"O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons." (Martin Luther King)

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Ago 14
Numa sociedade actual, denominada "sociedade da informação" (que é hoje colocada à disposição de todos, sejam eles cidadãos exemplares e cumpridores, sejam vândalos ou ladrões) os governantes terão cada vez mais de tomar a decisão adequada à construção de um país onde todos sejam capazes de encontrar o seu espaço, no cumprimento das regras democráticas. E essas, nenhuma instituição melhor que a escola lhes pode dar as ferramentas para que cada cidadão seja capaz de se inserir na sociedade com respeito pelos direitos de cada um.




Neste sentido, os políticos terão de escolher entre uma das duas vias possíveis: ou abrem escolas e apostam na educação dos jovens ou estaremos condenados a assistir ao encerramento de estabelecimentos escolares para assistirmos à construção e entrada em funcionamento de mais estabelecimentos presidiários (prisões). Nesta altura será já demasiado tarde (como é próprio dos portugueses, que tomam medidas circunstancias e avulsas como quem pega num tecido e em vez de o cortar talhando as peças do traje, se limita a dividir o mesmo em pedaços para depois os unir como que de remendos se tratasse e com ele elaborar um traje novo.). Nessa altura, em lugar de admitir professores para educar os jovens nas escolas, terão de pensar em admitir mais polícias e guardas prisionais.




Entre os políticos e os professores há uma enorme diferença... É a da competência. Ainda que aqueles insistam em avaliar os professores (enquanto na comunicação social os portugueses eram surpreendidos pelos escândalos associados aos diplomas de alguns desses mesmos políticos sem que fossem retiradas as devidas consequências  como aconteceu com três casos de plágio efectuado por políticos da Alemanha - AQUI  e AQUI e AQUI) a verdade é que os professores são especificamente formados para exercer a sua função, concluindo os cursos com a habilitaçao profissional nas Universidades cujo funcionamento é supervisionado pelo Estado que as aprova! 

O que distingue os professores dos políticos, em suma, é que ao lugar de professor numa escola chega-se por... competência. Sim. Por dupla competência: Por "competência" no sentido de sabedoria (adquirida com provas dadas nos locais apropriados onde o saber se certifica!) e "competência" no sentido de conseguir o lugar competindo com outros interessados. É no Brasil mas aplica-se a qualquer país civilizado onde os políticos desejem apostar no progresso da sociedade.





Cabe aos políticos decidir o que fazer... !

publicado por J.Ferreira às 18:40

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