Até que o Teclado se Rompa!
"O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons." (Martin Luther King)

10 Abril 2011

 

Se existissem mais alguns Socialistas despertos como este congressista que fala "sem papas na língua" talvez os socialistas tivessem perdão para o que fizeram com as finanças do país... Porém, enquanto Portugal se afunda (como no caso do filme "Titanic" de James Cameron), há muitos socialistas por aí contentes e a tocar violino! É que a crise ainda não chegou a todos as bolsas! Porque enquanto os contribuintes suportam a crise, uns quantos amigos do poder  enriqueceram, ficaram multi-milionários com salários chorudos, aberrantes e indignos conseguidos à custa da opressão dos salários de muitos trabalhadores escravizados que têm de L(AB)UTAR para receber no fim do mês uma miséria de salário e assim sobreviver.

É este o socialismo que apregoa a justiça e equidade social? Ora, com "socialistas" destes, não precisamos de ditadores para nada pois, tal como na canção "Os Vampiros" (cantada Zeca Afonso) "eles comem tudo e não deixam nada".

O mais incrível é ver os mesmos socialistas que fundaram o país a tentarem fazer-se passar por  vítimas do pântano que eles  próprios criaram, Outros, que se calaram enquanto a equipa de Sócrates se divertia a jogar à batalha naval a ver quem era capaz de afundar este barco chamado Portugal, aparecem agora a "colocar a boca no trombone". Que pena, meus caros, que estes "profetas" contadores da histórias da desgraça em vez de prevenirem que essa mesma desgraça acontecesse, aparecerem agora fazendo-se passar por homens de coragem (!?)...

Bom... Digamos que, no meio da desgraça que é esta comandita socialista, ainda aparece quem demonstre alguma coragem. Simplesmente porque foi necessário ver entrar FMI (que pena, não vir acompanhado do FBI para identificar aqueles que praticaram autênticos crimes de lesa-pátria") entrar pelo país para despertarem e verem "claramente visto" que já Eça de Queirós tinha escrito: Este governo não cairá porque não é um edifício, sairá com benzina porque é uma nódoa"... Creio que a única palavra que merece ser alterada é "benzina" pois neste caso será o voto popular de uma sociedade que mesmo a ver Portugal a Caminho do Abismo há já vários anos, só agora abriu os olhos como se estivesse a despertar de um pesadelo.

Ninguém quer, de facto, ser afogado. Muito menos os socialistas. Não sabemos se Sócrates morrerá só, como Salazar... Mas seguramente, um dia irá cair da cadeira!  Qualquer português deve recusa aceitar o dramático destino que os timoneiros socialistas (Guterres e Sócrates) foram preparando durante as suas legislaturas....

 

O mais triste é que Sócrates tinha avisado... Mas ninguém quis acreditar que falava verdade... De facto, nós consideramos aquele discurso como um acto falhado. E tínhamos razão. Como diria o povo, "Ah Sócrates... A boca fugiu-te para a verdade!" De facto afirmou Sócrates que iria trabalhar para criar "um país mais pobre". E os jornalistas, ingenuamente, chamaram-lhe gafe...

 

Há um princípio básico que se pode aplicar na política nacional: aqueles que conduziram o país para o pântano, não serão nunca capazes de retirar o país do pântano em que o colocaram. Ou seja,  Sócrates é "o problema" de Portugal.

Outros socialistas (tardiamente, diga-se, mas como "mais vale tarde do que nunca!...") já  tinham identificado Sócrates como "O Problema de Portugal". Depois, de nós, é claro... Mas já o tinham identificado. Pela sua incompetência, obviamente (pese embora a sua capacidade discursiva de entoar os cantos da sereia!) ou melhor, de hipnotizar os portugueses conduzindo o país para um beco sem saída (Portugal a Caminho do Abismo!) tal como o Flautista de Hamelin hipnotizava os  ratos e os conduzia de forma a que se afogavam todos no Rio Weser.

 

Segundo o conto, Hamelin afogava os ratos. Hamelin descobriu a solução! Porém,  os  portugueses não são ratos! E "afogar" os portugueses não é nenhuma solução... Os portugueses não merecem este destino... Ou seja, este barco centenário que é Portugal, merece melhor destino que ser entregue nas mão de um incompetente como Sócrates. Ainda que  Sócrates  sinta orgulho de estar a contribuir para afundar Portugal, nós temos de reagir e impedir que este incompetente volte a ocupar uma qualquer que seja cadeira do Poder...

 

Quando Sócrates ao acabar a sua primeira legislatura exclamou "Isto é que foi uma Legislatura" orgulhava-se de ser como "A Tempestade Perfeita !". De facto, Sócrates deveria estar convencido de que tinha acabado o seu trabalho e de que Portugal jamais se salvaria de ser afundado. Porém, duvidando de que alguém ainda pudesse salvar Portugal, recandidatou-se (mentindo e enganando os portugueses com promessas que sabia não ser possível cumprir e que recusamos colocar aqui por serem sobremaneira conhecidas!) para fazer o resto do trabalhinho sujo: afundar o navio! E, tal como o Flautista de Hamelin hipnotizou os ratos e os conduziu ao afogamento, Sócrates conseguiu hipnotizar os portugueses que, encantados com os seus discursos (falsos, mentirosos)  lhe confiaram de novo o leme do país...

Quanto a nós, Sócrates e os seus compadres do partido (que ainda há um ano permitiram que fosse renovada a frota de carros oficiais alta gama!) é o nosso grande Problema.

Depois de um histórico socialista  (Henrique Neto) diz que  Sócrates é um vendedor de automóveis...

Depois de António Barreto  ter dito que Portugal precisa de se defender é de Sócrates..... surgirão agora muitos mais... mas o destino do barco já está marcado. a entrada do FMI é a prova de que necessitamos de gente de fora para governar o país...

 

É incrível como  enquanto nós (e tantos  outros!) denunciávamos os malefícios deste (des)Governo Socialista,  estes (que agora surgem como os  "heróis contestatários")  estavam caladinhos... Creio que têm um papel a desempenhar para o partido. Sabe-se lá se, em busca de protagonismo ou de um "lugar ao Sol" dentro da próxima estrutura directiva do partido Socialista, como se os de hoje que estiveram calados pudessem ser credíveis no amanhã...

 

Não é só Sócrates que constitui o  problema de Portugal. É toda a comandita que o rodeia, em suma, é o Partido Socialista que deveria ser remetido ao lugar que merece na sociedade portuguesa (e onde desempenha impecavelmente a sua função!): a Oposição. Sem dúvida e já o tínhamos escrito por outros motivos que " O Lugar do PS é na Oposição" (de onde nunca deveria ter saído, diga-se!).

  

Ainda assim, é de admirar que alguns  socialistas (como este, cujo futuro político desconhecemos!) tivessem a coragem de denunciar e "chamar os bois (e os boys) pelos nomes". Resta dizer que, ainda assim, é sempre bom que alguns sejam a voz discordante da maioria socialista, ainda que o nosso Almeida Santos apenas veja nele uma voz discordante "que será o último a impedir de se manifestar!). Será mesmo assim que funciona? Ou será que a maçonaria se encarrega de o "exterminar" politicamente?

 

Converteu-se em um dos beneficiados e culpados (porque sempre foi deputado e permitiu, com o seu silêncio, o seu voto e o seu consentimento, que Portugal fosse conduzido pelos seus camaradas de partido ao ponto que chegou, sem nunca se distanciar nem demarcar do mau rumo empreendido pelo Capitão-Mor do partido socialista, José Sócrates.

 


Há longos anos, Manuel Alegre "cantava" a "Trova do Vento que Passa" mas hoje já nem "canta" nem "encanta" ninguém!

Citamos algumas estrofes, chamando a atenção dos leitores para o que destacamos:

Pergunto ao vento que passa
notícias do meu país
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz.

 

Pergunto aos rios que levam
tanto sonho à flor das águas
e os rios não me sossegam
levam sonhos deixam mágoas.

 

Levam sonhos deixam mágoas
ai rios do meu país
minha pátria à flor das águas
para onde vais? Ninguém diz.
(...)

Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.


Manuel Alegre

 

 

 

Junta a tua à nossa voz e grita, alto e bom som:


Que paguem a crise aqueles que a provocaram
e que as finanças públicas desfalcaram.

Que paguem a crise os que ficaram milionários
E todos aqueles que foram os beneficiários!

Que paguem a crise os ministros incompetentes
que desaproveitaram os impostos das gentes

Que paguem a crise os grandes empresários.
que mesmo em crise têm lucros inimaginários!

E aqueles que permitiram salários e prémios chorudos...
E os que decidiram embarcar em projectos absurdos!

Aqueles que destruíram o país, a educação, a saúde...
Ainda têm lata para pedir a alguém que os ajude?

 

E quando acobardadas, muitas vozes se calam
Eis que outras tantas emergem e se levantam.

 

Para reflectir sobre o Acordo Ortográfico:

É num contexto de recessão económica, numa época de extrema crise, que o (des)govenro decide colocar em prática um acordo ortográfico que vai custar milhões às famílias... E muito pior está ainda para vir quando os senhores do FMI descobrirem a podridão deste estado (des)governado pelos socialistas! Que será dos livros que existem nas bibliotecas do país? Que lhes fazemos?
Bem fazem os espanhóis que (e basta ver no dicionários que aparecem nos programs da microsoft!) têm várias "variantes do idioma" sem qualquer problema. O orgulho na nossa língua deveria impedir que se fizessem um Acordo Ortográfico sem qualquer proveito para a vida real das pessoas. 

Seremos mais felizes por escrevermos como os brasileiros? Será que de facto, há substância para se alterar a escrita.

Veja aqui...! E comente.

 

 

publicado por J.Ferreira às 23:48

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