Domingo, 13 de Novembro de 2016

PAIS de ONTEM na escola de HOJE

TUDO SE EXIGE À ESCOLA... COMO SE FOSSE FEITA DE SUPER-HOMENS e SUPER MULHERES chamados de PROFESSORES. "Pretendem que A ESCOLA SEJA "um estabelecimento que deve ensinar a educação para o trabalho, educação para o trânsito, educação sexual, educação física, artística, religiosa, ecológica e ainda português, matemática, história, geografia e língua estrangeira moderna." PORÉM... "supor que uma instituição com essa carga de atividade seja capaz de dar conta daquilo que uma mãe ou um pai é que tem que ensinar a um filho ou dois é não entender direito o que está acontecendo.

A FUNÇÃO DA ESCOLA É A ESCOLARIZAÇÃO: "é o ensino, a formação social, a construção de cidadania, a experiência científica e a responsabilidade social. Mas quem faz a educação é a família. A escolarização é apenas uma parte do educar, não é tudo." E continuamos a ter pais que dizem sistematicamente: "Dantes é que se aprendia na escola"! Mas, quando confrontados com um simples trabalho de casa, depressa se dão conta de que, afinal, não aprendiam nada! Sim. Por isso temos a governar o país os diplomados de antigamente e ... estamos como estamos!

Nem a ter "boas maneiras" aprenderam a ver como se comportam os nossos parlamentares — lembram-se do "Estou-me cagando para o segredo de Justiça (Ferro Rodrigues ou do Ministro Manuel Pinho faz "cornos" à bancada do PCP na AR)? — Nem a ser cordiais e democratas aprenderam ... Agora, confrontados com a quantidade de conhecimentos que os filhos têm de adquirir, com a cada vez mais precoce exigência nos conteúdos e saberes, confessam:

"Ó professor... Eu não sei como se fazem essas coisas... No meu tempo não se aprendia nada disto". Claro que, quando se os ouve falar do "estado da educação actual" continuam a dizer "A antiga 4ª classe valia mais que o 12º ano de agora! É... ANEDÓTICO... INCOERENTE... diria mesmo ESTÚPIDO! Mas são os "pais" (leia-se, progenitores dos alunos) que temos! E não os podemos nem mudar... nem exportar: nenhuma criança de outro país os quereria!

publicado por J.Ferreira às 11:27

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Quarta-feira, 18 de Novembro de 2015

O Futuro Visto do Passado

Nota Prévia: VEJA NO FIM o LINK para A NOTÍCIA que INSPIROU ESTE POST

 

Neste espaço que tenho dedicado à sociedade, hoje decidi deixar aqui algo autobiográfico. Não tenho a pretensão de ser nada nem ninguém na sociedade mas tão só de colocar aqui pequenas reflexões dando o meu contributo para tentar contribuir para a mudança de aspectos que creio, convictamente, merecerem a dedicação de algum do meu tempo.

Nunca me senti futurologista... Alguns dizem que sim... Até de visionário já ouvi. isto porque há anos que previa muita da realidade que nos últimos anos se tem concretizado.

Gostava de lembrar o que já dizia eu, em 1992 (ano em que frequentava o curso de Sociologia das Organizações, na Universidade do Minho), a respeito das reformas chorudas que, no futuro, os funcionários públicos iriam receber. Sim. Em 1992, no mesmo ano em que foram publicados artigos no jornal da Associação Académica da Universidade do Minho, denunciando o sistema de financiamente do ensino superior com as propinas dos estudantes — que muito consideravam justas, fazendo escola na época, e transformando-se no discurso politicamente correcto, incluindo de senhores como Miguel de Sousa Tavares que dirigia, na televisão, o Programa "Viva a Liberdade", com a participação de António Barreto (do PS) e Pacheco Pereira (do PSD) — onde denunciava e apresentava argumentos que provavam exactamente o contrário, isto é, a enorme injustiça da introdução do princípio do utilizador pagador na frequência das Universidades.

Sim... um princípio que reneguei. E devo dizer, defendi sempre o princípio do “beneficiário-pagador”. Sim, deveriam pagar os que beneficiaram de instituições do Estado, estudando inclusivamente, mas só quando começassem a retirar benefício do curso que frequentaram, ou então, o Estado passaria a "vender cursos" independentemente do produto ter ou não eficácia. E foi o que aconteceu. Instituíram-se as propinas, os estudantes começaram a pagar e... imaginem, licenciaram-se em cursos que o Estado permitia "vender" nas Universidades... mesmo sabendo que eram para o desemprego. A minha proposta de então é que passassem a pagar depois de começarem a retirar o benefício do curso. Depressa o Estado deixaria de "vender" cursos que para nada serviam (como aliás, ainda hoje, o continua a fazer, em nome da liberdade de escolha dos jovens. mentira; em nome de manter o trabalho a uns quantos que nas universidade não sabem fazer mais nada, não podem mudar de área... Por isso acusava o Estado de fazer os jovens pagar propinas par o Desemprego. A realidade veio dar-me razão cerca de 10 ou 15 anos depois... 

Mas se o Estado aprendesse, muitos cursos sem saída profissional teriam fechado. Mas não. Continuam porque agora, as universidades "vendem" cursos como as lojas tipo "Casa China" vendem produtos de todo o tipo, e que as pessoas compram, muitas vezes, independentemente de saber se realmente lhes fazem falta. mas trata-se de coisinhas de 5 euros... Não de cursos que queimam 5 anos de uma vida aos jovens e que chegam a custar mais de 25.000 euros ou 30.000 euros!

Se alguns dos meus companheiros nas tertúlias de café (porque me classificavam de "pessimista", a que eu respondia ser um "realista antecipado"!) tiverem boa memória, recordarão do que eu dizia quando me acenavam com as "chorudas reformas" que, no futuro, como funcionário público, teria direito (e que eram motivo de inveja de quem nos rodeava):

"—Quero lá saber do que me prometem. O que conta é o que ganho agora. Estou seguro de que, com a redução da natalidade, quando chegar à reforma, já nem metade do salário vamos receber. Com sorte, ainda teremos uma pensão de sobrevivência." Ainda me faltam 5 anos para concluir os 35 anos de serviço (e de descontos!) com que então tinha direito à reforma... E, que vemos??? Afinal, era pessimista!??? Ou um Optimista bem informado? Vejam a notícia: "Pensões pagas a partir de 2025 valem menos de metade do salário. Em 2025, a pensão corresponderá a menos de 45% do salário e em 2060 a pouco mais de 30%."

Lembro-me de dizer que na minha família nascia uma criança por cada três adultos... E se todos queriam reforma, a minha filha (apenas tinha na altura uma filha... agora já são quatro!) teria de assaltar um banco todos os meses!!! Porque dificilmente ganharia quatro vezes o meu salário para pagar uma para a mãe, outro para mim, outro para ela viver... E, por último, um salário para contribuir para que os meus irmãos sem filhos (e que descontaram para os outros cobrarem a reforma enquanto eles eram contribuintes) pudessem receber também alguma coisa!!!... 

Não me sinto um visionário porque era Matemática Simples... Enfim... Estamos mal porque os políticos que nos (des)governaram desde 25 de abril de 1974 até hoje (esses sim, visionários!!!) não tiveram visão nenhuma de futuro... E se a tiveram, foi como a de Francisco, Lúcia e Jacinta... seguramente!

Pode aceder aqui ao vídeo que fala sobre as pensões dentro de 10 anos, publicado na página da RTP . Mas também aqui, na reportagem da TVI... Não se iluda... Não estamos assim tão longe

 

publicado por J.Ferreira às 21:15

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Sexta-feira, 21 de Março de 2014

Quem Vive Acima das Possibildiades do País?

O QUE AQUI SE COLOCA ESTÁ DISSEMINADO PELA REDE. POR QUE MOTIVO NINGUÉM FALA DISTO?

 

Caso tenham dúvidas é só consultarem a Resolução da Assembleia da República n.º 138/2012 (D.R., 1.ª Série, n.º 222, de 16/11/2012) relativamente ao Orçamento da Assembleia da República para 2013 e a Resolução da Assembleia da República n.º 152/2013 (D.R., 1.ª Série, n.º 226, de 21/11/2013, relativo ao Orçamento da Assembleia da República para 2014.

 

Ninguém na Assembleia da República, da direita à extrema esquerda, contestou. É ou não possível haver unanimidade? É sim, senhor: foram eles os beneficiários! A notícia é verdadeira e vem no Diário da República. Em situações limites, há unanimidade. Ai não?!

 

O orçamento para o funcionamento da Assembleia da República foi já aprovado em 25 de Outubro passado, fomos ver e notámos logo, contudo já sem surpresa, que as despesas e os vencimentos previstos com os deputados e demais pessoal aumentam para 2014.

 

Mais uma vez, como é já conhecido e sabido, a Assembleia da República dá o mau exemplo do despesismo público e, pelos vistos, não tem emenda.

 

Em relação ao ano em curso de 2013, o Orçamento para o funcionamento da Assembleia da República para 2014 prevê um aumento global de 4,99% nos vencimentos dos deputados, passando estes de 9.803.084 ? para 10.293.000,00 ?.

 

Mais estranho ainda é a verba relativa aos subsídios de férias de natal que, relativamente ao orçamento para o ano de 2013, beneficia de um aumento de 91,8%, passando, portanto, de 1.017.270,00 ? no orçamento relativo a 2013 para 1.951.376,00 ? no orçamento para 2014 (são 934.106,00 ? a mais em relação ao ano anterior!).

 

Este brutal aumento não tem mesmo qualquer explicação racional, ainda assim fomos consultar a respetiva legislação para ver a sua fórmula de cálculo e não vimos nenhuma alteração legal desde o ano de 2004, pelo que não conseguimos mesmo saber as causa e explicação para tanto..

 

Basta ir ao respetivo documento do orçamento da Assembleia da República para 2014 e, no capítulo das despesas, tomar atenção à rubrica 01.01.14, está lá para se ver.

 

Já as despesas totais com remunerações certas e permanentes com a totalidade do pessoal, ou seja, os deputados, assistentes, secretárias e demais assessores, ao serviço da Assembléia da República aumentam 5,4%, somando o total ? 44.484.054.

 

Os partidos políticos também vão receber em 2014 a título de subvenção política e para campanhas eleitorais o montante de ? 18.261.459.

 

Os grupos parlamentares ainda recebem uma subvenção própria de 880.081,00 ?, sendo a subvenção só para despesas de telefone e telemóveis a quantia de 200.945,00 ?.

 

É ver e espantar!

 

 

 

publicado por J.Ferreira às 15:30

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Quarta-feira, 12 de Março de 2014

Carta de José Gomes Ferreira

Carta de José Gomes Ferreira - Subdiretor de Informação SIC

Caros João Cravinho, Manuela Ferreira Leite, Bagão Félix, Ferro Rodrigues, Sevinate Pinto, Vitor Martins e demais subscritores do manifesto pela reestruturação da divida publica: Que tal deixarem para a geração seguinte a tarefa de resolver os problemas gravíssimos que vocês lhes deixaram? É que as vossas propostas já não resolvem, só agravam os problemas. Que tal darem lugar aos mais novos?
Vi, ouvi, li, e não queria acreditar. 70 das mais importantes personalidades do país, parte substancial da nossa elite, veio propor que se diga aos credores internacionais o seguinte:
– Desculpem lá qualquer coisinha mas nós não conseguimos pagar tudo o que vos devemos, não conseguimos sequer cumprir as condições que nós próprios assinámos, tanto em juros como em prazos de amortizações!
Permitam-me uma pergunta simples e direta: Vocês pensaram bem no momento e nas consequências da vossa proposta, feita a menos de dois meses do anúncio do modo de saída do programa de assistência internacional?
Imaginaram que, se os investidores internacionais levarem mesmo a sério a vossa proposta, poderão começar a duvidar da capacidade e da vontade de Portugal em honrar os seus compromissos e poderão voltar a exigir já nos próximos dias um prémio de risco muito mais elevado pela compra de nova dívida e pela posse das obrigações que já detêm?
Conseguem perceber que, na hipótese absurda de o Governo pedir agora uma reestruturação da nossa dívida, os juros no mercado secundário iriam aumentar imediatamente e deitar a perder mais de três anos de austeridade necessária e incontornável para recuperar a confiança dos investidores, obrigando, isso sim, a um novo programa de resgate e ainda a mais austeridade, precisamente aquilo que vocês dizem querer evitar?
Conseguem perceber que, mesmo na hipótese absurda de os credores oficiais internacionais FMI, BCE e Comissão Europeia aceitarem a proposta, só o fariam contra a aceitação de uma ainda mais dura condicionalidade, ainda mais austeridade?
Conseguem perceber que os credores externos, nomeadamente os alemães, iriam imediatamente responder – Porque é que não começam por vocês próprios?
Os vossos bancos não têm mais de 25 por cento da vossa dívida pública nos seus balanços, mais de 40 mil milhões de euros, e o vosso Fundo de Capitalização da Segurança Social não tem mais de 8 mil milhões de euros de obrigações do Tesouro? Peçam-lhes um perdão parcial de capital e de juros.
Conseguem perceber que, neste caso, os bancos portugueses ficariam à beira da falência e a Segurança Social ficaria descapitalizada?
Nenhum de vós, subscritores do manifesto pela reestruturação da dívida pública, faria tal proposta se fosse Ministro das Finanças. E sobretudo não a faria neste delicadíssimo momento da vida financeira do país. Mesmo sendo uma proposta feita por cidadãos livres e independentes, pela sua projeção social poderá ter impacto externo e levar a uma degradação da perceção dos investidores, pela qual vos devemos responsabilizar desde já. Se isso acontecer, digo-vos que como cidadão contribuinte vou exigir publicamente que reparem o dano causado ao Estado.
Conseguem perceber porque é que o partido que pode ser Governo em breve, liderado por António José Seguro, reagiu dizendo apenas que se deve garantir uma gestão responsável da dívida pública e nunca falando de reestruturação?
Pergunto-vos também se não sabem que uma reestruturação de dívida pública não se pede, nunca se anuncia publicamente. Se é preciso fazer-se, faz-se. Discretamente, nos sóbrios gabinetes da alta finança internacional.
Aliás, vocês não sabem que Portugal já fez e continua a fazer uma reestruturação discreta da nossa dívida pública? Vitor Gaspar como ministro das Finanças e Maria Luis Albuquerque como Secretária de Estado do Tesouro negociaram com o BCE e a Comissão Europeia uma baixa das taxas de juro do dinheiro da assistência, de cerca de 5 por cento para 3,5 por cento. Negociaram a redistribuição das maturidades de 52 mil milhões de euros dos respetivos créditos para o período entre 2022 e 2035, quando os pagamentos estavam previstos para os anos entre 2015 e 2022, esse sim um calendário que era insustentável.
Ao mesmo tempo, juntamente com o IGCP dirigido por João Moreira Rato, negociaram com os credores privados Ofertas Públicas de Troca que consistem basicamente em convencê-los a receber o dinheiro mais tarde.
A isto chama-se um “light restructuring”, uma reestruturação suave e discreta da nossa dívida, que continua a ser feita mas nunca pode ser anunciada ao mundo como uma declaração de incapacidade de pagarmos as nossas responsabilidades.
Sabem que em consequência destas iniciativas, e sobretudo da correção dos défices do Estado, dos cortes de despesa pública, da correção das contas externas do país que já vai em quase 3 por cento do PIB, quase cinco mil milhões de euros de saldo positivo, os credores internacionais voltaram a acreditar em nós. De tal forma que os juros das obrigações do Tesouro a 10 anos no mercado secundário já estão abaixo dos 4,5 por cento.
Para os mais distraídos, este é o valor médio dos juros a pagar pela República desde que aderimos ao Euro em 1999. O valor factual já está abaixo. Basta consultar a série longa das Estatísticas do Banco de Portugal.
E sim, Eng. João Cravinho, é bom lembrar-lhe que a 1 de janeiro de 1999, a taxa das obrigações a 10 anos estava nos 3,9 por cento mas quando o seu Governo saiu, em Outubro desse ano, já estava nos 5,5 por cento, bem acima do valor atual.
É bom lembra-lhe que fazia parte de um Governo que decidiu a candidatura ao Euro 2004 com 10 estádios novos, quando a UEFA exigia só seis. E que decidiu lançar os ruinosos projetos de SCUT, sem custos para o utilizador, afinal tão caros para os contribuintes. O resultado aí está, a pesar na nossa dívida pública.
É bom lembrar aos subscritores do manifesto pela reestruturação da dívida pública que muitos de vós participaram nos Conselhos de Ministros que aumentaram objetivamente a dívida pública direta e indireta.
Foram corresponsáveis pela passagem dos cheques da nossa desgraça atual. Negócios de Estado ruinosos, negócios com privados que afinal eram da responsabilidade do contribuinte. O resultado aí está, a pesar direta e indiretamente nos nossos bolsos.
Sim, todos sabemos que quem pôs o acelerador da dívida pública no máximo foi José Sócrates, Teixeira dos Santos, Costa Pina, Mário Lino, Paulo Campos, Maria de Lurdes Rodrigues com as suas escolas de luxo que foram uma festa para a arquitetura e agora queimam as nossas finanças.
Mas em geral, todos foram responsáveis pela maneira errada de fazer política, de fazer negócios sem mercado, de misturar política com negócios, de garantir rendas para alguns em prejuízo de todos.
Sabem perfeitamente que em todas as crises de finanças públicas a única saída foi o Estado parar de fazer nova dívida e começar a pagar a que tinha sido acumulada. A única saída foi a austeridade.
Com o vosso manifesto, o que pretendem? Voltar a fazer negócios de Estado como até aqui? Voltar a um modelo de gastos públicos ruinosos com o dinheiro dos outros?
Porque é que em vez de dizerem que a dívida é impagável, agravando ainda mais a vida financeira das gerações seguintes, não ajudam a resolver os gravíssimos problemas que a economia e o Estado enfrentam e que o Governo não tem coragem nem vontade de resolver ao contrário do que diz aos portugueses?
Porque é que não contribuem para que se faça uma reforma profunda do Estado, no qual se continuam a gastar recursos que não temos para produzir bens e serviços inúteis, ou para muitos departamentos públicos não produzirem nada e ainda por cima impedirem os empresários de investir com burocracias economicamente criminosas?
Porque não canalizam as vossas energias para ajudar a uma mudança profunda de uma economia que protege setores inteiros da verdadeira concorrência prejudicando as famílias, as PME, as empresas exportadoras e todos os que querem produzir para substituir importações em condições de igualdade com outros empresários europeus?
Porque não combatem as práticas de uma banca que cobra os spreads e as comissões mais caros da Europa?
Um setor elétrico que recebe demais para não produzir eletricidade na produção clássica e para produzir em regime especial altamente subsidiado à custa de todos nós?
Um setor das telecomunicações que, apesar de parcialmente concorrencial, ainda cobra 20, 30 e até 40 por cento acima da média europeia em certos pacotes de serviços?
Porque não ajudam a cortar a sério nas rendas das PPP e da Energia? Nos autênticos passadouros de dinheiros públicos que são as listas de subvenções do Estado e de isenções fiscais a tudo o que é Fundações e Associações, algumas bem duvidosas?
Acham que tudo está bem nestes setores? Ou será que alguns de vós beneficiam direta ou indiretamente com a velha maneira de fazer negócios em Portugal e não querem mudar de atitude?
Estará a vossa iniciativa relacionada com alguns cortes nas vossas generosas pensões?
Pois no meu caso eu já estou a pagar IRS a 45 por cento, mais uma sobretaxa de 3,5 por cento, mais 11 por cento de Segurança Social, o que eleva o meu contributo para 59,5 por cento nominais e não me estou a queixar.
Sabem, a minha reforma já foi mais cortada que a vossa. Quando comecei a trabalhar, tinha uma expectativa de receber a primeira pensão no valor de mais de 90 por cento do último salário. Agora tenho uma certeza: a minha primeira pensão vai ser de 55 por cento do último salário.
E não me estou a queixar, todos temos de contribuir.
Caros subscritores do Manifesto para a reestruturação da dívida pública, desculpem a franqueza: a vossa geração está errada. Não agravem ainda mais os problemas que deixaram para a geração seguinte. Façam um favor ao país – não criem mais problemas. Deixem os mais novos trabalhar.
publicado por J.Ferreira às 16:12

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Segunda-feira, 17 de Fevereiro de 2014

Os Salários dos Eurodeputados

Admirem-se pois os portugueses por que motivo tantos desejam candidatar-se a um lugar destes...

Miguel Portas denuncia  o "Mau Exemplo2. 

 

Para chegar a Eurodeputado não é necessário NADA.... Nem mesmo falar idiomas... !

Estes são os excelentes lugares conseguidos fruto da eleição que se avizinha.

Por isso, tantos e tantos desejam chegar lá... Se pagassem "uma côdea" não apareciam tantos candidatos.

 

Com uma Europa cada vez menos solidária... é o salve-se quem puder! Por isso, as eleições para o Parlamento Europeu pouco ou nada interessam aos trabalhadores. Seja qual for o resultado, quase nada mudará na vida dos portugueses.

Aliás, eles são tantos que nem tempo têm para intervir ao longo de meses! Marcam "corpo presente" (quando marcam!) aqui e ali e ganham como reis.

Na verdade, o salário de um deputado europeu — cargo pago "a peso de ouro" para pouco mais de 30 minutos (se é que os tem) de tempo de antena ao longo de todo o ano — é um salário de rei... um atentado ao cidadão pagador de impostos. Não admira que sejam muitos mais os candidatos que os lugares... 

Como dizia Zeca Afonso, eles comem tudo! E, tal como os abutres, ainda que a carne esteja a cheirar mal, a apodrecer... não deixam de aparecer. quando há carne a apodrecer...! nem é necessário 

 

 

A revista "Visão" publica o que ganham... e os candidatos que se perfilam...!

 

Transcrevemos aqui o essencvial. Afinal, "por que" e "quanto" recebem os eurodeputados?

  • Subsídio mensal: o vencimento bruto de um eurodeputado são €7 956,87; após imposto comunitário e contribuição para seguro, desce para €6 200,72, sobre os quais os Estados-membros podem aplicar impostos nacionais;
  • Subsídio "de estadia": são €304 para cobrir despesas (de alojamento e despesas conexas) por cada dia que os deputados compareçam em reuniões oficiais, desde que assinem um registo de presença. Pela comparência em reuniões fora da UE, recebem €152 (mais reembolso das despesas de alojamento).
  • Despesas de viagem: os deputados têm direito ao reembolso do custo das viagens para participar nas reuniões plenárias (em Bruxelas ou Estrasburgo) ou outras, decorrentes do exercício do cargo, mediante apresentação dos recibos ou a €0,50 por km (a que acrescem outras despesas de viagem), se a viagem for efetuada em automóvel privado.
  • Subsídios para despesas gerais: são €4 299 mensais, para "cobrir despesas no Estado-membro de eleição", como, por exemplo, os custos de gestão de um gabinete, telefone,  correio ou material informático;
  • Despesas com pessoal: os deputados podem escolher o seu staff e, para tal, têm disponível um máximo de €21 209 mensais, pagos diretamente aos colaboradores. Um quarto deste orçamento (no máximo) pode ser usado para pagar serviços, como a realização de estudos técnicos.
  • Escola Europeia: os filhos dos deputados têm acesso à Escola Europeia, que podem frequentar gratuitamente, com total equivalência ao sistema de ensino português.
  • Pensão: os antigos deputados têm direito a uma pensão de aposentação, ao atingirem 63 anos. A pensão ascende a 3,5% do subsídio por cada ano de mandato, até ao limite máximo de 70% do vencimento.

In : http://visao.sapo.pt/quanto-recebe-um-deputado-europeu=f769645?utm_content=2014-02-16&utm_campaign=newsletter&utm_source=newsletter&utm_medium=mail

 

 

publicado por J.Ferreira às 13:28

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Segunda-feira, 27 de Maio de 2013

Justiça Portuguesa Sem Olhos Vendados

   
Durante muitos anos, a justiça era simbolizada por uma mulher com olhos vendados segurando uma balança na mão... Porém, com a chegada da democracia, até o símbolo mudou. A justiça passou a aparecer com os olhos bem abertos...
Isto significa que, até há alguns anos, a justiça ainda tinha a pretensão de ser cega, se não na prática (já que quem tinha bons advogados, sempre se safava melhor... chegando-se ao ponto de cometendo o mesmo crime ou reclamando o mesmo direito, uns cidadãos conseguiam obter uma sentença favorável, e outros não!), pelo menos na teoria a justiça tentava ser cega, equitativa, igualitária...
Num Estado de Direito Democrático, a justiça tinha a obrigação (inclusivé, moral!) de ser isenta, alheia à pressão ou influência do estrato social de origem das famílias, em suma, não distinguia os ricos dos pobres. Porém, a prática que se tem assistido da aplicação da justiça, tal parece-nos cada vez mais inexequível dados os buracos deixados por governantes que, dessa forma (deliberadamente?) se tornam "cumplices" dos criminosos.
Nos últimas décadas, Portugal viu chegar dinheiro a rodos da Europa a troca de cedências económicas quanto aos direitos que Portugal possuía, seja na agricultura, seja na pesca ou na indústria. Aos poucos, o dinheiro foi passando do Estado para as mãos de uma minoria cuja fortuna subia a saltos de gigante e sem fundamento explicável por trabalho ou ganhos de produtividade.
Ao contrário, o povo ficava cada vez mais pobre. Até houve quem (corajosa ou cobardemente) cometesse uma atrocidade (acto falhado) verbalizando uma promessa, se não corajosa (leia-se "abstrôncia"!), no mínimo, foi original: fazer de Portugal um país mais pobre...
Enfim... hoje estamos como estamos porque temos o Portugal que merecemos. Os nossos (des)governantes foram eleitos pelos portugueses! Não pelos finlandeses...! E, mesmo assim, afundando o país, o povo voltou a dar-lhes o direito a (des)governar o país nas legislativas de 2009. 
Perante isto, que podemos esperar? Obviamente, que a justiça comece a actuar e que sejam responsabilizados todos os que contribuiram apra afundar o país! Sim... Porque, até ao momento, ninguém foi nem está a ser responsabilizado pela crise... E a culpa da desgraça não pode ser atribuída aos pobres... Muito menso, voltar a morrer solteira uma vez mais! E não serve buscar bodes expiatórios como se está a fazer acutalmente entre os funcionários públicos que (de livre vontade ou porque não tinham alternativa!) sempre pagaram  os seus impostos com a retenção na fontre pelo próprio estado equ é o seu patrão.  Na América (que tantoas criticam!) isto já estaria resolvido...!
Como limpar a sociedade? Suimples. Obrigar quem se enriqueceu sem explicação plausível na declaração de rendimentos, a devolver tudo o que fez subir a sua fortuna desde o tempo em que ainda não tinham ocupadoc argos ministeriais.
Os políticos portugueses (que afundaram o país!) que expliquem na justiça, como é que, com os salários insuficientes que tinham (assim os consideram para explicar os aumentos que decretaram para si próprios em mais de 40%)  conseguiram duplicar (triplicar ou até quadruplicar!) as fortunas durante os poucos anos que estiveram a exercer os tais cargos públicos (de nomeação política) que eram tão mal remunerados.
É pena que a JUSTIÇA não faça "Justiça" à palavra JUSTIÇA.
Durante muitos anos, a justiça era simbolizada por uma mulher com olhos vendados segurando uma balança na mão... Porém, com a chegada da democracia, até o símbolo mudou. A justiça passou a aparecer com os olhos bem abertos...
Isto significa que, até há alguns anos, a justiça ainda tinha a pretensão de ser cega, se não na prática (já que quem tinha bons advogados, sempre se safava melhor... chegando-se ao ponto de cometendo o mesmo crime ou reclamando o mesmo direito, uns cidadãos conseguiam obter uma sentença favorável, e outros não!), pelo menos na teoria a justiça tentava ser cega, equitativa, igualitária...
Num Estado de Direito Democrático, a justiça tinha a obrigação (inclusivé, moral!) de ser isenta, alheia à pressão ou influência do estrato social de origem das famílias, em suma, não distinguia os ricos dos pobres. porém, a prática que se tem assistido da aplicação da justiça, tal parece-nos cada vez mais inexequível dados os buracos deixados  por governantes que, dessa forma (deliberadamente?) se tornam "cumplices" dos criminosos.
Nos últimas décadas, Portugal viu chegar dinheiro a rodos da Europa a troca de cedências económicas quanto aos direitos que Portugal possuía, seja na agricultura, seja na pesaca ou na indústria. Aos poucos, o dinheiro foi passando do Estado para as mãos de uma minoria cuja fortuna subia a saltos de gigante e sem fundamento explicável por trabalho ou ganhos de produtividade.
Ao contrário, o povo ficava cada vez mais pobre. Até houve quem (corajosa ou cobardemente) cometesse uma atrocidade (acto falhado) verbalizando uma promessa, se não corajosa (leia-se "abstrôncia"!), no mínimo, foi original: fazer de Portugal um país mais pobre ...
Enfim... hoje estamos como estamos porque temos o Portugal que merecemos. Os nossos (des)governantes foram eleitos pelos portugueses... não pelos finlandeses...! E, mesmo assim, voltaram a ganhar... 
Que podemos esperar hoje? Que a justiça comece a actuar. Até ao momento ninguém foi nem está a ser responsabilizado pela crise... Na América (que tantos criticam!) isto já estaria resolvido...! Em Portugal temos o que merecemos: uma justiça que nunca chega!  Veja-se o que a VISÃO publicou (orginal aqui!).
1 - Estado compra dívida

Em março de 2012, a sociedade veículo Parvalorem, que depende do Ministério das Finanças e gere os "ativos tóxicos" do BPN, aceitou adquirir os terrenos de Oeiras, 44 hectares, ao fundo Homeland, extinguindo, assim, uma dívida deste fundo ao BPN, no valor de 53 milhões de euros. O fundo, constituído a 13 de setembro de 2007, por Pedro Lima, filho de Duarte Lima, e Vítor Raposo, conseguiu um crédito do BPN até 60 milhões de euros para adquirir 35 terrenos com potencialidade de urbanização, após alterações de uso dos solos.

2 - Burla?

Duarte Lima baseia a sua defesa no valor atribuído pela Parvalorem: se os terrenos da polémica foram suficientes para extinguir a dívida resultante do financiamento (do BPN ao Fundo Homeland), então, não existe burla, porque nenhuma das instituições saiu "prejudicada", lê-se, no documento jurídico assinado pelos advogados de Duarte Lima. "O BPN não foi burlado nem enganado, porque estava por dentro de todos os detalhes da operação imobiliária, analisou-a, validou-a autonomamente pelos seus especialistas da entidade gestora dos fundos imobiliários, confirmou a validade dos seus pressupostos junto de entidades externas e quis, ele próprio, ser parte no projeto de investimento, com 15% de participação." 

3 - O filho

Apesar de ser acionista do fundo Homeland, Pedro Lima, o filho de Duarte Lima, não teve nenhum papel de relevo nesta intrincada operação imobiliária, garante o documento: "Ele nunca soube nem da totalidade dos factos nem dos pormenores dos negócios do seu pai, como é o caso da relação com o BPN e o Homeland ou da relação com a Montenegro Chaves [a casa de câmbios referenciada no processo Monte Branco, a partir da qual eram enviadas quantias para a Suíça, matéria investigada no caso Monte Branco]. E só agiu em tais assuntos estritamente sob instruções casuísticas do seu pai, em atos isolados." Pedro Lima, recorde-se, era titular de 42,5% das ações do fundo Homeland, a mesma percentagem que detinha Vítor Raposo. O BPN tinha 15 por cento. 

4 - O BPN

Além de participar no fundo e de conhecer toda a operação imobiliária, o BPN dá, ainda, outro argumento à defesa de Duarte Lima. Nenhum dos seus quatro presidentes - Oliveira Costa, Abdool Vakil, Miguel Cadilhe e Francisco Bandeira - apresentou queixa contra o ex-deputado. "É estranho que o 'pretenso burlado', o BPN, nunca se tenha sentido burlado", resume fonte da defesa. O mesmo se passa, garante-se no documento da defesa, em relação ao sócio Vítor Raposo: "Domingos Duarte Lima e Vítor Raposo têm vários negócios e contas recíprocas (...). O Ministério Público viu uma ou duas árvores da floresta e concluiu muito errónea e precipitadamente no sentido da existência de três crimes públicos, que efetivamente nunca ocorreram."

5- Obras de arte e ações

"Domingos Duarte Lima investiu em arte com dinheiro próprio", garante a defesa. Quanto às ações da Sociedade Lusa de Negócios (SLN), compradas e vendidas pelo acusado (ao seu sócio Vítor Raposo), a crise financeira de 2008 e a nacionalização do banco explicam o rombo. "Depois e decorrido mais de um ano e meio sobre essa venda, o BPN entrou em colapso financeiro, foi nacionalizado, e a crise da dívida soberana portuguesa levou a grandes perdas nas ações do setor bancário. Tudo isso era imprevisível para Domingos Duarte Lima que, aliás, sofreu prejuízo superior ao de Vítor Raposo nas ações SLN. A SLN, que mudou de designação e hoje se chama Galilei, ficou, no entanto, ainda com um vasto património e tem um valor muito significativo. Que se saiba, Vítor Raposo ainda conserva as ações sob o seu domínio." 

6 - Testemunhas

O julgamento, que começa na próxima terça-feira, 28, conta com 64 testemunhas de defesa arroladas por Domingos Duarte Lima e pelo seu filho Pedro: Rui Veloso e os sociais-democratas Rui Gomes da Silva e Correia de Jesus, os quatro ex-presidentes do BPN (Oliveira Costa, Miguel Cadilhe, Abdool Vakil e Francisco Bandeira), o advogado Germano Marques da Silva e o ex-gestor de conta suíço Michel Canals, que é um dos principais arguidos no processo Monte Branco cujas investigações se cruzam com algumas das matérias deste caso Duarte Lima/BPN. Foi através da Montenegro Chaves, empresa de câmbios, que Duarte Lima entregou a Francisco Canas diversos cheques para serem depositados em contas no banco suíço UBS.



publicado por J.Ferreira às 12:38

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Quarta-feira, 6 de Março de 2013

Basta

Há anos os políticos apoiados por jornalistas oportunistas que apareceram como "comentadores políticos de meia-tigela" (como Miguel de Sousa tavares) ajudaram a implementar as propinas livrando dinheiro para os corruptos afundarem ainda mais o país.

O Estado Português NUNCA está contente enquanto há um cêntimo no bolso do cidadão.

Por isso...

Já não bastavam os gastos que tinham as famílias por terem seus filhos a estudar... !

Não. O Estado não estava satisfeito porque havia gente que estava a ficar mais culta... 

E isso não interessa à classe dominante... Os governantes querem o povo estúpido...

Eles sabem que essa é a única forma de, sendo incultos, continuarem a mandar no país...!

Vejam-se os escândalos com os diplomas de governantes...! UMA VERGONHA NACIONAL !

E Ninguém se demite...! Noutro país avançado, estariam até na cadeia!

Não se contentou o legislador (Estado ) com o que os pais (cidadãos) pagavam em IRS bem do IRS pago por outros trabalhadores que vivem da existência dos estudantes, sejam livreiros, condutores de autocarro, cozinheiros, empregados das mais variadas lojas comerciais (sejam de  roupa, de sapatos... ou tecnológicas... ) e ainda de outros  impostos pagos ao Estado (como o IVA dos materiais escolares, roupas,... ) sem que façam entrar em casa nem um cêntimo...

Por isso, o Estado reivindicou o direito de fazer os pais pagarem (DE NOVO) o que deveria estar já pago com os seus impostos, caso não se verificasses tantos "desvios" (vulgo, "roubos") efectuados por quem (des)governa sucessiva e/ou alternadamente a coisa pública.

 

Agora... querem que os portugueses paguem o que já foi pago... PAGO e REPAGO...!

Sim... Não é um Pagamento... É um Repagamento!

Afinal, de que beneficiam os ciadãos relativamente aos impostos que pagam ao Estado?

Saúde?  Vais ao Hospital... Paga e não bufes...

Educação...? Vais para a Escola... Paga e não bufes...

Auto-estradas?  Vais para a Viajar / Trabalhar...? Paga e não bufes...

Para onde vamos? Por que pagamos?

Claro... Para os POLÍTICOS chupistas terem as MORDOMIAS que todos conhecemos!

BAAAAAAAASTA

 

PERGUNTA:

Por onde andaram todos estes gajos que estão agora no parlamento?   

Estiveram todos calados... anos a fio... !

E as famílias a pagar.... porque iriam ter um salário chorudo (palavras do estúpido de Miguel Sousa Tavares). São senhores como este que ditam a praxis do nosso país… Que dão uma no cravo e outra na ferradura em função das circunstancias…


Primeiro atacaram os ESTUDANTES... 

Aumentam-me as propinas da minha filha... E tenho de ficar calado!???


Agora, "assaltam"  as suas famílias...  !!! 

Cortam-me cada vez mais no meu  salário... E tenho de ficar calado!???

JÁ CHEGA senhores (des)governantes....!

O Povo Não aguento mais....   BAAAAAASTA ... 

publicado por J.Ferreira às 12:41

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Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2013

Os perigos da União Europeia

É assustadora a forma como a crise atinge uma cada vez maior fatia de cidadãos. Mas o futuro não ficará apenas por um cada vez maior "aperto do cinto". Depois de passar fome, por que amarguras  terão de passar os portugueses? 

Nota: Para ver as legendas, escolha o ícone que aparece na barra de navegação do vídeo semelhante a um "envelope"

 

É Urgente uma sublevação popular contra os poderosos que apenas querem fazer negócio e explorar os que passam a vida a lutar pelo "pão de cada dia".

Eles são muito pior do que abutres! E já não se contentam com "comer tudo".

Eles querem "beber tudo"...! Matar o povo à sede...!

 

Até quando poderá o Zé Pacóvio manter-se calmo e sereno com tamanhas e tão subreptícias atrocidades aos diereitos humanos?

 

Pergunta final:

Até que ponto os seres humanos terão direito a viver na Terra?

 

publicado por J.Ferreira às 11:09

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Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2013

Caminhos da Justiça

O ex-deputado do PS Carlos Lopes foi condenado a 11 anos de prisão pelos crimes de corrupção, peculato e falsificação de documentos, mas vai recorrer da sentença "absurda", disse esta terça-feira o seu advogado, Magalhães e Silva.

Finalmente... Uma notícia que demonstra que a justiça também existe (??!!) para os políticos corruptos?

Não cremos muito na eficácia desta sentença.

Ainda assim, damos o benefício da dúvida a esta politicocracia, partidocracia ou seja lá o que lhe queiram chamar! Uma coiisa é mais ou menos certa: O resultado desta notícia (a julgar pelo que se vai passar a seguir: recurso!) não vai dar em nada.

Logo: o mais certo é que será revista a sentença e... ficará de fora como todos os outros...

A pergunta mais importante é:

Afinal... Vai preso 11 anos apra que o povo tenha de pagar a sua alimentação e estadia no "hotel" ou terá de devolver o que retirou ao povo?

 

Mais parece que a justiça, em Portugal, luta contra "moinhos de vento".

 

Outro caso doi adiantado no Expresso.

Miguel Graça Moura condenado por peculato e falsificação de  documentos. Porém, com a "pena suspensa" de 5 anos para o maestro que era acusado de utilização indevida de 720 mil euros do erário público e de falsificação de  documentos.

 

E... Por onde anda esse dinheiro?

Quando será exigida a sua devolução?

Ou será que para alguém sobreviver em Portugal tem que inscrever-se como ladrão?


 

Depois...

Noticia também o Expresso: Paulo Júlio, o secretário de Estado da Administração Local, decidiu sair do Govenro... Porém, terá de ser substituido e não se sabe por quem... Na falta de substituto, continuará no Governo...!

É o país que temos.

 

E assim andamos... Até quando?

 

publicado por J.Ferreira às 08:08

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