Até que o Teclado se Rompa!
"O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons." (Martin Luther King)

30 Abril 2010

 

É incrível... Como pode ser isto?

Segundo o Público, "Aplica-se à deputada Inês de Medeiros o regime dos deputados eleitos pelas regiões autónomas"... !! Incrível!!!...

Até parece que se pode assemelhar viver num território português (como é o caso dos deputados da Madeira ou dos Açores) a viver em Paris, que nunca foi (nem nunca esteve para ser... nem nunca será !) território português... Ainda que Afonso Henriques tenha sido neto de um guerreiro francês, não consta que tenha algum dia pensado em expandior o território até terras gaulesas!

Assim, meus caros, mesmo que em Paris haja hoje milhares de portugueses, esta deputada não foi eleita pelo círculo da emigração e como tal,  se quer ser deputada na Nação, que venha viver para Portugal. Ou será que considera Portugal como uma espelunca tal quem não admite viver entre os que a elegeram? É uma vergonha!... Só mais uma Vergonha Socialista! Igual a tantas outras a que estes dirigentes socialistas já nos foram habituando.

Meus caros... Paris... é território francês! E não me venham com tretas... Não comparem o incomparável... Como podem comparar a deslocação de um deputado que vive e qualquer uma das Regiões Autónomas (que ainda são Território Português!) com o capricho de uma senhora deputada que se interessa tanto por Portugal que até abandona o país para ir viver na Área Metropolitana de Paris?

Como podem os senhores deputados considerar que se pode aplicar o mesmo estatuto aos dois casos? Só por compadrio e falta de respeito pela legitimidade democrática que deveriam honrar?

 

Pergunto: E se esta senhora decidisse ir viver para Macau?... Será que lhe pagaríam na mesma argumentando que Macau já foi território português? Para ond vamos? Onde chegamos nós?

Já agora, porque é que os senhores deputados portugueses que aprovaram esta aberração não vão todos viver para o Japão? EQue vão de uma vez... E que fiquem por lá... Ou será que também se lhe aplicava o mesmo estatuto dos deputados da Madeira e Açores?  É incrível... Num país em que os SOCIALISTAS FECHAM OS HOSPITAIS por todo o país assistimos A ESTA VERGONHOSA  ATITUDE DOS MESMOS SOCIALISTAS QUE PAGAM CAPRICHOS ÀS SUA DEPUTADA QUERIDA... O POVO... ESSE... QUE SE _ _ _ _ !

Incrível... Fecham-se hospitais por falta de capacidade financeira e anda-se a pagar caprichos lusuosos (é que não se contenta com a classe turística!) aos seus compinchas do partido!...

Aos socialistas que aprovaram esta vergonha nós dizemos: "Vão mas é trabalhar...! Estamos fartos de ser roubados ... aidna que seja legalmente! AForam eleitos para governar o povo mas o que vemos é que se estão a governar a si próprios e aos seus correlegionários do partido... E se isto não tem maneira nem jeito, que o Presidente da República ponha termo a esta roubalheira dos cofres do Estado. Se o PR não tem coragem nem força para fazer como Jorge Sampaio (que, por muito menos, fez cair um Governo), que os militares façam uma nova Revolução. Já agora, que não esperem muito... Apreoveitem que está perto o 25 de Maio.

Por favor, acabem com estes senhores que só sabem desfalcar o povo português... Acabem com estes desfalques da coisa pública. Ou vamos para a bancarrota...

 

Por outro lado, o Semanário SOL acaba de publicar que, afinal, o Parlamento até pode fazer recuar a decisao dos amigos socialistas que decidiram aprovar (tendo sido aprovado este "roubo" aos contribuintes apenas porque um socialista decidiu usar o seu "Voto de Qualidade!"

Depois da polémica instalada, agora já se ouve falar que o "Pagamento a Inês de Medeiro pode voltar para trás".

A jornalista Susete Francisco do "SOL" escreve online:
"O Presidente da Assembleia da República (AR) autorizou o pagamento das viagens de Inês de Medeiros a Paris, mas fez questão de deixar claro que a última palavra cabe aos partidos, avança a edição do SOL esta sexta-feira.
E um deles já respondeu ao repto: o CDS quer alterar a lei para impedir que a AR pague viagens a deputados que vivam fora do país.

Publicado esta semana, o despacho final de Jaime Gama refere que a decisão de pagamento das viagens a Inês de Medeiros – eleita por Lisboa, mas residente na capital francesa – será «revogada» se a AR decidir alterar o actual enquadramento legal.

Num claro desafio aos partidos, o presidente do Parlamento até especifica os contornos de uma possível alteração. Evocando uma mudança que, «com excepção dos deputados eleitos pelos círculos da emigração e aí residentes, vincule o exercício de funções em órgãos de soberania à obrigatoriedade de residência efectiva ou fixação de residência efectiva em território nacional».

 

Afinal, parece que o bom-senso vai imperar...

 

Se quer ser deputada em Portugal... pois que vá viver para Portrugal ou que aguente com os custos da sua deslocação com o salário (chorudo!) que aufere como deputada.

Para que se saiba, foram estes socialistas, que desenterraram a ideologia fascista de Salazar. Com estes socialistas os professores portugueses exercem no estrangeiro (contratados em Portugal e pagos para ensinar a Língua aos filhos dos emigrantes portugueses que continuam a ajudar Portugal a salvar-se da bancarrota, enviando milhões e milhões de euros para os seus familiares e diminuindo a taxa de desemprego!) têm de comunicar às chefias a sua saída da área consular! José Sócrares demonstra com este diploma legal (que nem sei como é constitucional ao coarctar e limitar a liberdade de movimentos dos cidadãos querendo saber para onde e como poderão ser contactados os professores!)... Sem dúvida... Voltamos aos "tiques" salazaristas. Mas ficamos calados.

 

Tal como escreveu Bertolt Brecht no seu texto sobre a  indiferença.

Primeiro levaram os comunistas,
Mas eu não me importei
Porque não era nada comigo.

Em seguida levaram alguns operários,
Mas a mim não me afectou
Porque eu não sou operário.

Depois prenderam os sindicalistas,
Mas eu não me incomodei
Porque nunca fui sindicalista.

Logo a seguir chegou a vez
De alguns padres, mas como
Nunca fui religioso, também não liguei.

Agora levaram-me a mim
E quando percebi,
Já era tarde.

Bertolt Brecht

publicado por J.Ferreira às 12:33

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