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Até que o Teclado se Rompa!

"O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons." (Martin Luther King)

Até que o Teclado se Rompa!

"O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons." (Martin Luther King)

Foi no inído da década de 90 do século passado, que se iniciou uma onda que levou à machadada na solidariedade inter-geracional. Tal ocorreu quando o governo de então, dirigido por Aníbal Cavaco Silva, avançou com a decisão de aumentar colossalmente o valor das propinas a pagar pelos jovens que frequentavam as universidades, fazendo passar a ideia de que ser estudante universitário era um luxo.   Algumas atitudes impensadas de alguns, levaram a juventude universitária a (...)
  Portugal não precisava de investir nestas coisas... No campo da saúde  e da educação (escolas) ainda há muitas necessidades básicas para que se ande a desperdiçar dinheiros públicos com "brinquedos" para militares... Os submarinos são armas poderosas, sem dúvida. Porém, nos tempos de hoje, para quase nada nos servem...!!! Não temos recursos que se comparem com outros países para esbanjar dinheiros públicos com máquinas de guerra que pouca utilidade real têm para (...)
Na página online da TVI refere-se que de acordo com as palavras do ex-deputado socialista Henrique Neto relativamente à prisão preventiva de José Sócrates, em declarações prestadas ao jornal «i», "Há anos que esperava" a prisão de Sócrates.  A página da TVI prossegue referindo que "O ex-deputado do PS Henrique Neto é o primeiro (...)
Relembrando imagens do passado que podem ajudar a explicar o presente. É estranho como a cada dia que passa se vai conhecendo o modus vivendi de alguns dos políticos da nossa praça! As notícias que chocam a sociedade portuguesas parecem não terminar.  Desta vez... a revista "Visão" refere que a campanha de António Costa contra António (...)
Com um jornalismo a colocar tudo preto no branco...  Palavras...? Para quê?    Anjinhos? Parece que só no céu!!! E, mesmo assim, duvido! É que ainda não veio ninguém à Terra que me confirmasse a sua existência! E como Tomé... é preciso "ver para crer"!  E os bancos que o Estado nacionalizou? Por que motivo terão sido comprados? Que nos distingue de Espanha??? Marinho e Pinto sem papas na língua!!!  Paulo Morais na luta pela transparência... contra a (...)
No final da década de 90 do século passado, surgiam as primeiras tentativas de criar rankings de escolas, baseados em elementos e critérios que pretendiam comparar o incomparável. Esta hierarquização das escolas em função dos resultaods é um absurdo. É um julgamento sem nexo. Criar rankings de escolas é um absurdo porque se trata de comparar escolas que, na sua essência nada têm de comparável. E não se fala apenas de recursos humanos (docentes, auxiliar e discentes) mas (...)
  Sócrates, enquanto 1º ministro, pediu o contibuto dos imigrantes para tornar Portugal num "PAÍS MAIS POBRE". E ninguém lhe quis dar ouvidos. Disso fizemos eco aqui, em 2007! Mas os portugueses não se deram conta. Passou meio despercebido. O que Sócrates se esqueceu foi de dizer que... enquanto tornaria o país mais pobre, ele ficaria cada vez mais rico! Sócrates saiu do país (e foi para (...)
Se as promessas dos políticos constituissem um documento legal ao qual um cidadão se pudesse agarrar para exigir o seu cumprimento... Se os políticos tivessem verdadeiramente "palavra", as palavras de António Costa poderiam ser uma "lufada de ar fresco" num país em que os cidadãos estão cada vez mais incrédulos com o sistema democrático partidário. Mas como a palavra dos políticos pouco ou nenhum valor tem, estas promessas ou intenções são meros "cantos de sereia, quer (...)
  Os motivos da condenação incluem, segundo o jornal Público "Os 265 mil euros que mandou pagar entre 2005 e 2007 ao advogado João Pedroso eram para que este compilasse toda a legislação portuguesa da área da educação. Mas o trabalho não foi levado até ao fim, e o advogado acabou mesmo por ter de devolver parte do dinheiro - mas só depois de o (...)