Até que o Teclado se Rompa!
"O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons." (Martin Luther King)

02 Agosto 2009

 

O MINISTÉRIO DA VERGONHA

Temos uma Ministra da Educação que nem dignidade tem para apresentar o pedido de demissão. Compreendemos José Sócrates. Não é fácil encontrar alguém com competência que queira servir as funções de CARRASCO da Educação.

EM SETEMBRO OS PROFESSORES

VOLTARÃO À RUA...

E NESTAS ELEIÇÕES...

NENHUM PROFESSOR FICARÁ EM CASA!

Eis o resultado das MEDIDAS VERGONHOSAS...

 

Abaixo-assinado de professores do Agrupamento de Escolas de Sto. Onofre

 

 

O grupo de professores abaixo indicados vem por esta forma manifestar-lhe a sua maior consternação pela situação que se vive no Agrupamento de Escolas de Sto Onofre, em Caldas da Rainha. É com a maior cortesia e com a maior franqueza que nos dirigimos a si, por, simplesmente não podermos deixar de lhe significar um vivo desalento pela forma como tem sido conduzida a gestão deste agrupamento, na sequência da decisão tomada em nomear uma Comissão Administrativa Provisória, para substituir o Conselho Executivo que se encontrava em funções até Junho de 2010.

Consideramos que são tão numerosas e tão severas as razões que nos demonstram quotidianamente a inadaptação desta Comissão Administrativa Provisória às tarefas que lhe foram cometidas pelo Senhor Director Regional de Educação, que é por puro sentido de dever público que consideramos ser nossa obrigação reclamar junto de si que considere, com carácter de urgência, a convocação de outras soluções para resolver, ainda que transitoriamente, este estado de coisas.

É imperativo, em nossa opinião, que se pacifique este conjunto de onze escolas, que vive uma atmosfera humana deplorável, em grande medida causada pela inércia técnica e estratégica que a presente situação tem suscitado. Conhecedores de que se trata de um elenco executivo que tudo parece desconhecer sobre a realidade e as perícias indispensáveis à gestão de uma escola, em nenhum momento os professores destas escolas se escusaram a prestar todo o tipo de esclarecimentos que lhes fosse solicitado. De nada parece adiantar qualquer solicitude. São incontáveis as perplexidades, dir-se-ia mesmo as situações embaraçosas, caricatas, que, escusadamente, têm embargado o curso regular da vida escolar, o encerramento do ano lectivo e a preparação do ano lectivo seguinte.

Cumpre reiterar, com toda a lisura e frontalidade, que todos os problemas que hoje colocam gravemente em risco a abertura regular do ano lectivo (distribuição de serviço docente, requisição de professores, planeamento de horários dos alunos, definição de cômputo e constituição de turmas, etc.) nunca teriam existido, caso a decisão de substituir o Conselho Executivo em funções não tivesse sido substanciada.

Por essa razão, a título pessoal todos compreendemos, que, entretanto, tivesse sido pedida uma providência cautelar que foi, como sabe, indeferida com a alegação de assegurar-se o regular funcionamento destas onze escolas. Não nos cumpre calcular a qualidade da decisão do tribunal mas tornou-se claro, para quem vive esta escola diária e imediatamente, que essa decisão se revelou de uma incompreensão gritante do estado actual da situação deste agrupamento.

Consideramos fundamental encontrar uma solução que devolva a serenidade institucional que este agrupamento de escolas sempre conheceu, retomando o curso do seu projecto educativo.

Consideramos que a única forma de o conseguir é endereçar um convite ao Conselho Executivo demitido para que retome as suas funções, com a garantia de lhe ser assegurada estabilidade funcional e um inequívoco respeito pela autonomia institucional da sua acção, até final do seu mandato.
 Acreditamos nesta solução por sabermos que este elenco executivo já demonstrou por vários anos a sua aptidão para dirimir com naturalidade as dificuldades inerentes à abertura e gestão regular dos anos escolares.
 Acreditamos nesta solução porque conhecemos o sentido de responsabilidade que caracteriza todos os elementos desse Conselho Executivo; estamos certos, apesar do gravíssimo melindre que se acometeu sobre a sua idoneidade profissional, que, no interesse superior dos alunos, não deixará de se disponibilizar para superar o momento particularmente penoso que este agrupamento foi constrangido a atravessar.

 

(Seguem-se 30 assinaturas)

 

 

 

 

publicado por J.Ferreira às 01:09

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