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Até que o Teclado se Rompa!

"O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons." (Martin Luther King)

Até que o Teclado se Rompa!

"O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons." (Martin Luther King)

Os problemas do nosso país... são gravíssimos. Mete-se na cadeia a formiga e deixa-se fugir o elefante. Medina Carreira refere recordar-se de casos incríveis. Um deles, critica o sucedido em Portugal com os reformados em Portugal: "50.000 reformados (não entregaram o papel porque a lei mudou)... e vão aplicar-lhes uma multa de 150 a 400 euros, a reformados que não entregaram papéis porque não conheciam a lei!!! Estes senhores, conhecem a lei, portam-se como isto...!!!   O (...)
  Portugal não precisava de investir nestas coisas... No campo da saúde  e da educação (escolas) ainda há muitas necessidades básicas para que se ande a desperdiçar dinheiros públicos com "brinquedos" para militares... Os submarinos são armas poderosas, sem dúvida. Porém, nos tempos de hoje, para quase nada nos servem...!!! Não temos recursos que se comparem com outros países para esbanjar dinheiros públicos com máquinas de guerra que pouca utilidade real têm para (...)
Foi noticiado... mas já ninguém, fala disto... Afinal, que fortuna terá José Sócrates??? Podem ler o texto integral AQUI.    "No José Sócrates quebrou o silêncio e aceitou comentar alguns aspetos da sua vida privada, nomeadamente o que diz respeito à sua ida para Paris. O ex-primeiro-ministro confirma que esteve inscrito num mestrado em Ciência Política na (...)
Relembrando imagens do passado que podem ajudar a explicar o presente. É estranho como a cada dia que passa se vai conhecendo o modus vivendi de alguns dos políticos da nossa praça! As notícias que chocam a sociedade portuguesas parecem não terminar.  Desta vez... a revista "Visão" refere que a campanha de António Costa contra António (...)
Com um jornalismo a colocar tudo preto no branco...  Palavras...? Para quê?    Anjinhos? Parece que só no céu!!! E, mesmo assim, duvido! É que ainda não veio ninguém à Terra que me confirmasse a sua existência! E como Tomé... é preciso "ver para crer"!  E os bancos que o Estado nacionalizou? Por que motivo terão sido comprados? Que nos distingue de Espanha??? Marinho e Pinto sem papas na língua!!!  Paulo Morais na luta pela transparência... contra a (...)
É curioso como parece que estamos perante um anjo que, afinal, nem os amigos conheciam muito bem. O que nos interrogamos é "como conseguiu atingir a celestialidade?" se ninguém sabia nada destes "façanhas" daquele que foi o "Primeiro-Ministro" (e timoneiro do barco que albergava os responsáveis pela legislatura 2005-2009) da legislatura cuja classificação como "Tempestade Perfeita"... (...)
  Sócrates, enquanto 1º ministro, pediu o contibuto dos imigrantes para tornar Portugal num "PAÍS MAIS POBRE". E ninguém lhe quis dar ouvidos. Disso fizemos eco aqui, em 2007! Mas os portugueses não se deram conta. Passou meio despercebido. O que Sócrates se esqueceu foi de dizer que... enquanto tornaria o país mais pobre, ele ficaria cada vez mais rico! Sócrates saiu do país (e foi para (...)
Se as promessas dos políticos constituissem um documento legal ao qual um cidadão se pudesse agarrar para exigir o seu cumprimento... Se os políticos tivessem verdadeiramente "palavra", as palavras de António Costa poderiam ser uma "lufada de ar fresco" num país em que os cidadãos estão cada vez mais incrédulos com o sistema democrático partidário. Mas como a palavra dos políticos pouco ou nenhum valor tem, estas promessas ou intenções são meros "cantos de sereia, quer (...)
Há hoje assaltantes mais perigosos que suam a caneta do que os que usam armas de fogo. Se alguém quiser saber "como se afunda o país", pergunte aos nossos políticos. Eles sabem como fizeram todo um conjunto de "Parcerias para o Naufrágio" de Portugal. Quem se lembra da alteração do direito dos deputados à pensão (subvenção vitalícia, chamam-lhes eles!) completa com apenas 8 anos de Parlamento (2 mandatos)? Pouco, seguramente. Mas a memória ainda não nos trai. Mas (...)