"O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons." (Martin Luther King)

21
Mai 17

NINGUÉM (com conhecimento de causa e bom-senso, digo eu!) ESTÁ CAPAZ DE DEFENDER UM ACORDO ORTOGRÁFICO QUE NÃO TEVE ACORDO NENHUM NA SOCIEDADE PORTUGUESA...

No programa "Quadratura do Círculo" (18/05/2017, SIC Notícias) José Pacheco Pereira diz:
«O Acordo Ortográfico não funciona para a grande maioria dos PALOP. É preciso parar o mais depressa possível com a aplicação do acordo nas escolas e reconhecer que houve um enorme desastre diplomático. Não tarda, no Word terei de utilizar o corrector do português de Angola, o que é uma boa lição porque o de português de Portugal está cheio de erros ortográficos.»

Por sua vez, Jorge Coelho considera que o AO é «grave» e «tem de ser reanalisado», pois «ninguém o leva a sério».

ORA... CONTAS FEITAS... POR QUE ESPERAMOS???

 

Passaremos da ORTOgrafia a IDIOgrafia .

A intervenção de Helena Carvalhão Buescu professora catedrática da FLUL (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa) na Audição Parlamentar, no âmbito do Grupo de Trabalho para a Avaliação do Impacto da Aplicação do ACORDO ORTOGRÁFICO, de 1990 em 18/04/2017. Note-se que, incrivelmente, quem promoveu o Acordo Ortográfico foi a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
O ACORDO ORTOGRÁFICO defende a SUBMISSÃO da grafia À PRONÚNCIA... Segundo o ACORDO ORTOGRÁFICO... as pronúncias que não corresponde ao acordo, são erradas. Assim...
ESPECTADOR... vai ser agora ESPETADOR!!!
SUMPTUOSO AGORA... SUMTUOSO
A professora catedrática apresenta os principais problemas técnicos do AO culminando numa maior desunião ortográfica do que aquela que existia antes. O primado da política sobre a ciência da língua é também abordado, bem como a ausência de necessários estudos de impacto.
Permanece o hífen em palavras como "pára-brisas" mas desaparece em "pára-lamas" que passa a "paralamas".
Palavras como "ruptura" e "rotura" passam a "rutura" !!
Eu não sei ler "concessão" diferente de "concepção"??? Mas, o que será "conceção"? Em 27 pareceres, 25 foram negativos. Um dos pareceres favoráveis (com conflitos de interesses!) foi do próprio autor do "Acordo Ortográfico". QUE VERGONHA!

 

A Acordo é Absurdo... E, também no Brasil, surgem 60 personalidades a manifestarem-se contra o Acordo Ortográfico 1990.

 

Pelo FIM da APLICAÇÃO nas ESCOLAS do ACORDO ORTOGRÁFICO.

E... Porque, às vezes, a melhor forma de seguir ileso em frente, é... fazer marcha atrás!!

 

 

Fernando Venâncio (linguista, escritor e crítico literário) — no depoimento prestado em audição parlamentar no âmbito do Grupo de Trabalho para a Avaliação do Impacto da Aplicação do Acordo Ortográfico de 1990 (26/04/2017) — discorre sobre a ingenuidade unificadora de cunho ideológico de um processo que, por negligência científica, instalou desordem e insegurança na ortografia.

É particularmente abordada a supressão das consoantes mudas, conducente a um fechamento das vogais que já é evidenciado no Portal da Língua Portuguesa do ILTEC.

O acordo é considerado «perigoso» e «linguisticamente uma bomba-relógio», sem vantagens, não tendo posto fim às traduções separadas para Portugal e Brasil.

 

publicado por J.Ferreira às 20:39

20
Mai 17

Esta semana ficamos a saber que foi feita uma análise aos resultados dos alunos do 2º ciclo do básico das escolas públicas do continente.  Os resultados em análise fizem respeito aos dados de 2014-15 e unciamente às disciplinas obrigatórias.

 

Direcção-Geral de Estatística da Educação e Ciência fez uma excelente análise sobre os resultados dos alunos do 2º ciclo do básico das escolas públicas do continente.

Analisando estatisticamente os resultados, chegou-se à ÓBVIA CONCLUSÃO de que, existe uma correlação clara, regular e intensa, entre as reprovações e a condição económica dos alunos.

Efectivamente (o que em nada estranha quem navega pela realidade da educação deste país) existe uma enorme diferença nos resultados alcançados pelos dosi grupos de alunos, ou seja, de um aldo estão os remediados ou ricos e do outro os pobres. Assim, a maior concentração de negativas recai no universo dos que são beneficiários da Acção Social Escolar (alunos oriundos de agregados familiares com rendimentos iguais ou inferiores ao salário mínimo), com maior relevo apra os que beneficiaram de maior ajuda económica (escalão A) que reprovam ainda mais do que os beneficiários de ajuda em menor grau (escalão B).

 

Assim, os GOVERNOS (e acima de tudo os Ministros da Educação) em vez de se preocuparem com pertseguir, culpabilizar, achincalhar a classe docente, deveriam preocupar-se com o SUCESSO ECONÓMICO FAMILIAR... E, em vez de penmalziar as famílias mais pobres ou da classe média, rebaixanmdo os rendimentos, deveriam preocupar-se com rebaixar os ALTISSIMOS RENDIMENTOS, ou seja, os rendimentos de quem ganha efectivamente balúrdios, e tentar nivelar economicamente as famílias pelo grau mais alto possível... Não é congelando carreiras, congelando saklários, reduzindo rendimentos que se combatre o INSUCESSo ou FRACASSO ESCOLAR.

 


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