Terça-feira, 8 de Dezembro de 2015

Portugal Melhor do que Esperado no PISA

Para saber ler números não basta olhar para os algarismos que os compõem!

Finalmente, aparece um estudo que, se lerem até ao final, demonstra bem o quanto se pode manipular e exigir resultados. É comos e pudéssemos exigir a um trabalhador de "pá e pica" que abra os alicerces de uma casa com a mesma velocidade de quem tem uma retroescavadora. Por isso, para se afirmar que se sabe ler números, não basta olhar e saber pronunciar a correspondente ordem de cada um dos seus algarismosPor isso especialistas na análise de dados afirmam que, Portugal apresenta um desempenho melhor do que o esperado no PISA.

"Portugal participou em todos os ciclos do PISA (Programme for International Students Assessment), onde, regra geral, foram escolhidos aleatoriamente 40 alunos, com 15 anos, de cada um dos cerca de 250 agrupamentos de escolas selecionados, também estes aleatoriamente. Os resultados do PISA têm como base o desempenho dos alunos na resolução de problemas do dia-a-dia na área da Literacia, da Matemática e das Ciências. 

O ranking dos vários países no PISA, quando é publicado, gera um grande alarido, suscitando sempre, nos meios de comunicação social, vários tipos de análises, ilações, justificações e sugestões, provenientes de inúmeros quadrantes. Os resultados do PISA são um argumento, frequentemente, mencionados sempre que é conveniente, ou necessário, justificar a implementação ou extinção de novas medidas, nomeadamente, por parte das equipas ministeriais ou comentadores.

Face aos padrões de desempenho estabelecidos pela OCDE, ao “retrato” de cada país comparativamente com os restantes, o PISA avalia a eficácia do sistema educativo de cada país. Apesar do PISA dispor de dados que permitem contextualizar e identificar fatores que influenciam o desempenho dos alunos (dados obtidos através da aplicação de inquéritos a alunos, pais e à escola), estes têm um papel bastante diminuto na elaboração dos rankings.

Será justo comparar sistemas de ensino com contextos socioeconómicos tão díspares como por exemplo: a Alemanha, o Perú ou a Indonésia? Qual seria a avaliação/desempenho destes sistemas de ensino quando aplicados em países e alunos com contextos socioeconómico similares? Baseado nos resultados do PISA 2012, é a esta e outras questões que o estudo de dois investigadores, na área da Educação, da Universidade de Oxford, Daniel Caro e Jenny Lenkeit, procura responder. No seu estudo, a avaliação da eficácia de cada sistema de ensino tem em consideração a diferença entre o desempenho real dos alunos, segundo o ranking da OCDE, e o desempenho esperado tendo em conta o seu contexto socioeconómico, das escolas e dos países de que são oriundos. Este estudo apresenta algumas conclusões curiosas:

  1. A Turquia, Tailândia e Indonésia, embora tenham um desempenho abaixo da média nos testes do PISA, têm um sistema de ensino eficaz quando é considerado o contexto socioeconómico.
  2. Os E.U.A, a Suécia e a Noruega apresentem um desempenho superior à média nos testes do PISA no entanto, integram a lista dos países com sistemas educativos menos eficazes, quando é tido em conta o contexto socioeconómico.
  3. Os sistemas de ensino de Hong Kong, da Coreia e de Taipei (China) são considerados muito eficazes: apresentam resultados muito bons, independentemente, de ser considerado, ou não, o contexto socioeconómico na avaliação dos resultados dos testes do PISA.
  4. O México, a Espanha, a Finlândia e a Nova Zelândia apresentam um desempenho esperado quando é tido em conta o contexto socioeconómico, sendo os resultados muito semelhantes quando o mesmo não é considerado.
  5. O Qatar, a Jordânia e a Argentina têm um desempenho abaixo do expectável, considerando o contexto socioeconómico.

Por exemplo, na área da Matemática, em termos absolutos, a Noruega, os EUA e Portugal têm um desempenho muito similar. No entanto, dado o contexto socioeconómico dos três países, a Noruega e os EUA tem um desempenho inferior ao esperado, enquanto Portugal tem um desempenho superior ao esperado.

Ainda, segundo este estudo, o ranking da OCDE sofre grandes alterações ao ser considerado o contexto socioeconómico dos países, por exemplo:

  • A Tailândia, a Turquia e Portugal têm um desempenho muito superior ao esperado;
  • A Noruega, a Suécia, os EUA, Israel, a Grécia, a Jordânia e o Qatar tem um desempenho inferior ao expectável.

Provavelmente, existem outros fatores que poderiam/deveriam ser considerados mas este estudo permite olhar para o PISA sobre outra perspetiva, sem ser em termos tão absolutos! Partilho os resultados deste estudo como contraponto e/ou informação complementar … que vale o que vale, na época em que os estudos sobre todo e qualquer assunto proliferam e onde cada um interpreta os resultados e os números como melhor lhe apraz!"

 

Para ter acesso á notícia integral vá até Qlick Professor.

 

publicado por J.Ferreira às 16:27

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Quarta-feira, 18 de Novembro de 2015

O Futuro Visto do Passado

Nota Prévia: VEJA NO FIM o LINK para A NOTÍCIA que INSPIROU ESTE POST

 

Neste espaço que tenho dedicado à sociedade, hoje decidi deixar aqui algo autobiográfico. Não tenho a pretensão de ser nada nem ninguém na sociedade mas tão só de colocar aqui pequenas reflexões dando o meu contributo para tentar contribuir para a mudança de aspectos que creio, convictamente, merecerem a dedicação de algum do meu tempo.

Nunca me senti futurologista... Alguns dizem que sim... Até de visionário já ouvi. isto porque há anos que previa muita da realidade que nos últimos anos se tem concretizado.

Gostava de lembrar o que já dizia eu, em 1992 (ano em que frequentava o curso de Sociologia das Organizações, na Universidade do Minho), a respeito das reformas chorudas que, no futuro, os funcionários públicos iriam receber. Sim. Em 1992, no mesmo ano em que foram publicados artigos no jornal da Associação Académica da Universidade do Minho, denunciando o sistema de financiamente do ensino superior com as propinas dos estudantes — que muito consideravam justas, fazendo escola na época, e transformando-se no discurso politicamente correcto, incluindo de senhores como Miguel de Sousa Tavares que dirigia, na televisão, o Programa "Viva a Liberdade", com a participação de António Barreto (do PS) e Pacheco Pereira (do PSD) — onde denunciava e apresentava argumentos que provavam exactamente o contrário, isto é, a enorme injustiça da introdução do princípio do utilizador pagador na frequência das Universidades.

Sim... um princípio que reneguei. E devo dizer, defendi sempre o princípio do “beneficiário-pagador”. Sim, deveriam pagar os que beneficiaram de instituições do Estado, estudando inclusivamente, mas só quando começassem a retirar benefício do curso que frequentaram, ou então, o Estado passaria a "vender cursos" independentemente do produto ter ou não eficácia. E foi o que aconteceu. Instituíram-se as propinas, os estudantes começaram a pagar e... imaginem, licenciaram-se em cursos que o Estado permitia "vender" nas Universidades... mesmo sabendo que eram para o desemprego. A minha proposta de então é que passassem a pagar depois de começarem a retirar o benefício do curso. Depressa o Estado deixaria de "vender" cursos que para nada serviam (como aliás, ainda hoje, o continua a fazer, em nome da liberdade de escolha dos jovens. mentira; em nome de manter o trabalho a uns quantos que nas universidade não sabem fazer mais nada, não podem mudar de área... Por isso acusava o Estado de fazer os jovens pagar propinas par o Desemprego. A realidade veio dar-me razão cerca de 10 ou 15 anos depois... 

Mas se o Estado aprendesse, muitos cursos sem saída profissional teriam fechado. Mas não. Continuam porque agora, as universidades "vendem" cursos como as lojas tipo "Casa China" vendem produtos de todo o tipo, e que as pessoas compram, muitas vezes, independentemente de saber se realmente lhes fazem falta. mas trata-se de coisinhas de 5 euros... Não de cursos que queimam 5 anos de uma vida aos jovens e que chegam a custar mais de 25.000 euros ou 30.000 euros!

Se alguns dos meus companheiros nas tertúlias de café (porque me classificavam de "pessimista", a que eu respondia ser um "realista antecipado"!) tiverem boa memória, recordarão do que eu dizia quando me acenavam com as "chorudas reformas" que, no futuro, como funcionário público, teria direito (e que eram motivo de inveja de quem nos rodeava):

"—Quero lá saber do que me prometem. O que conta é o que ganho agora. Estou seguro de que, com a redução da natalidade, quando chegar à reforma, já nem metade do salário vamos receber. Com sorte, ainda teremos uma pensão de sobrevivência." Ainda me faltam 5 anos para concluir os 35 anos de serviço (e de descontos!) com que então tinha direito à reforma... E, que vemos??? Afinal, era pessimista!??? Ou um Optimista bem informado? Vejam a notícia: "Pensões pagas a partir de 2025 valem menos de metade do salário. Em 2025, a pensão corresponderá a menos de 45% do salário e em 2060 a pouco mais de 30%."

Lembro-me de dizer que na minha família nascia uma criança por cada três adultos... E se todos queriam reforma, a minha filha (apenas tinha na altura uma filha... agora já são quatro!) teria de assaltar um banco todos os meses!!! Porque dificilmente ganharia quatro vezes o meu salário para pagar uma para a mãe, outro para mim, outro para ela viver... E, por último, um salário para contribuir para que os meus irmãos sem filhos (e que descontaram para os outros cobrarem a reforma enquanto eles eram contribuintes) pudessem receber também alguma coisa!!!... 

Não me sinto um visionário porque era Matemática Simples... Enfim... Estamos mal porque os políticos que nos (des)governaram desde 25 de abril de 1974 até hoje (esses sim, visionários!!!) não tiveram visão nenhuma de futuro... E se a tiveram, foi como a de Francisco, Lúcia e Jacinta... seguramente!

Pode aceder aqui ao vídeo que fala sobre as pensões dentro de 10 anos, publicado na página da RTP . Mas também aqui, na reportagem da TVI... Não se iluda... Não estamos assim tão longe

 

publicado por J.Ferreira às 21:15

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Quarta-feira, 14 de Novembro de 2012

As Vitórias de David Contra Golias


"As Victórias de David Contra Golias" ou A Guerra dos "Marcelo"


--> Portugal 1  - Alemanha 0


      Treinador: Marcelo Rebelo de Sousa

 

Bem poderia ser um texto sobre futebol. Mas não. Não é de futebol que vimos aqui falar.

É de outros jogos. De jogos de poder. De lutas pela sobrevivência de uma comunidade de cidadãos (os portugueses) que abriram horizontes e foram capazes de dar "novos mundos ao Mundo" e que agora estão cotados por agências de rating cvomo lixo. Não. Não somos lixo.

Mas comos se cvonsegue provar isto? Simples. Com complexas lutas de bastidores, nas instâncias internacionais, fazendo valer o direito.

E para tal, que melhor que usarmos a inteligência, a competência e a persistência de cidadãos que não desistem das causas por que lutam. E os que a têm e a podem colocar ao serviço do bem comum, de um país a que dizem ter apego, que se disponham a lutar...

 

 

No Expresso Online ficámos a saber que Marcelo abriu fogo contra Merkel... Portugal 1 - Alemanha 0


Marcelo Rebelo de Sousa promoveu um vídeo que as autoridades alemãs não aceitaram que fosse visionado em Berlim.


Um dia depois de ter sido recusada a divulgação do vídeo na Praça Sony de Berlim, e um dia antes da visita da chanceller Angela Merkel a Portugal, já pode ser visto o vídeo promocional de Portugal que foi impulsionado por Marcelo Rebelo de Sousa.

O vídeo pretende ser um apelo à solidariedade alemã para com Portugal, exemplificando com a solidariedade que Portugal e a Europa tiveram para com a Alemanha na altura da reunificação.

São ainda apresentados vários dados quanto à austeridade sobre Portugal e ao esforço que os portugueses têm sido obrigados a fazer nos ultimos tempos.

A intenção de elaborar um vídeo promocional de Portugal tinha sido anunciada por Marcelo há várias semanas na TVI, e a sua realização foi conseguida com a colaboração de Rodrigo Moita de Deus, blogger e atual dirigente nacional do PSD (faz parte da comissão política nacional).

 


 

Mas a guerra não fica por aqui...



--> Portugal 1 - China 0                Treinador: Marcelo Sousa

 

Finalmente... Uma notícia do Expresso favorável à nossa economia.

 

Marcelo Rebelo de Sousa, vice-presidente da Associação Portuguesa da Indústria de Cerâmica (APICER) confirmou ao Expresso que, a partir da próxima sexta-feira, 16 de novembro, serão cobradas taxas - que vão até 58,6% - às loiças cerâmicas chinesas que entrem na União Europeia.

"Foi uma vitória importante para Portugal, que é o maior produtor europeu de loiças cerâmicas", considera Marcelo Sousa. A Comissão Europeia decidiu aplicar as taxas de importação a estes produtos chineses apesar da votação sobre o assunto não ter sido favorável a esta tributação, pois "houve 14 países que votaram contra e apenas 13 que foram a favor destas taxas aplicadas à loiça chinesa", referiu Marcelo Sousa.

A partir da próxima sexta-feira, a loiça cerâmica portuguesa passa a ser muito mais competitiva nos países da União Europeia.


Parece que a Europa acaba de despertar... Ganhámos. Mesmo contra um gigante...

Se as guerras económicas tivessem um fiunal justo para este país... qualquer um de nós poderia sonhar com um futuro  feliz.


publicado por J.Ferreira às 16:16

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Segunda-feira, 15 de Novembro de 2010

A Actualidade de Guerra Junqueiro

A cada dia que passa mais nos damos conta de que Portugal não só não evoluiu como, pior do que isso, caminha para o passado copiando os modelos que nos levaram a ser dos povos da Europa aquele que menos progrediu.

Se atentarmos nas palavras de Guerra Junqueiro, depressa nos damos conta de que há mais de um século já os Portugal sofria de um grave problema. Nem os mais inteligentes e excelentes Ministros da Educação conseguiram dar a volta a esta questão porque, de facto, sendo provenientes do povo, eles são também pão feito com a mesma farinha... Logo,

A greve geral está aí a bater à porta. Caminhamos para o abismo. O comodismo está a retirar cada vez mais o lugar ao comunismo. Cada um apenas pensa em satisfazer o seu umbigo. Dizem por aí, sem pejo nem vergonha: "Para quê fazer eu greve se, com as lutas dos demais, vou conseguir obter o mesmo resultado? Ou melhor, ficarei ainda a ganhar pois ficarei com mais dinheiro na minha conta bancária ao fim do mês... Sim, focarei ainda com mais dinheiro do que esses pacóvios, estúpidos, imbecis que decidem fazer greve quando eu, sem nada perder (e fico bem com o poder!) acabo por  beneficiardo mesmo. E se nada houver, pelo menos fico a ganhar porque nada perdi. Por isso,  quem faz greve tem de ser ou idealista ou muito estúpido, não há dúvida...

Afinal, em que se baseia esta mentalidade? Simples. Àqueles que fazem greve ser-lhes-á descontado um dia de salário. Aos que foram trabalhar, ser-lhes-á processado o dia normal de salário. Porém, se benefícios houver da greve, todos ficam a ganhar. Aliás, e de acordo om a mesma filosofia (ou modo de estar na vida) os que não fazem greve, ficam a ganhar duplamente... Isto sucede porque num Estado que se diz democrático, os que nada lutam podem beneficiar das conquistas dos que lutam. Se tal não fosse "democrático", veríamos quantos se acobardariam e compareceriam no local de trabalho sabendo que depois, ficariam a perder os benefícios alcançados com as lutas justas.

 

Há, de facto, muito a mudar na sociedade. Isto é um princípio injusto pois quem não vai à luta é porque sente que está bem como está. Logo, nunca deveria participar dos benefícios da mesma. Esta filosofia de aplicar a todos os resultados das conquistas obtidas com perdas de salário de apenas alguns é uma falsa atitude democrática. Quem está contente deveria ficar com o que ganha. É porque, de facto, considera que nada faz para merecer mais do que aquilo que lhe dão. Pretender beneficiar das lutas, do esforço dos outros, para além do mais,  é uma atitude desonesta própria de parasitas.

 

Ora, é com esta mentalidade tacanha que, infeliz e tristemente temos de saber viver. Sem dúvida que Guerra Junqueiro tinha razão, há já mais de um século. Somos um povo que "nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas".

Já em 1896, Junqueiro escrevia assim sobre o povo português:

"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas;

Um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai;

Um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta (...)

 

Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta ate à medula, não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados (?) na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação, da violência ao roubo, donde provém que na política portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro (...)

Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do país, e exercido ao acaso da herança, pelo primeiro que sai dum ventre - como da roda duma lotaria.

 

A justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas; Dois partidos (...), sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes (...) vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero, e não se amalgamando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém deu no parlamento, de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar (...)"

 

Guerra Junqueiro, in "Pátria", escrito em 1896

publicado por J.Ferreira às 23:13

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