Até que o Teclado se Rompa!
"O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons." (Martin Luther King)

27 Junho 2013

A notícia do dia:

Crato acaba com licenciaturas como a de Relvas!

E que se passará com a licenciatura deste ex-ministro?

A novela vai ainda ter muitos episódios!


Um dia, sabe-se lá, ainda pode aparecer por aí algum atrevido que faça uma curta (ou até uma longa metragem) intitulada "Sócrates Versus Relvas"... A diferença de duas personalidades que marcaram a política nos últimos 10 anos.  Vejam aqui 1!

 

 

Voltemos ao nascimento da lei que permitiu a Relvas obter a sua licenciatura "legalmente" (???!).

Na verdade, ainda que esta não tenha sido feita "à medida" ou "por medida"... não há dúvida de que é uma lei do tipo pronto-a-vestir... Sim. Pronto a vestir porque, seguramente, deve ter servido a muito boa gente! Por isso, nunca se saberá por que foi criada ou com que verdadeiros objectivos nasceu! Mas uma coisa é certa: há gente a quem ela serviu como um "traje de rei"...!

 

Enfim... O importante para a credibilidde do ensino superior (futuro, caro está!) é que, depois de ter encerrado a Universidade Independente, se pudesse atacar o mal pela raiz...

É de apluadir o facto de, depois de tanta celeuma, finalmente, a lei estar morta!


No entanto, algumas perguntas ficam sem resposta:

Porque será que se fazem leis deste tipo ?

Por que terá sido criada esta possibilidade de expandir as "Novas Oportunidades" aos Cursos Superiores?

Será que alguém acredita que esta legislação se destinava a um cidadão abstracto? Que não tinha destinatários concretos?

Já repararam no ano em que a Lei foi aprovada?


Será que o Governo de Sócrates ignorava os potencais beneficiários deste tipo de acreditação?


Por último, um aplauso pa Crato.. O único que nos merece em todo o seu mandato:

É preciso coragem... senhor ministro, diga-se!

 


 

Vejam a novidade da medida do Governo...

Mas, será que alguém agora estará atingido? Será que algum daqueles a quem a lei se destinava vai ser atingido?

 

Os que beneficiaram do pseudo-reconhecimento de competências... que lhes vai suceder? Alguém se atreve a retirar-lhes o diploma?

Incrível... Como as "Novas Oportunidades" atingem uns quantos... para seu benefício! Uma vergonha Nacional...!

 

 

A notícia da morte da lei absurda chegou, finalmente (ver orginal Aqui 2 e Aqui 3)

 

Interessante... Mas será ineficaz pois, seguramente, os pretensos destinatários e/ou beneficiários já terão a vidinha arranjada!

Que esperam, heim!!??

 

 

Notícia 1


Ministério Público pede anulação da licenciatura de Relvas

O Ministério Público pediu a declaração de nulidade do ato de atribuição de licenciatura a Miguel Relvas, na ação administrativa especial intentada contra a Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, informou a Procuradoria-Geral da República.

«O Ministério Público no Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa intentou acção administrativa especial na qual peticiona, para além do mais, a declaração de nulidade do acto de atribuição de licenciatura a Miguel Relvas», lê-se numa nota da PGR.

A nota adianta que a acção foi proposta contra a Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, tendo como contra-interessado Miguel Relvas e teve por base um relatório da Inspeção-Geral de Educação e Ciência.

Fonte do Tribunal Administrativo de Lisboa disse que a ação do MP deu entrada na quarta-feira e que já foi distribuída à Unidade Orgânica 3.

Miguel Relvas não é réu nesta ação administrativa, mas figura como contra-interessado, podendo ser envolvido em função da relação com os factos aludidos na queixa, de acordo com o código administrativo.

A Universidade Lusófona ainda não foi notificada do processo, disse à agência Lusa fonte da instituição de ensino.

A mesma fonte lamentou ter conhecimento deste procedimento através da comunicação social e reiterou a convicção de que a instituição «agiu com total transparência e regularidade».

«Por isso, aguarda serenamente o desfecho deste processo», acrescentou a fonte.

A decisão do MP em remeter para o tribunal surgiu na sequência do relatório da Inspeção-geral da Educação e Ciência (IGEC) relativo ao «caso Lusófona», no qual era proposta a declaração de nulidade da licenciatura do ministro Miguel Relvas.

O antigo ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares anunciou a demissão do cargo a 4 de abril, alegando «falta de condições anímicas» para continuar a exercer as funções.

Na mesma altura, o Ministério da Educação e Ciência (MEC) decidiu enviar para o Ministério Público o relatório da Inspeção-Geral de Educação e Ciência (IGEC), que envolve a licenciatura de Miguel Relvas, para que fosse este a decidir sobre a «invalidade de um ato de avaliação de um aluno».

No relatório entregue ao ministro da Educação, Nuno Crato, a IGEC defendia existir «prova documental de que uma classificação de um aluno não resultou, como devia, da realização de exame de escrito».

 

 

Notícia 2:

"Governo acaba com créditos ilimitados por experiência profissional nas licenciaturas"

"Novo regime aprovado em Conselho de Ministros põe fim a situações como a do ex-ministro Miguel Relvas."

"Os créditos atribuídos pela experiência profissional e outras actividades exercidas pelos estudantes do ensino superior vão passar a estar limitados. O Governo aprovou nesta quinta-feira, em Conselho de Ministros, uma alteração ao regime jurídico dos graus académicos que cria regras mais apertadas para a obtenção de equivalências, pelo que deixa de haver possibilidade de acontecerem casos como o da licenciatura do ex-ministro Miguel Relvas.

Com o novo regime, o número de créditos atribuídos por equivalência nunca poderá ser superior a um terço da totalidade dos créditos totais de cada um dos cursos.

“Há uma clarificação no sentido de uma limitação”, esclareceu o ministro da Presidência, Luís Marques Guedes, na conferência de imprensa que se seguiu à reunião do Conselho de Ministros desta quinta-feira. A alteração não é feita “para resolver casos concretos”, visando sim “disciplinar” a situação, referiu o governante.

Até ao momento, a legislação deixava em aberto a possibilidade de atribuição de créditos, dando total liberdade às universidades para atribuírem equivalências sem que houvesse um limite máximo. Foi isso que permitiu que, em casos como o de Miguel Relvas, grande parte do curso tivesse sido substituído por créditos concedidos tendo por base a experiência profissional e outras actividades exercidas pelo aluno.

Com o novo quadro aprovado pelo Governo, as instituições de ensino superior mantêm autonomia para a avaliação dos currículos dos estudantes, mas dentro de regras mais apertadas."



Notícia 3:


"O Conselho de Ministros aprovou, esta quinta-feira, uma alteração ao regime jurídico dos graus académicos e diplomas do ensino superior que limita o número de créditos que podem ser atribuídos por via do reconhecimento a experiência profissional dos alunos.

As novas regras impõem como limite máximo a este tipo de equivalências um terço do total dos créditos necessários para completar o curso.

 

«Nesta proposta hoje aprovada em Conselho de Ministros, há uma clarificação desse aspecto no sentido de uma limitação dos créditos que não poderão ser superiores a um terço da totalidade dos créditos relativos a cada um dos cursos em si», explicou o ministro Marques Guedes no final da reunião.

 

Segundo o comunicado do Conselho de Ministros, «a clarificação destas normas vai permitir regras mais claras para a acreditação de cursos».

 

Recorde-se que desde o final da inspecção que detectou irregularidades na acreditação de cursos na Universidade Lusófona que o ministro da Educação e Ciência Nuno Crato tinha prometido impôr limites ao número de créditos que poderiam ser dados em reconhecimento da experiência profissional.

 

Esta semana soube-se que o Ministério Público junto do Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa decidiu levar a Universidade Lusófona a julgamento para apurar da legalidade da licenciatura do ex-ministro Miguel Relvas, na sequência da análise feita às conclusões da auditoria feita pela Inspecção-Geral de Educação e Ciência àquela instituição de ensino superior.

 

Na acção administrativa especial que intentou o Ministério Público pede mesmo «a declaração de nulidade do acto de atribuição de licenciatura a Miguel Relvas», como explicou, esta quarta-feira, a Procuradoria-Geral da República em nota enviada às redacções."


publicado por J.Ferreira às 18:03

27 Junho 2013

Caríssimo Passos Coelho. Caríssima TROIKA...

 

Basta de impor receitas que consideram MILAGROSAS e que AFINAL... apenas AFUNDAM ainda MAIS o país.

As recitas milagrosas apenas servem para que nos endividemos cada vez mais

Se querem que sgamos as vossas receitas... arrisquem o vosso dinheironho...

Está na hora de TROKAR AS VOLTAS À TROIKA.

Portugal está farto de quem segue as medidas impostas pela TROIKA.

Sim... Uma TROIKA irresponsável que afunda os países (veja-se como a Espanha continua a "boiar" sem afundar-se enquanto a Grécia, ajudada pela TROIKA se vai afundando cada vez mais... E Portugal segue o caminho da Grécia. Precisamos de TROIKAR as VOLTAS À TROIKA.

Se as medidas impostas pela TROIKA fossem as correctas, a TROIKA teria de assumir a perda do dinheiro que investe pois se tomando as medidas impostas (e outras ainda mais gravosas para os portugueses), Portugal continua a afundar-se, era o momento de nos dirigirmos à  TROIKA e dizer-lhes, com frontalidade:

 

"Meus senhores.

As vossas medidas são uma catástrofe, uma desgraça, que estão apenas a contribuir para que Portugal se afunde cada vez mais! Para que possamos continuar a seguir as vossas receitas, os meus caríssimos senhores (ou caríssimos "manda-chuva") terão de assumir as consequências dos vossos ditames. Assim, se as medidas propostas têm o efeito inverso ou preverso, tenham a coragem de assumir a perda do dinheiro que injectam para levar essas medidas a cabo."

 

Ou será que temos de aceitar tudo que vem de quem  (como se passou com a Grécia!) já demonstrou uma total incompetência para ajudar quem quer que seja a sair do meio da tormenta. Com a ajuda das medidas da Troika, qualquer país que se encontre sem rumo, sem bússola, apenas encontra uma saída: o caminho do abismo! Na verdade, estes senhores apenas sabem impor medidas que conduzem à destruição da economia das famílias. E nenhum país pode ser prosperar com a economia das suas famílias destruída, com famílas extremamente endividadas, com jovens e velhos sem emprego, sem trabalho, sem recursos...  forçados a mendigar o pão que comem junto de seus vizinhos, vivendo da caridade dos seus amigos, ou, para os que conseguem um emprego, obrigados a aceitar ordenados de miséria e ondenados pelos governantes "a trabalhar até à morte".

Será que a IDEIA de EUROPA se baeia agora em "novas formas de escravatura"?

 

Com a chegada da Troika, a alternativa da juventude é, cada vez mais, emigrar. Com a entrada da Troika, a maioria dos jovens portugueses, formados e pagos pelas economias de Portugal,  estão a abandonar o país, ajudando economias europeias que em nada contribuiram para a sua formação. Será esta iniciativa (levar-nos a recuar em direitos mais de 30 anos) uma estratégia de a Europa beneficiar dos jovens formados nas universidades portuguesas, reavendo assim o dinheiro investido em POrtugal com o envio efectuado através de fundos estruturais?  Dá para pensar... Dá para pensar... !!!

 

Para que veio a Troika para Portugal? Vieram para Portugal para nos dar esta ajuda?

Ora, meus caros, para nos afundar, já nos bastavam os políticos e desgovernantes que cá temos! Não necessitávamos de ter mais uns mercenários a levar-nos uns milhões de Euros de cada vez que cá vêm fazer uma pseudoavaliaçao (nao passam de mais ordens para fazer mais recortes aos direitos dos cidadãos!). Assim, as medidas da TROIKA só servem para afundar ainda mais o país.

Aidna por cima, emprestam-nos o dinheiro a juros usurários, fazendo-nos crer que vieram para ajudar-nos a arrumar a nossa casa... Mentira. A Troika não vem cá para nos fazer nenhum favor. Apenas e só, vem para garantir a cobrança do dinheiro que nos empresta e com uma taxa de juro exorbitante. É esta a solidariedade dda Europa? Não admira que muitos prefiram já ser, cada vez mais, africanos! Esta taxa de juro em nada é própria de uma instituição (Europa) solidária!

Por que motivo não emprestam diretamente aos Estados? Por que motivo o Banco Central Europeu (BCE) empresta aos bancos dinheiro a uma taxa muito inferior a 2% e não empresta diretamente aos Estados? Simlpes. Porque, assim, os bancos emprestam aos Estados a 6,5% e com isso, os bancos descobrem "uma mama do tamanho do planeta"!

 

publicado por J.Ferreira às 17:49
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