanho do chão, a serem submetidas a provas, muitas vezes longe das suas escolas de origem, em ambiente totalmente estranho, com professores desconhecidos... tratadas como se fossem pequenos adultos, homens pequenos e mulheres pequenas. Ora, uma criança não é um homem ou uma mulher em miniatura. Parece faltar ao Ministro da Educação (essencialmente científico!!!) um pouco de conhecimento de psicologia e pedagogia! A escola não deveria ter como objectivo treinar humanos para responder a exames. Antes, a escola deveria (voltar a) ser o local mais indicado para que as crianças e jovens desenvolvam ao máximo as suas capacidades. Interessa que sejam capazes de desenvolver as suas competências nas áreas que o futuro lhes exigirá para superar as dificuldades da vida. Em situação de exame, é natural que o grau de ansiedade interfira com os resultados. Por isso, a pergunta acaba por ser sempre a mesma: O que medem os exames

Parece-nos quea a visão do actual Ministro da Educação face à forma como deve ser validado o conhecimento dos alunos (provesso de avaliação) está redondamente inquinada. Usar o exame como meio de medir o que quer que seja é um erro, uma inutilidade! Aliás, basta ver as notícias para perceber que assim é. Alunos que aprovam num exame estavam aprovados ao longo do ano. Raros são os que, tendo reprovado durante a avaliação que é feita pelos professores, acabam por superar e aprovar no exame.

As aulas de recuperação no final do ano, em apenas umas semaninhas (depois dos alunos estarem já cansados de todo um ano lectivo) vêm demonstrar que o exame é uma fantochada. Das duas uma, ou o primeiro exame nada mede e o segundo já mede alguma coisa ou então, umas aulinhas no final do ano (depois do aluno se ter demonstrado incapaz de aprovar) teriam um efeito miraculoso que mais valeria andar todo o ano a brincar e dedicar-se num mesito para aprovar...! Realmente, se as aulas de recuperação servissem para os alunos, reprovados ao longo de todo o ano e nos três trimestres, aprovarem submetendo-se apenas a uma única prova... quem poderia acreditar nas notas atribuídas pelos professores?

Os resultados dos exames provam que Apoio extra para alunos fracos a Matemática e Português "é um engodo". Foram muito poucos os alunos que aprovaram na prova que nada mede (prova do 4º ano). Falta, pois, quem venha explicar para que servem estas provas? Que os jornalistas investiguem (mas a sério)!

Há alunos que tiveram nota 1 (no primeiro período) nota 2 (no segundo período) e nota 4 (no terceiro). Estes, foram a exame e, independentemente da nota do exame, foram aprovados...

Outros, com melhor classificação... reprovaram porque tiveram nota 2 (no primeiro), nota 2 no segundo e nota 3 no terceiro... Foram a exame, e mesmo conseguindo mais de 40% reprovaram!

É esta a nossa forma de avaliar...??? Enfim... Uma fantochada!

 

 

 

publicado por J.Ferreira às 17:34

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Segunda-feira, 22 de Outubro de 2012

Passos Coelho Sem Cartola

Quem com ferros mata, com ferros morre! Duvidam?!... Há que ver claramente visto e ouvir claramente ouvido. Nesta República da pseudo-democracia, a vergonha parece não ter limites.

Quem fala verdade  Nunca chega ao poder! Ou será que já todos se esqueceram das legislativas de 2009? Manuela Ferreira Leite apostou na "Política de Verdade" e perdeu! Conclusão: Quem mente... é valorizado. Quem fala verdade, é ostracisado! Assim se epxlica a chegada ao poder nos últimos anos! Mentiu Sócrates e o PS ganhou. Em 2011, Pedro Passos Coelho decidiu ganhar as legislativas para o PSD... E que fez? Vejam quanto valem as suas palavras e avaliem os leitores!


 

Breves apontamentos para reavivar a memória:

03:00 — Nós temos o nível de vida mais caro do que a maioria das sociedades por esta Europa fora com ordenados bem mais baixos (...)

03:16 — Nós obrigamos, hoje, as pessoas a pagarem com aquilo que não têm...

03:16 — O que o país quer mesmo saber se nós vamos ser como os outros até aqui...

03:35 — Não contarão com mais ataques à classe média em nome dos compormissos externos...

 

03:52 — QUE LATA !

 

05:08— Passados 5 meses o governo limitou-se a aumentar os impostos... — acusava Passos Coelho.
06:03 — Nós não dizemos hoje uma coisa e amanhã dizemos outra!
06:14 — É que as medidas, agora anunciadas, traduzem uma incompreensível insitência no erro! Porque se volta a lançar exigências adicionais sobre aqueles que sempre são sacrificados.
06:34 — Nós precisamos de valorizar cada vez mais a palavra para que quando ela é preferida podermos acreditar nela!
06:47 — Espero, como futuro primeiro-ministro, nunca dizer ao país, ingenuamente, que não conhecemos a situação. Nós temos uma noção de como as coisas estão.
E para cabar:
07:34 — Já ouvi o primeiro-ministro dizer, infelizmente, que o PSD quer acabar com muitas coisas e também com o 13º mês mas nós nunca falamos disso... e isso é um disparate! "Tá bem?" (Pois, também achamos,  também achamos isso! — interromperam-no.)... Isso é um disparate!
Mas há mais...
Vejam como se desmonta o discurso dos governantes.


Palavras para quê? Enfim... Sem comentários...!
publicado por J.Ferreira às 08:00

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Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2011

Fado... Triste Fado!

Não admira que o FADO tenha sido considerado como Património Imaterial da Humanidade. Realmente, triste fado têm os portugueses. Nem a democracia lhes reduziu a má sorte. Lembrem-se (ou revejam) o discurso de Sócrates na Oposição e comparem com Sócrates no Governo. Aliás, com uma certa ironia porque é o mesmo homem que, em tempos diferentes, mudou o seu discurso! Vale a pena rever.

 

 

Muito haveria que apresentar aqui mas os protagonistas mudaram. E como a nossa memória é curta... agora disparamos contra aqueles que querem retomar o caminho pagando as dívidas que outros engordaram sem se saber que benefícios houve para a população.

 

 

 

De fato, é com uma indignação (e uma certa dose de frustração) que constatamos o triste nível a que o país chegou. Fado, triste fado... Sina, triste sina!

 

Mas os políticos não se diferenciam muito uns dos outros... Por isso, não é de estranhar que Passos Coelho siga os passos de Sócrates. De facto, a um artista segue-se outro artista. Passos sabe que no circo em que Portugal se transformou, quem não for palhaço, “não se safa”! Por isso, depois de assistir aos erro de Manuela Ferreira Leite, depressa descobriu que “Ganha quem mais mente”.Por isso, seguiu os “passos” do socialista José Sócrates.

E, depois da edição de dois (des)governos socialistas chefiados por um malabarista de nome José Sócrates que nos ensinou a viver no País da mentira. Basta ver o que prometia, propagandeava (abono extra, subsídios aos jovens que continuassem a estudar, etc... etc...). Volvidos anos, assistimos à mudança dos protagonistas como se do Circo Chen se passasse ao Circo Chan. Estamos pois perante uma mais liberal versão da palhaçada que é a democracia portuguesa. Por isso, temos agora "Passos Coelho no País da Mentira".

 

 

Neste "País da Mentira", facilmente se compreende que Passos Coelho tenha evitado os Erros de Manuela Ferreira Leite. De facto, Passos aprendeu que neste circo quem diz a verdade ao povo nunca ganha legislativas! Não admira que, quer antes quer durante a campanha, Passos tenha afirmado o que não poderia cumprir. Ele afirmou que cortar no 13º mês era um disparate. Ouçam "isso é um disparate". Mais afirmou que não faria despedimentos nem cortes salariais... que , não aumentaria o IVA na restauração...

 

A provar que vivemos no País da Mentira, temos que alguns (poucos) meses depois, Passos aprova um Orçamento para 2012 que é a demonstração de que, em democracia, é o vale-tudo. Ao não se responsabilizarem estes mentirosos pelas palavras que pronunciam, não admira que a justiça chegue ao ponto a que chegou: também ela é uma palhaçada. Saber-se que, em democracia, para se chegar ao poder, se pode mentir... é a demostração total do fracasso da democracia. Quizas esteja na hora de refundar esta nossa democracia. Ela já não serve: é o vale-tudo!

Ora, perante esta realidade, não admira que aumente o apoio  à tese daqueles que defendem uma nova revolução.

 

Afinal, se nem o Presidente da República pode pôr cobro a esta legitimação da mentira, para que serve a figura do mais alto chefe da nação? Para comandar as tropas?

Necessitamos de um Presidente da República que tenha a coragem de assumir que, em democracia, não vale-tudo apra chegar ao poder: nenhum político pode permanecer no poder mais que um dia caso faça exactamente o oposto do que prometeu?

 

O povo começa a necessitar de alguém que coloque estes políticos nos eixos da verdade... Basta de ser enganados. Em pouco mais de 30 anos de democracia e chegamos ao ponto que chegamos... Não se estranha que o povo português tenha votado em Salazar para o MAIOR Português de Sempre. (de que já ninguém fala, nem quer falar. Sim, porque com o país a afundar-se, pelo menos também ele sucumbiu na pobreza.  Ao contrário, nesta nossa democracia, com o país na maior das desgraças, os (pseudo)democratas que (des)governaram os nossos destinos, não morrem sem que fiquem podres de ricos. Entram pobres e vão-se milionários! E rumam aos seus paraísos com reformas chorudas ao passo que os direitos adquiridos do Zé-povo ficam para as calaendas gregas... Sim! Nunca dito com tanta propriedade. É que só mesmo os gregos se nos igualam em desgraça... Triste sina, a dos portugueses!

Seguramente que, a caminharmos por estes mares com timoneiros incompetentes (sabendo que mesmo tendo arruinado o país, nada lhes passa!) a desgraça é a única certeza no futuro. Ao mantermos a nossa cobardia, algo poderemos ter como certo: que os nossos filhos, com ou sem o fado considerado como património imaterial da humanidade, não necessitarão de ouvir estas melodias para que as lágrimas lhes inundem os olhos e o rosto: elas soltar-se-ão perante o descalabro da vida que lhes deixamos.

 

Que estranha forma de vida...

 

publicado por J.Ferreira às 17:52

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Quarta-feira, 9 de Novembro de 2011

Falso Jornalismo ou A Apologia da Falácia

Do Socialismo Fracassado ao Jornalismo Falacioso

 

A recente notícia do  Correio da Manhã  (ver aqui ou mais em baixo!) é mais uma prova da incompetência dos que fazem um jornalismo que consideramos vergonhoso para um Estado de Direito Democrático. Este tipo de análise inquinada e fraudulenta dos dados é própria de um péssimo e vergonhoso jornalismo que não olha a meios para atingir fins.

É pois um jornalismo que se encontra, não ao serviço da informação e da verdade, mas antes ao serviço do poder. Para além disso, este tipo de jornalismo é um atentado à inteligência dos portugueses. Por que será que se calam os jornalistas com os verdadeiros atentados contra a fazenda pública como é o caso desta notícia : "Carris: administração recebeu viaturas topo de gama em ano de buraco financeiro de 776,6 milhões"  (ver aqui!)?

Ora, meus caros, por que se calam estes senhores com os verdadeiros números que afundam as finanças mas, pelo contrário, apresentam falsos  valores dos custos dos docentes destacados nos sindicatos (que ali se encontram por direito e no cumprimento da lei !)?

Por que motivo não se investiga e insiste nos graves problemas que levaram o país a afundar-se?

Sem dúvida. Estamos perante de um jornalismo que não passa de mais uma estratégia utilizada, repetida e periodicamente por um certo tipo de jornalistas sem escrúpulos que mais não visa senão ajudar os governos a justificar o linchamento social de uma classe de profissionais que sempre pautou a sua conduta pelo cumprimento das deliberações tomadas pelos seus superiores (leia-se, Ministros, Secretários de Estado, Directores-Gerais, etc... ) e que diariamente pauta a sua conduta de forma irrepreensível no exercício da sua profissão, com um indiscutível empenho na melhoria da educação dos nossos jovens.

 

Caros colegas.

É chegada a hora da verdade. Fomos assaltados legalmente. Nada podemos fazer enquanto estivermos presos a este tipo de ataques. Temos de agir... Já basta de ser espezinhados. Os últimos anos de soci8alismos serivram apra nos colocar a todos abaixo do nível do solo.

Lutemos, pois, contra este tipo de gente, contra este tipo de ataques de quem tem as rédeas da (des)governação e escapa aos ataques destes incompetentes titulares de uma carteira jornalista que nunca são avaliados, mesmo quando cometem autênticos crimes contra a inteligência.

Portugal está empestado de pretensos cidadãos que, em nome do direito à informação, atacam indevida e indignamente os professores como se de criminosos se tratasse. O jornalismo em Portugal sofre de uma enfermidade estranha que os impede de ver a verdade...

Estes jornalistas que se vêm juntando a Miguel de Sousa Tavares, nada mais fazem do que atacar os professores como se a crise do país não tivesse culpados e fossem os professores os bodes expiatórios de tudo isto. Os políticos desgovernam e nós é que teremos de suportar isto? Mas Vejamos. Esta falácia (assim lhe chama uma filha minha que ingressou em Física na Universidade do Porto, com 20 valores a todas as disciplinas e que frequentou uma excelente escola pública ainda que as quotas assim a não permitam considerar!) pode ser desmontada facilmente. Na verdade, o erário público apenas fica prejudicado no valor que tem de pagar aos professores que os substituem.

E se isto que afirmo é falso, que tenha a coragem este pseudo-jornalista de indemnizar o Estado na diferença entre o que dizem custar os sindicatos e as verbas que o Estado vai realmente deixar de gastar se os professores destacados regressarem às suas escolas.

Falácias, meus caros. Falácias que se baseiam em premissas falsas para atingir o objectivo que é primordial para este tipo de jornalismo que cxada vez menos deve merecer o crédito da população: arruinar a imagem dos professores.

Isto, meus caros, porque se os destacados regressarem às suas escolas, o Estado apenas poderá poupar o valor dos vencimentos dos professores contratados que os substituem (irrisórios situados no 1º escalão!). Será esse o valor em despesa que deixará de ser gasto pelo estado. Por isso... Falácias, meus amigos! Falácias que mais não pretendem senão justificar mais um corte nos direitos dos trabalhadores.

Mas... Qual será a solução?

Pois bem. Há que desarmar este tipo de gente que não tem de facto, mais que fazer senão inventar notícias onde incluem falsidades como se de verdades indiscutíveis se tratasse! Vamos. Tenham coragem de assumir a diferença da economia que o Estado fará entre esses 9.000.000 de euros e o verdadeiro valor que custam os professores que os substituem (cerca de 2.700.000 euros: ou seja, uma diferença superior a 6.000.000 de euros. Parem de mentir! Basta! Vejamos quanto custar afinal e na realidade, o númerod e destacados nos sindicatos.

O salário ilíquido de um professor contratado ( que está directa ou indirectamente a substituir um dos professores destacados nos sindicatos) é de € 1373,13. Isto, multiplicado por 212,5 (número de professores destacados incluindo os que apenas têm descarga parcial de horário) seguido de uma multiplicação por 12 (número de meses que está previsto pagar-se no próximo ano) dá a quantia de € 3.501.915. Menos de metade dos referidos 9.000.000 de euros...! Ou seja, menos de metade do valor divulgado pelo Correio da Manhã.

Ainda que se contabilizassem 14 meses, seria um gasto de € 4.085.061,75. Ora, deixem de mentir... Afinal, com os créditos sindicais legalmente estabelecidos, o custo é baixíssimo por trabalhador...

Logo, muito menos de metade do que aparece referido nas contas dos jornalistas incompetentes do Correio da Manhã. E, se pensarmos que grande parte deste valor volta para os cofres do Estado (em forma de impostos e segurança social que são deduzidos a estes valores brutos!), afinal… a montanha pariu um rato. Mas nada nos livrará da imagem social que ficou com esta notícia espalhada, de boca em boca, nas ruas e nas esplanadas dos cafés… Essa é que é essa!

Ora, feitas as contas aos mais de 140.000 professores, este é um gasto por trabalhador de cerca de 2 € por mês... Para um papel tão importante que têm os sindicatos no desenvolvimento de uma sociedade democrática, o custo é mesmo baixíssimo!

 

Perante isto, meus caros, só há uma solução:

Que todos paguemos uma quota adequada para que os professores que nos servem nos sindicatos possam ser pagos por essas estruturas. E assim, libertamo-nos das amararas que os levam a assinar muitas vezes acordos que nos são prejudiciais.

Obriguemos os que pagamos a defender-nos e preparemos uma verdadeira guerra contra estes incompetentes que afundam o país e nos querem sempre e sistematicamente culpar pelo fracasso das suas medidas!

Libertos desta amarra, verdadeiramente independentes, ataquemos o governo com uma VERDADEIRA greve de 2 ou 3 meses. E calemos a boca (ou o teclado!) aos jornalistas "inqualificáveis" e "incompetentes" que estiveram calados durante mais de 13 anos de (des)governação socialista permitindo que alguns se tenham ficado com as fortunas que desfalcaram o erário público, que tenham feito PPP's e outras engenharias danosas sem que respondam perante a justiça com, o próprio património.

Colegas! Vamos à luta!

É chegada a hora da verdade, de soltar amarras ao poder... do grito do Ipiranga. Como?

Tenhamos coragem de decidir se queremos continuar a ser autênticas marionetas nas mãos dos governos e destes incompetentes que têm acesso aos media usando falácias para enganar o povo e justificar os sucessivos ataques à nossa honra e profissionalismo. Como fazer isso?

É simples. Como disse, façamos dos nossos sindicatos verdadeiramente independentes.

Afinal, meus caros, só com o subsídio de natal e de férias que nos roubaram, poderíamos financiar muitos dos nossos sindicalistas. E coloquemos os que estão no meio da carreira a lutar verdadeiramente por todos nós. Libertemos as algemas que prendem os sindicatos ao governo. Não precisamos de destacados. Somos em número suficiente para financiar quem nos queira de facto defender, sem amararas ao poder. Bastará 10 euros por mês, entre os 150.000 professores, para o sindicato ter um orçamento de 1.500.000 euros mensais! Ora, com este dinheiro, podemos pagar facilmente aos nossos colegas que nos defendem nos sindicatos, independentemente do escalão em que se encontrem. Tenhamos coragem ou calemo-nos para sempre e aceitemos as regras e imposições dos governos

Será que temos coragem de dizer BASTA ?? Será que temos coragem de enfrentar quem tão mal nos tratas? Será que queremos continuar a ser sistematicamente massacrados?

Lutemos por um sindicalismo verdadeiramente independente! E já!

Aos Jornalistas apenas tenho a dizer: aprendam a fazer contas... O gasto do erário público tem de assumir pela existência de destacados nos sindicatos é simplesmente o dinheiro que tem de pagar aos docentes que os substituem. E, em última instância, no caso de regressarem aos seus postos de trabalho, ficarão de fora os contratados, forta de qualquer careeira e como tal com salários muito mais baixos do que o falsamente divulgado como sendo custo de cada professor destacado no sindicato.

Estando os professores que substituem os destacados num escalão de início de carreira, apenas recebem Situados no início  (no início de carreira) que substituem os professores. Basta de propaganda e ataques aos professores. Deixem-nos em paz! Busquem a verdade e não inventem falsas notícias! Em suma... Vão trabalhar a sério e deixem-se de insultar a inteligência dos portugueses.

A prova da mentira e da falácia deste artigo pseudo-jornalístico está nele contida. Vejamos. Diz que “Em 2005, havia 1327 professores destacados que custavam mais de 20 milhões de euros.” Como é que apenas “212,5 dispensas” em 2011 podem custar 9 milhões? Que contas são estas? Sabendo que os salários estiveram congelados e que não houve progressão na carreira, como podem dizer que gastam 9,2 milhões com os destacados? Então reduzem de 1327 destacados para 212 (menos de 1/5 !) e apenas poupam ½ do gasto que faziam com os destacados?

Mais… Que contas fazem? Algo aqui não bate certo… Mas percebe-se o motivo: massacrar os professores acusando-os de contribuirem para desfalcar os contribuintes quando na verdade tal não sucede.

É com contas feitas desta maneira, que facilmente se percebe porque é que chegamos a ter contratos de parcerias público-privadas que arruinaram o país!

Como podem estes senhores serem dignos de chamar-se jornalistas se nem contas de mercearia sabem fazer?

Enfim… Uma vergonha de Jornalismo!

 

publicado por J.Ferreira às 08:31

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Domingo, 20 de Março de 2011

Comentadores e Jornalistas - O Poder da Mentira

Se atentarmos nos despacho 8043/2010 de 7 de Maio facilmente se constata que nele se encontra estipulado que “os professores classificadores dos exames nacionais têm direito à importância ilíquida de 5 euros pela classificação de cada prova”. Ora, tendo em conta o que está legislado, não é necessário ser especialista na matéria para nos darmos conta de que Miguel de Sousa Tavares tem uma fixação ou trauma que o levam a opinar e escrever barbaridades contra os professores. O que MST escreveu no Expresso é, no mínimo, motivo de elevar a indignação dos profissionais de educação e ao mesmo tempo, uma vergonha para os jornalistas que se dignam de ser profissionais. No entanto, e apesar da indignação que sentimos, somos forçados a compreender (bem distinto de perdoar!) estas e outras barbaridades que têm saído das canetas com que este senhor escreve ou da sua boca quando fala atropelando o mais elementar sentido comum...

Perguntamo-nos: Que motivos estarão subjacentes à atitude persecutória de um advogado — que não exerce a profissão para a qual foi formado, quizas, por insegurança, falta de domínio das matérias em que se formou, incompetência, ou outros motivos que nos fazem pensar na forma como José Sócrates (tantas vezes por ele defendido atacando os professores!) obteve o diploma de engenheiro...! — sentir-se ou arrogar-se no direito de atacar outros cidadãos que merecem respeito e dignidade, de uma forma tão ingénua, leviana e muitas vezes falsa, com que este senhor ataca os professores? Todo o professor que se preze da sua condição de profissional muito mal pago, quando comparado com o que o senhor ganha por uns minutos de barbaridades expressa na televisão ou nos jornais.

Em suma, a crónica de MST é o paradigmático de como se tenta transformar uma mentira numa verdade. Pois, meu caro MST: Por muito que a mentira seja repetido, nunca o senhor nem nenhum outro cidadão de verdadeiro prestígio conseguirá que se transforme em verdade. Verdade é verdade e os factos falam por si. Logo: Miguel de Sousa Tavares MENTIU. E, tal como sempre defendemos que "errar é humano" de igual forma afirmamos que persistir no erro é desumano. Logo, este senhor é desumano. E aqui deixamos o nosso primeiro "ponto final".

O grande problema é que esta mentira não é ingénua. Ela tem uma intenção calra de afundamento de toda uam classe profissional. Outrora havia racismo de cor de pele. Esta situação vem confirmar as novas formas de racismos e instituem pela comunicação social. Ora, cremos que o direito à informação está em campo antagónico com o direito ao insulto; O direito à informação contrasta com o direito ao uso da mentira sobretudo quando tal, em vez de construir a paz, busca fazer germinar ou elevar o ódio de um povo face a um determinado grupo, seja ele étnico religioso ou profissional. A mensagem deste senhor (se é que é digno de uma referência destas!) para com os professores é tal que trata toda a classe como se fossem as "ovelhas negras" de um rebanho na busca de "bodes expiatórios" para as incompetências demonstradas por aqueles que está sempre (ou quase!) a defender: os socialistas! 

Cada vez mais é premente denunciar esta nova forma de racismo. Temos a obrigação de denunciar estes tipo de racistas grupais que usam a mentira para, se o pudessem fazer (tal como Hitler tentou fazer com os judeus!) não um grupo étnico mas um grupo profissional. Ou melhor, uma mentira titánica, com um único objectivo: continuar a massacrar os professores, sem olhar a meios nem a fins! Uma vergonha. Cale-se. Remeta-se ao silêncio ou dedique-se a escrever romances. Aí, poderá escrever as mentiras que quiser debaixo de personagens travestidos. Mas no jornalismo exige-se seriedade factual e intelectual (que é o que lhe falta desde há muito tempo!).

E pergunta-se: Como é possível que um jornal, uma revista ou uma qualquer televisão em qualquer país do mundo possa dar voz a quem mente assim? Miguel Sousa Tavares é um Mentiroso Sem Tino que perdeu o sentido do equilíbrio, do razoável, do aceitável... que desconhece os limites da sua intervenção pensando que está acima da lei, de tudo e de todos.

Só por ignorância ou (quem o saberá!??) má-fé pura e dura  algum senhor como este Sousa Tavares decidiria atacar (e de forma recorrente!) os professores, mentindo sistemática, reiterada e intencionalmente sobre tudo quanto se relaciona com estes profissionais: tempo de trabalho, salário, férias, ...

Sorte de Sophia de Mello Breyner por já não ter que ouvir as barbaridades de seu filho ou, seguramente, passaria alta vergonha ao ver a que nível baixou o seu filho!

Quando lemos no Expresso numa das suas insultuosas crónicas a que já nos foi habituando “Você sabia que os professores recebiam 25 euros por cada exame corrigido? Eu não, vejam lá a minha ingenuidade: estava convencido de que isso fazia parte das tarefas normais de um professor, as quais ele desempenharia com o brio de quem quer saber o resultado do seu trabalho ao longo de um ano.”

Ora, não só é mentira que os professores corrijam os exames dos seus alunos (aliás, como se sabe, os exames chegam aos professores totalmente anónimos!). Logo, os exames que cada professor corrige dificilmente seriam de algum dos seus alunos. E, por regra, são de escolas onde nem exerce onde os têm de recolher e voltar a entregar (por vezes, a centenas de quilómetros da residência!), custos que absorvem a maior fatia do valor (ridículo, nem duvidem!) que lhes pagam pelo trabalho que realizam e pela responsabilidade que é ter a seu cargo os exames de dezenas ou centenas de alunos. Assim, ao classificarem os exames, os professores não ficam a saber o resultado do seu trabalho: antes, vão permitir saber o resultado do trabalho dos alunos (ou será que é ao professor que compete estudar?). E isto assim é há décadas! No máximo das hipóteses (dada a filosofia moderna de que é o professor que tem de ser avaliado ainda que o aluno decida “ir ver a bola” ou “bailar na discoteca” em vez de estudar!) MST poderia ter escrito que os professores vão saber o resultado do estudo dos alunos e do trabalho dos professores!

Não menos  grave é dar a ideia (uma vez mais e recorrentemente mentindo como se estivéssemos perante um Mentiroso Compulsivo!) afirma que os professores recebem uma remuneração por prova  de 25 euros! Ora, bastava ser minimamente inteligente ou competente para pesquisar na internet e ver que o nº 1 do Despacho 8043/2010 sobre os exames ede 2009/2010 (já revogado!) diz o seguinte: “Os professores que asseguram a classificação das provas de exames nacionais do ensino secundário referentes ao ano lectivo de 2009-2010 têm direito à importância ilíquida de €5 pela classificação de cada prova.

E não me venham com a história de que se enganaram. Bem poderia se estivéssemos em 2002, em 2003 ou 2004 em que o escudo ainda era moeda de referência para muita gente. Hoje...? Qual quê. Esta é a prova de que MST é de facto um perseguidor nato dos professores. Ponto final. O impulso de MST no sentido de insultar e maltratar os professores é tal que imediatamente transformou os 5 euros em 5 contos. Mas percebe-se. Habituado (sem dúvida!) a receber um valor excepcionalmente alto por minuto pela “treta fiada” ou “verborreia discursiva” que emite nos canais de televisão, seguramente deve ter achado que 5 euros seria um pagamento inaceitável. Mas é verdade. Apenas 5 euros. E compreende-se. Hoje, já nem mesmo uma simples empregada de limpeza aceita trabalhar por tão pouco! Logo passou de 5 euros (mil escudos) para 25 euros (cinco mil escudos ou 5 contos!). De facto, euros e contos, para este "senhor" é tudo o mesmo! Por isso, escreveu a asneira astronómica que o “Expresso” (jornal ao serviço vá-se lá saber de que interesses!) publicou sem qualquer drama, demonstrando que a investigação do seu conteúdo não lhe interessa para nada. Nem no semanário de referência do regime.

Nunca classificamos exames. Mas os que classificam deveriam sentir-se insultados. É uma vergonha. No mínimo, o Director do Jornal Semanário Expresso deveria, para além de exigir ao senhor MST que se retrate, que faça público um pedido de desculpas  do Jornal a todos os professores. Barbaridades como esta não podem ficar nos arquivos do Jornalismo sob pena de, caso este senhor (incompetente!) continue a ter a credibilidade que os meios de comunicação social lhe atribuem apesar da sua tremenda incompetência possa dia a História da Investigação usar esta MENTIRA como um verdade indiscutível.

A incompetência do bem remunerado MST vê-se na sua capacidade de análise quando na primeira metade da década de noventa defendia a filosofia do utilizador-pagador no que respeita às propinas defendendo que “os estudantes deveriam pagar propinas pois um dia iriam ganhar imenso por serem licenciados”.

O cidadão comum exige que os “opinion makers” sejam competentes para poder dar-lhes crédito. Assim, exige-se que verifiquem os factos de que opinam. Ora, esse é o mínimo que se pode exigir. Basta de mentira. Basta de entulho. Estamos fartos de comentadores e meia-tigela! 

 

publicado por J.Ferreira às 10:30

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Quarta-feira, 8 de Dezembro de 2010

Salários dos Professores na OCDE - Verdade ou Mentira ?

O Diário Económico apresentou a leitura dos dados que acima colocamos. E faltou à verdade sobre os salários dos professores.

Analisemos a falaciosidade das conclusões apresentadas pela responsável por esta peça jornalística. E constaremos que há enorme incoerência pois tentou chegar a conclusões que os dados não lhe permitem.

Porém, contrariamente ao que defendia o Ministro da Propaganda de Hitler, segundo o qual uma mentira muitas vezes repetida se transforma numa verdade, em democracia, por muito que se repitam as mentiras elas nunca serão transformadas em verdade!

Infelizmente o jornalismo moderno, em busca do sensacional, dá ao povo o que as pessoas (e ainda mais os governantes!) querem ouvir...  Sem olhar a meios, o que importa são os fins... E se os atinge (subida das vendas ou das intencionalidades de voto!) então o artigo de jornalismo é bom! Tristemente, diga-se! E veja-se a aberração com que se falseiam os dados e se manipula o opinião pública através de um artigo que deveria mais do que sério, ser idóneo, fiável, inquestionável!

Vejamos, pois, como se aplicam dois pesos e duas medidas para analisar os gastos com os alunos e o valor gasto com salários de professores.

 Faz Click para ampliar a imagem e ver melhor

Perante o que se afirma no relatório PISA, a jornalista tinha obrigação de se questionar e procurar uma explicação para a incongruência nele apresentada: como é que se pode concluir que Portugal é um dos países que mais pagam aos professores se o custo dos alunos se fica muito abaixo dos níveis dos outros países referenciados no relatório PISA?

Tomemos como exemplo a Espanha, país é apresentado nesta pretensa notícia como um daqueles em que os professores ganham menos  que em Portugal.

E constatemos a MENTIRA da notícia e que este estudo se n¡baseia em dados que não se podem correlacionar e por tal são falaciosos e enganadores.  Comparemos os valores efectivamente depositados nas contas dos professores pelas entidades empregadoras de professores em ambos os países (expressos nos respectivos recibos de vencimento. E depois... Depois o leitor que constate com os seus próprios olhos, e chegará à única conclusão possível: ESTA NOTÍCIA É UMA MENTIRA.

 

Na verdade, um professor em Espanha (mesmo tendo como referência uma das autonomias que menos paga aos seus docentes!), na situação de contratado e com apenas três anos de serviço, recebe € 1710,63. Um professor em Portugal, com mais de vinte e três anos de serviço, recebe   € 1669,67. Ou seja, mesmo sendo definitivo e com 23 anos de serviço, um professor em Portugal recebe muito menos que um seu colega em Espanha, contratado e com apenas 3 anos de serviço. E reparem que no recibo do professor português está contabilizado o abono de família (que o professor Espanhol nem recebe por não ter filhos!).

Esta é que é a verdade... Nua e crua! Por que mentem?

 

Até se pode perceber que, num país em que a discussão de temas de futebol ocupa mais as mentes que a leitura e a reflexão crítica sobre problemas económicos e/ou sociais podemos entender que os políticos queiram entulhar os ouvidos dos portugueses com falsidades sobre o rendimento dos professores. Mas, que os relatórios internacionais sejam usados pelos jornalistas para denegrir a imagem dos professorers (já de si altamente degradada pelos discursos dos políticos incompetentes que afundam o país cada vez mais com as suas medidas) parece-nos de todo inadequado e incompreensível.

Cremos que este jornal deve um pedido de desculpas aos professores... Até um cego, se alguém lhe ler esta realidade, perceberia do que falamos e compreenderia a nossa indignação. Por isso afirmamos que mais cego do que o verdadeiro cego é aquele que tendo olhos se recusa a ver! Basta de mentira... Só não vê mesmo quem é cego! Mas os jornalistas não são cegos! Então, por que continuam com este autêntico massacre sobre os professores? Click nas imagens para as ampliar e ler!

 

Click apra ampliar!

Click apra ampliar!

Ora, concluiremos facilmente que, das duas uma, ou é mentira o que o relatório apresenta ou então Portugal, para além dos salários dos professores, pouco ou quase nada investe em Educação.

Para nós a dúvida não existe: a primeira é que é falsa! Na verdade, Portugal paga muito mal aos seus professores quando comparado, por exemplo, com a nossa vizinha Espanha que, se nos fiássemos na interpretação da jornalista, pagaria pior que Portugal aos seus professores.

 

E esta não é senão uma constatação manipulada e por isso falaciosa dos dados que a OCDE apresenta. Em democracia isto é inadmissível. Manipular os números desta maneira, intencionalmente ou por negligência, enganando leitores desatentos, cidadãos menos letrados ou pouco reflexivos, é inadmissível num jornalismo moderno que deveria ser, acima de tudo, sério e credível.

Porém, não é o caso desta notícia. Quem a redige não fez aquilo a que normalmente chamamos "o trabalho de casa".

O conteúdo desta notícia encotnra-se enviesado pelo simples facto de tratar como igual conceitos que são diferentes de país para país. Assim, em Portugal, ao "1º ciclo" correspondem os 4 primeiros anos de escolaridade. Em Espanha apenas aos 2 primeiros anos de escolaridade.  Em Portugal o "3º ciclo" corresponde aos 7º, 8º e 9º anos de escolaridade. Em Espanha, apenas ao 5º e 6º anos de escolaridade. Em Portugal dizer "frequenta o Instituto" é bem diferente de Espanha onde isto significa simplesmente aquilo a que em Portugal diríamos "frequenta a Escola Secundária". Esta diferença de conceitos explica, em definitivo, que em diferentes países os conceitos divergem de tal forma que não se podem assim comparar e falar de ânimo leve... Assim, esta notícia é totalmente disparatada e desfasada da realidade efectiva dos salários dos professores em Portugal. A prova da falaciosidade desta notícia está aqui e bem à vista de quem tiver olhos para ver... É que, contra factos e documentos... não há quem apresente falsos argumentos!

O erro desta "pseudo-notícia" reside numa falta assustadora de competência (ou de conhecimento!) de quem se aventura a fazer (ou "fabricar") notícias. Este é um trabalho jornalístico que deveria envergonhar o mais medíocre dos jornalistas! Com efeito, nele fica demonstrada uma de duas realidades: ou uma total falta de conhecimento do conceito de "salário" ou uma deliberada deturpação do conceito para influenciar o leitores e dela retirar algum dividendos políticos.

Expliquemos o que está em causa:

Em Portugal, excluindo o ridículo valor do subsídio de refeição, o mísero abono de família (para quem a ele tem direito!) e de outras prestações familiares, todo o dinheiro que é depositado na conta dos professores por parte da entidade patronal é considerado salário. Em Espanha, existem vários complementos: complemento de tutoria (ser titular de turma), complemento especiífico (só para docentes, dentro da Função Pública), complemento de coordenação de grupos de trabalho (complemento de coordenação), complemento de exclusividade (e, em Portugal, praticamente todos os professores têm exclusividade e nada recebem por isso!), complemento de destino (relacionado com a deslocação para o local de trabalho mas que todos recebem!) etc... não são englobados no salário, e como tal, não são sujeitos a impostos. Mas para a OCDE só conta aquilo a que em Espanha se chama sueldo (salário) o que é bem diferente de nómina: salário + complementos vários (que superam, por vezes, o valor do salário e que ficam isentos de impostos!)

Vejam "Governo mente Sobre Salários dos Professores" e depressa se darão conta desta triste realidade. Se é uma vergonha termos um governo que, descaradamente, mente ao povo, mais vergonhoso é temos jornalistas deste calibre. Há que ter em atenção todos os valores que são processados para as contas bancárias dos professores.

 

Reparem na incoerência deste artigo de jornal que fala dos custos por aluno apontando que "Portugal gasta, por aluno, 42.322 euros" mas quando trata dos vencimentos ou salários dos professores fala em percentagens do PIB. isto é, ainda que os professores fossem pagos miseravelmente (como o caso do México, como a economia não produz nada ou quase nada (PIB super baixo ou até mesmo negativo, como Portugal) o valor recebido pelos professores seria sempre considerado altíssimo face ao PIB...

 

Pergunta-se: Que culpa têm os professores portugueses dos trabalhadores portugueses apresentarem os mais baixos índices de produtividade per capita na Europa ou na OCDE? Quer dizer que, se todos os portugueses preguiçarem, se preferirem ir passear e o país nada produzir, devem ser descidos os salários aos professores?

Ou seja. Os dados usados para tentar dizer ao leitor que os professores são muito bem pagos não só escondem o verdadeiro salário dos europeus (sim... o que lhes cai na conta bancária todos os meses!) como são análises falaciosas porque usam dados que não permitem fazer uma verdadeira comparação entre o nível de salário auferido por professores dos diferentes países. Muito menos as conclusões destas jornalistas se podem aceitar.

Mas, para induzir os leitores em erro (deliberadamente!) o responsável por esta peça jornalística, incompetente(mente) fala do valor dos salários dos professores mas, comparando-os com a percentagem do PIB dos países da OCDE. Aqui está. Dois pesos e duas medidas. Usam sempre a que mais lhe convém...

Apresentem o valor auferido em euros pelos professores dos outros países. É que, a nós, já não nos enganam com esta treta de manchetes nos jornais. E o povo tem direito a saber. É que já fizemos as contas... E isto a que chamam comparação de salários a nível da Europa ou dos países da OCDE não passa de areia para os olhos dos portugueses e tem um objectivo claro: preparar os professores para mais ataques à sua condição económica e ao mesmo tempo buscar apoio nos contribuintes.

 

Os governantes sabem que a manipulação dos conceitos constitui uma arma poderosa e até "mortífera" para eliminar a resistência de um dado grupo. Por isso, estas mensagens têm tanta divulgação... Devido a essa diferença de conceitos, devido às componentes do que cada um aufere, poderemos dizer que os Portugueses são dos que ganham mais, mesmo que nas suas contas bancárias seja depositado pelo Estado muito menos dinheiro do que noutro qualquer país. Comos e faz esta manipulação? Tem a ver com os componentes do salário. Em  Portugal todo o dinheiro recebido é salário. Noutros países o que os professores recebem tem muitas e diversas componentes. Por isso, se considerarmos aquilo a que em Espanha se chama "salário", os espanhóis teriam um salário de miséria... É que pouco além vai dos 900 euros. Porém, no seu recibo de vencimento podemos ver que auferem ao 3º ano de trabalho, mais de 1700 euros (coisa que nem um professor em Portugal com 24 anos de serviço consegue!).

Mais. Analisada toda a vida laboral (até aos 4 anos antes de se reformarem!) os professores em Espanha recebem sempre mais dinheiro nas suas contas bancárias do que os professores portugueses. Aliás, chegam a atingir só nos primeiros 10 anos de serviço, mais de 50.000 euros de diferença. E nos seguintes 10 anos (isto é, aos 20 anos de serviço!) os professores espanhóis têm um diferencial de 80.000 euros nas suas contas face aos professores de Portugal. Tudo contabilizado, em apenas metade da carreira, um professor em Espanha perfaz um diferencial positivo superior a 130.000 euros (comparado com o valor auferido por um professor em Portugal).

 

Ora, meus caros... Qualquer cérebro (ainda que esteja a funcionar apenas a metade das suas potencialidades!) perceberá facilmente que, só com  a diferença que recebe nos salários auferidos nos primeiros 20 anos de carreira, um Professor Espanhol pode adquirir e liquidar um apartamento de médias dimensões enquanto um professor em Portugal (que, a fiarmo-nos no Diário Económico, tem  um salário superior ao dos professores espanhóis!) ao fim de 20 anos, ainda andará a dar voltas à cabeça sobre como poderá continuar a pagar ao banco a prestação da sua casa... E, se é que se atreve a pedir empréstimo para comprar apenas um apartamento, acabará a sua vida, já refomado, a pagar juros de dívida!Porém, e se a providência divina o premiar com uma longa vida, quando lhe faltarem apenas 4 anos para se reformar (isto é, quando o Espanhol já vai no segundo apartamento liquidado!) um professor em Portugal poderá amortizar a sua dívida e talvez vá para o cemitério sem deixar dívidas para os herdeiros liquidarem.

 

São estas realidades que os jornalistas deveriam trazer ao de cima e não simplesmente repetir ou enviesar o que já está, à partida, mal elaborado porque baseado em conceitos díspares...

Deixamos aqui um desafio. Que os jornalistas sejam dignos desse nome e que não se limitem a reproduzir o que o poder (ou os poderes!) querem que seja reproduzido... É um caminho perigoso para a democracia quando isto assim acontece.

Façam, pois, um estudo sério e verdadeiro do que recebem na conta os professores dos restantes países... Só assim se poderá falar verdade. É que os complementos de muitos professores europeus (que não são contabilizados como salário e como tal, livres de qualquer imposto!) são o que na verdade faz a diferença.

Vejam como os deputados europeus conseguem subsídios e mais subsídios isentos de impostos. Vendo, ouvindo e lendo... não podem continuar a ignorar... Cremos que facilmente perceberão do que falamos!

Esta é a verdade... O resto... O resto pode ser tudo menos jornalismo! Ou, se o é, está não ao serviço da verdade (porque essa é mais difícil de obter porque exige competências de análise que, infelizmente, faltam a muitos destes "jornalistas de trazer por casa" e como tal não estão ao alcance de todos!) mas ao serviço do poder... Só pode ser por esta última porque não cremos em nenhuma conspiração contra os professores porque nesse caso, só poderia ser entendida como um processo de catarse levado a cabo por pessoas que vivem para perseguir os professores. Sim... Pessoas do carisma de José Sócrates que, frustrado por profissionais de Educação (que o não aprovaram enquanto simples estudante e lhe impediram de alcançar a licenciatura em Engenharia antes de ser governante!) tem maltratado, insultado e perseguido os professores, tal como  Hitler perseguiu os Judeus... Com instrumentos diferentes, reconheça-se! Ao menos isso! Pelo menos, ainda temos a esperança de um dia recuperar a dignidade que nos foi usurpada por governantes e jornalistas como Emídio Rangel (ver aqui o texto que cobardemente ataca os professores),  ou Miguel Sousa Tavares (que pretende ser o cérebro único pensador que sabe tudo e até de Educação quer opinar!) e agora mais dois jornalistas do Diário Económico (Andrea Duarte e Pedro Quedas) que, vergonhosamente, num texto jornalístico retiram conclusao abusiva afirmando que os "Professores nacionais são dos que mais ganham na OCDE". Ora, pretender retirar conclusões deturpando os dados apresentados no relatório PISA, só pode ser por má fé ou por interesses mais obscuros, quiza, ao serviço de interesses governamentais... mas nunca jornalísticos! Uma vergonha de jornalismo! Um jornalismo ao serviço do Poder,  que se serve de preconceitos e que usa a mentira repetida como se algum dia (tal como defendia o Ministro da Propaganda de Hitler) sendo "repetidamente repetida" se pudesse vir a transformar em verdade. Enfim... As estratégias propagandísticas são idênticas... o alvo actual é que diverge.

Até quando?

publicado por J.Ferreira às 00:03

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Terça-feira, 9 de Março de 2010

Adeus ao TGV ou Quando A Mentira Compensa

Basta vermos o que hoje se passa em Portugal para se concluir que "as promessas dos políticos nunca devem ser levadas a sério".

 

Sócrates criticou Manuela Ferreira Leite por dizer na campanha eleitoral que suspenderia a construção da linha do TGV. Ora, Sócrates garantiu que iria construir essa linha, ainda que o país estivesse a atravessar uma das maiores crises das últimas décadas. E agora, suspende o TGV ainda que se mantenha a potencial linha que liga Lisboa a Madrid.

De Espanha vieram críticas a Dra Manuela Ferreira Leite (com quem, diga-se, não empatizamos) pelo facto de ter afirmado que suspenderia a construção da linha do TGV como forma de controlar a despesa pública que hoje nos sufoca. Porém, o que não deixa de ser caricato, Sócrates, afinal, acaba de dar razão à sua adversária eleitoral, Dra Manuela Ferreira Leite. Que o povo pense bem na "cara de pau" que os políticos têm... Por mim, cada vez percebo menos... ou melhor acredito menos nos políticos. E digo que, cada vez percebo menos para não dizer que já não percebo nada! Até onde pode ir a mentira de um candidato eleitoral só para ganhar as eleições...?  E o Presidente da República pode permitir que continue no governo quem mentiu ao povo? O programa eleitoral ou não é para cumprir-se? Se o Governo quer cumprir  o programa da oposição que se demita. Por que motivo não é a oposição que aplica as suas promessas e é o governo eleito que as vai executar quando não faziam parte do seu programa? O que interessa é ganhar as eleições a todo o custo? Depois... Depois, pede-se à oposição que tenha "sentido de Estado" quando afinal o que o governo quer implementar é o programa eleitoral da oposição! Que ridículo...  Em quem se pode afinal acreditar quando um Ministro ganha as eleições usando como arma propagandística a falácia e a demagogia (eufemismos de Mentira)?

 

É caso para dizer que esta postura dos Governantes e Candidatos a Governante do Partido Socialista são a prova mais do que evidente de que a máxima "a Mentira Compensa" já atingiu a classe política.

 

E assim vai a vida política em Portugal. Os cidadãs do Norte que votaram em Sócrates têm motivos para se sentirem enganados. Mas como o "caciquismo" é a mãe de todas as modernas posturas políticas, os boys socialistas calam-se com o recuo de José Sócrates.

Todos sabíamos que não se justificava um investimento no TGV entre as duas maiores cidades portuguesas (Lisboa e Porto). De facto, para ganhar apenas 20 minutos (caso parasse apenas uma vez no percurso!) não valeria a pena... Porém, nas condições financeiras em que Portugal se encontra, não nos podemos aventurar na construção de uma linha de comboio que não serve os interesses do País.  Existem, efectivamente (desculpem o pleonasmo!) prioridades mais prioritárias.

O que mais nos espanta não é que o Governo deixe de lado o Projecto do TGV na Zona Atlântica (Norte). Cremos pouco na necessidade ou imprescindibilidade desta obra para o desenvolvimento do país. O que custa é saber que vivemos num país onde a Mentira vale mais que a Verdade.

Sim... Portugal é o país onde é possível um político enganar o povo e continuar a governar. Como se fosse correcto usar a demagogia só para chegar ao poleiro... Assim, José Sócrates ganhou as legislativas... e continuará a ganhar...

Que valores estamos a promover na sociedade quando votamos em políticos que usam a mentira e a demagogia numa Campanha Eleitoral sabendo que o compromisso que assume com os eleitores não é mais que uma estratégia de continuar no poder. Esta realidade apenas demonstra que os políticos deixaram de estar interessados em "Servir a Coisa e a Causa Pública" para  se servirem da coisa Pública  transformando a Política numa autêntica "Arte de Bem Enganar os Outros".

Estará José Sócrates a transformar o Partido Socialista numa "Escola da Mentira"?

publicado por J.Ferreira às 13:45

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