Até que o Teclado se Rompa!
"O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons." (Martin Luther King)

09 Junho 2008

Num artigo da Visão, assinado por Teresa Campos, que se intitulava  "Olhos nos olhos"  e que foi publicado em Abril de 2008 podíamos ler:

"José António Lillo Bravo, 45 anos, oftalmologista espanhol, instalou-se de armas e bagagens, como quem diz, com equipa e equipamento, no Hospital Nossa Senhora do Rosário, no Barreiro, e reduziu drasticamente a lista de espera das operações às cataratas; precisou apenas de seis dias - seis! - para devolver a visão a 234 pessoas.

O procedimento é simples, faz-se em poucos minutos, só com anestesia local; o oftalmologia aplica o método (facoemulsificação) há mais de uma década, e permite ao doente voltar para casa no dia da intervenção. E pelos seus próprios pés.

Sem pudores, José Bravo precisa que, nos dias em que esteve no Barreiro, e com a ajuda da sua equipa, fez 48 intervenções diárias : 24 de manhã e 24 de tarde – contra as 50 por ano, em média, dos médicos locais, e que resultaram, no final de 2007, numa lista de espera de 384 pessoas.

Por cada cirurgia, o espanhol, recebeu 900 euros. Um valor que, garante a administração do Hospital, é compensador: corresponde a metade do preço pedido pelos médicos portugueses."

 

É caso para perguntar.

 

Que anda a fazer o Governo? A engendrar mais formas de perseguição aos professores?

 

Por que exigem os políticos altas performances aos professores que nem têm culpa da falta de recursos nas famílais (livros, materiais, tecnologia...) ?

 

Rangel chamou de "Hooligans" aos professores... Por que não insulta os médicos?

 

Gostaria de ver o Senhor Presidente da República ou o senhor primeiro-Ministro, tão acérrimo defensor da produtividade e da excelência, a condecorar este médico com a medalha da Ordem de "Não Sei Quantos" pelo mérito desenvolvido?

 

Já entenderam por que motivo existem números clausus nas Universidades que formam médicos em Portugal?...  Claro: Quanto menor é a oferta, mais elevado é o custo da coisa (leia-se: consulta, cirurgia, etc...) Entendido?

 

Só me resta colcoar aqui a frase que há quatro anos colocava no messenger:

 

 

E viva a Espanha: Até quando teremos de ser portugueses?

 

Agora, estamos à espera que, a todo nós (aos que defendemos a aplicação da "Lei Bosman" às  candidaturas à governação deste país!) nos chamem de traidores, tal como alguns dos historiadores (ou fazedores de história) chamaram a Miguel de Vasconcelos (quizas, um dia, venha a ser reconhecido como o primeiro e verdadeiro feminista português!) pelo simples facto de defender, de facto, o direito da Rainha Portuguesa (casada com o rei de Espanha e como tal também ela Governante de Espanha e de Portugal) ao trono deste país...

Mas os políticos de que reza a nossa história estavam descontentes e por isso quiseram veicular durante séculos a versão dos factos que mais lhes dava suporte para o assalto ao poder. Assim se desvirtuava a realidade e se obtinha o apoio do povo para fazer cair a guilhotina sobre a Dinastia Filipina.

 

É claro que não foi o facto de ser uma rainha... O problema é que alguns dos políticos da época (chamem-lhes clero, nobreza ou o que quiserem) que não estavam a retirar benefícios do poder instalado (tal como hoje!) não estavam contentes... Por isso, o importante era chegar ao poder, nem que para tal se enganasse o povo... Tal como hoje... O poder... O poder... o poder e só o poder... Mas com a economia do país vizinho a crescer num quadro internacional igual, como se compreende que Portugal caminhe par ao abismo? A resposta não parece difícil: Estamos a ser governados por oportunistas que não são castelhanos... São portugueses!

 

 

Por isso perguntamos:

Quantos não gostariam de ver a península Ibérica unida de novo?

Cremos que é chegada a hora de os cidadãos se divorciarem dos (vergonhosos e incompetentes) políticos portugueses... Portugal tem que "casar" com Políticos Estrangeiros... Sejam Alemães, Ingleses, Islandeses, Suecos, Luxemburgueses ou Espanhóis...

 

Os portugueses vão aos poucos constatando que o provérbio restá errado pois que, contrariamente a "de Espanha nem bom vento nem bom casamento" , os nossos compatriotas que emigram para Espanha em cada vez em maior número, começam a constatar que...

DE ESPANHA     BOM VENTO   E  BOM CASAMENTO !

publicado por J.Ferreira às 16:40

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