Até que o Teclado se Rompa!
"O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons." (Martin Luther King)

10 Maio 2012

Vejam ao minuto 9:20 o que se afirma. E isto não pode ser falso. É uma reportagem baseada em documentos...

A energia aumentou 500% ...? Com os Socialistas no Governo?

Buracos e mais buracos criados pelos socialistas... Não posso crer! Barragens... Auto-estradas, SCUT's (Sem Custos para o Utilizador???... Como? SCUT's... uma sigla tão falsa como a da tolerância Zero (quando na verdade é INTOLERÂNCIA TOTAL: passas 1 km do limite, e Zás! Pagas e não bufas!) tudo é para afundar os portugueses... escravizar os cidadãos de hoje e hipotecou os nossos filhos e netos... Não é pensável...

Será que o Zé-Pacóvio vai ter BOA MEMÓRIA destes incompetentes demagógicos cada vez que, nos próximos tempos, for chamado a votar?

 

 

Portugal nada se aproveita... E não é só a Educação...

 

Tudo tem explicação. Os argumentos parecem sempre válidos... Mas, valem o que valem, quando pronunciados por políticos...

Enfim. Quando a decisão é tomada por políticos incompetentes... que poderemos esperar? Chagam ao lugar por eleição... nunca na sequência de provas dades de competência nas matérias para que são eleitos ou nomeados!

 

José Sócrates toma a decisão de construir barragens contra a posição oficial do Partido Socialista defendida pouco tempo antes (claro, quando estava na oposição!).

Nesta "República da Mentira" o que temos afinal? Democracia ou Partidocracia? Enquanto tivermos políticos a decidir destinos do país... estamos fritos.

 

Pergunta retórica de Sócrates:

Que significa construir uma barragem no nosso país!  Ora, Portugal não produz electricidade a partir de petróleo!

Então, porque é que Sócrates (o engenheiro) usou a mentira (repetidamente) para enganar o povo... mas isso0pouco importa. Sócrates (e o seu governo) mentiu sobre a competência e profissionalidade dos professores. Mandou avaliar (de forma incrivelmente injusta!) os professores... Fechou escolas...  urgências...  maternidades... hospitais...  E, com um simples gesto de engenheiro (assinatura) Sócrates criou o Plano Nacional de Barragens, permitiu que fossem assinada a construção de 8 barragens...?

Lá foi a Educação... Lá foi a Saúde... Lá se vai o ambiente...

 

Ao privado, só interessa o que dá lucro... Por isso, duas barragens não interessaram a nenhuma empresa (veja-se logo após o minuto 7:00)...!

 

Claro. Se não são de lucro fácil, só com parcerias público-privadas é que os privados aceitam "mamar" na teta da nação (leia-se no bolso do Zé-Pacóvio!

 

 

José Sócrates recuperou o projecto (novas barragens serão parcerias e o governo 623.000.000 €.

Concessões entre 65 e 75 anos! Sócrates hipotecou o futuro... Quando faremos o mesmo que a Islândia...?

 

Enquanto o país vai a saque pelos políticos, nós, os Zés-Pacóvios continuaremos a ver o Estado a assaltar-nos (legalmente, e como tal, sem poder colocá-lo no banco dos réus) todos os dias os nossos bolsos.

E pagamos... pagamos... pagamos.

Mas, calam. Não fiquem com complexo de perseguição... Pagamos nós, mas não só nós nem exclusivamente por nós! na realidade, pagamos por nós e pelos bois (não os boys!), e pelas vacas, e pelos porcos... (que também têm no curral ou na pocilga, um contador de energia!)

 

Mas... tudo bem. O povo é sereno!

publicado por J.Ferreira às 16:21

29 Abril 2012

Por que motivo Portugal está no ponto em que está?

 

Vejam o filme do documentário "Donos de Portugal".

 

Donos de Portugal é um documentário de Jorge Costa sobre cem anos de poder económico. O filme retrata a proteção do Estado às famílias que dominaram a economia do país, as suas estratégias de conservação de poder e acumulação de riqueza. Mello, Champalimaud, Espírito Santo – as fortunas cruzam-se pelo casamento e integram-se na finança. Ameaçado pelo fim da ditadura, o seu poder reconstitui-se sob a democracia, a partir das privatizações e da promiscuidade com o poder político. Novos grupos económicos – Amorim, Sonae, Jerónimo Martins - afirmam-se sobre a mesma base.

No momento em que a crise desvenda todos os limites do modelo de desenvolvimento económico português, este filme apresenta os protagonistas e as grandes opções que nos trouxeram até aqui. Produzido para a RTP 2 no âmbito do Instituto de História Contemporânea, o filme tem montagem de Edgar Feldman e locução de Fernando Alves.

A estreia televisiva teve lugar na RTP2 a 25 de Abril de 2012. Desde esse momento, o documentário está disponível na íntegra em www.donosdeportugal.net.

Donos de Portugal é baseado no livro homónimo de Jorge Costa, Cecília Honório, Luís Fazenda, Francisco Louçã e Fernando Rosas, publicado em 2010 pelas edições Afrontamento e com mais de 12 mil exemplares vendidos.

 

 

 

Mas outras contribuições foram essenciais para que a TROIKA tivesse de socorrer e salv ar Portugal...

Políticos incompetentes estão sempre por detrás do afundamento do país...!

Se não, leiam isto que corre pela internet...

 

 

 

Muito importante ler até ao fim porque há questões que não sabemos e devemos tomar conhecimento delas. Afinal vivemos no país que temos! Como tal, é nosso dever saber por que razão Portugal está neste estado vergonhoso! (quem já sabe, ótimo, informe quem acha que não está informado disto).

 

Sobre a notícia das dificuldades da Segurança Social e que levou o Governo a suspender as Reformas antecipadas:

A Segurança Social nasceu da Fusão (Nacionalização) de praticamente todas as Caixas de Previdência existentes, feita pelos Governos Comunistas e Socialistas, depois do 25 de Abril de 1974. As Contribuições que entravam nessas Caixas eram das Empresas Privadas (23,75%) e dos seus Empregados (11%).

O Estado nunca lá pôs 1 centavo. Nacionalizando aquilo que aos Privados pertencia, o Estado apropriou-se do que não era seu. Com o muito, mas muito dinheiro que lá existia, o Estado passou a ser "mãos largas"!

-Começou por atribuir Pensões a todos os Não Contributivos (Domésticas, Agrícolas e Pescadores).

-Ao longo do tempo foi distribuindo Subsídios para tudo e para todos. Como se tal não bastasse, o 1º Governo de Guterres (1995/99) criou ainda outro subsídio (Rendimento Mínimo Garantido), em 1997, hoje chamado RSI.

E tudo isto, apenas e só, à custa dos Fundos existentes nas ex-Caixas de Previdência dos Privados.

Os Governos não criaram Rubricas específicas nos Orçamentos de Estado, para contemplar estas necessidades. Optaram isso sim, pelo "assalto" àqueles Fundos. Cabe aqui recordar que os Governos do Prof. Salazar, também a esses Fundos várias vezes recorreram. Só que de outra forma: pedia emprestado e sempre pagou!

Em 1996/97 o 1º Governo Guterres nomeou uma Comissão, com vários especialistas, entre os quais os Prof's Correia de Campos e Boaventura de Sousa Santos, que em 1998, publicam o "Livro Branco da Segurança Social".

Uma das conclusões, que para este efeito importa salientar, diz respeito ao Montante que o Estado já devia à Segurança Social, ex-Caixas de Previdência, dos Privados, pelos "saques" que foi fazendo desde 1975.

Pois, esse montante apurado até 31 de Dezembro de 1996 era já de 7.300 Milhões de Contos, na moeda de hoje, cerca de 36.500 Milhões €. De 1996 até hoje, os Governos continuaram a "sacar" e a dar benesses, a quem nunca para lá tinha contribuído, e tudo à custa dos Privados.

Faltará criar agora outra Comissão para elaborar o "Livro NEGRO da Segurança Social", para, de entre outras rubricas, se apurar também o montante actualizado, depois dos "saques" que continuaram de 1997 até hoje.

Mais, desde 2005 o próprio Estado admite Funcionários que descontam 11% para a Segurança Social e não para a CGA e ADSE. Então e o Estado desconta, como qualquer Empresa Privada 23,75% para a SS? Claro que não!...

Outra questão se pode colocar ainda. Se desde 2005, os Funcionários que o Estado admite, descontam para a Segurança Social, como e até quando irá sobreviver a CGA e a ADSE?

Há poucos meses, um conhecido Economista, estimou que tal valor, incluindo juros nunca pagos pelo Estado, rondaria os 70.000 Milhões €!... Ou seja, pouco menos, do que o Empréstimo da Troika!...

Ainda há dias falando com um Advogado amigo, em Lisboa, ele me dizia que isto vai parar ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem. Há já um grupo de Juristas a movimentar-se nesse sentido.

A síntese que fiz, é para que os mais Jovens, que estão já a ser os mais penalizados com o desemprego, fiquem a saber o que se fez e faz também dos seus descontos e o quanto irão ser também prejudicados, quando chegar a altura de se reformarem!...

Para finalizar e quem pretender fazer um estudo mais técnico e completo, poderá recorrer ao Google e ao INE.

 

 

publicado por J.Ferreira às 16:32

08 Março 2012

 

Voltei... Depois de um período de pausa para dar tempo a quem precisa de tempo, estamos de volta...

E não trazemos boas notícias... Antes pelo contrário...

É pois com indignação que voltamos a escrever sobre Portugal... Sim. Sobre este os problemas que este país tem de enfrentar pela incompetência de quem nos governa.

Continuamos mais ou menos na mesma... Mudam-se os consortes mas mantêm-se as sortes.

Este é um problema que deveria fazer reflectir muitos dos portugueses. Aliás, cremos que deveria preocupar a todos e não apenas aos professores.

Quem responde pelas atrocidades financeiras que afundaram o país?

 

Vejamos o excerto da notícia (extraída do Correio da Manhã)

 

Sabemos que a escola era já um edifício de valor. Mas que a renovação chegue a custar um valor 447% superior ao estimado inicialmente (sim... viu bem! E pode conferir na notícia de que não temos motivo para duvidar!) é que é inadmissível.

Nenhum cidadão pode dar-se ao luxo de projectar uma obra em casa que passe para além do previsto.

E se passa, pagará do seu bolso.

No entanto, que se faça esta aberração com os dinheiros públicos, é inadmissível. É incompetência... É um crime que hipoteca o futuro dos portugueses que acabam de nascer... E a isso ninguém tem direito!

Infelizmente, neste nosso tipo de estado, vale tudo. Pode-se mentir ao povo para conseguir chegar ao poleiro... e depois arruinar o país fazendo o contrário do que se propunha na campanha eleitoral... Nada lhes acontece. Continuam no seu lugar. Porém, se qualquer cidadão ou empresa se compromete com algo, tem de o cumprir ou então vai responder pelos actos praticados. Infelizmente, nesta democracia, depois de se ter sido eleito, vale tudo. Ora, para nós, este não é um estado de direito. Antes, é um estado libertino" onde os governantes fazem o que lhes dá na gana, sem que sejam chamados a responder pela situação a que conduzem o país. Por isso, ao estado em que vivemos posso chamar-lhe partidocracia, ou  libertinocracia, mas democracia é que não.

 

Se fosse uma democracia, aqueles que conduziram o destino do barco (país) ao abismo seriam responsabilizados. Ora, mesmo que sejam um bando de incompetentes, nunca serão julgados para se averiguar da sua negligência ou cumplicidade na situação ruinosa a que conduziram o país. Sem uma verdadeira justiça que trate por igual, responsabilizando por igual todos os cidadãos (incluindo os políticos tal como os administradores das empresas) continuaremos a ter incompetentes a querer assumir os destinos do barco... Enchem os seus bolsos (e dos seus amigos, e dos amigos dos seus amigos, e... ) e nada lhes acontece. Ainda se ficam a rir... E vão passar o resto dos seus dias para um qualquer paraíso (seja em África ou na Europa, em Cabo Verde ou em Paris) sem que nada se lhes aconteça...

 

Caríssimos!

Não se esqueçam que, foram senhores do mesmo calibre dos governantes que tivemos (e que nos deixaram às portas do abismo) que arruinaram a Grécia... E o povo que aguente...

 

Perante a notícia que acima colocamos parte, será que ainda restam dúvidas sobre quem foram os responsáveis do lamentável estado a que chegamos? Alguém terá ainda dúvidas sobre os motivos pelos quais somos um país falido...? Um país à deriva, sem rumo, sem Norte?

 

Enfim... Apenas mais um desabafo:

Ah se Sócrates (o filósofo) despertasse... Morreria de ataque cardíaco.

 

 

Segue transcrição do texto da notícia

 

Educação: Associação de Directores contra gastos excessivos
“Há escolas que são autênticos palácios”

"Há escolas remodeladas pela Parque Escolar que são autênticos palácios e nem sequer se enquadram no meio envolvente, parece que foram feitas no Qatar ou no Kuwait". Quem o diz é Adalmiro Fonseca, presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas, que não poupa críticas aos gastos excessivos do programa de modernização de escolas secundárias lançado em 2007 pelo governo de José Sócrates.

O ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, revelou anteontem no Parlamento dados de uma auditoria das Finanças à Parque Escolar, que apontam para um aumento dos gastos em 447 por cento face ao estimado inicialmente pela empresa. O uso de materiais caros, como mármores, a instalação de sistemas de ar condicionado demasiado onerosos e até a compra de candeeiros desenhados por Siza Vieira são alguns exemplos de despesas consideradas inadequadas.

"Utilizaram os materiais mais caros e modernos, num verdadeiro atentado à situação do País. Um alto representante do anterior Governo dizia-me que, com o dinheiro que veio para o Norte, remodelava todas as escolas da região", sublinha Adalmiro Fonseca, questionando: "Por que motivo as obras foram entregues sem o Tribunal de Contas ser ouvido? Os arquitectos não ganharão mais quanto maior for o volume da obra?".

O também director da Escola Secundária de Oliveira do Douro (V. N. Gaia) garante que "nas escolas remodeladas deitou-se fora muita coisa que servia". "Tenho aproveitado para a minha escola muitos estores, cadeiras e mesas que vamos lá buscar", diz. O Ministério da Educação e Ciência continua sem disponibilizar a auditoria das Finanças a que o ministro aludiu.


publicado por J.Ferreira às 16:59

20 Dezembro 2011

Coragem têm de ter os nossos jovens... convidados a emigrar  pelos nossos incompetentes políticos!

É esta a triste prenda que neste natal é oferecida aos nossos milhares de licenciados?

 

Afinal, durante tantos anos formamos, todos nós pagamos impostos para ajudar a formar os nossos jovens...

os políticos não se cansavam de falar da necessidade de formar... formar... formar... de aumentar a qualificação dos portugueses...

 

E agora? Agora é esta a solução para os recém-formados ( e não só, pois há milhares de licenciados no desemprego... ou a exercer uma função muito abaixo da sua qualificação!).  Sim... Porque é entre os milhares de licenciados que aumenta a taxa de fracasso da sociedade (e consequentemente, dos políticos que nos deveriam governar em vez de perseguir com impostos!...) na criação de oportunidades para encontrar emprego!

Agora que a escola teve sucesso... a sociedade (melhor, a classe política e governante) fracassou.

 

Perguntamos, pois:

      — Quem vai avaliar estes políticos?

Não faz falta que nos respondam... Nós respondemos:

      — Ninguém!

 

Afinal, nem mesmo a justiça será capaz de colocar o país nos eixos...

 

Formamos (e continuamos a formar com os impostos dos portugueses!) milhares e milhares de jovens para depois se fornecer a mão-de-obra qualificada ao estrangeiro? A custo ZERO...?!!! Afinal... Andamos a formar para quê?

 

Havia que responsabilizar quem não se cansou (e não se cansa de perseguir os professores gastando milhares de euros com uma parafernália de avaliação que apenas serve para formar jovens a quem as universidades, fruto da incompetência governativa dos nossos políticos, nada mais podem oferecer que um diploma de candidato a emigrante!

 

Que seria de esperar de gente como esta a (des)governar o nosso país (porque andaram a governar-se e e a governar as suas famílias!) durante quase duas décadas?

Enfim...

 

Coragem... é o que se exige ao povo apra levantar a sua voz contra quem, nos últimos anos, ia enriquecendo o seu património enquanto contribuia para arruinar o país...

E essa gente existe... Ainda há Homens de coragem. É pena que neste Portugal haja pouca gente com a coragem deste Homem.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por que será que os portugueses se calam? Por que será que andamos caladinhos enquanto outros semeiam o infortúnio dos nossos filhos?

 

Que esperamos para dar uma resposta à moda da "Primavera Árabe"?

Está na hora de levantar a nossa voz e lutar contra este "Inferno do Nosso Descontentamento".

 

Pergunta-se aos portugueses: Para quando o "Inverno Luso"! Ou esperaremos pela transformação deste cantinho lusitano em um "Inferno Lusitano"?

 

Deveríamos saltar para a rua a exigir que cada um dos que enriqueceram empobrecendo o país seja responsabilizado.

Afinal, com o salário miserável de governantes e deputados (assim se consideravam quando procederam aos astronómicos aumentos dos ordenados dos deputados há cerca de uma década atrás!), como é possível que alguns portugueses, servindo o Estado, tenham deixado o país neste estado?

Afinal, o Estado empobreceu-se e eles ficaram milionários da noite para o dia...!? Que contabilidade ou engenharia financeira foi esta?

 

Ainda assim, à falta de coragem lusitana, vamo-nos contentando com quem tem a coragem de pôr a boca no trombone e se negue a pagar a crise com o dinheiros da reforma conquistada com esforço ao longo de uma vida de trabalho... Aqui fica.

publicado por J.Ferreira às 21:54

14 Dezembro 2011

A processo Face Oculta voltou a ser notícia em "O Público" onde podemos ler que "A residência de um dos inspectores da Polícia Judiciária (PJ) de Aveiro, envolvido nas investigações do caso Face Oculta, foi alvo de um estranho assalto, na passada semana. Tudo porque o apartamento foi revirado, de uma ponta à outra, sem que tenha sido furtado um único objecto do seu interior." Segundo o jornal, a atenção dos assaltantes centrou-se em verificar e analisar tudo o que eram papéis, bem como material informático (CD e DVD) e o computador, suspeitando-se que pudessem estar à procura de eventuais provas ou dados relacionados com aquele megaprocesso, que está em fase de julgamento.

 

Porém, se a intenção dos assaltantes era essa, tiveram má sorte: "o inspector em causa não guardava em casa qualquer dado relacionado com a investigação iniciada em 2009".

 

Neste megaprocesso, "O Ministério Público acusou 36 arguidos - 34 pessoas e duas empresas - no âmbito do processo Face Oculta, indo ao encontro da recomendação da Polícia Judiciária de Aveiro que, no relatório final da investigação, considerou existirem elementos suficientes para acusar a totalidade dos arguidos. Entre eles destacam-se Armando Vara, ex-ministro socialista e vice-presidente do BCP e da CGD (...)". Uff... Estes homens são super-homens... Não ´`e por acaso que Portugals e afundou... Colocaram toda a sua competência ao serfviço do afundamento do país...

Mas há outros... Segundo o jornal, "José Penedos, presidente da REN, e o seu filho e advogado Paulo Penedos, bem como o empresário das sucatas Manuel José Godinho, o único arguido que esteve detido preventivamente.

 

Constata-se com esta último parágrafo que, modernamente (e nos estados a que chamam democracia!) continuam a ser válidas as palavras de George Orwell "todos os homens são iguais mas alguns são mais iguais que outros."

 

Mais palavras para quê?

 

 

publicado por J.Ferreira às 16:05

16 Outubro 2011

O povo português tem direito a pedir que seja feita justiça.

Que se julgue, imediata e prioritariamente, os criminosos que foram pagos a peso de ouro para assinar contratos que arruinaram o Estado.

O povo não quer nem tem que pagar, a ruina da economia e do Estado que é da responsabildiade de apenas alguns...

Um julgamento rápido, célere, é o mínimo que se pode exigir...

 

É claro que o país chegou a um ponto que exige medidas drásticas...

Agora, depois de 120 dias apenas, já todos podem ver que as palavras de quem "está de fora" acabam por ser traídas e desditas logo que se chega ao poder e se constata que estamos metidos já no abismo...

 

A prova de que vale a pena mentir na campanha é que o povo só vota em quem mente...
Quem diz (ou tenta dizer) a verdade (como foi o caso de Manuela Ferreira Leite em 2009!) simplesmente não chega ao governo!

Passos coelho disse:

"Nós temos uma noção de como as coisas estão..."

Se vier a ser necessário algum ajustamento fiscal (...) seria canalizada para os impostos sobre o consumo e nãop sobre o rendimento das pessoas...
Afinal, como podem dizer que não incide sobre o trabalho se o 13º mês corresponde ao pagamento dos dias úteis de trabalho acumuladas ao longo do ano? Sim... Na verdade, todos os meses apenas nos são pagos 20 dias de trabalho, isto é, 4 semanas. Ora, há meses com 23 dias úteis e apenas nos pagam 4 semanas (20 dias de trabalho, isto é, 4 X 5 dias!). Antes de se receber o salário mensal, os trabalhadores recebiam por semana ou quinzena e como tal, recebiam todos os dias que trabalhavam... havia, obviamente, meses com 4 semanas, com 4 semanas e meia e até com 5 semanas de trabalho. E recebiam todos os dias que trabalhavam... Hoje, apenas recebemos 20 dias por mês e o 13º mês era o pagamento dos dias extra que ficavam sem cobrar ao longo do ano!
Como é possível "roubar" dias de efectivo trabalho?
Que aumentem o IVA para o valor que queiram e todos c¡pagam... pagará quem mais consome... Mas sobre o trabalho? De todos? Incrível! É ridículo!

publicado por J.Ferreira às 23:29

09 Outubro 2011

As notícias que surgem são assustadoras!  Imaginem...

Bastonário dos Médicos diz que "serão encontrados mais buracos no País".  "Portugal está na bancarrota e não vai cumprir a dívida", diz Bastonário dos Médicos. José Manuel Silva alerta que ainda "serão encontrados mais buracos no País", o que levará a "uma mudança radical" para os portugueses."

 

Como? Mais buracos?

Conclusão: os incompetentes que nos governaram nos últimos 17 anos...

Os socialistas de António Guterres e de José Sócrates transformaram Portugal neste pântano. Enfim.... Com buracos por todo o lado, melhor seria dizer, num autêntico campo de golf.

Sim... Este foi o resultado de 15 anos de (des)governo socialista que levaram Portugal ao abismo. Com um interregno de pouco mais de 2 anos em que os social-democratas coligados com centristas, foram os socialistas que tiveram as rédeas do poder desde 1995 até 2011...

De quem é a culpa deste descalabro? Dos professores? Pois foi aos professores que os socialistas atacaram como se atacando, achincalhando, maltratando, epexinhando um grupo profissional servisse para resolver os problemas do país que eles mesmos estavam a cavar...

Desde o Primeiro Ministro aos seus nomeado (como o governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio, cuja incompetência para controlar o que se passou com BPP e BPN foi premiado pela Europa com um lugar no Banco Central Europeu) à Ministra da (des)Educação Maria de Lurdes, Portugal teve o que mereceu: uma mão cheia de incompetentes.

Os que denunciaram que estávamos "de tanga" acabaram "postos na rua" pelo senhor que exercia na altura o mais alto cargo da nação: Jorge Sampaio. O povo português gosta mais de quem o engana com palavras doces (ainda que recheadas de mentira) do que daqueles que dizem a verdade ainda que essa seja: "o rei vai nu".

Por isso, quem quer que seja que diga a verdade, é visto como pessimista, derrotista... Por isso se compreende que Manuela Ferreira Leite tenha obtido o resultado que obteve contra José Sócrates, ainda há apenas dois anos...!Dizia que não havia dinheiro e que cancelaria o TGV...

Os socialistas de Sócrates, que conduziam o país com a herança deixada por António Guterres (em que Sócrates também havia sido Ministro!) receberam um país que estava "de tanga" (segundo palavras de Barroso) e deixaram-no "sem tanga"!

Agora, a incompetência de uns quantos do partido que levou a ex-União Soviética ao estado que todos sabemos (curiosamente, do mesmo partido que governava a Irlanda, a Grécia, Portugal e Espanha, países mais atingidos pela crise internacional, como se os demais estivessem munes!) conduziu Portugal ao que todos sabemos também: o abismo! Que castigo para estes incompetentes ?

Sim... Que castigo para quem, em vez de governar se dedicou a perseguir os professores desde

Que motivos levaram Jorge Sampaio a aceitar e empossar um governo que demitiu pouco mais de 4 meses depois?

Por que motivo é que o Presidente da República (o socialista Jorge Sampaio) deu posse a um novo governo do partido que havia sido sufragado pelo povo dois anos antes (na sequência da saída de Barroso para Presidente da Comissão Europeia)? Terá sido por na altura o Secretártio-Geral dos socialistas ser Ferro Rodrigues e, nas sondagens estar muito mal colocado?

Por que motivo se "zangou" Ferro Rodriguese pediu a demissão quando defendia que, a confirmar-se a saída de Durão Barroso se deveria dissolver o Parlamento?

Terá sido por nas sondagens o líder dos socialdemocratas estar melhor posicionado que Ferro Rodrigues? Terá sido para afastar os socialista Ferro Rodrigues das lides da comunicação social e de toda a trama polémica relacionada com o processo Casa Pia em que altos poíticos se encontravam envolvidos?

Não se saberá nunca o motivo pois só Jorge Sampaio o poderia confessar. Na verdade, ao proporcionar a demissão de Ferro Rodrigues, Jorge Sampaio abria as portas para a aparição de José Sócrates (que, ao aparecer como comentador na comunicação social, vinha preparando a sua imagem como possível sucessor do Secretário-Geral socialista).

Com esta estratégia, consciente ou inconscientemente, Jorge Sampaio preparou a armadilha em que Santana Lopes iria cair... Há até quem prefira outro tio de metáfora: Jorge Sampaio apenas preparou a "corda" com que Santana Lopes se viria a "enforcar" (politicamente falando!).

Não se sabe se abriu a porta aos socialisats para regressarem ao poder?

Com uma afirmação absurda e falsa de que "não querem ser avaliados" quando os únicos que nucna são verdadeiramente avaliados são os políticos que NUNCA respondem pela incompetência, pois sempre recebem os seus salários antes que os demais portugueses e, quando se vão levam a subvenção vitalícia mesmo que tenham arruinado as finanças públicas!) ?

Somos um povo que não sabe valorizar quem o merece...

O maior exemplo é a perseguição que foi feita aos professores durante as legislaturas socialistas de José Sócrates. Os professores que sempre deram o melhor, quantas vezes sem os recursos adequados por falta de sensibilidade dos políticos do governo ou das autarquias a quem compete adjudicar as verbas dos impostos e que preferem aplicar o dinheiro (ainda que mal!) em piscinas (para serem utilizadas durante apenas dois meses de verão) ou colocando relva sintética nos estádios de futebol das aldeias esbanjando em centenas e centenas de milhares de euros do que equipar as escolas com os recursos que fazem falta.  Se querem um exemplo paradigmático, investiguem os gastos da autarquia socialista de Braga... Por que razão isto se passa assim? A explicação é fácil: as crianças não votam!

Os socialistas que  nos (des)governaram tinham de encontrar um bode expiatório para o fracasso das suas políticas que apoiaram a construção de estádios que custaram cerca de sete vezes o valor do orçamento inical (como o "Estádio da Pedreira" em Braga!)...

E quem elegeram os socialistas para massacrar? Os professores. Sim. Os únicos profissionais que, tendo-se limitado a cumprir as ordens dos políticos que superintendem o Ministério da Educação, foram escolhidos e apontados pelos governantes incompetentes como os culpados do "estado" a que chegou o "Estado".

Os professores que sempre foram uma classe responsável e cumpridora dso seus deveres apenas se limitam a seguir o rumo traçado pelos políticos. E depois dos socialistas de Guterres ("apaixonados" pela Educação) vieram os provocadores de "divórcio" entreos agentes da Educação.

 

Todos se devem recordar da mensageira da "Política de Verdade". Curioso. Avisou o povo português do rumo que Sócrates estava a tomar... Mas, o povo não lhe deu ouvidos... De ques erve a credibilidade de uma pessoa se até aqueles que não contribuem (ou até nunca contribuiram!) com impostos para o bolo do orçamento de Estado (ou seja, cidadãos que são ou sempre foram apenas beneficiários) têm direito a votar e decidir dessa forma o que se faz com o dinheiro e quem o vai gestionar...Qualquer cidadão, ainda que nada perceba do que está em causa, pode ir votar. Mesmo analfabeto pode decidir... Depois, temos eleitos que são o espelho da maioria dos cidadãos (daqueles que apenas recebem, que apenas têm direitos e nenhuns deveres!). Não devemos, pois, estranhar o que fizeram com a imegem dos professores. 

É que estudar exige esforço. E, se o governo castiga os professores porque os filkhos dos portugueses preferem ir ao cinema, ao futebol, ao concerto do "Rock in Rio" em vez de estudar, os paizinhos podem ficar tranquilos que os seus filhos nunca serão traumatizados pois o seu fracasso será achacado aos professores: esse bando de incpometentes que não querem ser avaliados... pelo menos eu não quero ser avaliado pelos resultados escolares de alunos que nem um dicionário têm em casa porque os pais preferem gastar o salário (ou subsídio) em "playstations", "nintendo", vinho ou bilhetes de futebol... Recuso-me a ser avaliado pelas faltas dos alunos que faltam porque ficam a dormir em casa porque foram de noitada (sozinhos ou com os paizinhos!), nem daqueles que não obtêm sucesso porque às duas da manhãa ainda estão a ver televisão no seu quarto, chegando à escola cansados, com olheiras de quem não dorme há três dias, a sustentar a cabeça com as mãos para não adormecerem sobre as mesas ou a bocejar... 

Porque falou verdade e nós, portugueses, gostamos muito mais de quem nos engana com palavras doces do que daqueles que sabem como entoar "o canto da sereia". Enfim...Triste país... Mas é o que merecemos.

Lembro-me de um homem que chegou a máximo magistrado da nação (Jorge Sampaio) ter afirmado que preferia "engenheiros no desemprego" do que "agricultores analfabetos". Ora, está tudo dito...! E explicada a criação das Novas Oportunidades. Muitos se formaram "às três pancadas".

Ainda que haja quem defenda esta fantochada, muitos dos que a frequentaram sabem que pouco ou nada aprenderam...

Não admira que hoje, não tenhamos nem engenheiros nem agricultores analfabetos.  Os agricultores abandonartam o campo: foram formar-se nas novas oportunidades, têm um canudo e querem um emprego de "costa ao alto". Onde estão os verdadeiros engenheiros? Por certo não vieram das Novas Oportunidades... Se chegassem, seriam... engenheiros analfabetos. Mas são os engenheirs (Guterres, Sócrates...) que nos governaram... E cumprem promessas. Sócrates prometeu afundar o país (não foi por acaso que chamou à sua legislatura de "A Tempestade Perfeita".

 

publicado por J.Ferreira às 22:30

04 Outubro 2011

Bem gostaríamos de, neste momento, voltar aqui para escrever crónicas diferentes... Mas as notícias não nos deixam margem para mais...

Mas, os professores não nos deixam a possibilidade de outra. Cada grupo profissional tem o que merece. E um grupo desunido, só pode merecer quem o desuna ainda mais...

Durante anos e anos, cerca de 7 anos (isto é, desde que os socialistas chegaram ao poder!) os professores estiveram a recuperar da pancadaria que lhes foi ministrada por uma Ministra do açoite e do insulto.

Depois de adormecidos durante este tempo todo, anestesiados durante a (des)governação socialista, os professores depertam agora para exigir a dignidade perdida.

Agora já é tarde... Ainda que digam que mais vale tarde do que nunca, a verdade é que despertaram muito tarde. Ou talvez não... Quem sabe, gostarão de ver os que destruiram a dignidade a voltar às cadeiras do poder. A ser e ser amordaçados, espezinhados, que sejamos pela esquerda. A direitra fica a rir-se... Destuiram a economia do país e ficamos impávidos e seremnos vendo o que nos faziam...

Agora, parece-nos demasiado tarde para tocar a reunir... Enfim... O que constatamos com imensa tristeza é que despertamos demasiado tarde... o país está a caminho do abismo há muits anos mas esperamops o D. Sebastião para que nada nos acontecesse... O perigo já não vinha de Espanha...

Logo, apenas ficamos com o pesar de que, sendo uma classe profissional que deveria serr das mais activas e esclarecidas, despertaram demasiado tarde...

Mas compreende-se. Com o PS na oposição, não faltará apoio político da esquerda para a manifestação todos os meses, todas as semanas, ou todos os dias... Mais não seja, para recuperar o poder e conseguir, de facto, acabar o trabalho que começaram em 1995 e levaram até 2002, e que continuaram desde 2005 a 2011: cumprir a promessa de Sócrates: afundar o país.

publicado por J.Ferreira às 22:55

19 Setembro 2011

É triste que tantos e tantos portugueses foram enganados por outros tantos políticos que levaram o país para o abismo...

Sim. Depois de anos e anos em que alertarmos aqui (quase solitariamente e a correr o risco de ser rotulados como "faccionistas" ou, no mínimo, "pessimistas" !?) vemos que hoje ninguém mais fala de Vítor Constâncio (premiado com uma nomeação para o BCE depois de ter demonstrado a sua incompetência à frente do Banco de Portugal (lembram-se da falta de controlo do BPP e do BPN que ajudou a afundar Portugal?), nem de Jorge Sampaio, que astutamente devolveu o poder aos socialistas para que completassem o processo iniciado por outro socialista, António Guterres (lembram-se do país "de tanga", frase imortalizada pela voz de Durão Barroso) contribuindo para que o mais incompetente de todos os primeiros ministros de Portugal (José Sócrates) pudesse chegar às cadeiras do poder e levar o país para o abismo, a ponto de ter de vir até cá a troika para a livrar Portugal da "Banca Rota"...

 

Agora, surgem os editoriais... Como este abaixo... Que me dizem? Por que andaram calados enquanto Sócrates cavava buracos no navio? Não se deram conta de que caminhávamos para o abismo? Ou será que a "tareia" socrática nos professores os divertia...? Afinal, enquantoa fundava o navio entretinha estes jornalistas com cenas de "porrada nos professores"... Quem serão, afinal, os malditos que nada mais fazem do que afundar o país...?? O seu nome começa por "P" de "Políticos" e não "P'" de "Professores"

 

Vejamos pois, o que diz o Director do Jornal de Negócios :

 

"A comitiva que hoje aterra em Lisboa, de membros do FMI, BCE e Comissão Europeia, vem consumar o nosso fracasso. Cada degrau que pisem na descida do avião é uma chicotada no nosso orgulho, na nossa autonomia, no nossa autodeterminação. O País está hoje humilhado.

Em vez de uma marcha fúnebre, temos um cortejo de carnaval. José Sócrates conseguiu, dois dias depois de o País se ajoelhar, produzir o seu mais irreal discurso de sempre. O Congresso do PS encenou um triunfalismo que é ofensivo para um País intervencionado. Foi um delírio colectivo triste, um comício com o fanatismo de Vasco Gonçalves, uma propaganda alucinógena. Leni Riefenstahl, a cineasta de Hitler, ter-se-ia comovido.

Os políticos comportam-se como herdeiros que disputam as partilhas de fortuna nenhuma. É preciso um entendimento entre três partidos, que os vai vincular mesmo durante as eleições a medidas de austeridade, mas todas as pontes de contacto estão a ser dinamitadas. O Presidente da República faz de conta que não é nada com ele (imagine que era com Mário Soares: tem alguma dúvida de que já tinha posto esta gente na ordem?). José Sócrates fala de Passos Coelho como se tivesse acabado de lhe dar uma tareia em bilhar de mesa. Passos Coelho "contrata" Nobre para presidente da Assembleia da República e ainda alguém se vai lembrar de José Manuel Coelho na Madeira. Mas não há grande cuidado com a gravidade da situação financeira que atravessamos.

Os 80 ou 90 mil milhões de euros que vamos pedir ainda não estão garantidos. Há muitos países que estão enfurecidos e que falam de nós como de leprosos. As lideranças europeias são hoje fracas e pressionadas pelas suas opiniões públicas. Mesmo a senhora Merkel, que adoramos odiar, deu a cara por nós, em Berlim, nem há um mês. E nós? Desgovernamo-nos em declarações públicas como quem entra num restaurante cheio com uma metralhadora descontrolada na mão.

É triste que, depois de tantos noas a alertarmos para ao Abismo que estava a ser cavado pelos políticos, tal como o coveiro abre a sepultura para enterrar os que se despedemd este mundo.

Afinal, só nos resta perguntar:

Onde andavam estes jornalistas há uns anos atrás, eles que têm o poder de colocar e demitir governos )

 
A principal razão pela qual a Europa nos quer ajudar não se chama Portugal, chama-se Espanha, chama-se euro. Essa é a nossa protecção. Já que não nos sabemos ajudar, ao menos ajudemo-los a ajudar-nos.

Poul Thomsen é, como Hamlet, dinamarquês e verá que há algo de podre neste reino. Portugal falhou. Entrou em bancarrota. Ficou sem dinheiro. Somos a chacota da Europa, nem na desgraça nos unimos. Portugal vai ser, segundo o FMI, o único país do mundo em recessão em 2012. E no entanto, os políticos, as elites, os governantes, agem sem tino. Não chegou terem atirado o País para eleições no pior momento possível. Agora nem para acordarem um pedido de ajuda se entendem.

O País não é todo um coliseu, há muitos sítios onde hoje o orgulho nacional se sente ferido. Na Beira Alta, onde há honra, é costume dizer-se uma frase que um dia Henrique Monteiro usou no "Expresso": vergonha é não ter vergonha. E ninguém pede desculpa a Portugal.


psg@negocios.pt

 

 

publicado por J.Ferreira às 23:45

16 Junho 2011

Conhecem a história do Frei Tomás?

Pois bem... Se sim, leiam até ao fim. E, se não, leiam também até ao fim, ou até compreendam do que se trata. Seguramente que vai valer a pena.

Arrisquem a perder alguns minutos e talvez, com este artigo, possam reconstruir a vossa própria história do Frei Tomás.

Vem isto a propósito de uma notícia sobre uma intervenção de António Barreto .

Ora, que este senhor afirme que "não compreende a preferência dada aos mais jovens" quanto ao mercado de trabalho pois a experiência deeveria também ser valorizada, aidna que não necessariamente na mesma área, estamos de acordo... Mas gostaríamos de ver António Barreto a tomar outras atitudes que fossem apra além do discurso, tal como o fez o advogado António Martins Moreira.

Será que há coerência entre a prática e o discurso? Então não foram os governos socialistas (do seu partido, portanto!) que criaram ou mantiveram imensas regalias às empresas que contratassem jovens...? Confessamos a nossa perplexidade...

Mais, este homem critica a existência de uma “idade da reforma obrigatória” afirmando que os idosos não devem ser “obrigados” a reformar-se. Mas, pergunto:

Afinal, somos nós que não entendemos português ou estes senhores querem fazer dos portugueses parvos...?

Por que lutam os trabalhadores? Pelo direito a trabalhar até à morte...?

Qual é afinal o verdadeiro motivo de protestos na sociedade?

Será que os idosos desta Europa estão indignados por serem “obrigados” a reformar-se ou será que as manifestações se devem ao alargamento da obrigatoriedade de permanecer por muitos mais anos na vida activa e por conseguinte, pelo aumento do tempo obrigatório de trabalho (e dos consequentes descontos) para ter direito a uma reforma?

Confessamo-nos, uma vez mais, perplexos com esta notícia.

Como é possível falar-se dos idosos serem “proibidos” de exercer as suas funções?

Mas há que dar alguma razão a este senhor. Só que contraria a prática dos seus amigos socialistas e não consta que se tenha manifestado, em devido tempo, contra o alargamento da idade para ter direito à reforma, por exemplo, dos professores.

Será que este senhor apareceu a lutar ou manifestar-se contra o governo socialista quando este protelou a reforma dos docentes (prevista para os 55 anos se tivessem descontado durante pelo menos 35 anos!) para os 64 anos? Ora, quando uma significativa maioria dos cidadãos portugueses com 60 anos já não se sentem capazes de suportar a presença de 4 netos (sangue do seu sangue!) e afirmam "os filhos que os eduquem que eles já educaram os seus!" alguém ouviu António Barreto dizer que a medida do governo é absurda? Não. Mas agora até se confessa defensor de que “a idade da reforma possa ser adequada à saúde das pessoas, ao desejo das pessoas, à liberdade de escolha, às possibilidades do empregador e das empresas”. Bom... Pelo menos isso! Parece que os socialistas estão realmente muito melhor na oposição. Quando chegam à oposição, têm ideias brilhantes. Quando estão no governo, é uma desgraça!

O grande problema é que, são todos como o Frei Tomás... O tal que, “prega bem, mas não faz”.

E afirmamos isto porque realmente António Barreto até tem razão... Sem dúvida que este senhor está certo. Com efeito, vivemos num período em que a discussão está centrada na intenção (demoagogicamente justa) de se obrigar todos os cidadãos a reformarem-se cada vez mais tarde, falando-se em 65 ou até 67 anos independentemente de serem empregados de mesa, hospedeira de bordo, professores ou até mineiros, camionistas, etc. etc.

Isto é aplicável a todos os cidadãos ... este é o conceito de igualdade cega socialista que José Sócrates implantou (e que em momento algum Barreto, tabém socialista,  criticou!). Ou seja, ser empregado de balcão ou condutor de um camião ou trabalhador da minias de carvão, para os socialisats exige o mesmo desgaste... (Só futebolista é que é de desgaste rápido, porque eles, os jogadores, esses sim: desgastam rapidamente as finanças dos clubes e têm de ir mamar nos nossos descontos apra a Segurança Social...!). 

 

Enfim. Numa fase em que a Europa pretende dilatar o período de vida activa de todos os cidadãos, protelando apra além dos 65 anos o período de trabalho obrigatório dos cidadãos para terem direito a receber uma pensão, agora que é cada vez mais fácil despedir os empregados ao mesmo tempo que se tornou cada vez mais difícil a um "jovem de 55 anos" vem para os jornais este senhor (reformado e no activo, e, ainda por cima, de barriga bem cheia, seguramente!) falar da necessidade de não se obrigar de se reformar... mas quem é que está hoje, com a fuga para a reforma acentuada que se verifica em todos os ramos, por culpa dos perseguidores socialistas (ai, se eu pudesse receber, nem que fossem apenas 200 euros de reforma... creio que também me reformaria vontade não me faltaria de manda à fava uma camada de incompetentes que afundaram o país!), é que vem este senhor falar de fim da “obrigação de reformar-se”.

Parece impossível. Para o discurso dos políticos demagogos, um cidadão de 55 anos ainda é um jovem... mas em termos de benefícios, já não os tem porque não faz parte do grupo dos jovens, isto é, tem mais de 30 ou 35 anos!) conseguir encontrar um trabalho, (como se tivéssemos de descontar uma vida inteira, o que interessa é garantir por lei que não cheguemos a beneficiar da possibilidade de vir a receber, no mínimo, parte daquilo que descontamos.

Quando os socialistas chegaram ao poder em 2005, entrou na ordem do dia a discussão sobre pretensos privilégios de alguns. Esses tais que, tendo a reforma em idades diferenciadas em função do desgaste profissional, das condições de saúde e de exigência física dos seus trabalhos, também eles, muito diferenciados em função das suas exigências e especificidade…

Quem não se lembra do reconhecimento da profissão de futebolista como de “desgaste rápido” (que, diga-se, até apoiamos, embora por outros motivos já que, quanto a nós, sem dúvida “desgastam rapidamente as finanças dos clubes” que, por isso mesmo estão cheios de dívidas à segurança social!)?

Agora que os socialistas (enquanto governo!) fizeram valer na sociedade a igualdade socialista para a idade da reforma, surgem outros socialistas (é claro, agora na oposição!), a defender o que antes combateram. Não estranhamos pois que Barreto venha defender que “a idade da reforma possa ser adequada à saúde das pessoas, ao desejo das pessoas, à liberdade de escolha, às possibilidades do empregador e das empresas”.  O que estranhamos é o seu silencia sobre esta matéria durante mais de 7 anos em que o seu partido, o partido do seu a amigo (ou talvez não) José Sócrates praticou exactamente o contrário. Quem não se lembra do sinal de trânsito semelhante ao de aproximação de recinto escolar ou local frequentado por crianças, ou de travessia de peões com as inscrições “Perigo, travessia de professores” com dois professores velhinhos, já corcundas e com bengala, atravessando a passadeira?

Será que só nós é que o entendemos? Não. Outros entenderam que era uma aberração, mas, como eram os amigos a governar, optaram pelo silêncio.

Enfim. Não há dúvida de que alargar a idade da reforma está na ordem do dia. Mas, O que mais importaria era discutir se um mineiro deve se (e sobretudo!) se der o exemplo. Por isso, António Barreto (e seus seguidores) deveriam começar por recusar a sua reforma! Afinal, está no activo. Igualmente que o seu camarada de partido, Jorge Sampaio (hoje, reformado a exercer funções como Presidente do Conselho de Administração da Fundação Cidade de Guimarães Capital Europeia da Cultura). E tantos outros dos mais variados partidos que não vale a pena aqui enumerar. Mas, diga-se, este gesto fica-lhe politicamente, muito bem. António Barreto sabe que distrai o povo das verdadeiras consequências do aumento da idade da reforma... E está muito pouco preocupado com o facto de se aumentar a idade do direito dos demais cidadãos a receber uma reforma... Por isso, como Portugal não está ainda suficientemente adormecido (ou distraído) com o Futebol (já que o tempo do circo remonta a Roma!) há que criar estes chavões de polémica para distrair o povo... 

 

Sim, é preciso distrair os portugueses e fazer a gente esquecer que eles, os ex-deputados e ex-ministros, realmente nunca chegaram a ser reformados pelo Parlamento (na letra, pois às reformas chorudas por terem exercido cargos públicos, chamam-lhes subvenção!) mas na prática estão a receber prestações do estado e continuam a poder exercer outras actividades remuneradas, coisa que ao Zé povinho, com apenas 400 euros de reforma (ou menos!) não lhes é permitido! Sim, porque António Barreto, seguramente, recebe uma dessas "reformas" e continua a trabalhar. E, por certo, com tachos e mais tachos pelo facto de ter sido também ele, ministro. Agora, o verdadeiro problema deixou de ser o facto de se obrigar as pessoas a trabalhar mais para terem direito à reforma. Para senhores como este, descansadinhos na vida e com subvenções chorudas, o problema parece ser o facto de terem sido obrigados, pela lei que eles mesmos fizeram, a receber umas reforminhas chorudas... E em estes moralistas falar de que não se deve ser obrigado a reformar-se? Mas foi no tempo dos socialistas que um colega, querendo trabalhar mais anos, foi reformado compulsivamente... E, como não se reformou quando poderia ter feito 5 anos antes, toma lá... Ficou a perder comparativamente aos seus colegas que o fizeram... isto sim, é socialismo recauchutado. Quanto mais anos trabalhas, menos recebes...

 

Toma lá que é socialista!

publicado por J.Ferreira às 14:33

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