Até que o Teclado se Rompa!
"O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons." (Martin Luther King)

27 Outubro 2012

O Expresso online de quinta feira, 25 de outubro de 2012, publica uma notícia que demosntra que algo parecem querer mudar no ensino superior em Portugal.

Porém, sendo uma iniciativa de louvar do ministro Nuno Crato, falta esperar pelos resultados para se saber se este é um processo de limpeza da vergonha nacional em que se tornou o acesso às licenciaturas no ensino superior por parte d epolíticos (começada com a licenciatura em engenharia por parte de Sócrates!) ou uma smples tentativa de enganar o público procedendo à lavagem de diplomas.

 

Esperemos... para ver!

 

O ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, ordenou hoje à Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (ULHT) que reavalie, no prazo de 60 dias, todas as licenciaturas atribuídas com recurso à creditação da experiência profissional, podendo as mesmas vir a ser declaradas nulas.

Na sequência da auditoria realizada pela Inspeção Geral da Educação à Universidade Lusófona, iniciada em julho após a polémica em torno da licenciatura de Miguel Relvas e concluída esta semana, o ministro fez uma advertência formal à instituição, considerando que esta não cumpriu os procedimentos legais de creditação profissional.

"No prazo de 60 dias, a ULHT deverá reanalisar todos os processos de creditação de competências profissionais (...) No caso de não haver fundamentação suficiente para a creditação profissional ou inexistindo registo de conclusão de unidades curriculares, deve a ULHT disso extrair todas as consequências legais, incluindo a possível declaração de nulidade" das licenciaturas atribuídas, refere o despacho do ministro da Educação, hoje divulgado.

Em causa está a atribuição, pela Lusófona, do grau de licenciatura a 89 alunos, a quem a universidade concedeu entre 120 e 160 créditos - número suficiente para concluir um curso em apenas um ano - por via do reconhecimento da experiência profissional. A licenciatura do ministro dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, é um dos casos que terá de ser agora reavaliado.

Em 2006/07, Relvas obteve a licenciatura de Ciência Política e Relações Internacionais na Lusófona, tendo de fazer apenas quatro das 36 cadeiras do curso. Nas restantes acabou por ter equivalência devido aos cargos que antes tinha exercido.

Já em 2009 a Inspecção-Geral de Educação tinha apontado falhas ao sistema de creditação profissional da Lusófona e feito recomendações que não foram, no entanto, cumpridas pela instituição, o que lhe valeu agora uma advertência formal por parte do ministro Nuno Crato.

"É manifesta a necessidade de alterar urgentemente todos os procedimentos" de creditação profissional da Lusófona, refere o despacho do Ministério da Educação, adiantando que se "exige maior transparência" nestes processos.

No despacho, o ministro reafirma ainda a intenção de alterar a legislação atualmente em vigor para impor limites ao número de créditos que podem ser atribuídos por via do reconhecimento da experiência profissional.

Os responsáveis da Lusófona recusam, para já, fazer qualquer comentário.

publicado por J.Ferreira às 16:46

22 Outubro 2012

Quem com ferros mata, com ferros morre! Duvidam?!... Há que ver claramente visto e ouvir claramente ouvido. Nesta República da pseudo-democracia, a vergonha parece não ter limites.

Quem fala verdade  Nunca chega ao poder! Ou será que já todos se esqueceram das legislativas de 2009? Manuela Ferreira Leite apostou na "Política de Verdade" e perdeu! Conclusão: Quem mente... é valorizado. Quem fala verdade, é ostracisado! Assim se epxlica a chegada ao poder nos últimos anos! Mentiu Sócrates e o PS ganhou. Em 2011, Pedro Passos Coelho decidiu ganhar as legislativas para o PSD... E que fez? Vejam quanto valem as suas palavras e avaliem os leitores!


 

Breves apontamentos para reavivar a memória:

03:00 — Nós temos o nível de vida mais caro do que a maioria das sociedades por esta Europa fora com ordenados bem mais baixos (...)

03:16 — Nós obrigamos, hoje, as pessoas a pagarem com aquilo que não têm...

03:16 — O que o país quer mesmo saber se nós vamos ser como os outros até aqui...

03:35 — Não contarão com mais ataques à classe média em nome dos compormissos externos...

 

03:52 — QUE LATA !

 

05:08— Passados 5 meses o governo limitou-se a aumentar os impostos... — acusava Passos Coelho.
06:03 — Nós não dizemos hoje uma coisa e amanhã dizemos outra!
06:14 — É que as medidas, agora anunciadas, traduzem uma incompreensível insitência no erro! Porque se volta a lançar exigências adicionais sobre aqueles que sempre são sacrificados.
06:34 — Nós precisamos de valorizar cada vez mais a palavra para que quando ela é preferida podermos acreditar nela!
06:47 — Espero, como futuro primeiro-ministro, nunca dizer ao país, ingenuamente, que não conhecemos a situação. Nós temos uma noção de como as coisas estão.
E para cabar:
07:34 — Já ouvi o primeiro-ministro dizer, infelizmente, que o PSD quer acabar com muitas coisas e também com o 13º mês mas nós nunca falamos disso... e isso é um disparate! "Tá bem?" (Pois, também achamos,  também achamos isso! — interromperam-no.)... Isso é um disparate!
Mas há mais...
Vejam como se desmonta o discurso dos governantes.


Palavras para quê? Enfim... Sem comentários...!
publicado por J.Ferreira às 08:00

07 Outubro 2012

Há hoje assaltantes mais perigosos que suam a caneta do que os que usam armas de fogo.

Se alguém quiser saber "como se afunda o país", pergunte aos nossos políticos. Eles sabem como fizeram todo um conjunto de "Parcerias para o Naufrágio" de Portugal.

Quem se lembra da alteração do direito dos deputados à pensão (subvenção vitalícia, chamam-lhes eles!) completa com apenas 8 anos de Parlamento (2 mandatos)?

Pouco, seguramente. Mas a memória ainda não nos trai.

Mas muitos de nós ainda se lembram da discussão que os políticos lançaram sobre esta polémica (tentando passar uma mensagem de que eram mais sérios que os seus antecessores!). E alargaram o direito para os 12 anos.

 

Contudo, à semelhança do que aqui denuncia José Gomes Ferreira, também nessa altura os socialistas, com maioria no parlamento, aprovaram a alteração à lei (essa, sim, de mordomias para os deputados!) passando a ser exigidos 12 anos de Parlamento (isto é, 3 mandatos). Estávamos em 2008 e, obviamente, havia que enganar o povo. Para o comum dos portugueses, aplicou-se imediatamente a alteração (que se lixem as legítimas expectativas dos professores, médicos, enfermeiros, e outros funcionários públicos!) e a reforma passou a ser à mesma idade para todos (65 anos), independentemente da profissão (absurdo! Basta imaginar o perigo de um cirurgião, piloto de avião, de um mineiro ou um condutor de um TIR a trabalhar com 64 anos!).

No entanto, para eles (deputados), a aplicação da lei a lei foi protelada para as calendas gregas, ou seja, para 2013. Curioso... Todos os deputados continuam a usufruir da reforma com apenas 8 anos de Parlamento, ao passo que os demais funcionários públicos se lhes aplicou os 65 anos de imediato. Ridículo. Chamam a isto igualdade?

Veja-se a coincidência com as PPP's. Afinal, só depois de 2013 (quando os socialistas pensavam que estariam fora do governo, já que o mandato foi de 2005-2009 e o segundo, que tinham como seguro renovar, seria de 2009 a 2023. No entanto, o dinheiro acabou-se, as dívidas tornaram-se insuportáveis...) é que os lucros das PPP's teriam a maior repercussão  no Orçamento do Estado. Um autêntico roubo aos portugueses, mas sem qualquer possibilidade de ser criminalizado: responsabilidade políticia? Isto? Sem dúvida. Já me dizia um assessor de um conhecido ministro da Educação, quando se noticiava um assalto a um banco com mão armada: "Os maiores roubos neste país não são feitos com armas: são feitos com canetas". Por isso, cuidado com estes senhores políticos que se apresentam sempre "de fato e gravata".

Mas nada que não pudéssemos esperar. Os socialistas já tiveram de "dar o cavanço" por duas vezes. Por isso, "o cavanço" do governo de Sócrates foi só e apenas, mais um exemplo do que os governos socialistas fazem ao nosso país: esgotar as reservas financeiras e endividar-nos até ao pescoço. Já é o segundo governo socialista a "dar o cavanço" (a seguir ao cavanço de Guterres) depois de deixar o país à beira da bancarrota.

Que mais nos espera quando cair o actual governo?

publicado por J.Ferreira às 18:52

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