Até que o Teclado se Rompa!
"O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons." (Martin Luther King)

25 Outubro 2008

Imensas mensagens de indignação como estas circulam pela Net... Simplesmente correm de email em email pedindo que se contribuas denunciando da forma que estiver ao nosso alcance...

Pois, como a nossa democracia ainda prevê e defende a "liberdade de expressão"... cumprimos a nossa parte. E, aqui denunciamos:

 

Num país em que os máximos responsáveis da Governação querem que os cidadãos declarem as prendas de casamento e o seu valor… vejamos por onde andam aqueles governantes a quem, com os nossos impostos, os actuais governantes continuam a pagar CHORUDAS subvenções vitalícias (eufemismo para dizer REFORAMA e o Zé povinho não compreender…

Pois… É tempo de denunciar… É tempo de desmascarar estes falsos defensores do povo… estes falsos democratas que se governam “enchendo os bolsos” com leis que eles mesmos aprovam para delas beneficiarem! Não te cales, DENUNCIA!

Vejamos alguns exemplos e digamos todos… Até Quando o POVO poderá tolerar isto?
Como pode sanear-se a Segurança Social com exemplos deste tipo vindos dos próprios legisladores?

E não se pense que isto é num país Terceiro Mundista! É um País Quarto-Mundista
Enfim… É Portugal no seu Esplendor .

 

 

 

 

Fernando Nogueira:
Antes -Ministro da Presidência, Justiça e Defesa
Agora - Presidente do BCP Angola

 

José de Oliveira e Costa:
Antes -Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais
Agora -Presidente do Banco Português de Negócios (BPN)

 

Rui Machete:
Antes - Ministro dos Assuntos Sociais
Agora - Presidente do Conselho Superior do BPN; Presidente do Conselho Executivo da FLAD

 

Armando Vara:
Antes - Ministro adjunto do Primeiro Ministro
Agora - Vice-Presidente do BCP

 

Paulo Teixeira Pinto:
Antes - Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros
Agora - Presidente do BCP (Ex. - Depois de 3 anos de 'trabalho',
Saiu com 10 milhões de indemnização!!! e mais 35.000? x 15 meses por ano até morrer...)

 

António Vitorino:
Antes -Ministro da Presidência e da Defesa
Agora -Vice-Presidente da PT Internacional; Presidente da Assembleia Geral do Santander Totta - (e ainda umas 'patacas' como comentador RTP)

 

Celeste Cardona:
Antes - Ministra da Justiça
Agora - Vogal do CA da CGD

 

José Silveira Godinho:
Antes - Secretário de Estado das Finanças
Agora - Administrador do BES

 

João de Deus Pinheiro:
Antes - Ministro da Educação e Negócios Estrangeiros
Agora - Vogal do CA do Banco Privado Português.

 

Elias da Costa:
Antes - Secretário de Estado da Construção e Habitação -
Agora - Vogal do CA do BES

 

Ferreira do Amaral:
Antes - Ministro das Obras Públicas (que entregou todas as pontes a jusante de Vila Franca de Xira à Lusoponte)
Agora - Presidente da Lusoponte, com quem se tem de renegociar o contrato.

Etc. etc. etc.

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E... se a sabedoria popular tem algum sentido quando diz que "grão a grão enche a galinha o papo" ou "devagar se vai ao longe" ou ainda "água mole em pedra dura tanto bate até que fura"...então,  talvez um dia isto mude um pouco...

 

Agora cabe-te a ti fazer a tua parte...

 

 

 

publicado por J.Ferreira às 14:21

25 Outubro 2008

Pediram-nos para divulgar. Fazemos o que nos é possível.

 

Na certeza de que está na hora de unirmos esforços!

 

Este é também um apelo à Serenidade, à Refexão e à União.

 

Na certeza de que... JUNTOS SEREMOS MAIS FORTES !


Mário Nogueira pede para difundir assuminda a defesa da posição adoptada pelos Sindicatos no Memorando de Entendimento com o Governo. Com apenas alguns excertos (que aqui publicamos) justificam, de per si, a legitimidade e importância social e educativa da assinatura do Memorando de Entendimento com o ME.
Ainda bem que os Sindicatos que nos representam não estão à venda... Arrumem com as dúvidas de uma vez por todas.

A forma como o Memorando expressa o entendimento é suficientemente clara para quem quiser entender o seu texto. Se não, vejamos os excertos ressaltados pelo próprio Mário Nogueira:
(...) A Ministra da Educação sabe o que consta da declaração da Plataforma Sindical dos Professores, lida na sua presença, no dia 17 de Abril por mário Nogueira:
(...) Os pressupostos base do desbloqueio da actual situação de profundo conflito em nada alteram as divergência de fundo que as organizações sindicais mantêm sobre…/… o modelo de avaliação do desempenho que se considera injusto, burocrático, incoerente, desadequado e inaplicável…/… estas são razões para que, apesar do entendimento agora encontrado, os professores continuem a lutar"
(...) O modelo de avaliação preconizado pelo ME, a aplicar-se, introduzirá focos de instabilidade nas escolas, aumentando a sua instabilidade"
(...) Como teria sido o final de ano dos alunos portugueses? O que teria acontecido à Escola Pública? (...) que é frequentada pelos filhos dos trabalhadores e em que trabalha a esmagadora maioria dos docentes, teria entrado em colapso, os alunos teriam sido prejudicados, em alguns casos irremediavelmente"
(...) "Os Sindicatos não podem deixar de assumir as suas responsabilidades perante os Professores, perante a Escola Pública e perante a Sociedade"

 

Finalmente, permitam-nos que deixemos aqui um APELO e um ALERTApara que façamos todos uma reflexão sobre o que é mais importante.

Atacar sindicatos é dividir os professores: e isso, se não é manobra de mandatários do governo acaba por dar-lhe imenso jeito...  Quando os jornalistas interrogarem o Primeiro-ministro basta dizer-lhes:
"Os professores não sabem o que querem... Não querem é ser avaliados... Afinal, não se entendem nem para organizar uma manifestação!"

 

Deixemo-nos de mesquinhez... Dividir os professores é um objectivo do Governo. Unidos seremos bem mais fortes...

Afinal... O que pretendemos não é todos o mesmo? Então... por que esperamos? VAMOS LUTAR UNIDOS !

Demonstremos ao Governo que TEMOS RAZÃO e que não nos vai conseguir demover da nossa LUTA. SEJAMOS INTELIGENTES.,. INSISTENTES... PERSISTENTES E... RESILIENTES.

Mobilizemos-nos e, demonstremos que estaremos unidos como os mosqueteiros...

Seja a 8, seja a 15, ou seja a  21... 

 

UM POR TODOS E TODOS POR UM

 

Ou vamos continuar a dividir a classe?

 

Caros colegas... É triste ver que continuamos a dividir-nos e a criticar os sindicatos. É próprio dos portugueses, lançarem sempre a culpa nos restantes. O "EU" radiante de cada um permanece imáculo.

Faz muito bem à alma lançar as culpas em quem nada mais pode fazer... Pelo menos no discurso, porque na prática, quantos de nós não preferem ir trabalhar e receber o seu salário intocável quando os sindicatos lançam formas de luta como a Greve!?…

E, como bons cidadãos, inventamos mil e uma desculpas para não aderir à luta... Ou porque a greve é à sexta-feira e parece que é só para prolongar o fim-de-semana! Ou porque a greve é nom meio da semana e se não posso ir a casa, que fico a fazer na aldeola onde trabalho? Enfim ... Desde “a greve não vai dar em nada” até “se eles conseguirem o que querem eu vou acabar por ganhar o mesmo e meto mais um dia de salário ao bolso!” até, os outros que façam greve por mim...

Para já não falar que não se está de acordo com os motivos mesmo que nada se tenha lido sobre as verdadeiras razões da greve... ou simplesmente porque já gastamos muito dinhero em blhetes para ir ver o nosso clube de futebol perder (ainda por cima desmoralizados com a derrota) ou porque o partido é o que está no poder e não nos podemos sentir a ser infiéis...

 

 

Esta atitude cobarde só teria um fim se aos governos (seja de que partido forem) não lhes  interessasse a divisão e desmobilização dos professores. Bastava que aceitasse que os resultados da luta sindical se aplicassem apenas aos que lutaram, que se manifestaram descontentes.. Os que nunca fazem greve, numa atitude do tipo parasita que espera que os outros resolvam os problemas para disso beneficiarem, acabariam por ficar felizes com a sua situação laboral e salarial  ao mesmo tempo que veriam as condições dos restantes pares a serem melhoradas fruto das suas lutas... E lutariam, seguramente, ao lado daqueles logo que fossem chamados a fazê-lo.

 

E os professores seriam mais unidos nas suas lutas… Mas não é assim, porque não interessa a nenhum Governo. Ao Governo compete “dividir para reinar”...

Aos sindicatos compete UNIR para LUTAR PELOS JUSTOS DIREITOS 

 

A todos e cada um de nós cabe dar força aos movimentos de professores, sejam eles de Sindicatos ou emergentes, sejam de que tendências forem, para que possamos  RECONQUISTAR a DIGNIDADE QUE NOS FOI ROUBADA ... !

Por que esperamos? É Hora de UNIR... TODOS A LISBOA.
 

publicado por J.Ferreira às 01:44

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