Até que o Teclado se Rompa!
"O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons." (Martin Luther King)

21 Outubro 2010

Caro leitor.

Vamos lançar-lhe um desafio nada difícil de enfrentar. Apenas lhe pedimos que ouça "com olhos atentos", veja "com ouvidos despertos" e, no final, diga de sua justiça, deixando o seu comentário abaixo!

 

 

 

Com que então senhor Ministro das Finanças diz que não sabe onde cortar mais às despesas?

Pois bem... Aqui fica mais uma ideia... É caso para dizer:

- Ó Sócrates! Aproveita! Estas são de borla!

 
 

 

 

Enquanto o povo aperta o cinto, o nosso Parlamento vai ter 100 MILHÕES para gastar em 2011,  prevendo-se uma quebra na despesa consolidada do Parlamento de apenas 1,1%. E andamos nós a reduzir entre 3,5%  e 10% no nosso salário. Viva a igualdade e o exemplo do Estado. Ora, depois disto, será que alguém ainda tem dúvidas de quem nos anda a "chupar" a massa?

Em soluções milagrosas já ninguém acredita. Mas há quem tenha uma resposta lógica e convincente para resolver parte do problema das nossas finanças públicas sem castigar os cidadãos que nenhuma responsabilidade têm  quanto ao descontrolo orçamental destes (des)governantes.

Depois disto, é caso para recordar algo que cantava Zeca Afonso:

"Eles comem tudo!..."

"Eles comem tudo!..."

"Eles comem tudo e não deixam nada!"

 

 

Finalmente gostaria de dizer que, depois de assistirmos ao triste espectáculo da situação financeira em que os nossos governantes democratas deixaram os cofres do Estado, temos de confessar que começamos a ter algumas e sérias dúvidas sobre a quem, realmente, se referia Zeca Afonso na sua canção "Os vampiros"?

 

publicado por J.Ferreira às 22:40

15 Outubro 2010

A carta que abaixo reproduzimos, foi recebida por email com um pedido para que fosse  divulgada. Ora, que melhor divulgação se poderia fazer que colocar o seu conteúdo neste espaço. Na verdade, já fizemos eco de outras situações, não menos indignas. Veja Aqui .

Porém, não a colocaremos aqui sem fazer preceder a sua publicação de um comentário...

 

Trata-se de uma carta escrita por um cidadão nela identificado que demonstra, de forma irónica, a revolta que leva na alma, na qual utiliza palavras como punhais que demonstram bem o quanto sangram as feridas que leva na alma e no coração.

Há muitos anos que defendo que vencer um cancro é muito mais nobre que regressar vivo de uma guerra. Cada ano de luta contra o cancro (comprovado por instituição de saúde pública, obviamente!) deveria corresponder a, pelo menos, 3 anos de tempo de serviço para efeitos de acesso à Reforma. E nada seria de espectacular se tivermos em conta que os parlamentares, cheios de saúde, se podem REFORMAR (ainda que lhes chamem subvenções e não reformas, para todos os efeitos reais é o mesmo pois delas podem viver até à morte!) com 40 anos (ou até menos!).

Por isso, deixemos esta conversa da treta, deixemo-nos de eufemismos, porque a maioria das subvenções vitalícias são moralmente indignas porque são atribuídas a quem continuará a recber reformas de outras áreas (veja-se o caso de Manuel Alegre.... E ainda quer ser Presidente da República? Só se os portugueses forem bananas!!...). São os subvencionados da política portuguesa (quantas das vezes, que exerceram os cargos com incompetência!) que atacam o Orçamento da Segurança Social muito mais profundamente do que qualquer outro reformado com valores incomparavelmente inferiores aos que as subvenções que, para além de serem astronómicas (tendo em conta a miséria do Ordenado Mínimo Nacional...) ainda permitem a esses senhores a acumulação com os cargos para onde os amigos da política os nomeiam logo que acabam de ser reformados... (diga-se, no politicamente correcto, subvencionados!) pelo dinheiro dos contribuintes que sacam dos cofres do Estado.

O pior e mais grave é que são atribuídas a deputados jovens: gente com  uma “super”, “hiper” ou “extra” ordinária  capacidade para trabalhar... Ou será que não é verdade que aceitam ser nomeados para cargos de Administração de Empresas?

 

Mas voltemos à questão central: a contagem do tempo de serviço para quem, comprovadamente, luta contra o cancro...

É ou não é verdade que, aos ex-combatentes do ultramar (alguns NUNCA estiveram com a vida em perigo!) o tempo exercido nessas funções (justa ou injustamente, depende do ponto de vista!) lhes foi bonificado, isto é, contado a dobrar...? Pois bem, meus caros amigos...

Aos vencedores e às vencedoras do cancro, àqueles e aquelas que (em tempo de PAZ ou em tempo de guerra) lutaram ou que lutam pela sobrevivência este governo aumenta-lhes os IMPOSTOS e reduz-lhes as deduções em sede de IRS.

Que país é este? Que mais sacrifícios o Estado se prepara para impor?

Os espanhóis, mesmo em crise, nem por sombras sofrem o que os portugueses estão a passar...

A esta cidadã portuguesa  a revolução de 1640 foi  o pior que lhe pode ter acontecido.

Será que temos de lutar para que se volte ao 30 de Novembro de 1640 e aliar-nos a Espanha ou implorar-lhes que venham por aí dentro e tomem conta disto?

 

A política levada a cabo por estes socialistas (que antes esbanjavam dinheiro com a mesma irresponsabilidade com que hoje aumentam os impostos!) cada vez menos dúvidas tenho de que “o que eles querem é que se morra antes de chegar à reforma”....  temos de nos revoltar contra esta situação e começar por exigir igualdade.

 

Há que levantar cartazes reclamando o seguinte: “Abaixo as Reformas... ! Viva as Subvenções Vitalícias para Todos.”

Os deputados não podem continuar a ser cidadãos de primeira e o povo cidadãos de segunda. Acabemos com isto de uma vez por todas. Mordomias? Que gastem do seu bolso para comer, deslocar-se... Para isso têm imensas ajudas de custo que mais ninguém na função pública usufrui. Ou reconhecem os mesmos direitos dos deputados a todos os cidadãos ou acabemos com estes “sanguessugas” da nação.

Voltemos à carta. Pessoas CORAJOSAS como esta senhora são autênticos MÁRTIRES .

 

Padecendo as amarguras da vida e sofrendo, ao lado dos seus, um autêntico caminho do calvário, agravado por um Governo que gasta dinheiro e esbanja o que é de todos em compras supérfluas, desnecessárias próprias de vaidosos e megalómanos como são as luxuosas viaturas BMW que substituíram em ano de crise por terem OITO ANOS (Ui, tantos... imaginem!) e estarem, nas palavras de uma cambada de políticos sem escrúpulos, “em fim-de-vida"... Como!!!? Em fim de vida? Ora, meus caros, em fim-de-vida está esta senhora e muitos de nós em pouco tempo se esta gente continuar a (des)governar o país por muito tempo. Temos de encontrar outro caminho...

 

Confesso que fico alucinado. É que por muito que pense, não percebo! O meu carro (coincidência!) de marca igual mas comprado usado, já possui MAIS de DE DEZ ANOS anos e está como novo!... Incrível? Será que os veículos usados pelos senhores do governo (com toda a assistência e da melhor, sempre na marca, na é verdade?) se desgastam mais que os do cidadão comum?  Não. É mentira... Só pode ser a mania megalómana de andar em altos carros de luxo e novinhos em folha... A quem querem enganar...? Pois bem. Já que tanto gostam de apontar a Finlândia como exemplo, que os Ministros portugueses se comportem como os da Finlândia e se desloquem em transporte público ou (como vi claramente visto num reportagem feita pelos jornalistas franceses sobre a Finlândia) num comum “Citroën Saxo”. Verdade. O Ministro da Educação viajou de aeroporto a aeroporto, sozinho, para ir inaugurar uma escola e, num dia de chuva e neve, teve de esperar no aeroporto ao lado dos  repórteres por uma senhora que o foi esperar num simples Citroën Saxo, sem guarda costas nem mais mordomias. E pagava as refeições que comia a uma empresa de “catering” com o seu cartão bancário... Do seu Ordenado. Assim... SIM... Tenho vontade de gritar: "Quero ser Finlandês!". Se os políticos querem luxos, que se desloquem nos seus popós como os demais funcionários públicos que gastam a viatura e o combustível ou andam de transporte público (pagando com o seu salário e é se querem manter o emprego e ir trabalhar!

 

O mais grave é que estes são os governantes que gastaram milhões em submarinos (que para nada servem), outros tantos milhões em carros de combate, em estudos para aeroportos e linhas de TGV para tudo não passar do papel. A teimosia em querer ser mais rico do que a conta bancária que tem só poderia dar numa crise económica cuja culpa os cobardes não se cansam de endossar à conjuntura internacional. Digam isso à Alemanha... A crescer de ano para ano!

 

O problema está no sul da Europa. Parece incrível mas são os países do sul (Portugal, Espanha e Grécia) que receberam milhões e milhões de ajudas da CE que se encontram a sofrer o maior impacto da crise. Porquê? Pode não existir uma causalidade directa mas que é estranho, lá isso é, que estes três países sejam os que, nos últimos 15 anos, estiveram mais tempo sob o comando de timoneiros socialistas! Estranha coincidência (ou talvez não!). Que o povo abra os olhos e decida colocar de novo o PS no lugar que lhe corresponde e de onde nunca deveria ter saído.

 

É que os portugueses já haviam sido confrontados com políticos que apoiaram ideias igualmente megalómanas como a construção de estádios de futebol. Megalómanos e desnecessários para a dimensão do nosso país. Para captar o apoio da sociedade argmentavam com o futuro retorno do investimento (que ficamos a "ver por um canudo", como se diz cá pelo burgo!) pois nunca chegou! Enfim. Obras que  mais não serviram senão para endividar as autarquias até ao pescoço (agora o e o Zé-povo é que paga, nas derramas, no IMI...!). De facto, somos um povo que nunca aprende com os erros do passado. Os portugueses tinham sido confrontados com obras megalómanas quando OUTRO SOCIALISTA (António Guterres) abandonou o leme do Governo, pedindo a demissão num momento em que deixou as finanças do país país numa miséria ao ponto da situação do país ter sido  afirmado pelo então Primeiro-Ministro e agora Presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, que o país estava  "DE TANGA"... Enfim... Alguns diziam mesmo que "de tanga, e sem tanga!"... Enfim. Gente sem moralidade... sem valores... sem escrúpulos...!

 

Felizmente, embora sofrendo, esta cidadã ainda sobrevive. Estamos seguros de que José Sócrates ficaria mais feliz se a senhora morresse pois assim, tal como Manuela Estanqueiro, era menos uma a quem a Segurança Social teria de pagar a reforma.

Sim... Manuela Estanqueiro, Artur Silva (professores) e outros tantos "também não" chegaram a receber Reforma: morreram. Por isso, estes socialistas são farinha do mesmo saco dos seus antecessores: uns cobardes, para não dizer, sacanas!

HOJE... PORTUGUÊS ME CONFESSO:

 

Tenho vergonha de algum dia na minha vida ter votado no PARTIDO SOCIALISTA...

 

Aqui fica, seguidamente, a Carta que nos pediram para divulgar. Divulgar ou não este post pelos vossos contactos esta iniciativa depende de cada um. Nós fizemos a nossa parte. Apelamos, no entanto, a que não deixem que a vossa voz se cale... Aqui fica, então:

 

«Exmo. Senhor Ministro das Finanças

Victor Lopes da Gama Cerqueira, cidadão eleitor e contribuinte deste País, com o número de B.I. 8388517, do Arquivo de identificação de Lisboa, contribuinte n.º152115870 vem por este meio junto de V. Exa. para lhe fazer uma proposta:

A minha Esposa, Maria Amélia Pereira Gonçalves Sampaio Cerqueira, vítima de CANCRO DE MAMA em 2008, foi operada em 6 Janeiro com a extracção radical da mesma.

Por esta ‘coisinha’ sem qualquer importância foi-lhe atribuída uma incapacidade de 80%, imagine, que deu origem a que a minha Esposa tenha usufruído de alguns benefícios fiscais.

Assim, e tendo em conta as suas orientações, nomeadamente para a CGA, que confirmam que para si o CANCRO é uma questão de só menos importância.

Considerando ainda, o facto de V. Ex.ª, coerentemente, querer que para o ano seja retirado os benefícios fiscais, a qualquer um que ganhe um pouco mais do que o salário mínimo, venho propor a V. Ex.ª o seguinte:

A devolução do CANCRO de MAMA da minha Mulher a V. Exa. que, com os meus cumprimentos, o dará à sua Esposa ou Filha.

Concomitantemente com esta oferta gostaria que aceitasse para a sua Esposa ou Filha ainda:

a) Os seis (6) tratamentos de quimioterapia.

b) Os vinte e oito (28) tratamentos de radioterapia.

c) A angústia e a ansiedade que nós sofremos antes, durante e depois.

d) Os exames semestrais (que desperdício Senhor Ministro, terá que orientar o seu colega da saúde para acabar com este escândalo).

e) A ansiedade com que são acompanhados estes exames.

e) A angústia em que vivemos permanentemente.

Em troca de V. Ex.ª ficar para si e para os seus com a doença da minha Esposa e os nossos sofrimentos eu DEVOLVEREI todos os benefícios fiscais de que a minha Esposa terá beneficiado, pedindo um empréstimo para o fazer.

Penso sinceramente que é uma proposta justa e com a qual, estou certo, a sua Esposa ou filha também estarão de acordo.

Grato pela atenção que possa dar a esta proposta, informo V. Exa. que darei conhecimento da mesma a Sua Ex.ª o Presidente da República, agradecendo fervorosamente o apoio que tem dispensado ao seu Governo e a medidas como esta e também o aumento de impostos aos reformados e outras…

Reservo-me ainda o direito (será que tenho direitos?) de divulgar esta carta como muito bem entender. E por isso peço a todos aqueles que receberem e lerem esta mensagem e se assim concordarem que enviem aos vossos amigos. Obrigado

Como V. Ex.ª não acreditará em Deus (por se considerar como tal…) e por isso dorme em paz, abraçando e beijando os seus, só lhe posso desejar que Deus lhe perdoe, porque eu não posso (jamais) perdoar-lhe.

Com os melhores cumprimentos,

Atentamente,

 

Victor Lopes da Gama Cerqueira.

publicado por J.Ferreira às 22:51

08 Julho 2010

Para onde vamos afinal? O que queremos da Europa?

 

O ex-presidente do PSD acusa o primeiro-ministro de "não ter vergonha na cara", a propósito da "golden share" do Estado na PT.

No seu comentário televisivo semanal na TVI, a que a agência Lusa teve acesso, Luís Marques Mendes considera "esperada" e "correcta" a decisão de Bruxelas sobre a utilização pelo Governo português da 'golden share' do Estado na PT para evitar a compra da Vivo pela espanhola Telefónica.

"As 'golden shares' não são solução, nem em Portugal nem em qualquer País da Europa" e "se um Estado considera que uma empresa é estratégica tem sempre uma solução: ou não privatiza ou só privatiza em parte, mantendo a maioria do capital", defende o ex-ministro dos Assuntos Parlamentares.

De acordo com Marques Mendes, o primeiro-ministro, José Sócrates, comportou-se como "quem tem duas caras" ao criticar a União Europeia pelo "fim das 'golden shares'" depois de se ter batido pelo Tratado de Lisboa.

"Então estes princípios não estão escritos no Tratado de Lisboa? Então é a favor da Europa num dia e contra a Europa no dia seguinte? A isto chama-se não ter vergonha na cara", acrescenta o ex-presidente do PSD.

Marques Mendes sustenta que a explicação é que "o primeiro-ministro está cada vez pior nas sondagens, está a perder popularidade todos os dias" e "pensou que bater o pé aos espanhóis era popular".

"O primeiro-ministro não está a servir nem a PT nem o país. Está a servir-se da PT para tentar limpar a sua imagem nas sondagens", reforça.

"Quem o ouve, o primeiro-ministro, parece que o destino da pátria está dependente da presença da PT na Vivo. Isso é o cúmulo da demagogia. Há que dizer que há mais vida para além da Vivo. A Vivo não é o alfa e o ómega do nosso desenvolvimento", argumenta Marques Mendes, questionando o que ganha Portugal "se houver uma guerra jurídica que se arraste pelo tempo fora".

No seu entender, "quem vai ganhar são vários escritórios de advogados -- esses, sim, podem agradecer ao primeiro-ministro", de resto todos os portugueses perdem "se os investidores estrangeiros se afastarem de Portugal porque consideram que o Estado não é fiável, faz batota e altera as regras do jogo quando lhe convém".

 

Afinal que governo é este? Que dignidade tem para fazer e agir como age? Uma no cravo outra na ferradura?

 


Extraído de aqui.

publicado por J.Ferreira às 23:19

02 Junho 2010

Adivinhe o que faz tanta gente na mesma profissão, ao serviço de Sua Ex.cia o Senhor Primeiro-Ministro José Sócrates...

 

Depois, venham daí e... Vamos lá! Atrevam-se a falar de crise...!

 

CRISE?!! QUEM FALOU EM CRISE?

 

·               Despacho n.º 8346/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18

Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral

Requisita à empresa Deloitte & Touche, Lda., António José Oliveira Figueira, para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro

 

·               Despacho n.º 8347/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18

Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral

Requisita à Associação dos Bombeiros Voluntários de Colares Rui Manuel Alves Pereira, para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro

 

·               Despacho n.º 8348/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18

Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral

Requisita ao Sindicato dos Trabalhadores de Escritório, Comércio, Hotelaria e Serviços Vítor Manuel Gomes Martins Marques Ferreira, para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro

 

·               Despacho n.º 8349/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18

Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral

Designa o agente principal da Polícia de Segurança Pública Augusto Lopes de Andrade para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro

 

·               Despacho n.º 8350/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18

Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral

Requisita à empresa Companhia Carris de Ferro de Lisboa, S. A.,Arnaldo de Oliveira Ferreira, para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro

 

·               Despacho n.º 8351/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18

Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral

Designa o assistente operacional Jorge Martins Morais da Secretaria-Geral do Ministério da Cultura, para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro

 

·               Despacho n.º 8352/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18

Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral

Designa o assistente operacional Jorge Orlando Duarte Vouga do Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social, I. P., para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro

 

·               Despacho n.º 8353/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18

Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral

Designa o agente principal da Polícia de Segurança Pública Jorge Henrique dos Santos Teixeira da Cunha para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro

 

·               Despacho n.º 8354/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18

Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral

Designa a agente principal da Polícia de Segurança Pública Liliana de Brito para exercer funções de apoio administrativo no Gabinete do Primeiro-Ministro

 

·               Despacho n.º 8355/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18

Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral

Designa o agente principal da Polícia de Segurança Pública José Duarte Barroca Delgado para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro

 

·               Despacho n.º 8356/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18

Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral

Designa o agente principal da Polícia de Segurança Pública Manuel Benjamim Pereira Martinho para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro

 

·               Despacho n.º 8357/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18

Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral

Designa o agente principal da Polícia de Segurança Pública Horácio Paulo Pereira Fernandes para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro

 

·               Despacho n.º 8358/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18

Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral

Designa o agente principal da Polícia de Segurança Pública Custódio Brissos Pinto para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro

 

Contaram bem? Apenas 1 para apoio administrativo.

Os restantes 12 são motoristas! Doze condutores! …

Incrível… Só para o gabinete do primeiro-ministro!???

Será que o Sócrates quer montar uma firma de táxis?!

Grande Crise!!! É só saber ler... e não ser muito estúpido!

publicado por J.Ferreira às 19:17

22 Maio 2010

Muito bem visto... Por Joaquim Letria

Futuro radioso

"NÃO SÃO AQUELES que criaram esta crise que a vão pagar. Muita gente vai ficar sem poder satisfazer as necessidades básicas da alimentação, habitação, saúde e educação e desta gente ninguém teve a ver com os desvarios, a incompetência e a corrupção que na última década nos tem desgovernado.
Um dia destes vão dizer “olhem as nossas contas públicas tão bem feitinhas”, mas já não há mais nada, porque a economia já deu o berro e o desemprego atirou-nos pela borda fora.
Vamos ficar transformados numa espécie de fábrica gigante da Volkswagen. Claro que nem todos os portugueses que cá fiquem estarão na AutoEuropa a fazer carros. O resto leva os sacos dos tacos de “golf” dos ilustres visitantes do Alqueva ou carrega as espingardas nas coutadas para os nossos distintos turistas.
Então e os nossos bem-amados políticos destes últimos 10 anos? Os raros que precisem de trabalhar, enfiam-se nas civilizações do Sampaio ou eles mete-os nos tuberculosos da ONU ou na fundação do Figo. Outros, vão explorar os pobres refugiados do Guterres. Os que sobrarem, como sempre, têm administrações, bancos e empresas públicas, além de Bruxelas, enquanto houver Barroso. Os que não couberem, vão para a Guiné Bissau ajudar os amigos colombianos. Não se perdem!"

O pensador escreveu e nós aqui deixamos para que muitos mais possam reflectir.

"Sócrates parece aqueles velhinhos que se metem pelas auto estradas em contra-mão, com o Teixeira dos Santos no lugar do morto, a gritarem que os outros é que vêm ao contrário.
De rabo entre as pernas, fartinhos de saberem que estavam errados, não conseguem agora disfarçar o mal que nos fizeram. Ainda estão a despedirem-se, agradecidos, do Constâncio, e já deram a mão a Passos Coelho, que lhes jura que conhece uma saída perto e sem portagem.
Estamos bem entregues! Vão-nos servindo a sopa do Sidónio, à custa dos milhões que ainda recebem da Europa, andam pelo mundo fora sem vergonha, de mão estendida, a mendigar e a rapar tachos, tratados pelos credores como caloteiros perigosos e mentirosos de má-fé.
Quando Guterres chegou ao Governo, a dívida pouco passava dos 10% do PIB.

15 anos de Guterres, Barroso, Sócrates e de muitos negócios duvidosos puseram-nos a dever 120% do PIB.

Esta tropa fandanga deu com os burrinhos na água, não serve para nada e o Estado do próprio regime se encarrega de o demonstrar. Falharam todas as apostas essenciais. Todos os dias se mostram incapazes. Mas com o Guterres nos refugiados, o Sampaio nos tuberculosos e na Fundação Figo, o Constâncio no Banco Central e o Barroso em Bruxelas, a gente foge para onde?!

 

É incrível...sem dúvida.

Até onde estamos dispostos a deixar que nos levem? Ou, dito de outra forma, Para onde caminhamos?

 

 

publicado por J.Ferreira às 15:25

02 Maio 2010

Prova de Ingresso na Carreira Docente versus O descrédito do Ensino Superior

 

O Absurdo da Licenciatura de José Sócrates.

Que terá aprendido José Sócrates com a sua licenciatura em Engenharia?

 

José Sócrates pode ter aprendido muito na Universidade Independente... Ou então, pode ter aprendido muito pouco! Mas uma coisa aprendeu: um aluno que passa mais de 13 anos sem estudar e que volta à universidade, mesmo com outras ocupações que absorvem (ou deveriam absorver!) a maior parte do seu tempo disponível pode conseguir muito melhores resultados académicos que esse mesmo aluno quando apenas se dedicava ao estudo.

 

Esta é a conclusão inevitável que poderemos retirar das classificações obtidas por José Sócrates nas últimas disciplinas que lhe permitiram a obtenção de uma “licenciatura em engenharia”.

 

Mas tudo poderia até ser considerado normal se o cidadão José Sócrates, para além de ter “retornado” como estudante, não fosse à data também um político influente na sociedade e alguns dos seus professores não fossem do grupo alargado de amigos, isto é, da família socialista.

E tudo poderia parecer ainda mais normal se o homem continuasse a acreditar nas instituições que o formaram. Mas não. De facto, mandou encerrar a universidade que o formou. Por que motivos? As notícias sobre este tema falam por si.

 

Mas o pior de tudo é que José Sócrates poderia ter dado uma prova de que acredita nas instituições e, se não acredita em mais alguma que a mande também encerrar. Mas não!

Como abaixo demonstraremos, José Sócrates parece ter deixado de acreditar nas instituições de ensino superior.

Perguntam: Por que terá sido?

Ora, ora... Cada leitor que faça o seu juízo de valor. Nós apenas dizemos: José Sócrates lá saberá por que motivo duvida da classificação atribuídas pelos professores universitários aos seus alunos!

 

Vamos lá então tentar perceber por que motivo dizemos que José Sócrates deixou de acreditar nas instituições que formam professores. Mas só das que formam professores. Nenhum outro concurso a nenhum outro cargo (muito menos de nomeação!) é submetido a uma prova de conhecimentos para certificar o que já vem certificado no diploma. Nem mesmo o de engenharia! Ou seja, instalou-se o descrédito nas instituições de ensino superior, especificamente (ou exclusivamente!) que formam professores.

 

José Sócrates dá sinais disso mesmo ao instituir que, um professor (devidamente certificado e profissionalizado por uma  Universidade Pública, aprovado com média de 10, 11, 12 ou 13 ou mais valores) se teria de submeter a uma Prova de Conhecimentos na qual, para poder ingressar na carreira docente,  teria de conseguir uma classificação mínima de 14 valores!

 

Esta prova (absurda!) é a prova mais do que evidente de que José Sócrates desconfia das classificações atribuídas pelos vários professores universitários (mais de 10, mais de 15... contrariamente a José Sócrates que teve o mesmo professor a várias disciplinas determinadas como necessárias para que ao “engenheiro técnico” lhe fosse reconhecido o grau de “licenciado em engenharia”!) que numa instituição pública  universitária avaliam os candidatos a professores ao largo de 4 anos e em mais de 20 disciplinas? De onde provém esta desconfiança?

 

 

A exigência de uma Prova de Ingresso na Carreira Docente é um absurdo.

Estamos já integrados na carreira. Por isso, não estamos em defesa de causa própria mas antes em defesa do prestígio das instituições, do nível mais generalista (ensino básico) ao mais especializado (ensino superior). Desde o início que lutamos contra os princípios que suportam esta iniciativa por diversos motivos que provam o quanto absurdo é esta medida legislativa socialistas:

 

Primeiro absurdo:

Os cidadãos formados pelas universidades tendo como grau a “licenciatura em ensino” (logo, com o mesmo grau que o Primeiro Ministro José Sócrates, licenciado em engenharia) o qual, ao contrário da Universidade Independente onde o nosso Primeiro-Ministro se formou, foi atribuído por universidades públicas cuja credibilidade nunca foi colocada em causa (lembrem-se que José Sócrates mandou encerrar a universidade em que se formou por haver irregularidades!) e que no correspondente diploma final tenham obtido uma média inferior a 14 valores (podem aprovar na licenciatura desde que obtenham uma média final de igual ou superior a 10 valores!) teriam de conseguir uma nota mínima de 14 valores numa prova de conhecimentos organizada pelo Ministério da Educação para poderem ingressar na carreira docente.

 

Segundo absurdo:

Os docentes que não obtivessem a classificação mínima exigida pelo Estado (que permite o funcionamento das licenciaturas nas suas universidades aprovando os alunos desde que obtenham uma média igual ou superior a 10 valores!) não poderiam ingressar na carreira docente porque o Estado considera que não têm o mínimo de garantia de qualidade. No entanto, o mesmo estado permitir-se-ia contratar estes cidadãos para exercerem essas mesmas funções para as quais havia determinado que não tinham atingido a qualificação mínima só porque estariam na situação de contratados ad eternum como mão-de-obra barata!

 

Terceiro Absurdo:

José Sócrates e a sua equipa do Ministério da Educação colocaram em causa os certificados passados no ensino superior. Até podem ter as suas motivações. Mas desacreditarem as instituições de ensino superior é colocar em causa os alicerces do sistema de ensino. Se não cremos no que as estatísticas demonstram (quanto maior é o número de professores a avaliar um mesmo aluno menor será a divergência entre a classificação obtida por uma aluno e aquela que realmente merece. Por isso, se um aluno (como aconteceu com José Sócrates) fosse avaliado por um mesmo professor a diversas disciplinas, haveria maior motivo de preocupação quanto à correspondência entre a classificação obtida e o seu real valor. Porém, José Sócrates lá sabe por que motivos quer agora que um candidato a ingressar na carreira seja submetido à avaliação por intermédio de uma prova (que não prova nada senão o que naquele momento foi capaz, sabe-se lá em que circunstâncias, com que problemas, com que limitações da mais diversa ordem!) que será corrigida por apenas um professor (ou engenheiro, ou cacique, ou...) abrindo assim as portas não só ao factor “sorte” como, e essencialmente ao “compadrio”, à “corrupção”.

 

Por último, uma questão nos inquieta. O que queremos fazer da educação em Portugal? Continuar a remar em ziguezague, sempre sem rumo sem destino, sem norte? Experimentar toda a parafernália de receitas mágicas que já foram demonstradas como ineficazes noutros sistemas de ensino? Porquê? Ah... Talvez os portugueses se julguem mais “inteligentes”, mais “capazes”, mais “eficazes” que os demais seres humanos!

 

Para onde vamos? Ninguém sabe! Um único português tem o objectivo bem traçado: José Sócrates.

 

Na certeza de que, daqui por 10 ou 20 anos, já ele estará como “refugiado de luxo”, num organismo tipo “Comissariado Europeu para os Refugiados” (tal como aconteceu com António Guterres!) e nós, professores, voltaremos a ser de novo “achincalhados”, “crucificados”, “desprestigiados”, “insultados” aos microfones da rádio ou da televisão por mais um conjunto de comentadores que se consideram as "sumidades" intelectuais da nação (tipo esse “inútil” de nome Miguel de Sousa Tavares!).

E queimados por nova vaga de políticos ávidos de popularidade que usam o achincalhar dos professores para fazer a catarse de muitos portugueses incultos, ansiosos por descarregar todas as suas frustrações derivadas do fracasso académico em cima dos professores.

E teremos uma vez mais políticos que, sem ouvir os que mais sabem (os conselhos académicos, o conselho de reitores, etc. etc.. das universidades que formam, aprovam e certificam os cidadãos como licenciados em ensino e como tal, com competência para desempenharem as funções de professores!) decidem fazer da educação mais uma das suas experiências...

 

A educação não pode andar ao sabor de governos que querem fazer experiências colocando à frente do ministério pessoas por nomeação. Chegou a hora de entregar a educação às instituições que dominam o saber. Os políticos são como que licenciados em demagogia. A entrega da educação aos políticos é o mesmo que se a justiça fosse entregue aos mesmo políticos. Se já poucos (ou nenhuns dos políticos corruptos se sentam no banco dos réus, no dia em que a justiça estiver integralmente (por que já o está!) debaixo da para dos políticos, a ditadura voltará a instalar-se.

Ora, meus caros, se duvidamos das dezenas de professores que avaliam os alunos universitários que frequentam as licenciaturas, em quem vamos crer para avaliar na hora da correcção da dita prova? Será que temos os supra-sumos a corrigir as provas? Será que os intocáveis também chegaram ao Ministério da Educação? Ou será que, tal como acontece com a avaliação de algumas provas de alunos do secundário, vamos assistir ao recurso atrás de recurso para subida de notas dos professores? Que dignidade queremos para a profissão docente? Que respeito e que legitimidade vai ter o professor perante os alunos quando, depois de certificado, tiver escorregado numa dessas ditas provas de avaliação?

 

E, que vamos dizer a um professor quando, num determinado ano, conseguir uma nota equivalente a 18 (dezoito) valores e, no ano seguinte, depois de ter voltado a estudar e de ter reforçado o seu conhecimento, ao sair-lhe o mesmo tema apenas consegue 8 (oito) valores? Julgam anedótico. Eu não o diria. Sim. Não o diria porque (investiguem...!) esta é a triste realidade que está a revoltar muitos professores em Espanha. E assistem resignados a esta triste realidade porque a democracia é assim mesmo: porque são os políticos que, por muito estúpidos que sejam (pois ter a maioria dos votos não significa ter mais competência!), decidem os caminhos da educação (e depois vêm sempre lançar as culpas nos professores quando os resultados são a desgraça que se conhece!). Espanha tem admitido na carreira docente muitos dos professores menos competentes que, por um golpe de sorte nos exames (ou outras estratégias...!) têm conseguido aquilo a que chamam “sacar plaza”. Porém, tal como diz a velha máxima “não ensina quem muito sabe, ensina quem sabe ensinar!” assiste-se a óptimos profissionais que ano após ano, dão provas da sua excelência, a continuar sem conseguir entrar...

Vá se lá saber por que motivo...”

Ou... quem sabe, talvez José Sócrates o pudesse explicar!

 

publicado por J.Ferreira às 22:18

29 Abril 2010

Ainda só caiu o tecto da Escola... isso não é, nada! Grave grave vai ser quando os portugueses derem conta do "para onde" querem os nossos governantes levar o país... O mais grave é que andamos todos (ou quase todos) a dormir! Só vamos despertar quando Portugal estiver já a caminho do fundo do poço!

 

Esta notícia só demosntra as precárias condições que o governo proporciona aos alunos e aos professores a quem exige altas performances. Nos últimos anos, Portugal esteve entretido com a perseguição que foi feita pelos incompetentes que nos (des)governam aos professores. Porém, tal como a notícia bem expressa, estas são as tristes condições de trabalho são as que se vê nas notícias!

 

"Os quatros alunos da Escola Preparatória de Baltar, Paredes, atingidos hoje, terça feira, por uma derrocada ficaram apenas ligeiramente feridos.

Não foi um tecto que caiu, como o JN avançou, mas algumas telhas de um edifício contíguo ao recinto escolar.

Os adolescentes, de 13 e 14 anos, foram transportados para o Hospital Padre Américo, em Penafiel. Um deles terá fracturado o nariz."

 

Feridos em derrocada na escola de Baltar sem gravidade.

 

Por certo a Assembleia da República nunca terá destes problemas.

Aliás, cada deputado tem o seu computador e voto electrónico para nao ter que levantar o traseiro do assento.

É que as Excelências poderia cansar-se... Lembram-se?

 

Há meses os governantes (e representantes no parlamento!) gastaram 900.000 € (quase um milhão de euros!) para renovar os "popós" de Suas Exªs...

Porquê? Porquê em tempo de crise? Simples: porque imagine-se, já tinham 8 anos!

Pobres portugueses, como eu, que têm carros com mais de 10 anos e seguem como novos...

É que é do nosso bolso que temos de pagar um novo, ainda que seja para servir o Estado.. Eles, nunca pagam nada. Nem carro, nem reparações, nem gasolina ou gasóleo... nada! E ainda vêm com a treta de que as reparações já eram de alto custo...

E as reparações dos carros dos Portugueses? Ficam grátis, é? ...

 

Enfim... São estes os governantes que temos. Ou, antes, que merecemos!

Sim, que merecemos porque fomos nós (os pacóvios dos portugueses!) que os elegemos ou permitimos que fossem eleitos novamente!

 

Parabéns a José Sócrates: o Primeiro-Ministro da Excelência que conseguiu apenas 14 valores de média final da licenciatura (cujo diploma ou certificado, segundo foi divulgado, até foi passado a um domingo!) ainda que 13 anos depois de ter suspendido os seus estudos tenha voltado aos bancos de uma Universidade (!!!????) e conseguido obter várias classificações de 18 valores quando tinha como professores alguns dos seus maiores amigos...

Alguém poderá compreender (ou algum dia esquecer!) que, depois de ter beneficiado da excelente qualidade do ensino ministrado  na Universidade Independente, José Sócrates a tenha mandado fechar?

 

Assim vai Portugal.... Caminhando para o Abismo!

publicado por J.Ferreira às 12:43

24 Abril 2010

O povo escolheu o (des)Governo que temos em Portugal. Não se pode queixar... Isto é a ver quem afunda mais este país...

 

É triste que a política esteja a caminhar para este tipo de situação. Depois de terem renovados os "popós" em tempos de crise, gastando para alguns mais de uma viatura (só o Presidente da Assembleia tem dois BMW, num total superior a 200.000 euros!) assistimos agora a mais um escândalo nacional. uma candidata a deputada na lista do PS (da responsabilidade de José Sócrates, obviamente!) gosta tanto de Portugal que até vive em Paris... Ora, José Sócrates sabia disto ou vai argumentar como no caso do cigarro nos aviões, vai também dizer que não sabia...? É claro que todos os socialistas sabiam que a senhora vivia em Paris... É a vergonha Nacional. Como diz um comentador do SOL, que pague do seu bolso ou que pague o PS. Os cofres do Estado é que não deveriam servir para satisfazer caprichos socialistas... Aliás, que mais-valia tem esta senhora para o parlamento? Já basta de teatro... De ficção estamos fartos. De ser enganados também. Haja vergonha. Demita-se ou suspenda o mandato até que regresse a Portugal.

 

Que pode o povo fazer nestes casos? Perante esta afronta, só pode apelar ao Presidente da República para que acabe com esta vergonha e que, tal como Jorge Sampaio (por motivos de muito menor gravidade!) use a "Bomba Atómica". Basta de roubar o povo.

 

Esta senhora candidatou-se porque assim o desejou! Tal como os professores do EPE se candidatam para ensinar no estrangeiro porque quiseram (ou queriam ter um trabalho). Porém, aos professores que exercem no estrangeiro proporcionando aos filhos dos emigrantes a aprendizagem da sua língua materna, o Estado português nem um cêntimo que lhes paga de ajudas para se deslocarem a visitar a família ainda que seja apenas uma vez no ano! Nem mesmo no Natal… Se querem visitar a família, pagam com o seu mísero (ou mesmo vergonhoso!) salário… Sim, mísero, se tivermos em conta o que auferem os professores dos países onde exercem com o mesmo tempo de serviço ou mesmo os seus pares em Portugal e que se situam no mesmo escalão.

 

Vergonhoso porque o Estado Português manda professores como emigrantes, cobra-lhes mais impostos do que se pagassem imposto no país onde exercem, e aguentam o nível de vida mais elevado desses mesmos países. Basta dizer que, na cidade onde diz viver esta senhora deputada, um estúdio velho de 23 m2 chega a custar entre 800 e 1200 euros. Ora, meus caros, nenhum emigrante português abandona a sua família para receber menos que o que cobra neste país onde reinam governantes “chuchalistas”!… Este é mais uma prova de que querem “sugar o povo até ao tutano”.

 

Perdemos a capacidade de nos espantarmos...

É apenas mais um escândalo do nosso José Sócrates, responsável pelas candidatos da lista do Partido Socialista...

 

Não admira pois que, em Portugal, já nada nem ninguém se surpreenda... Só os estrangeiros se ficam a rir ao ver que Portugal cada vez mais caminha para se assemelhar à Grécia.

Força Socialistas. Se Portugal continuar por este caminho, teremos todos um lindo fim.

 

E, no fim, lá aparecerá Sócrates, em apoteose, a afirmar o seu alto grau de satisfação e contentamento, com um sorriso nos lábios:

Depois de ter afirmado no final da legislatura anterior que até havia quem dissesse por aí que a sua legislatura tinha sido "A Tempestade Perfeita", Sócrates lá terá certamente uma frase para proferir no final da actual legislatura. E sem querermos ser como o Zandinga, até nos atrevemos a adivinhar o mérito que José Sócrates chamará de novo a si próprio, comparando a sua façanha à do iceberg que derrubou o majestoso e imponente cruzeiro que se afundou na sua primeira viagem. Adivinhamos que José Sócrates esteja a preparar um discurso algo semelhante ao texto que segue:

" Camaradas... Nós, socialistas da nova geração, somos verdadeiramente persistentes!

Lideramos um governo que se mostrou mais forte que o Iceberg que afundou o Titanic.

É verdade que foi necessário fazer duas viagens... É verdade! Duas legislaturas, camaradas!

Mas conseguimos! Depois da "Tempestade Perfeita" que foi primeira legislatura, conseguimos levar a cabo o trabalho que nos restava para afundar Portugal. Assim, depois desta Segunda Legislatura, sim, podemos afirmar categoricamaente que Portugal foi mesmo para o Fundo! Conseguimos afundar Portugal. Não foi tarefa fácil, reconheço. Somos os autores desta "Missão quase Impossível" o façanha que nenhum outro partido se poderá jamais vangloriar.  Força Camaradas... Enfim... em duas palavras, "Porreiro Pá!".


publicado por J.Ferreira às 23:38

05 Abril 2010

Ninguém deve duvidar que Todos Gostam de Viajarde forma confoirtável e no menor espaço de tempo possível...

No entanto, e antes de comentar as notícias que vieram recentemente a público sobre a intenção do (des)governo relativamente à construçao do TGV, gostaria de fazer o leitor recordar algumas das principais polémicas do início da década de 90 do Século passado.

Estou a lembrar-me da polémica do pagamento das portagens na ponte 25 de Abril (que estranhamente só foi polémica quando governava outro partido e o PS estava na oposição... Coincidência ou não, nunca mais se questionou o facto de se estar a pagar uma ponte que já estava paga e, como tal, que deveria deixar de pagar-se. mas não. Salazar previa que fosse paga portagem até que estivesse paga. Agora que estava paga, os utilizadores (mobilizados por que interesses não se sabe!") protestaram. E foi o buzinão na ponte... A carga policial...

Outro tema que criou cisões foi o do pagamento de Propinas. Curioso. Todas com o PS na oposição. Depois... Depois o PS chegou ao poder. E nunca mais se falou nem do valor que os contribuintes pagam nas portagens na Ponte 25 de Abril nem das propinas universidade... Claro. Esperam que chegue outro partido ao poder para voltarem os mesmos fantasmas...

 

Ambos os problemas se fundavam na emergência de uma nova filosofia política e económica da gestão da res pública: a filosofia do utilizador/pagador.

Esta tem como rosto as ideias de alguns iluminados saídos quer da área da política quer da área do jornalismo português, de que são apenas exemplos os senhores Pacheco Pereira e Miguel de Sousa Tavares..

Surgiram os estádios de futebol e eu pago... Pago os prejuízos da construção e da falta de rentabilidade de espaços que exigem manutenção... E agora, vem aí o TGV.

 

E eu pergunto:

Por onde andam os defensores da filosofia do utilizador-pagador...?

Sim... Por onde andam esses iluminados que, aquando da instituição das propinas vieram para a televisão defender que fossem os jovens a pagar a sua formação porque eram eles que usavam as universidades, numa perspectiva demagógica, alertando para o facto do Zé-povinho não usar a universidade e não ter, por isso mesmo, de pagar a formação dos jovens que a frequentavam?...

Entre muitos destes está Miguel de Sousa Tavares. Sim. Ele e outros tantos “opinadores” de meia-tigela que nada ou quase nada tinham pago (tal como eu e muitos outros portugueses, diga-se em abono da verdade) para se formarem nas universidades. Sim. Nada ou quase nada porque é esse o prisma natural. A necessidade de reforçar o vínculo inter-geracional determinava que assim fosse. Mas foi destruída. Um dia, esses mesmos jovens vão negar-se (e muito bem!) a pagar a reforma dos que recusaram a pagar-lhes a formação. Basta que cheguem um dia ao poder. De facto, até então, sempre haviam sido as gerações mais velhas a pagar a formação dos mais novos. Estes, quando no activo, ajudariam a pagar a formação das gerações seguintes e ainda a garantir as reformas dos que lhes haviam pago a formação, numa solidariedade inter-geracional. os "fazedores de opinião", no início dos anos 90 do século findo, fizeram nascer e vingar a filosofia do "Utilizador/Pagador". Agora vem aí o TGV. E ninguém ouve estes mesmos a defender que o Zé-Agricultor, que nunca usará o TGV porque seguramente, preferirá “levantar o cu da cama” mais cedo 20 minutos e usar o “inter-cidades” pois é o único para o que terá realmente dinheiro para pagar a viagem…  Afinal, para quem vai ser construído um TGV ? Venham os defensores do Utilizador/Pagador.

O inter-cidades é uma real alternativa ao TGV que pode e deve ser rentabilizada. Países nórdicos não têm nem querem o TGV porque não têm a mania das grandezas inerente aos nossos actuais políticos.

Que o TGV seja pago por quem o quer utilizar. Eu não quero o TGV. Se necessito uma vez na vida dele… pois levanto também o cuzinho da cama mais cedo e vou de autocarro! Que pague quem o usa!

O que mais custa nestas medidas e decisões dos políticos é que estão a hipotecar o futuro dos nossos filhos, dos nossos netos e até dos nossos bisnetos! Estes políticos já cometeram demasiados erros. Permitiram que as verbas públicas financiassem campos de futebol que custaram 4 vezes mais, 5 vezes mais (ou mais como o estádio de Braga!) com o argumento de que iriam beneficiar a economia e ficamos com estádios às moscas.

E agora? Agora, são os cidadãos que pagam estas faltas de visão prospectiva. Construíram-se os estádios e ficamos mais pobres. Importamos mão-de-obra que agora faz aumentar o número de desempregados (a receber subsídio de desemprego (que irá muito além das suas quotizações!). Agora queremos fazer um TGV para quem? Para as moscas? Quem poderá suportar um custo 4 vezes superior ao que é cobrado em autocarro pela mesma distância ainda que o tempo seja o dobro? Não será fácil dormir no autocarro m ais duas horas?

Por isso, há que dizer (alto e bom som, como alguns comentadores o fizeram no Público on-line) a estes nossos políticos que “parem de hipotecar o futuro dos nossos filhos!”

Basta!!!… Ponto final.

publicado por J.Ferreira às 21:39

12 Fevereiro 2010

Mas... Quem disse isso? Quem pensou semelhante coisa?

Mas que ideia... E logo José Sócrates

Só lhe faltava esta... Controlar a Comunicação Social ?

Para quê controlar essa coisa...? De nada serve...!

 

Depois de se escutar o que diz um tal de "José Sócrates" na AR em 14/10/2004, uma pergunta se torna óbvia e inevitável:

Estaremos todos a alucinar ou este senhor (o que ainda é Primeiro Ministro de Portugal...!) é efectivamente o mesmo personagem que em 2004, quando simples deputado, avisou o Governo do PSD que estaria atento e vigilante demonstrando a sua firme vontade de lutar contra qualquer tentativa de controlo da Comunicação Social por parte do Governo?

Oiçam, pois, a parte final do discurso de José Sócrates (na oposição!), especialmente a partir dos 02:10 minutos .

 

Destacaremos algumas das frases de Sócrates para que se veja até que ponto a ironia do destino lhe pregou algumas das maiores partidas:

A título de exemplo, destacaremos: “Nós não podemos passar de uma fase de recessão para a fase do crescimento estouvado” ... “Temos mais 16.000 desempregados...

Depois, transcrevemos a última parte do discurso (entre os 02:53 e os 4:13) porque nele está a essência do que é o "ser" e o "fazer", entre o discurso e a prática política:

Mas Sr. Primeiro Ministro... Sr. O Sr. Primeiro Ministro não se vai daqui embora sem falarmos num último tema”. (...)  E esse caso não pode é resolvido com o seu silencio. Esse é um caso a que não pode  fugir. E é o caso segunte:

É o caso de um Ministro do seu Governo, que fez uma presão ilegítima junto de uma estação privada e que conduziu à eliminação de uma voz incómoda para o seu governo.

E o Sr. Primeiro Ministro desculpar-me-á mas quero dizer-lhe com clareza: esse episódio é um episódio indigno de um Governo Democrático e é um episódio inaceitável.

E quero dizer-lhe, Sr. Primeiro ministro isso é uma nódoa que o vai perseguir... Porque essa nódoa que não se vai apagar facilmente... Porque é uma nódoa que fez Portugal regressar aos tempos em que havia condicionamento de liberdade de expressão.”

“E peço-lhe Sr. Primeiro Ministro... peço-lhe Sr. Primeiro Ministro: Resista à tentação do controle da comunicação social! Não vá por aí... Porque nós cá estaremos para evitar essas tentações!

 

Nós apenas concluimos o lógico, o óbvio:

Como Sócrates já não está na oposição, foram todos para os bancos do poder... agora, controlar a comunicação social já não é uma medida que faz “Portugal regressar aos tempos em que havia condicionamento de liberdade de expressão.” Antes, é a medida adequada para perpetuar no poder os mais incompetentes, os senhores das Novas Oportunidades, um engenheiro pescada... Sim, um engenheiro que, tal como a “pescada”, antes de o ser... já o era! E perguntamos:

1. Quem é, afinal, o actual Primeiro Ministro?

2. Que transformações ou mutações terá sofrido o homem na metamorfose do Homem ao passar da Oposição para o Governo?

3. Será mesmo este o Homem que o po(l)vo português quer para (des)governar Portugal?

 

Sócrates visto ao espelho.

 

 

   

 

 

publicado por J.Ferreira às 14:29

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