Até que o Teclado se Rompa!
"O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons." (Martin Luther King)

18 Março 2019

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Com tantos roubos que nos foram fazendo, já se perdeu o rasto aos LESADOS do GOVERNO.

Só há uma solução. Reconfiguração total do tempo de serviço e recontagem comos e todos começassem a trabalhar hoje, reposicionando-os em função do tempo trabalhado. Ou, definitivamente, viveremos os resto da história da segunda república como sendo, não um  um Estado de DIREITO Democrático... mas, antes, um um Estado de TORTO Democrático...
Paulo Guinote na sua crónica do jornal "O Público" 15 de Março de 2019) desmonta os silogismos, as mentiras camufladas de verdade... a falácia em que António Costa e o seu Des(GOVERNO da NAÇÂO, apoiado por um PRESIDENTE que cada vez vai desiludindo mais gente... 

Com tamanha clareza no discurso, e exemplos reais, nem temos vontade de escrever mais!

Aqui fica...

 

Olhe que não, senhor Presidente!

Quando, há poucos dias, li no site oficial da Presidência que “tendo falhado as negociações, se o Presidente da República não promulgasse o diploma, isso poderia conduzir a deixar os professores sem qualquer recuperação na carreira durante o ano de 2019”, só se pude ficar espantado porque ou o senhor Presidente da República não leu o decreto relativo à recuperação do tempo de serviço docente que promulgou ou não o percebeu bem ou alguém na Presidência não fez o trabalho de casa.

Senhor Presidente, as progressões previstas para este ano, resultantes do processo natural das mesmas, aconteceriam com ou sem a publicação do decreto em causa. Há meses que se tenta explicar que o articulado do diploma contém um mecanismo perverso com duas consequências: por um lado, não permite em si mesmo qualquer progressão, mas apenas o encurtamento do tempo de serviço no escalão para que os professores progridam depois de 1 de Janeiro de 2019, enquanto, por outro, permite a ultrapassagem de docentes que progrediram antes para esses mesmos escalões.

O próprio Governo explicou isso numa nota de imprensa divulgada em Dezembro, embora com uma falsidade final:

“Os 2 anos, 9 meses e 18 dias serão contabilizados no momento da progressão ao escalão seguinte, o que implica que todos os docentes verão reconhecido esse tempo, em função do normal desenvolvimento da respetiva carreira. Assim, à medida que os docentes progridam ao próximo escalão após a produção de efeitos do presente decreto-lei, ser-lhes-á contabilizado o tempo de serviço a recuperar, pelo que a posição relativa na carreira fica assegurada.”

A parte final é falsa e é fácil demonstrar: um docente que tenha passado de escalão no dia 31 de Dezembro de 2018 só beneficiará desse tempo “recuperado” quando voltar a mudar de escalão (31 de Dezembro de 2022, na generalidade dos escalões de quatro anos), enquanto que quem mudar a 1 de Janeiro de 2019 poderá beneficiar imediatamente desse tempo e poderá aceder ao 5.º escalão em meados de 2020, 2 anos, 9 meses e 17 dias antes do colega. E ganhará pelo novo índice salarial desde essa data esse tempo antes do colega que estava à sua frente. Não é algo difícil de perceber.

Ao determinar que a contagem desse tempo de serviço não é feita ao mesmo tempo a todos, é impossível afirmar que “a posição relativa fica assegurada”. A verdade é que a maioria dos casos irá dar origem a ultrapassagens com consequências, por exemplo, na remuneração, com todos os professores que progrediram em 2018 a ser prejudicados em relação aos que progredirem em 2019 ou mesmo 2020. Sei do que falo, acredite, senhor Presidente, e não é apenas por ser um dos que vai ser ultrapassado, perdendo a minha “posição relativa” que o Governo diz que manterei.

Mas há uma outra meia falsidade, neste caso no que é afirmando na nota da Presidência, pois os únicos potenciais beneficiários, ainda em 2019, da promulgação do diploma são os docentes que, com observação de aulas e quotas ultrapassadas, acedam ao 5.º escalão (o único com dois anos) em 2019, pois o artigo 2.º do decreto-lei em causa determina que:

1. A partir de 1 de janeiro de 2019, aos docentes referidos no artigo 1.º são contabilizados 2 anos, 9 meses e 18 dias, a repercutir no escalão para o qual progridam a partir daquela data.

2. Caso essa transição se faça para o 5.º escalão, a contabilização daquele tempo repercute-se ainda, na parte restante, para o 6.º escalão.”

E, como disse, os docentes que tenham progredido antes de 1 de Janeiro de 2019 ao 5.º escalão, por exemplo a 1 de Novembro ou 1 ou 31 de Dezembro, permanecerão nele até 2020, enquanto os “afortunados” da “geração de 2019” (a mesma que também recebe logo 50% do aumento salarial, por oposição aos 25% de quem subiu em 2018) serão claramente beneficiados.

Isto parece-me claro: Marcelo Rebelo de Sousa promulgou um diploma que permite adulterar e subverter a “posição relativa” (com implicação no momento de acesso à nova posição remuneratória) dos docentes, criando situações de evidente favorecimento e iniquidade. Não compreendo como é possível que um constitucionalista admita isto, assim como é impensável que os seus serviços jurídicos não se tenham apercebido das consequências expostas que criam uma geração “maldita” (os que progrediram em 2018) e uma geração que, dentro de toda a iniquidade da solução, acabam por ultrapassar os colegas (os que progredirem em 2019).

É pena que assim seja, pela injustiça, mas em especial por quererem cobri-la com um manto de virtuosa preocupação.

Paulo Guinote, in “Público” 15-3-2019

 

publicado por J.Ferreira às 22:36

17 Março 2019

"Sim... Sem Professores Voltarremos à Barbárie"!

Os professores são profissionais que mereciam maior respeito seja da sociedade, a começar pelos políticos de circunstância. os políticos passam, os professores ficam.

Pois não nos apraz, em nada, corroborar a afirmação que intitula este texto.

Infelizmente, nos últimos tempos, em Portugal, os políticos (e outros quadrantes da sociedade, com jornalistas e empresários à cabeça (e outros lobbies do ensino privado) têm vindo a colocar em causa o sistema público de educação e os seus principais actores: os professores. Servem-se de tudo, incluindo da manipulação dos números para atacar (e até, achincalhar) os docentes portugueses.

Acusados de serem uns privilegiados, de quererem mordomias, retiram-lhes tudo, incluindo a dignidade de tratamento que deveriam merecer.

O prestígio social, o valor social dos professores foi lançado ao solo, como se de farrapos se tratasse para que todos quantos quisessem fazer deles um tapete, pudessem limpar as solas das botas sujas.

É triste que um país que se pretende pertencer ao primeiro mundo, que se pretende fazer passar por civilizado assim trate os seus professores, aqueles que lhe garantiram o acesso ao conhecimento e a chegada aos mais altos cargos que hoje desempenham.

Ingratidão... SIM... Sem dúvida.

E quiseram hierarquizar a importância dos professores em função da utilidade social que os cidadãos eleitores lhes atribuíram. E, como a maioria dos eleitores já não necessita da escola (mas receia poder vir a necessitar de cuidados de saúde e de enfermaria) nas redes sociais, apareceram comentários baseados em comparações salariais, para atacar os docentes, mais prescindíveis na sociedade que os enfermeiros, que desempenhavam uma função mais importante e  nobre que os professores.

Ora, meus caros. É triste que a população portuguesa demonstre tamanha falta de conhecimento. Deveriam saber que, há milhares de professores e todos eles se formaram sem os cuidados de um enfermeiro, e muitos deles, felizmente, podem NUNCA ter necessitado de um enfermeiro… mas não é por isso que lhe deixam de reconhecer o enorme valor que têm… Porém, meus caros, se queremos usar as falácias, rapidamente se perceberá que, sem professores não haveria enfermeiros… Nem mesmo médicos, advogados, juízes ou arquitectos!!

Em suma, sem professores não haveria democracia que sobrevivesse.

Uma sociedade que maltrata os seus professores deve começar a preparar-se para voltar ao tempo da lei do mais forte... 

Sem cultura, é a lei do mais forte que impera... Uma sociedade que desvaloriza e espezinha os seus professores, mais cedo ou mais tarde se dará conta, sobretudo quando se questionar os motivos porque se processou o “Regresso à Barbárie”.

 

publicado por J.Ferreira às 19:24

08 Março 2019
Obras na Ponte 25 de Abril... Quem vai pagar???

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Está tudo esclarecido... pagamos, repagamos e voltamos a pagar... Está percebido para que serve a Lusoponte: dar tacho a uns quantos!!!..

A Lusopotne fica com as receitas das portagens e as despesas de manutenção compete aos contribuintes? Pagamos duas vezes? Pagamos à Lusoponte quando passamos a ponte e o Estado (todos nós) pagamos impostos para fazer a manutenção da Ponte 25 de Abril??
 
No programa "Quadratura do Círculo", estiveram em análise as obras na Ponte 25 de Abril. Nele, Jorge Coelho acaba por dar uma informação pertinente para qualquer contribuinte: apesar de estar concessionada, QUEM PAGA a MANUTENÇÃO da Ponte 25 de Abril é o CONTRIBUINTE. Ou seja, a receita das portagens não é usada para manter a ponte. Chega de roubar os contribuintes. Mas este país não tem vergonha?
 
No programa, moderado por Carlos Andrade, em que Jorge Coelho, António Lobo Xavier e Pacheco Pereira comentam a actualidade acaba por ser uma janela aberta para conhecermos a podridão que atingiu as decisões do Estado e como o Estado serve d alimento para abutres económicos que alimentam os lobbies deste país e arruínam a saúde e destroem a vida dos trabalhadores.
 
 
Notícia pode ser vista aqui: Lusoponte em comentário na "Quadratura do Círculo".
Abram o vídeo e avancem para o minuto 14:45 e ouçam Jorge Coelho!!! SOMOS NÓS, contribuintes, QUE PAGAMOS as reparações. A empresa só quer receber o dinheiro que pagamos nas portagens!!! Grande negócio !
 
 
publicado por J.Ferreira às 17:17

20 Fevereiro 2019

Na sociedade actual, na ânsia de atingir a excelência, os políticos esqueceram-se que, as etapas que Jean Piaget definiu como sequenciais não poderão ser passadas por cima. Assim, podemos adiantar a chegada mais cedo de uma ou de outra, mediante estimulação. Porém, se uma se alcança mais cedo, não é garantido que se reduza a idade da chegada da etapa seguinte.

Assim, tanta pressa para a escolarização, leva a que muitos sejam inscritos na Escola em idade de desfrutar da descoberta sem o massacre académico e intelectual que foi instituído nas escolas com a passagem pelo Ministério da Educação, de umas senhoras de nome Maria de Lurdes Rodrigues e Isabel Alçada, de outros que lhe sucederam como foi o caso de Nuno Crato ou, do actual, Tiago Brandão Rodrigues.

As crianças precisam de tempo de recreio mas em recreios que sejam dignos desse nome. Porém, as condições físicas dos espaços onde as crianças passam as horas de recreio, durante os intervalos das aulas, em muitas das nossas escolas, são um autêntico pesadelo. É um autêntico massacre para o cérebro pois, dada a exiguidade de espaços cobertos, a criança submete-se a gritarias e ruídos durante mais de 20 minutos que ultrapassam os decibéis aceitáveis para uma mente sã... E ninguém se preocupa. Há algumas questões que fazem rir... Outras, que não menos! Eu cá, gosto especialmente desta questão...

Se os TPC ajudam a criança a tornar-se responsável, a decisão de não os fazer é sinónimo de irresponsabilidade ou, pelo contrário, pode ser encarada como uma opção consciente e responsável?

Muito do que aqui se diz demonstra uma faltas de conhecimento sobre o que se passa nas escolas... De facto, quem assim fala, não pode saber muito sobre como são e em que condições funcionam as nossas escolas.

É como se um médico se preocupasse com a picada de uma agulha de um paciente enquanto negligenciava o tiro que o paciente levou no coração!

Nas escolas, o dia a dia é de gritaria... Na maioria dos intervalos (porque a maior parte do tempo chove) as crianças precisavam, de facto, de brincar... e não têm condições para tal. Ou ficam nas salas ou amontoadas em espaços exíguos, submetidas a inadmissíveis decibéis que lhes atormentam os neurónios e enchem as suas cabeças de ruído e de impaciência... para aguentar mais uma hora de aulas... E lá se vai a sua capacidade de reter qualquer informação... Mas ninguém se preocupa...! Preocupam-se com os TPC e o peso das mochilas...!

Preocupam-se que tenham de ler um texto de meia hora (no livro) mas deixam-nos que passem duas ou três horas no computador, na Tablet ou no telemóvel... Isso, já não é preocupante? Não, claro que não! O que preocupa os pais é reconhecerem que são ignorantes e já não conseguem acompanhar o que os filhos aprendem nos dias de hoje porque as matérias complexas desceram de nível etário...

Mas há outras questões interessantes :

Serão os TPC uma forma de colocar todos os alunos em pé de igualdade ou aumentam ainda mais as desigualdades?

Claro que promovem a desigualdade quando há pais que têm filhos necessitados de melhorar as suas aprendizagens e não querem que os filhos trabalhem. Ora, meus caros, quando o médico lhes receitar que caminhem 1 hora por dia, não o façam... Quando receitar medicamentos, tomem-nos vocês... ou peçam ao professor que os tome! E o vosso filhinho vai curar-se, seguramente!

 

publicado por J.Ferreira às 19:08

10 Janeiro 2019
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Nos últimos tempos tem voltado a polémica sobre a legitimidade da ordem dos professores no que respeita aos TPC (vulgo, Trabalho Para Casa).
O chamado "Trabalho Para Casa" é uma falácia. Qual Trabalho para casa?? Há um erro na Sigla. Não são TPC...! São, isso sim, e seguramente, CPP: Castigo Para o Professor!
Na verdade, um aluno trabalhará, na maioria das vezes, um tempo extra que poderá levar-lhe 10 ou 20 minutos, ou até mesmo 01:00 hora (dependendo do ritmo e da concentração que coloque no trabalho). É claro que, se o aluno está, simultaneamente, a jogar no telemóvel, a responder a não sei quantas solicitações dos amigos nas redes sociais, passa outro tanto tempo a atender o telemóvel... dirá que perdeu mais de duas horas a fazer o TPC... Claro... E se fosse ver, pelo meio, um ou 2 episódios da séries televisivas que "chupam" como gelados, sem nunca se queixarem de excessos — e do que se vangloriam nas redes sociais, referindo terem visto toda uma temporada, fazendo directas, a comer pipocas e sem dormir (e, não me venham com "estórias", porque conheço o fenómeno muito bem..:!) — podem dizer que os trabalhos de casa tardam 2 ou 3 horas a fazer... O mais caricato é que estes jovens (que se queixam ou recusam os TPC) conseguem enganar muitos paizinhos (aqueles que ainda acreditam no Pai Natal quando já nem os mais pequeninos e de tenra idade não se deixam levar pelo encanto do "barbas brancas"...). 
O erradamente chamado TPC — Trabalho Para Casa — na essência não é um CPA (Castigo Para Alunos). O TPC é, antes que isso, um PPA (Prémio Para Alunos). Sim, Um PPA porque facultam a possibilidade aos alunos de desenvolverem as suas competências ou de concluírem as tarefas que deixam por acabar (devido à sua lentidão e distracção sistemática na sala de aula!). E os professores são forçados a corrigir todos esses trabalhos...! Por isso dizemos:
Qual Trabalho Para Casa?? Há um erro na Sigla. Não são TPC..:! Os mal designados TPC são CPP... São Castigos Para Professores.
É um TRABALHO EXTRA para o professor realizar, em casa, e que NÃO É REMUNERADO...!!! É um trabalho de que qualquer professor prescindiria com todo o gosto... Por mim, quizás, fosse a forma de ter tempo para sair à rua, e deixar de estar enclausurado, dias e fins de semana, entre as quatro paredes de uma sala, agarrado a canetas, corrigindo falhas, definindo, traçando e elaborando estratégias de superação das diferentes dificuldades demonstradas pelos diversos alunos... Mas só posso definir estratégias de superação das dificuldades se conhecer as lacunas de cada um dos alunos... Sim... Tal como o médico só pode receitar a medicina eficaz se tiver os meios de fazer o diagnóstico dos problemas do paciente...! Logo, o  TPC pode também ser um meio de diagnóstico que corresponde a horas extraordinárias de trabalho que NUNCA FORAM PAGAS nem são RECONHECIDAS... E, ainda por cima, há quem as critique!!??? De facto, o TPC não é um TPC... é antes um CPP. 
Sim... Enquanto um aluno trabalhará um tempo extra inferior a 1 hora. Então, o que dizem ser Trabalho Para Casa é, essencialmente, um Castigo Para o Professor. Sim… um Castigo Para o Professor! Porque, enquanto os meninos se deitam às 21:00 h. (ou 22:00 porque no fim dos TPC, para o que sempre diziam que não tinham tempo, ficam a jogar Fortnite...) o professor terá de deitar-se às 02:00 horas ou 03:00 horas da madrugada (sendo optimista!).
Por isso, acabem com os TPC... e será dada a machadada (tão esperada) nos CPP.
Por vezes, proponho algum trabalho extra para os meus alunos ... Distribuo a todos... Mas peço-lhes (e agradeço!) que não o façam!!! Sim... Agradeço porque se o fizerem, terei de os corrigir, comentar, apontar alternativas de superação das dificuldades demonstradas... E isso, sim... é trabalho, reflexão, exercício de descoberta de estratégias de superação de dificuldades... Por isso defendo que, aquilo a que a sociedade chama de TPC (vitimizando os alunos) são na verdade... CPP..: (Castigo Para o Professor!).
E, o problema é que os meus alunos costumam pedir mais... Querem mais tarefas... Eles sabem que é um CPP e preferem levar o que os pacóvios dos pais chamam de TPC... porque se divertem arranjando CPP — Castigos para o Professor.. E não é que eles se riem...!??!! E ainda gozam... E divertem-se porque, de pretensamente "castigados" com TPC, eles têm consciência (que falta aos pais!) de que tudo é uma questão de ponto de vista: Eles sabem que não é um castigo... mas que são eles a despenhar o papel de "castigadores"... Eles é que castigam os professores...
É claro que não querem TPC... mas pedem mais... e mais CPP...!!! E gostam do papel que lhes toca... Têm prazer em e divertem-se a castigar o professor... Eles chamam-lhes DPC... (Diversão Para Casa... ) E eu não os considero nada divertidos!!! É que dão muito trabalho para elaborar: levam horas e horas... E depois, os alunos livram-se do dito rrabalho em menos de meia ou de uma hora. Por sua vez, o professor, que tem de corrigir e comentar trabalhos de 26 a 30 alunos, a 5 minutos cada um, e na melhor das hipóteses, terá de trabalhar 2 horas extra (130 minutos). Tempo que NUNCA foi nem será remunerado. Ou seja, TSP... Tira o Sono a Professores.
Quem não gosta nada dos TPC são os pais... Porque têm de dar atenção aos filhos... Sim... têm que dar atenção aos filhos e.. dialogar, interagir com eles... quando preferiam estar a ver novelas ou reality-shows... ou a jogar nos seus iphones ou nos seus tablets...).
Não me estranha que, em Portugal, um certo grupo de cidadãos opinadores (que sabem de tudo mesmo não sendo especialistas de nada...) consigam manipular uma outra camada de cidadãos acríticos (que, tal como papagaios, repetem as opiniões que ouvem do referido género de cidadãos) fazendo-os ficar encantados e caminhar para o abismo, tal como Hamelin fez aos ratos, encaminhando-os e afogando-os a todos no rio.
É este grupo de cidadãos (que opinam sobre o que realmente sabem mas que não se coíbem de opinar do que nada sabem...) que no seu alto pedestal da comunicação (como José Eduardo Moniz) manipulam, enviesam, deturpam a informação... e conduzem os "pacóvios" acríticos para o abismo do conhecimento. E se ficassem pela opinião... Mas não... do seu pedestal megafónico (televisão e rádio) lançam entulho na rede comunicacional que atinge e infecta todo o país, em jeito de falácias (mentiras que parecem verdade!) e que ninguém tem possibilidade de discutir nem de desmascarar...
E lançam petições (de que se orgulham e vangloriam!) para acabar com os TPC.
Da minha parte, a esses pseudo-intelectuais, esses tais sábios — do tipo que Sócrates (o filósofo grego) se divertia demonstrando-lhes a sua ignorância — que nem sabem que nada sabem — só posso agradecer a sua iniciativa que visa o Fim dos TPC... Porque não passam de CPP (Castigo Para Professores!). OBRIGADO, pois, caro José Eduardo Moniz... Saiba que, como eu, milhares de professores agradecem, veementemente, que a sua iniciativa seja aprovada no Parlamento... E que seja legislado, de uma vez por todas, o FIM aos Castigos Para Professores.
A partir desse dia, cada criança, cada jovem, aprenderá e irá tão longe quanto os seus PAIZINHOS quiserem ou puderem. Sim, porque os meninos das classes economicamente mais robustas, poderão continuar a pagar a explicadores que, após as aulas (nos seus gabinetes, salões, escritórios, salas de estudo e não em casa!) se ocuparão de desenvolver mais e mais as competências dos seus filhotes (ainda que nem tantas tenham como outros oriundos de classes menos favorecidas).
Quizás, José Eduardo Moniz seja dos que inscreveu os seus rebentos em salas de estudo, e apostou em explicadores... Ou talvez não... Mas muitos, todos sabemos que o fazem... e exigem progressos aos seus filhos! Até ao sábado vão a escolas particulares... Mas, como mas esses trabalhos são feitos fora de casa... os paizinhos podem ficar tranquilos nas suas redes sociais...! Não têm que prescindir das suas "horas de lazer" para acompanhar os filhos... E, sem os ditos TPC... até os podem deixar a jogar até às duas da madrugada pois, será na sala de aula que não pararão de bocejar... E, como os paizinhos nem se dão conta de que os filhinhos (que não têm tempo para os ditos TPC!) chegam à escola esgotados (porque ficaram a jogar Fortnite no seu quarto privado, em rede com não se sabe quem nem de que parte do mundo!), porque não assistem às manifestações de desgaste e de cansaço provocado pelos jogos ditos jogos de vídeo, continuam a apoiar esta palhaçada que é o questionamento dos TPC (para nós, CPP...!). O TPC, se for mandado pelo professor da escola pública... (porque tal crítica ocorre, essencialmente na escola pública, diga-se!) é inadmissível porque rouba horas de vídeojogos... Mas, se for em aulas privadas (em centros de estudos ou com explicadores provados...!) já é uma atitude nobre, louvável, uma prova de dedicação do professor!
Porque, para as classes altas, não convém que existam TPC! Por que será que isto sucede? Por que motivo são contra os (mal nomeados) TPC? Em suma, que preocupará, então, pessoas como José Eduardo Moniz?
Resposta:
Que os mais pobres possam igualar os seus filhotes, se executarem trabalhos em casa... e desenvolverem ou recuperarem capacidades... E não convém porque, assim, os alunos oriundos de classes desfavorecidas podem desenvolver as suas capacidades (sem pagar a explicadores!) e... quizás, conseguir recuperar dos handicaps relacionados com o nível socio-económico e social das famílias de origem, e ultrapassar os filhos de papá que têm esses apoio em explicadores......
Palavras para quê...?
publicado por J.Ferreira às 17:07

01 Novembro 2018

Os provérbios trazem-nos ensinamentos que não podemos menosprezar.

Aprendendo e aplicando no nosso dia a dia o que através deles nos é transmitido, de geração em geração, seguramente, as relações tornar-se-iam mais harmoniosas.

E, tendo os ensinamentos dos anciãos bem presentes na nossa acção em sociedade, creio que a vida seria bem mais fácil, bem mais suportável. Todos ganharíamos e até o mundo agradeceria...!

 

Não digas tudo o que sabes.

Não faças tudo o que podes.

Não contes tudo o que ouves.

Não gastes tudo o que tens.

 

Porque…

Quem diz tudo o que sabe…

Quem faz tudo o que pode…

Quem conta tudo o que ouve…

Quem gasta tudo o que tem…

 

Muitas vezes…

Diz o que não sabe!

Faz o que não pode!

Conta o que não ouve!

Gasta o que não tem!

 

publicado por J.Ferreira às 21:06

31 Outubro 2018

Foi no inído da década de 90 do século passado, que se iniciou uma onda que levou à machadada na solidariedade inter-geracional. Tal ocorreu quando o governo de então, dirigido por Aníbal Cavaco Silva, avançou com a decisão de aumentar colossalmente o valor das propinas a pagar pelos jovens que frequentavam as universidades, fazendo passar a ideia de que ser estudante universitário era um luxo.

 

Algumas atitudes impensadas de alguns, levaram a juventude universitária a perder a razão, dizem alguns. Que fique claro que, ainda que discorde das atitudes de meia dúzia de estudantes perante o Sr. Ministro da Educação, demonstrando, de facto, uma clara “falta de educação”, na verdade o que estava para acontecer veio retirar a muitos o direito à Educação e ao prosseguimento de estudos. E discordo porque, se a luta estudantil teve episódios caricatos (e até censuráveis) da parte de uma meia dúzia de estudantes mais irreverentes ou com a cabeça quente, não concordei nunca que, por meia dúzia de “andorinhas” terem tomado uma atitude criticável (repito, de meia dúzia de estudantes) se afirmasse que as outras centenas de milhares de estudantes tivessem perdido a razão. Mas, a maioria não foi assim que pensou. E a lei avançou. Os estudantes perderam. Sim. Perderam. Mas perdeu todo o país. E veremos por que motivo afirmo isso.

 

Com a chegada das eleições legislativas de 1995, renasceu a esperança de que a lei não fosse avante, fosse revertida. António Guterres chega a primeiro-ministro e os valores inicialmente referidos foram moderados. Porém, e como diz o povo, “foi Sol de pouca dura”. E não tardou que o valor das propinas chegasse aos patamares previstos por Aníbal Cavaco Silva e, passados poucos anos, chegou mesmo a ultrapassar o absurdo de 2 salários mínimos por ano!

 

Em 1997, Miguel de Sousa Tavares (MST) dirigindo o programa da SIC “Viva a Liberdade” com a participação permanente dos comentadores José Pacheco Pereira e António Barreto. Num dos programasem que se debateu o tema PropinasMST (hoje nem sei se comentador, se jornaleiro, se advogado ou se escritor) apareceu como um acérrimo defensor do princípio do "utilizador-pagador", justificando e aplaudindo o colossal aumento das propinas com o pretenso “balúrdio” que os formados com licenciatura viriam um dia a ganhar.

 

Deveria ter em mente entulhada com a ideia de que, as universidades estavam repletas de malandros que só fugiam para as universidades porque não queriam trabalhar e, como tal, mereciam ser castigados.

 

Ora, as famílias perdiam muito dinheiro pois os jovens que (com 18 anos já poderiam trabalhar e levar para casa um salário…!) iam estudar (e contribuíam para melhorar os níveis de habilitações dos portugueses e ajudar Portugal e abandonar a cauda da Europa) deixaram de ganhar um salário (mais grave, estudando só gastavam dinheiro aos pais) e, ainda por cima, viram as suas famílias a ter de fazer sacrifícios ou um esforço extra para desembolsar milhares em propinas absurdas e, sobretudo, injustas. Repito: absurdas e injustas. Absurdas, porque nos termos da Constituição, a justiça faz-se através dos impostos, e não das taxas que inventam, duplicando os impostos sobre rendimentos que já foram taxados! E injustas, porque (o pior de tudo!) os que pagavam impostos eram os que voltavam a pagar e os que devida ou indevidamente não pagavam impostos, continuaram a não pagar propinas. E, infelizmente, ainda hoje é assim!

 

Com a aplicação do princípio do "utilizador-pagador" (que não aplicam a todos os âmbitos da sociedade) criaram tremendas injustiças e afugentaram jovens das universidades que, contrariamente ao espírito inscrito na lei (que nenhum estudante deixasse de estudar por motivos económicos) “deixaram de estudar por motivos económicos”.

 

Estive contra por motivos óbvios. Todos os cidadãos de uma sociedade beneficiam da melhoria dos níveis de formação dos seus compatriotas. Porém, aqueles que até então se formaram nas universidades “sem pagar um chavo”, não estiveram com meias medidas e cortaram o financiamento da formação dos seguintes. MST pertence a uma geração que recebeu formação grátis, paga pela geração anterior mas que não quis contribuir para formar a geração seguinte... E muitos tiveram que sacrificar as suas famílias para que os seus filhos pudessem estudar. A geração de MST recebeu mas não esteve disposta a dar...

 

E lá de e foi a solidariedade entre gerações.

publicado por J.Ferreira às 23:32

28 Maio 2018

Os Trabalhos para Casa... fazem falta? Porque continuarão os PROFESSORES a ser MASOQUISTAS?


Numa das primeiras reuniões com os encarregados de educação depois de ter regressado a Portugal, questionaram-me sobre se havia trabalhos de casa porque o filho dizia sempre que não tinha anda. Eram alunos de 1º ano de escolaridade. E eu respondi, com alguma ironia e falta de elegância porque lhes lancei outra pergunta:
— Querem "trabalhos de casa" para os vossos filhos? Sim..? Ok... Quem quiser TPC para o filho, primeiro tem que me deixar o número de contacto do patrão!
— E para quê? — Perguntou um dos presentes.
— Para dizer-lhe que, no fim das 8 horas de trabalho, lhe mande mais umas camisas para pregar botões ao fim do dia, ou uma dúzia de pares de calças para engomar, umas batatas e cenouras para descascar, um saco de farinha para amassar, um televisor para reparar... etc... etc.
Esta foi a forma como considerava eu a necessidade de trabalho de casa para quem trabalha o dia inteiro. Note no que disse:"para quem trabalha, de facto, o dia inteiro". O problema é que, nas nossas escolas, óbvia e naturalmente (porque assim são também muitos dos nossos trabalhadores), há os que se aplicam, os que trabalham e os que passam, olimpicamente, por cima do que o professor lhes ordena, não trabalham, nada fazem...
Se um trabalhador nada faz, o chefe pode tratar de levar o patrão a que lhe ordene fazer as malas (guia de marcha para a rua!). Porém, na escola o professor anda pode fazer. E se o aluno nada faz, a culpa de o aluno não aprender recai sobre o professor. E todos sabemos que, se um aluno está magro, de nada serve ao professor comer, comer, comer para que o aluno engorde! 

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Há TRÊS motivos que podem obrigar ao "Trabalho Para Casa". O primeiro, é que a aluno não desempenhe o papel de aluno e se limite a "passear os livros e o pensamento pela escola". O segundo é que o aluno seja um absentista (quantas vezes por culpa dos pais que decidem fazer uma "mini-férias" a meio do período aproveitando umas promoçõezinhas...") e necessite recuperar os conhecimentos da matéria abordada nos períodos de ausência (porque assim o desejam os pais, os governantes e a sociedade!)! O terceiro motivo é que a matéria seja tão extensa que o programa se torna impossível de concluir sem um trabalho extra de aprofundamento (que poderia ser feito na aula caso a o programa estivesse ajustado a aprender apenas na escola (o que não é de todo verdade!). Assim, se a criança em casa faz um trabalho de 15 minutos, o desgraçado do professor terá trabalho para 4 horas...
CONCLUSÃO.... A ver como atacam os professores que se preocupam com o sucesso dos alunos, só me vem à cabeça uma questão: SERÃO OS PROFESSOR TÃO MASOQUISTAS PARA CONTINUAREM A MANDAR TRABALHO DE CASA?
Não vêem que apenas arranjam lenha para se queimar (leia-se, horas e horas que roubam à família e aos amigos do café, para ajudar os filhos dos demais que ainda por cima os criticam?
Será que se percebe agora melhor a primeira pergunta que fiz aos pais, a respeito do TPC com que pareciam preocupados, logo na primeira reunião?
E já há muito que não há trabalhos de casa. Há conselhos de estudo. Se querem, fazem, Se não querem, não fazem. É a lei: liberdade de aprender e de ensinar. Se não querem aprender... se estão satisfeitos com o nível que têm... Eu é que não vou comer mais para que os meus alunos engordem.... Porque isso, eu não consigo!!!! 

 

publicado por J.Ferreira às 00:44
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20 Março 2018
Vários jornais, entre eles, o jornal diário "Público" e o "Diário Económico" noticiaram online: Morreu o professor e ex-ministro Calvão da Silva, Professor universitário de Coimbra morreu de cancro. Tinha 66 anos. 
 
Constatação: mais uma alma triste que se partiu... Será que este ex-ministro acreditava também na ampliação da média de idade para viajar ao outro mundo?
 
Na verdade, pouco importa pois, não tivera ele beneficiado do facto de ter sido político (leia-se, ministro) e seguramente, beneficiado da tal SUBVENÇÃO VITALÍCIA... e era mais um a cair sem chegar a dita reforma. Sim, MAIS UM QUE SUCUMBIRIA ANTES DA IDADE DA REFORMA... (que nos querem impor, a todos, isto é, aos 67 anos...).
 
Desafio-vos a penar um pouco nas questões que seguem, e concluam como os POLÍTICOS MANIPULAM os NÚMEROS a favor do que pretendem fazer crer às pessoas.
 
Como fizeram a o cálculo da melhoria da esperança média de vida?? Será porque as pessoas morrem mais tarde ou pelo facto de ter vindo a diminuir a mortalidade infantil, juvenil, júnior e adulta?
 
A Esperança média de vida de uma população inclui as crianças, isto é, aqueles que não contribuem. Ora, se não morrer nenhuma criança nem jovem nem adulto, a esperança média de vida continuará a aumentar, mesmo que a maioria dos contribuintes sucumba cada vez mais cedo!
 
É que TODOS OS CIDADÃOS entram para a ESPERANÇA MÉDIA de VIDA, que os políticos enchem a boca que foi "ALARGADA" (mas que mais parece ter sido ALAGADA...!) para justificar o aumento da idade de reforma...
 
E quantos sucumbirão antes de atingirem a idade que lhes daria direito à reforma, alterada abruptamente por um dos DONOS DISTO TUDO...?

João Calvão da Silva "Desempenhou o cargo de ministro da Administração Interna no curto segundo Governo PSD/CDS-PP liderado por Passos Coelho, que durou menos de um mês em 2015

O ex-presidente do Conselho Nacional de Jurisdição do PSD João Calvão da Silva morreu esta terça-feira, aos 66 anos, vítima de doença prolongada, confirmou fonte oficial social-democrata."

publicado por J.Ferreira às 20:22

03 Fevereiro 2018

Mais uma vez, os nossos jormalisats voltaram com a comparar o incomparável e... aqui temos mais uma vez, OS VERGONHOSOS RANKINGS DAS ESCOALS.
Por que NÃO FAZEM o RANKING do NÍVEL ECONÓMICO das FAMÍLIAS dos ALUNOS que OBTIVERAM MELHORES RESULTADOS??
Ao ouvir, na RTP1, uma jornalista dizer que "a receita do sucesso está na cultura de equipa... " deu-me uma enorme vontade de rir!!
Quantos cidadãos de minorias étnicas ou comunidades pobres, vivendo em bairros sociais (ou bairros de lata) estão a frequentar essas escolas cimeiras do Ranking?
Ora, o sucesso está na capacidade de poder escolher os alunos. Não porque considere que as privadas se recusam a aceitá-los mas, porque os alunos com maiores dificuldades (menores recursos, menores potencialidades, oriundos de famílias mais carenciadas, desestruturadas, cujos pais apresentam um mais baixo níverl de escolaridade) nem se agtrevem a entrar nas Escolas Privadas para inscreverem os seus filhos. 
Se aparecessem, estou convencido de que as Escolas Privadas aceitariam as matrículas. O que duvido é que fossem admitidos sem pagarem o que lhes é exigido!!! Aliás, estou profundamente convencido de que, na hora em que fossem admitidos, a maioria das "famílias top" (que querem proteger os seus filhos da miscelânea e balbúrdia que a Escola Pública não pode recusar porque não tem quaisquer meios de fazer uma selectividade) fugiria, imediatamente, com os seus filhos para as Escolas Públicas...!
Fazendo um paralelismo com outras áreas da vida pergunto: Será que o sucesso do Porto, do Sporting ou do Benfica está na cultura de equipa... ou no nível dos jogadores contratados?
Em educação, os portugueses misturam escolas (clubes) que têm capacidade (se não directa, pelo menos indirecta!) para escolher alunos (jogadores) com os que não podem escolher alunos (jogadores)!!! 
Comparam clubes da 1ª Liga e que têm todas as condições (como Porto, Sporting, Benfica, ...) com clubes da mesma Liga sem nenhumas condições?? Não! Por que será que há objetivos diferentes em níveis diferentes do mundo do futebol? Numa mesma Liga, uns querem ser campeões, outros aspiram chegar às competições europeias e, outros ainda, apenas pretendem manter-se na mesma divisão.
Já imaginaram se o Ronaldo e outros craques jogassem no Tondela?? Por que será que os jornalistas não fazem Ranking de Clubes de Futebol comparando os resultados de todos os clubes, metendo-os todos no mesmo saco?
Em Portugal, no que respeita a Educação, mistura-se tudo! E compara-se o incomparável... 
Porque não fazem o mesmo sobre os clubes de Futebol? E já agora, com o nível de vida das diferentes Autarquias do país...? Afinal, como nas escolas, todos os clubes têm o mesmo número de jogadores...! 
Conclusão: TEMOS UM JORNALISMO QUE METE NOJO...! Que me diz o leitor??

O jornal PÚBLICO apresenta também o contexto socioeconómico pertencem e quantos alunos chumbam.

O está no Semanário  Expresso  divulga o Rankings das Escolas 2017.

publicado por J.Ferreira às 20:48

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